História Coffee - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Lu Han, Sehun, Xiumin
Tags Exo, Hunhan, Yaoi
Exibições 104
Palavras 2.872
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oooooeeeeee <3 vim aq nas humildade trazer essa fluffy e pá :v a Luisinha me pediu, e quem sou eu para negar, neh nom? Desculpa a capa bosta, moça, fiz pelo cell :') Desculpa a formatação bosta tb :') a capa do capítulo fui eu que desenhei Kzjzjabbz tá bonitinha :v eu me inspirei em Coffe do Bts pra escrever, tá bem óbvio isso akanzjznz

Bom, eu espero que vocês gostem, monas

Vamos fingir que n tem erros e tals e boa leitura :v

Capítulo 1 - Cappuccino


Fanfic / Fanfiction Coffee - Capítulo 1 - Cappuccino


       Coffee

     Os gélidos pingos de chuva caiam serenos lá fora, uns pousavam ao chão, outros tornavam-se orvalho e tinham alguns que tornavam-se bebida para algumas crianças travessas que colocavam o pé para fora de casa para somente brincar na chuva.

     O cappuccino acontecera em uma simples cafeteria no centro da cidade, as paredes cor de caramelo eram decoradas  com flores e arbustos, a entrada era por um curto caminho de tijolos vermelhos que levavam até as grandes portas de vidro.

     E mesmo com as janelas fechadas, o cheiro do grão que fora moído e que então tornara-se o pó para ser coado, escapara sorrateiro pelas frestas, esgueirando-se até chocar-se com o ar frio.

      E o que seria uma bebida melhor do que café para acompanhar um dia frio? Chocolate quente? Ora, ali também tem, servido com um bolinho de café, recheado com chocolate  e coberto com um doce chantilly.

     A pequena cafeteria era popular, conhecida por seus macchiatos de chocolate, por seu ar aconchegante e seu perfeito atendimento. A cafeteria atrai muitos estudantes, pois há uma escola pública à algumas quadras e era um ótimo lugar para se encontrar com os amigos após tediosas aulas.

     Ali sempre há um garçom de topete loiro e gravata borboleta escorado no balcão, que recebe declarações das meninas e um olhar raivoso dos meninos. Sempre fica no balcão, servindo expressos para os apressados e dando balas para as crianças.

     O garçom era alguém muito perceptivo, por ser alto conseguia ver de tudo e todos e usava disso para somente –até certo momento, por assim dizer– admirar um alguém, um dos estudantes, que ao contrário dos adolescentes, sempre vinha até a cafeteria solitariamente.

     Sozinho, sentava-se em uma das cadeiras, deixando seus braços descansarem sobre a madeira escura da mesa. O inverno estava aproximando-se, por isso, em sua cabeça havia um gorrinho azul escuro, com um pompom branco no topo; em sem corpo, um grande casaco de moletom cobria-lhe o tronco e coxas e suas pernas havia uma calça jeans desbotada e esfolada.

     Aquele garoto frequentava a cafeteria desde o inicio do ano, o garçom achava que deveria ser um calouro do ensino médio, e sua hipótese ficava mais forte pelo fato do menino ter um rosto extremamente delicado, com olhos infantis e uma baixa estatura. Aquilo não era tão ruim, o garçom tinha dezenove anos, também era um calouro, mas na faculdade. Cursava dança no período noturno, mas ultimamente estava muito distraído.

     Sua cabeça estava ali, colada ao seu corpo, mas sua mente estava presa às seis da tarde, quando as aulas acabavam e um garoto com pele de porcelana e olhos cor de café aparecia na cafeteria.

     Ficava preso naquelas pequenas mãos de dedos gordinhos que ajeitava toda hora aquele gorrinho azul, como uma boba mania. O garçom sentia-se preso a visão do garoto fazendo várias caretinhas pela temperatura elevada do café e aquela boca de lábios finos formando-se em um bico ao assoprar a fumaça proveniente do líquido quente.

     Naquele inverno, o garçom decidira que as coisas iriam mudar. O cappuccino começara em uma segunda feira. O menino de gorrinho azul pedira um macchiato de caramelo e um dos seus adorados bolinhos de café, teria que agir rapidamente.

     Assim que JongDae anotara o pedido do garoto, o garçom praticamente o aliciara, pegando o papel das mãos do rapaz. Decidira que ele mesmo iria preparar o pedido.

     Era uma das raras vezes que deixava o seu tão renomado balcão e rumava para a cozinha. MinSeok na verdade não gostava de quando sua cozinha era invadida pelo garçom loiro, mas nunca reclamava quando o mesmo o fazia. Afinal pagava-o para fazer algo mais do que ficar fazendo simples americanos naquela máquina de café.

