História Closer Of You - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Justin Bieber
Exibições 351
Palavras 2.626
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Never


P.O.V's Selena Gomez.

Eu estava com uma raiva enorme por aquele imbecil nerd. Eu vou me vingar dela. E ainda por cima aquela barata morta beijou meu namorado. Quem ela pensa que é para fazer isso?. Desgraçada ela vai me pagar caro.

- Amiga - Taylor me chama - Estão fazendo maior comentário sobre o beijo da barata morta e do Justin.

- Cadê ele? - Perguntei procurando ele pela cantina.

-Está na quadra com os garotos - Demi fala.

- Você vai deixar aquela vadia feiosa beijar seu namorado? - Amber pergunta indignada.

- Não, venham comigo - Falei correndo até a nossa sala.

- Ela está aqui dentro da sala com essas duas garotas idiotas - Taylor sussurra.

- Vamos matar aula - Falei para Taylor e ela repassou para Amber e Demi. Pegamos nossas mochilas e saímos da sala.

Bateu o sinal do termino do recreio. Eu e as três garotas pulamos o muro.
- O que vamos fazer? Por que matamos aula? - Demi pergunta confusa enquanto nós andava pela rua.

- Eu vou dar uma lição naquela nerd imbecil - Sorri maliciosa e logo as meninas entenderam o que eu quis dizer.

- E como vamos fazer isso? - Taylor pergunta.

- Ela e aquela tal de Fran vão vim embora de apé. Mas para frente vai ter uma rua deserta, vocês segura a Fran e eu Bato naquela nerd - Falei sorrindo.

- Como voce sabe que elas vão embora de apé? - Taylor fala.

- Tenho dois belos ouvidos - Sorri falso.

- Voce é a melhor - Amber sorri.

- Ainda tem 2 horas para as aulas acabar, vamos ao shopping.

- Vamos - Taylor e Amber concordam.

- Eu não tenho dinheiro - Demi olha para o chão.

- Não precisa comprar, só olhe a gente comprando - Amber fala grossa. Nós começamos andar até o shopping. Chegamos e já fizemos a festa na loja de sapatos.

Depois de uma e meia no shopping liguei para o meu motorista vim buscar as sacolas, meus pais estão trabalhando então eles nem vão saber que matei aula, e Fred meu motorista é só ameaçar ele que ele fecha aquela boca grande.

- Já sabe - lancei um olhar ameaçador - Se contar que matei aulas para os pais, eu invento qualquer coisa para te mandarem embora - Falei e Fred só assentiu.

- A senhorita não vai embora?

- Não Fred! Vai logo, desaparece - Bufei.

- Tchau senhorita - Fred sorri.

- Vai logo inferno - Revirei os olhos.

- Já vamos esperar ela naquela rua? - Amber pergunta.

- Sim, vamos - Sorri.

Ficamos esperando a nerd imbecil. Vimos ela, estava sozinha, menos mal. Nós escondemos para que ela não corra. Amber ficou do outro lado vendo se vinha carro ou alguem. Mas nessa rua é bem difícil de passar carro ou pessoas
.
.
- Isso é para voce aprender a nunca mais mexer comigo - Dei um tapa em sua cara - Esse é para voce nunca mais beijar meu namorado - Dei um soco.

- Se-selena por fabor p.... - Não esperei ela terminar de falar e agarrei seus cabelos jogando ela no chão. Subi em sua cintura e comecei a distribuir tapas e socos em sua cara. Barbara me arranhou em defesa, mas ela é muito fraca para me fazer parar com arranhões.

- Vadia merece isso. Nerd imbecil - Taylor fala quando saio de cima dela. Taylor chutou a sua barriga.

- Vamos já chega - Demi olhou a situação de Barbara no chão e se apavora.

- Escuta aqui barata morta - Puxei o cabelo de Barbara - Se você contar para alguém que fui eu que te bati voce leva outra surra - Soltei seus cabelos - Entendeu? - Bati em sua cara.

- S-sim - Barbara sussurrou cuspindo sangue no chão.

