História Ecstasy - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Shikamaru Nara, Temari
Tags Shikatema
Visualizações 105
Palavras 2.669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Trouxe esse capítulo depois das 00:00hrs por que gente...
AQUELA CARINHA, AQUELA CARINHA INFINITAS VEZES!

Além disso: CHAMEM A CHRISTINA ROCHA QUE TÁ DIGNO DE CASOS DE FAMÍLIA ISSO AQUI!

E mais:
COLOQUEM OS COLETES
SEGUREM OS FORNINHOS
CHAMEM OS BOMBEIROS
E
BOA LEITURA ;)

Capítulo 11 - Capítulo 10


 

Minha respiração está ofegante e não consigo desgrudar os olhos da boca de Temari.

 - Ah! Foda-se! – Me desculpe Ino.

Com uma mão agarro os cabelos de Temari e a puxo para perto, fazendo-a soltar um gemidinho baixo. Com a outra, acaricio lentamente toda a extensão de seu pescoço até chegar aos lábios. Vejo-a fechar os olhos e lentamente, sua língua envolve meu polegar. Ofego.

Em um movimento rápido, levanto da cama e suspendo Temari no ar, agarrando aquela bunda maravilhosa com que tanto tenho sonhado.

Levo-a até a parede mais próxima e a analiso pelo que parece uma infinidade de tempo. Meu corpo inteiro clama por mais dela e hoje, estou disposto a oferecer isso a ele, mesmo assim, tento manter o controle e fazer Temari perder a razão antes de mim. Com uma mão, continuo sua suspensão enquanto a outra subo pela lateral de seu corpo, acariciando cada curva que tanto me tirou o sono, até agarrar seu seio direito e fazer um leve movimento circular.

- Shika... – Tudo que sai de sua boca são sussurros, enquanto suas unhas deixam marcas doloridas pelas minhas costas.

- Quieta Temari, minha vez de jogar. – Levo a mão que estava em seu seio até o braço, elevando para cima da cabeça. Faço o mesmo processo com o outro e então tenho o que tanto quis: Temari completamente à mercê dos meus toques.

Suas pernas continuam firmes em minha cintura e a ouço suspirar diversas vezes.

Consigo sentir seu coração batendo em frenesi, não que o meu esteja lá muito diferente, mas essa é a última coisa que vem ao caso.

Deixo meu rosto correr pela lateral de seu pescoço, aproveitando o cheiro de maracujá e também o calor de sua pele, finalmente parando na boca.

Estamos a centímetros.

- Ah! Eu esperei tanto por isso Temari, você não tem noção do que fez comigo garota. – Ela sorri e rapidamente me rouba um selinho.

- Sou toda sua, não espere mais baby.

Então nossas bocas se encontram com um tesão selvagem, sem nenhum tipo de controle. Deuses, que beijo é esse!

Sua boca tem gosto de morango, a língua é tão macia que sinto um tesão absurdo apenas de a sentir na minha! Quase me contorço de prazer com o toque.

Mordo seu lábio inferior no meio do beijo. Meu membro já está quase pulando para fora da bermuda e assim que Temari o sente, começa a rebolar sobre o mesmo com a destreza de uma atriz pornô e me permito revirar os olhos levemente com a sensação que isso me traz.

Seu beijo é carregado de tesão, mas é doce ao mesmo tempo, o que me faz esquecer absolutamente tudo à minha volta.

Minha mão que segurava seu braço, desliza até aquele peito maravilhoso, ela solta um gemido contra minha boca em aprovação.

Nos separo e vou em direção ao seu pescoço, sugando com vontade. Ela solta gemidos baixos, enquanto rebola furiosamente contra meu pau.

Meu deus! Quero ela, quero agora.

Desço um pouco mais, ainda prendendo um de seus braços e acho o caminho para seu seio. Com certa fúria, puxo o sutiã para baixo e quase gemo ao ver aquele bico intumescido para mim.

Deixo minha língua vagar por ele lentamente, enquanto Temari arrepia e se contorce em meu colo.

Deuses!

Mordisco ele levemente e ouço-a gemer, agora um pouco mais alto.

Caminho com Temari de volta a cama e nunca a vi com os olhos tão carregados de tesão como nesse momento.

Sem rodeios, ela retira a blusa deixando apenas o sutiã entre mim e aqueles peitos maravilhosos.