     O garçom também não gostava muito de entrar naquela cozinha, da última vez que o fizera, encontrara seu chefe e seu colega de trabalho aos beijos, os doceiros somente encaravam o casalzinho com cara de merda, porque não podiam fazer o mesmo. Um trauma? Talvez sim. Se não trabalhasse em uma cafeteria, nunca mais iria olhar uma xícara de café com os mesmo olhos.

      Mas estava cheio de coragem e iria lá por uma boa causa. E sabia que –talvez– nada de mais estava acontecendo por motivos de um barista, dois doceiros, dois garçons e uma casa cheia. Sendo que um dos garçons é um completo folgado.

     Entrara na cozinha, vendo MinSeok moendo café como um desesperado, ChanYeol decorava os bolinhos e BaekHyun os recheava. Não hesitara em pegar um dos copos que eram usados para os macchiatos e colocar café expresso, misturado a caramelo e baunilha. Por fim, adicionara o leite vaporizado, gostando do resultado final.

     Deixara o copo sobre a mesa que os doceiros usavam, pegara um dos bolinhos de café que ChanYeol acabara de decorar, fazendo o mesmo lhe fitar com desdém.

     O garçom dera de ombros, colocando o bolinho em um dos pratos para doces. Logo pegara uma das bandejas, ajeitando o pedido sobre ela e correndo para fora da cozinha, mas ao ver o garoto do gorrinho azul, sentira como se seus planos fossem uma bola de neve que se desmanchara e derretera.

     Seu coração disparara, batendo forte contra o peito. Balançara a cabeça negativamente, sentido vontade de bater-se por tamanha covardia. Andara em passos lentos até seu amado balcão, como quem não quer nada. Tivera uma ideia.

     Pegara o bloquinho de notas de dentro do bolço do avental amarrado em sua cintura, junto a uma caneta. Rapidamente, escrevera em uma das folhas coloridas e logo a tirara do bloco, colocando-a ao lado do bolinho no pequeno prato.


     Suspirara profundamente, rumando para a mesa em que o menino do gorrinho azul estava sentado. Todas as garotas pararam de conversar para ver o garçom loiro que nunca levantava para atender alguém.

     O loiro colocara o copo e o prato sobre a madeira da mesa, tentando tremer o mínimo possível. O menino murmurara um “Obrigado” quase inaudível e logo o garçom voltara para a cozinha, sorrindo bobamente.

     Havia escutado pela primeira vez aquela doce voz melodiosa, os poucos pelos de seu corpo até mesmo arrepiaram-se.

     Estava realmente apaixonado por aquele garoto.

      O menino do gorrinho azul arregaçara as mangas de seu moletom, logo pegando o macchiato e o bebericando. Suas sobrancelhas arquearam ao ver que ali, bem ao lado de seu bolinho de café havia um bilhete. Aquele garçom loiro havia o colocado ali.

     O que estava escrito ali, em hangeus desajeitados, o fizera ficar com as bochechas vermelhas.

     “Baby, baby, você é tão doce quanto Macchiato de Caramelo.”


     { C o f f e e  }


     No dia seguinte, inesperadamente, o menino do gorrinho azul viera mais cedo. Naquele dia, neve começava a cair. Fora da cafeteria, o garçom conseguia ver pelas portas de vidro, o menino do gorrinho azul andava calmamente, aproveitar ao máximo os floquinhos de neve que caiam sobre sua cabeça. Ele parecia realmente gostar dos flocos brancos, sorria minimamente cada vez que a água congelada pousava em sua língua, que insistia em ficar fora da boca somente para que a neve se derretesse nela.

     O garçom vendo aquilo, sorria apaixonadamente, pensando que os flocos de neve tinham mais sorte do que si. O que não daria para derreter-se naquela língua rosadinha...?

     Ainda eram quatro da tarte, o loiro perguntara-se se as aulas haviam acabado mais cedo ou se o menino faltara por algum motivo. Nas pequenas mãos havia um guarda chuva azul com bolinhas amarelas . Assim que entrara na cafeteria, o sino indicando que havia clientes tocara, tirando o garçom de seu transe.

     O menino do gorrinho azul sentara-se à aquela mesma mesa, esperando ser atendido. JongDae aparecera rápido e sorrateiro, anotando o pedido do garoto. E já fora para a cozinha, não deixando que o garçom furtasse o papel do pedido.

     Mas, assim que Jong retornara da cozinha, o loiro puxara a bandeja de sua mão, tomando-a para si. O menor fizera uma careta, tirando baixos risos do garçom. Colocara mais um daqueles papeis coloridos ao lado do croissant de chocolate. Sorrateiro, deixara o pedido na mesa do menino, este que encolhera os ombros, lembrando-se do ultimo bilhete que fora deixado por aquele mesmo garçom. E procurar um novo bilhete fora o que fizera.