Se eu me arrenpendi ? não.

Saímos do local tranquilas, Barbara ficou no chão imóvel. Coitada, vai levar alguns dias para se recuperar.

P.O.V's Barbara Palvin.

Minha cabeca doía. Meu ventre também. Minha boca parecia estar inchada, minha cara deve estar inchada também. Fiquei no chão parada, estava cuspindo sangue, por causa do chute que Taylor deu, o canto da minha boca sangrava. Meus braços arranhados. Eu devo estar mais feia.

Já estou cansada de ser humilhada. Por que estou no mundo? Por que sofro tanto? Por que ninguém gosta de mim? Meu deus me ajuda, estou me cansando de tudo isso.

Eu não aguentava nem levanta do chão. Escutei barulho de carro vindo naquela rua. Fiquei com medo, me encolhi escondendo meu rosto. Meu óculos quebrou, droga!  O carro foi diminuindo a velocidade. E se for um estrupador? Ah não! O carro para e alguém bate a porta do carro, nem olho.

- Moça - Uma voz grossa de homem me chama - Você esta bem? - Ele toca no meu ombro. Olhei para ele rápido. Parece que eu conheço esse garoto - Barbara?

- Da-da onde me conhece? - Falei entre os soluços ainda de cabeça baixa.

- Da escola, sou Alfredo Flores, amigo do Justin Bieber... Acho que você conhece ele por isso o citei.

- Va-vai embora, estou bem - Falei tentando manter a voz firme. Ele pega no meu rosto fazendo eu olhar para ele.

- O que aconteceu? Seu rosto esta com arranhões e vermelho, sua boca esta sangrando e esse sangue no chão? - Alfredo pergunta com a voz preocupada - Me responde Barbara, cadê seu celular? Vou ligar para os seus pais! - Alfredo fala desesperado.

- Não não - Falei segurando a sua mão para ele não ligar - Não ligue pros meus pais eles estão trabalhando - Menti. Agora é horário de almoço, e eles estão em casa me esperando para almoçar.

- Quer ir em um hospital? Sei lá - Ele coloca suas mãos na minha cintura e me levanta do chão.

- Eu vou embora - Peguei minha mochila, minha pasta e meu óculos do chão - Droga! - Resmunguei. Selena quebrou uma perninha do meu óculos.

- Eu posso te levar para sua casa se quiser - Alfredo fala.

- Não precisa... Não posso ir para casa, meus pais vão ficar preocupado quando me verem assim - Falo tentando arrumar o óculos.

- Vamos ate minha casa, ai eu faço alguns curativos em você... Depois de levo embora - Alfredo fala e eu nego - Eu juro que não vou fazer nada de mal para você, quero te ajudar.

- Voce esta com pena de mim! Não preciso disso!

- Não estou...  Só quero te ajudar, venha - Ele me puxa para dentro do seu carro. Logo ele entra e dá partida.

- Promete uma coisa?

- O que?

- Eu sei que vai ser em vão, você faz parte do grupo de idiotas e não perderia de contar a eles que me viu toda fodida no chão chorando por alguem me bateu - Respirei fundo contendo as lágrimas.

- Eu faço parte do grupo, mas não sou idiota que nem eles, sei o momento que preciso ser sério. Eu odeio quando eles zoam algumas pessoas - Alfredo bufa.

- Não conte para ninguém isso Ok?

- Okay - Alfredo sorri fraco - Tem um problema.

- Qual? - Olhei para ele.

- Moro com 6 garotos, parece que eles foram para o campo jogar bola, mas vai que álgum deles ficou - Alfredo entorta a boca e eu olho preocupada - Mas eu entro discreto com você - Ele fala e eu sorri fraco sem vida. Alfredo começa a rir alto e eu estranho.

- O que foi?

- Sabe... Eu estranhei voce falando a palavra "fodida", você é nerd toda certinha... Nunca imaginei falando essa palavra - Alfredo entra em um condomínio super chique. Esse condomínio é próximo do meu condomínio.