- Vem aqui Shika... – Ela morde o lábio inferior enquanto se ajoelha. Sem muito o que falar, me aproximo e termino de ajudar ela a se livrar do sutiã. E solto um grunhido de tesão assim que abocanho o seio direito. – Isso! Oh...

Temari atende a todos os meus comandos e enquanto brinco com o seio, desço minha mão até onde sei que ela quer atenção.

Ela solta um gemido mais alto no momento em que alcanço suas coxas. O que percebo de longe é que Temari é quente, muito quente, mais do que consegui fantasiar todos esses meses.

- Você é tão quente. – A olho por baixo e a vejo sorrir.

- Você ainda nem viu nada. – Em um movimento rápido, fica por cima, sentada em minha barriga, mas sem descer um pouquinho mais. – Implore.

- O que? – Sorrio, sem entender absolutamente nada.

- Eu quero te ouvir implorando por mais. – Ela ergue a sobrancelha em desafio e eu tento a puxar para baixo, mas a loira se mantém irredutível.

- Eu não vou implorar. – Temari sorri travessa e quando menos espero, sinto sua mão brincando com meu membro por cima da bermuda.

Não consigo conter o gemido.

- Quer apostar? – Eu com certeza perderei essa aposta, mesmo assim, o orgulho sempre fala mais alto.

- Me mostre do que é capaz, Temari.

Não é preciso mais palavras. Ela desliza alguns centímetros e sinto nossos sexos se chocando.

Prendo o gemido na garganta.

Enquanto sinto ela rebolar lentamente.

Este com certeza será meu fim.

 - Implore. – Suas pupilas estão dilatadas, seu corpo quente e eu preciso urgentemente pegar essa mulher de jeito.

- Não vou... – Não termino a frase, sou cortado por uma forte batida na porta.

Temari trava e me olha em ar de questionamento. A tiro de cima do colo com cuidado e caminho até a porta.

Gelo.

Meu corpo se transformou em pedra.

Pelo olho mágico, observo Ino no outro lado da porta.

- Droga! Porra, merda. – Saio de perto esbravejando baixinho. – Fodeu Temari, fodeu! 

- O que aconteceu? – Mordo o nó de meus dedos.

- Fala baixo porra! A Ino tá ai na porta! – Temari abre lentamente a boca em um “OH” perfeito.

- Puta merda! Tudo bem, respira. – Ela faz uma pausa e tudo que consigo é tremer. – O que vamos fazer é o seguinte, eu vou para o banheiro junto com a minha mala e você vai fazer todo esforço do mundo para Ino não entrar lá. Enrole ela até eu conseguir sair de fininho em um momento de distração.

- Caralho, você acha que isso vai realmente funcionar? – A essa altura Temari já está com a blusa, arrastando a mala em direção ao banheiro.

- É melhor você rezar para que sim.

A porta se fecha e eu respiro fundo. Coloco uma camisa para esconder os arranhões e fecho os olhos, fazendo uma breve oração.

Deuses, isso precisa dar certo.

Forço um sorriso e então abro a porta.

- Oi amor. – “FILHO DA PUTA!” minha consciência grita. Ino estreita os olhos e adentra o quarto sem nem me responder.

- Cadê ela Shikamaru? – Fico com uma cara de paisagem, fingindo que não sei do que ela está falando.

- Quem?

- Ah porra, não se faça de inocente. – Ela vasculha embaixo da cama. – Cadê a vadia da minha irmã?

- Está no quarto dela. – Mantenho a voz neutra e nem mesmo sei onde aprendi a mentir tão bem. Os olhos de Ino estreitam-se e ela caminha até a porta do banheiro.

Puta que pariu!

Se eu a impedir, ela vai saber que tem algo.

Se eu a deixar, sou pego em flagrante.

Puta merda, olha a bosta em que você se meteu Shikamaru.

Ino gira o trinco e um grito esganiçado sai de minha garganta involuntariamente.

FODEU!

FODEU!

FODEU!

Ino vira a cabeça lentamente em minha direção, abrindo um sorrisinho sínico em seguida.

Fecho os olhos e me preparo para o que vem a seguir.

Nada.

Ino sai do banheiro, vai até a sacada e não encontra ninguém.

Eu não sei onde Temari se enfiou, mas Graças a Deus!

- Já acabou? – Pergunto cruzando os braços.

- É... Bem, achei que ela estaria aqui. – Ino sorri. – Estava enganada.