     Assim que vira o papel, o desdobrara, sorrindo ao ler.

     “Sem você, sou um amargo Americano.”


     { C o f f e e }


     Na quarta-feira,  a neve grossa não caíra, mas amanhã com certeza iria cair  e um daqueles quatro pobres funcionários iria ter que limpar a entrada do estabelecimento. Nada que uma partida de “pedra, papel, tesoura” não resolvesse.

    Aquele dia MinSeok trocara de lugar com JongDae, pois o mesmo disse que o namorado está trabalhando de mais, e que até mesmo sonha que está moendo café. Inicialmente, Min recusara-se a sair de seu posto, alegando que Dae iria moer o café usando um liquidificador. Calunias a parte e depois de muita discussão, MinSeok fora convencido a vir trabalhar como garçom por um dia.

     O movimento estava fraco, o que era ótimo para o garçom loiro, mas o pequeno MinSeok estava morrendo de tédio.

     – E eu realmente não sei como gosta disso. – O mais velho resmungara, deitando sua cabeça no balcão.

     O garçom loiro somente tomava uma xícara de café, esperando o menino do gorrinho azul aparecer. Seu bilhete já estava prontinho dentro de seu avental, somente esperando para ser  entregue.

     Afoitamente, um garoto passara pelas portas de vidro. Suas roupas estavam molhadas, tremia de frio e segurava seu gorrinho azul com força em suas mãos. MinSeok imediatamente saíra de trás do balcão, indo ajudar o garoto.

     Rapidamente explicara que um caminhão passara sobre uma poça de água e então molhara-se por estar bem ao lado da poça naquele momento. Então o menino era azarado, concluiu o garçom loiro.

     Não demorara em preparar um expresso com bastante açúcar e levar para o menino, MiSeok saíra da cafeteria, dizendo ir buscar um casaco para o pequenino. 

     Deixara o bilhete sobre a mesa, ao lado da xícara. Batendo os dentinhos e tremendo de frio, o menino desdobrara o papel. O mais alto somente voltara para o balcão, retornando a bebericar seu café.

     Mirava-o de canto de olho, adorando ver a reação do pequeno.


     “Tão quente quanto Café Latte, você queima meus lábios e eu quero queimar meus lábios em ti.”

     O menino do gorrinho azul sorrira para o garçom do topete loiro.


     { C o f f e e }

    
     O garçom do topete loiro entristecera-se na quinta-feira, pois ficara o dia todo esperando seu menino, mas o mesmo não aparecera para fazer sua felicidade. Perguntava-se desesperadamente o que havia acontecido, seu menino teria sofrido um acidente? Fora raptado? Será que descobriu uma alergia a cafeína e nunca mais iria naquela cafeteria tomar café?

     Ora, eram tantas possibilidades, o garçom sabia que estava sendo um louco paranóico, mal conseguira dormir direito. Talvez no dia seguinte tudo voltasse ao seu normal, o garoto do gorrinho azul iria entrar por aquelas portas de vidro e tudo ficaria bem.

     Na sexta-feira a cidade praticamente ficara afundada em neve. O pobre ChanYeol limpava a entrada da cafeteria, na verdade, quem perdera no “pedra, papel, tesoura” fora BaekHyun, porém fizera birra e praticamente ordenara o Park a ir em seu lugar e se não fosse, iria fazer greve de sexo.

     E o pobre ChanYeol não queria ficar sem a bundinha Byun.

     O garçom loiro somente fitava o amigo, tentando  conter a risada causada pela cara de bunda que o orelhudo estava fazendo. Ajeitara sua gravata borboleta, esperando ansioso o garoto aparecer.

     Quase gritara ao escutar o sino tocar e o gorrinho azul aparecer. O menino usava um enorme casaco grosso, ele praticamente sumia dentro das roupas, o garçom achara adorável. O menino, apressado, viera até o balcão, sentara-se em um dos bancos e pedira por um expresso.

     O loiro surpreendera-se, pois o garoto nunca fora até o balcão. O pequenino tinha suas bochechas e nariz rosados, o garçom só não sabia dizer se era porque estava envergonhado ou se era por conta do frio.

     Recebera uma dose alta de coragem, fizera um expresso rapidamente, e logo dera para o menino, porém assim que os dedinhos  tocaram a xícara, a mãos grande e quente do loiro tocara-lhe uma das bochechas , fazendo-o corar fortemente.

     Era só um carinho singelo, o menino aninhara-se a mão, gostando daquele toque. O garçom sorrira, apertando a bochecha gordinha e branca levemente. Com sua mão livre, deixara o bilhete sobre a bancada, o arrastando até o menor.

