História Coffee (J-Hope) - Capítulo 25


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok, J-hope, Jung Hoseok
Visualizações 49
Palavras 915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura sz

Capítulo 25 - TWENTY FIVE - O que aconteceu Sun-Hee?.


Fanfic / Fanfiction Coffee (J-Hope) - Capítulo 25 - TWENTY FIVE - O que aconteceu Sun-Hee?.

Hoje, a lua está brilhando mais no espaço vazio da minha memória. Este lunático que me engoliu, por favor, me salve hoje à noite. 

-Save me - BTS.


21:41pm 

-Tem certeza que está bem?.-Namjoon parou em frente à porta da casa de Jin, me perguntando pela décima vez se estou bem.

-Eu estou bem Namjoon.

-Certeza?.

-Me faz outro favor?.-Ele assentiu e prestou atenção.-Esqueça tudo que aconteceu hoje, tudo bem?.

-Como você quer que eu esqueça isso?.-Perguntou desacreditado.

-Esquecer é pedir demais, só finge que nada disto aconteceu.-Levantei minhas mãos pelo ar.-Por favor.

-Tudo bem.-Fitou o chão.-Mas ainda estou preocupado.

-Não se preocupe Namjoon.

-Você não pode dormir sozinha.-Ele disse abrindo a porta atrás dele.-Dorme aqui.

-O que?!.

-É isso, dorme aqui.

-Eu não vou dormir ai.-Apoiei uma de minhas mãos em seu ombro esquerdo.-Eu tenho minha casa.

-Então eu devo pedir a Dawon para dormir contigo?.

-Não Namjoon.-O empurrei de leve para dentro do apartamento.-Tchau.

-Boa noite Sun.-Ele falou um pouco alto por eu já estar caminhando para o final do corredor.-Qualquer coisa grita.

-Boa noite Kim.-Ri e esperei a porta atrás se fechar por completo, até correr para o final do corredor.

Passei pela porta dele, eu deveria?. Se irei me arrepender eu não sei, mas querendo ou não, ele é o único amigo, o único em que de alguma forma, me sinto confortável sem uma razão específica. 

Dei alguns passos para trás voltando e parando em frente à porta dele. Respirei fundo pelo nariz tentando conter o nó que se mantia em minha garganta, e soltei o ar pela boca fechando os olhos. Levantei minha mão direita e toquei o botão. Depois de alguns segundos a porta foi aberta.

-Sun-Hee?.-Perguntou alegre.

-Oi...Dawon está?.-Disse fitando o chão sabendo, que ele me olhava.

-Está no quarto dela.-Ele disse cabisbaixo.-Veio ver ela?

-Posso entrar?.

-Claro.-Deu espaço na porta e me esperou entrar para fechá-la.-Senta.

Hoseok caminhou até seu sofá no centro da sala, que estava com um cobertou acizentado bagunçado. Ele se sentou e deu tapinhas no lado oposto do sofá para mim se sentar.

Ficamos em um silêncio desconfortável, até eu não conseguir mais se segurar. Apoiei minhas mãos em meu rosto e deixei as lágrimas caírem. Apesar de odiar chorar na frente das pessoas, não me importava se fosse na frente de Hoseok, ele já me viu chorar uma vez, e como eu disse, alguma coisa nele é aconchegante.

Fiquei alí na mesma posicão por uns segundos, Hoseok parecia que não fazia nada além de me olhar.

-Sun-Hee...-Sussurrou.-Lembra daquele dia em que você disse que se você não parecer bem, eu deveria te abraçar?.

Não o respondi.

-Então se eu te abraçar...você não vai me estapear certo?.-Levantei meu rosto e o encarei.-Certo..

Ele se aproximou e me envolveu em seus braços, e alí, chorei ainda mais. Hoseok dava tapinhas de leve em minhas costas e mexia em meus cabelos,  como uma mãe faz para aconchegar seu filho quando cai de sua bicicleta no momento do aprendizado.  Algumas vezes até escutei uns "shh" dele. Em meio ás lágrimas começei a rir de seu confortamento. Me separei dele e o encarei secando meu rosto com a palma da mão.

-Tudo bem?.-Hoseok perguntou me olhando e se aconchegando em seu sofá. Assenti.-Tenho a permissão de saber o que aconteceu?.

-Não.-Falei olhando além de Hoseok.

-Com permissão ou não, o que aconteceu Sun-Hee?.

-Tá bom.- Sorri de lado e o olhei.-Eu estava em casa na sala quando eu vi uma barata.

-Uma barata?!.-Arregalou os olhos.

-Sim, sim, ela era daquelas que voam sabe? Ela voou para perto de mim então eu corri, e quando peguei uma coisa para pegá-la, ela sumiu. E ai eu percebi que estava em frente á sua porta...Hoseok...

-O que foi?!.-Ele perguntou assustado, apontei para o seu cabelo.

-Ela está no seu cabelo.

Juro pela minha vida que eu nunca ri tanto. Hoseok se debatia e gritava perguntando se ela ainda estava lá. Quando ele viu minha risada, percebeu que eu estava brincando.

-Eu não acredito que você isso com uma pessoa tão boa á você.-Ele fechou a cara, não obtia nenhuma expressão, até começar a rir junto comigo.-Isso é errado.

-Não me aguentei.-Apoiei minha mão em minha barriga que doía, e fui se acalmando aos poucos. Para uma pessoa que estava aos prantos em uns segundos atrás, estar rindo assim, até a barriga doer, é um alívio.-Me desculpe.

-Tudo bem, e irei fingir que acredito em sua desculpa já que não quer falar, não irei pressionar.-Ele disse se levantando e parando em minha frente.-Agora vamos se animar.

-Como?.-Arqueei minhas sobrancelhas curiosa.

Ele sorriu. E já que estou nos meus pensamentos, tenho liberdade em dizer, que aquele sorriso, por mais incrível que pareça para mim, já me animava, era um sorriso sincero e contagiante, e apenas simplesmente vê-lo, me deixava confortável. O que é realmente estranho para mim. 

Quando ele está presente, sua alegria me contagia, ele é o oposto de mim, não consigo ter animação em meu dia-a-dia como tal, mas quando estou com ele, me sinto leve, solta, ele me faz esquecer o que aconteceu, me faz viver apenas o presente. Tudo que eu quero quando estamos juntos, é contribuir os sorrisos que ele já me tirou, mesmo com esse buraco em meu coração, mesmo com o que aconteceu em meu passado, mesmo com o que aconteceu hoje, mesmo com o que estou passando. 

Algumas vezes quero gritar até ficar rouca, chorar até as lágrimas pararem de cair, dizer para as pessoas o que aconteceu e tirar o peso de minhas costas, descontar toda a minha raiva, tirar minhas dúvidas, queria ser uma pessoa normal dentro da sociedade, com apenas seus problemas de contas de luz e essas coisas. Céus, como isso foi acontecer?.


Notas Finais




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