- Você está enganada sobre um monte de coisa ultimamente, inclusive o nosso relacionamento.

- Shikamaru...

- Chega Ino. Por que veio até aqui igual um cachorro farejador?

- Olha, eu queria te ver, então resolvi dirigir até aqui mas demorei mais que o previsto. Queria levar você e a Temari para praia ainda hoje e...

- Caralho, chega Ino. – Bufo enquanto procuro as coisas para arrumar minha mala. – Você fez tudo por ciúme, por ciúme da sua irmã e por medo, por que você sabe que nosso relacionamento está por um fio e por que sabe que Temari é uma tremenda de uma gata também. – Ino me olha com descrença, abre a boca várias vezes, mas não consegue formular uma frase. E de minha parte, não me sinto arrependido por nenhuma palavra dita.

- Shikamaru, eu sinto muito, eu... – Ela se atrapalha nas palavras e olha para o chão, atordoada.

- Eu já disse que chega Ino, a gente conversa outra hora sobre isso, agora vou chamar a Temari e a gente vai embora daqui.

~ ~

Não preciso nem comentar que a situação está péssima.

Apesar de ter mentido descaradamente para Ino, foi uma boa oportunidade para falar um pouco do que está engasgado.

Bom, e se você quer saber como tudo não foi por agua abaixo, é simples: Temari jogou a mala dela da janela que tem perto da banheira. A mala foi parar no lado do hotel e em seguida ela escalou a parede até chegar no chão, usando o que aprendeu no Rapel.

Ela pediu outro quarto, colocou uma gargantilha e outra roupa e estava quase nova quando nos encontramos.

Seguimos de carro com Ino até a praia e chegamos madrugada.

Não conversamos durante isso, mas quando passei por Temari no corredor ela me falou que estava lhe devendo uma e que os esfolados que conseguiu estavam doendo.

Ela é completamente louca, mas nos tirou de uma grande enrascada.

Perto do meio dia levanto, procurando ao máximo não despertar Ino.

Comprimento minha sogra na cozinha e me desculpo pela hora.

- Ah! Sem problemas. Avisamos Ino que não era necessário ir, mas ela colocou na cabeça e então não tinha muito que poderíamos fazer.

Sorrio amarelo e observo que Tsunade está na piscina. Pego uma maça e caminho até lá, sentando a seu lado.

- Tsunade. – Ela tira os olhos do livro e sorri.

- Hey, Shika. Como está? – Suspiro.

- Cheguei ao meu limite Tsunade. – A expressão de minha cunhada se torna de compreensão. – Ontem foi o ápice para o que consigo aguentar de Ino.

- Demorou bastante Shika. – Ela dá uma checada ao redor. – Pode me contar, tem a ver com Temari, não tem?

- Está na cara, não é mesmo?

- Está tão na cara que foi por isso que Ino foi até lá. Ela tem tirado Temari do sério com mensagens e ligações ameaçadoras. Olha Shikamaru, eu ainda procuro manter respeito pela Ino apesar dela ser uma mimada infantil, mas se ela continuar insistindo em atormentar Temari, eu vou dar na cara dela de uma maneira que ela deveria ter ganhado quando era pequena. – Eu nunca ouvi Tsunade falar assim, eu sei que ela gosta de Temari, mas não a tal ponto. – Isso se Temari não o fizer antes.

- Eu já tentei acabar Tsunade, mas senti pena. Não consegui a ver chorar na minha frente.

- Está na hora de virar homem Shikamaru e pôr a sua felicidade na frente dos caprichos de Ino. – Seu tom de voz é amargo. – Temari está vindo, esse assunto morre aqui. – Não preciso me virar, logo Temari se junta a nós, sentando ao meu lado. Ela usa um short de tecido leve e uma blusa de alças. Agora consigo ver os ralados em suas pernas, mas devido a maquiagem, os chupões em seu pescoço não estão visíveis.

- Meu Deus Temari, andou se arrastando no asfalto? – Tsunade solta uma gargalhada apontando para os ferimentos.

- Tive uma aula de escalada de última hora sem equipamento adequado, já viu né? – Ela sorri e é incrível como consegue parecer tão neutra, enquanto eu já estou tremendo por dentro.

- Precisa parar com essa mania de coisas perigosas, vai acabar se machucando mais sério. – Ela sorri.

- Você me disse isso quando resolvi saltar de paraquedas. Ainda estou viva. – A conversa entre as duas flui de uma maneira tão incrível que tudo que faço é escutar.