- É... Eu sou meio certinha, mas eu falo umas palavras feias - Sorri - Aliás sou humana também, sou jovem - Alfredo sorri e eu também.

- Chegamos - Alfredo para em frente a um portão que dava entrada a uma mansão. Pensei que ele fosse mais humilde - Antônio, os garotos estão aqui?

- Não Alfredo - O senhor responde - Saíram para o campo.

- Está livre o caminho - Alfredo dá partida estacionando no jardim o carro.

Alfredo me ajudou pegando minha mochila. Peguei minha pasta e o segui.

- Venha ate meu quarto - Alfredo subiu as escadas. A casa -mansão - é muito linda e bem decorada, enorme também. O corredor dos quartos é gigante.

- Pra que tanto quarto? - Perguntei.

- 7 quartos é ocupado, e 5 de hóspedes. Sempre a mãe de Justin vem, e ele também tem seus irmãos.

- Vocês moram sozinhos? Digo, sem alguma mãe?

- Sim, Pattie vem todo o mês - Alfredo abre a porta do seu quarto.

- E de quem é essa casa?
- Do Justin, e foi ele que nós convidou para morar com ele. Nós morava em  Los Angeles, cada um com seus pais. Mas Justin resolveu sair de Los Angeles e vim morar em Atlanta, eles nos falou a ideia e vimos morar juntos - Alfredo explica enquanto pegava a maleta de primeiros socorros.

- Que legal - Sorri, mas logo me arrependi porque meus lábios doeram. Deve esta cortados.

- Eu vou passar álcool para desinfetar - Alfredo pega algodão e o álcool. Ele me pediu para que lavasse o rosto, fiz o que ele pediu. Lavei o rosto e voltei a sentar na cama. Alfredo falava acontecidos, e como era morar com 6 garotos. Bom, é legal pelo visto mas eles são muitos bobos.

- Tem maquiagem aqui? - Pausei - Pergunta besta, claro que não tem, só mora homens aqui.

- Tem sim - Alfredo sorri.

- Como? Vocês passam maquiagem?

- Não! - Alfredo faz careta - A filha da empregada esta morando aqui por algum tempo, ela é nova deve ter maquiagem - Ele abre a pprfa me deixando sozinha no quarto. Depois de alguns minutos ele chega com a base, pó, corretivo e alguns pinceis na mão - Aqui - Joga na cama.

- Odeio maquiagem! Odeio isso - resmunguei enquanto olhava no espelho passando o corretivo. Eu estou sendo obrigada a usar isso, pelo menos por alguns dias até esses ferimentos sai do meu rosto - Eu nem sei passar maquiagem direito - Falei baixo, não tão baixo porque Alfredo escutou.

- Como não sabe? Você é uma garota, digo, garotas amam maquiagens.

- Então não sou garota, porque odeio essas coisas - Apontei para as maquiagens e pincéis - Só tenho na minha penteadeira porque minha mãe compra e eu ganho em datas comemorativas - bufei.

- Você é estranha - Alfredo sorri.

- Por que vocês fazem aposta tão cruéis? Machucam os sentimentos das garotas.

- Sei lá... Mas o Justin, ele é conhecido como " Quebra coração de garotas" ele sempre as iludi e depois fala que foi só sexo - Alfredo fala normal.

- Ele é um babaca - Bufei.

- Gosta dele?

- Não!

- Tipo gosta de querer namorar ele - Alfredo fala com a voz embolada.

- Não! Deus me livre, eu odeio ele - Bufei.

Realmente eu não gosto dele.

- Não se apaixone por ele, vai sofrer - Alfredo fala irônico.

- Pode deixar, isso não vai acontecer.

- Sabe? Eu pensei que você era umas daqueles nerds sem sal, mas você não é - Alfredo fala guardando a maleta de primeiro socorros.

- É, eu não sou - Sorri - Eu sou bem tímida, mas quando eu pego uma certa intimidade com a pessoa mostro quem eu sou de verdade.

- E quem você é de verdade? - Alfredo pega em minha mão.