     O pequeno bebera o café rapidamente, para então ler o bilhete.

     “Você é como a espuma do meu expresso, se vai rapidamente, mas teu sabor fica.”

     Um sorriso envergonhado brotara naquele rostinho bonito, os olhinhos até mesmo fecharam-se. O garoto colocara algumas notas de dinheiro sobre o balcão e então se levantara do banco. Seus lábios comprimiam-se como de estivesse pensativo.

     Surpreendentemente, o menino colara aqueles lábios vermelhinhos na bochecha do garçom e então correra para fora da cafeteria.

     O loiro colocara a mão no lugar do beijo, desacreditando que aquilo havia acontecido. Um enorme sorriso adornara-lhe os lábios e lá fora, ChanYeol encarava o garçom com um sorriso malicioso, como quem diz “Eu sei o que vocês fizeram”.


     { C o f f e e }


     E foi num sábado que o cappuccino concretizou-se. Naquele dia nevava muito, eram sete da noite e a cafeteria estava sem movimento algum.

     O garçom loiro, como sempre, gosta de dias assim. Era muito provável que o garoto do gorrinho azul não viesse tomar o seu café.

     ChanYeol e BaekHyun estavam na cozinha. brincando com o chocolate de modelar, fazendo pintos de chocolate. E não, não são os filhos da galinha.

     Até conseguia escutar as altas risadas e coisas como “Chan, seu pau é tão mais branco que isso, você podia deixar ele pegar um Sol, né?", “Você queria o quê? Eu não sou um daqueles negões magia que você gosta. Pode aceitar que eu sou coreano.”, “Mas não precisa ser um daqueles boy magia pra ter uma mandioca queimadinha. Nós podemos cobrir seu pau com calda de chocolate e...” Então o loiro cobrira as orelhas por não querer escutar as fantasias sexuais do Byun.

     Já JongDae e MinSeok conferiam o estoque, e muito provavelmente estavam se comendo sobre os sacos de farinha.

     Todo mundo é transante menos aquele pobre garçom. Mas até que as coisas não estavam tão ruins, afinal, havia um garoto do gorrinho azul.

     O garçom do topete loiro sorrira abertamente ao ver o menino entrar na cafeteria. Ele tremia de frio, mesmo assim, também sorrira. Em passos pequenos, andara até o balcão e sentara-se, pedindo baixinho por um cappuccino.
  
     O loiro logo o fizera, e dessa vez, não escrevera bilhete algum. Assim que os lábios desgrudaram-se da xícara, o mais alto a puxara das mãos pequenas e então selara aquela boca rapidamente, vendo-o corar.

     – Baby, baby, esta noite nos tornaremos cappuccino. – Pronunciara com os lábios rentes aos do menino, deixando mais um selinho ali.

      Contornara o balcão, e sem nem mesmo pedir permissão, pegara-o pela cintura, colocando-o sobre o mármore, ficando entre as pernas do mesmo. Abraçara a cintura do menino e escondera seu rosto na curva do pescoço do mesmo.

      – E-eu nem sei o seu nome. – O menor falara com vergonha, não iria afastar o garçom loiro, gostava daquilo. Gosta de saber que alguém gosta de si.

      – Oh SeHun. E o seu?

      – Lu Han. – Os bracinhos curtos envolveram o pescoço do loiro, o puxando para si.

      – Lu Han... – SeHun repetira com deleite. – Você não é cafeína, mas eu me viciei em você. – O menorzinho rira baixo antes de ter seus lábios capturados pela boca pecaminosa do garçom.

     Porém, como SeHun também é azarado, MinSeok brotara ali.

     – AH, VOCÊ TAMBÉM, PORRA?! NÃO BASTA O CHANYEOL ENFIANDO CHOCOLATE NA BUNDA DO BAEKHYUN, VOCÊ ESTÁ ABUSANDO DO MENINO?! ISSO AQUI NÃO É MOTEL, NÃO! – O mais velho gritara e, infelizmente, teve que afastar-se do pequeno.

     Mas não era de todo mal, o garoto sempre volta outro dia.



     E naquela simples cafeteria há um garçom de topete loiro e gravata borboleta, que fica escorado no balcão, amando de longe o garoto do gorrinho azul.

    ~fim~




Notas Finais


Éh isso :v obrigada a quem leu <3 comentem por favor, eu n mordo :v só se pedirem-q

Eu to achando q esse chanbaek vai virar continuaçãozinha amabshhssj prevejo um Chanyeol com o pau colorido :v kajAiaakajah

Nunca sei oq falar aq, então éh só isso mermo e tals ajsbssjjs beijinhos nas nádega <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...