- Mas e você Shika, iria? – Saio de meus devaneios e observo Tsunade.

- Ah! Quem sabe, é algo a se tentar. – Estamos conversando sobre nadar com tubarões. Temari tem várias ideias de viagens e uma é mais absurda que a outra por sinal.

- Shikamaru? – Viro-me e encontro Ino com a cara fechada, só para variar.

- Sim? – Ela fecha ainda mais a expressão.

- Precisamos conversar. – Suspiro profundamente.

- Ino outra hora, ok? – Seus olhos semicerram-se e ela volta para a cozinha.

- O clima entre vocês está horrível. – Comenta Temari.

- Deu para perceber? – Ela suspira.

- Só alguém desprovido dos cinco sentidos não perceberia. – Tsunade se levanta.

- Bem, vou ajudar mamãe no almoço. – Ela se espreguiça e pega o livro.

- Também já vou. – Temari comenta enquanto a irmã com um sorriso cumplice se afasta.

- Ela sabe, não é? – Comento com um sorriso torto.

- Tem poucas coisas que Tsuna não sabe sobre a minha vida. – Temari se aproxima um pouco mais. – Entre elas, a vontade que estou agora de beijar você inteirinho e acabar o que começamos. – Sua respiração bate em meu ombro e eu ofego. Porra! Viro meu rosto e encaro seus olhos. Ela morde o lábio inferior.

- Posso dizer que isso é mutuo. – Ela sorri e então se afasta.

- Aguardo ansiosamente, Shikamaru.

Ela vira as costas e vai ajudar a mãe e a irmã na cozinha.

Pouco tempo depois Ino aparece e se senta ao meu lado.

- Shika, amor... – Ela apoia as mãos em meus ombros e eu me afasto.

- Ino, chega.

- O que está falando Shikamaru?

- Acabou Ino. Acabou tudo.

- Shika você não está falando sério.

- Ino, eu nunca falei tão sério. Amanhã vou embora.

- Shika você está estressado, eu entendo, se quiser um tempo eu..

- Ino, pelo amor de deus presta atenção no que estou te falando. – Suspiro. – Estou cansado. Você age como criança, você me fere com palavras, você faz pressão, faz birra, chantagem. Onde está o amor nisso?

- Shika...

- Me escuta Ino, pelo menos uma vez em cinco anos me escuta! – Respiro profundamente. – Eu gostava tanto de você, você não tem noção do que eu faria para te ver feliz. Mas a cada novo pisão de sua parte, aquele sentimento diminuía. Olha, eu larguei toda minha vida por você e não me arrependo disso, eu cresci como pessoa ao seu lado, me tornei um cara melhor é verdade, mas hoje vivemos no comodismo do relacionamento e para mim não dá mais.

- Está brincando Shikamaru, só pode ser brincadeira! – Nego.

- Ino, acabou.

- Shikamaru você não pode fazer isso comigo! – Seu tom de voz muda para histérico. – Eu vou morrer Shikamaru! – Ela começa a chorar. – Não faz isso comigo!

Seus soluços preenchem o ambiente e por longos segundos mantenho-me em silencio. Mesmo sabendo que Ino usará de todas as artimanhas para me fazer mudar de opinião, dessa vez estou disposto a não me deixar levar.

- Pode chorar Ino, pode implorar, fazer ameaças. Eu não quero mais. - Do nada, ela fica seria e me encara com extremo ódio.

- É a Temari, não é? – Enrugo minha testa.

- Claro que não. – Comento neutro, desviando do assunto, mesmo sabendo que em partes é verdade. Foi graças a ela que comecei a enxergar Ino diferente, a ver como todos sempre a viram: mimada, infantil e egoísta.

- É claro que sim! Não tem outra explicação. Só pode ser aquela vagabunda, não é?

Levanto e viro as costas, deixando Ino gritando a plenos pulmões para trás chamando a atenção de todos, enquanto isso, sinto-me mais leve que nunca.

Suspiro aliviado.

Um peso enorme acaba de ser retirado de minhas costas. 

 

 


Notas Finais


O que posso dizer?
CHAMA OS BOMBEIRO
CHAMA O SAMU
A AUTORA TA GRITANDO
TÁ DESMAIADA...

É TESTE PRA CARDÍACO MEUS AMIGOS!!!

Nos vemos no próximo! <3
Beijão!


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