- Sou uma garota normal, não sou uma nerd de outro mundo. Posso ser feia, mas eu acho normal.. Ate porque nem todos são bonitos.

- É - Alfredo balança a cabeça.

- Por que me ajudou?

- Eu sempre ajudo as pessoas, por que não ajudaria você?

- Ahh n...

- Esta com fome? Joana deve ter feito almoço para mim, quer almoça comigo?

- E-eu eu

- Não aceito não como resposta - Alfredo me puxa para fora do quarto. Mas antes eu pego minha bolsa e minha pasta.

- Vagabundo - Alguem entra na casa xingando e algumas vozes rindo- Você roubou Drew - Esse alguém é Chaz. Quem é Drew?

Olhei para Alfredo assustada. Não queria que nenhum desses garotos me visse nessa casa. Droga! Mil vezes droga!

- Não era para eles chegar agora, sempre eles fica o dia inteiro no campo - Alfredo sussurra. Ficamos parados no topo da escada. Alfredo me puxou para o corredor, aonde os garotos não tinha mais como nós ver.

- Não quero que eles me vejam... Odeio eles! - Resmunguei - Não odeio, mas sinto mágoa por eles zoarem tanto de mim - Abaixei meu olhar.

- Vamos descer, te levo embora se quiser.

- Alfredo? - Chamo e ele me olha - Promete que não vai contar sobre esse acontecido que voce viu?

- Prometo - Alfredo pisca - Sou legal, não sou?

- Sim - Sorri.

- Você também é muito legal - Alfredo sorri - Quer ir embora? - Assenti - poxa... Eu queria conhecer mais você - Ele fingi estar triste.

- Sa-sabe como que é... Seus amigos....

- Esquece eles - Alfredo me puxa para descer as escadas.

- Filho da puta! - Chris fala jogando bola em Martin, mas não acerta em Martin e sim no vaso que quebra.

- Isso quebra, é você que comprar infeliz - Justin fala.

- Ihhh Justin, não e voce que compra também - Khalil fala.

- Oh Alfredo cuzão, por que não foi pro jogo? - Ryan pergunta. Ainda não perceberam minha presença.

- Tava fodendo Alfredo? - Chaz pergunta.

- Deveria ta foden.... Não ele não tava - Chris arregala os olhos quando me vê.

- Por que não? - Justin pergunta e segue o olhar de Chris. E agora todos os garotos estava me olhando.

- O que ela faz aqui? - Falaram todos juntos.

-Ué, o que ela ta fazendo aqui - Alfredo tenta manter calma, provavelmente ele não ter argumentos.

- Você ta ficando com ela? - Martin pergunta pasmo.

- NÃO! - Alfredo grita assustando todos - Claro que não, obvio que não.

Ta, isso me magoou! Mesmo que eu não goste do Alfredo... Mas qual o problema dele me namorar? Talvez porque sou feia?! Talvez não, sou feia.

- Ata... Porque eu já iria mandar fazer um óculos para você, porque né - Chris fala com cara de desprezo.

- um óculos não, já mandava pra sala de cirurgia - Chaz fala e todos ri, menos eu e Alfredo.

- É, Alfredo já pegou coisas melhores - Justin comenta.

- Eu vou embora! - Falei arrumando minha mochila no ombro. Saio de dentro daquela casa - vulgo mansão - com o choro preso na garganta. Por que eles sempre me humilham? Eu não merecia isso, eles acham que não tenho espelho em casa? Já sei que sou feia!

- Hey! Espera, não ligue para eles - Alfredo segura em meu braço.

- Meus pais deve estar preocupados comigo, tenho que ir embora - deixei que uma lagrima escapasse.

- Esta chorando?

- Não, eu não estou chorando.

- Posso te levar embora?

- Moro no próximo condomínio, é perto. E obrigado por ter me ajudado - Sorri sem vida.

- Tudo bem - Alfredo solta meu braço e me deixa ir embora.

Por mim eu não queria vê - lós nunca mais!



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