História (TERMINADA) Coiled - Camren G!P - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camilacabello, Camren, Laurenjauregui
Visualizações 778
Palavras 2.781
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


Prólogo

 

Mulheres andam por uma linha tênue.

 

Puritanas.

 

Vacas.

 

Vagabundas.

 

Bajuladoras.

 

Definir quem você é para o mundo é um constante ato de equilíbrio. É exaustivo. Mas, para algumas mulheres, há uma saída. Uma desculpa para dizer o que realmente se passa na cabeça delas, algo que faz com que elas perdoem, mesmo sabendo que não deveriam, e realizem todas aquelas fantasias pervertidas

– sem ter nenhum arrependimento.

 

Álcool.

 

Ele pode te dar coragem para falar safadezas e permitir que você vá embora com o barman.

É o álibi. A matéria de capa bombante.

Não era você mesma. Você estava possuída pelo Captain Morgan e pelo Grey Goose 1

.

 

Infelizmente, meu organismo tolera muito bem o álcool.

É uma droga ser eu.

 

Durante todos os anos em que ficamos juntos, Shawn nunca conseguiu beber mais do que eu. Nem uma vez. Talvez porque eu comecei a beber cedo demais.

Talvez eu tenha nascido desse jeito.

De qualquer modo, para que eu fique alta, é preciso beber muito e, caso eu queira ficar bêbada, tenho que encher a cara ainda mais.

É por isso que, antigamente, eu preferia maconha.

Muito mais eficaz.

 

Isso mesmo, você entendeu certinho. Camila Cabello: maconheira. Eu e o Grateful Dead? Poderíamos ter sido melhores amigos. A coragem que a maconha dá foi o que me fez ser valente o bastante para fazer uma tatuagem.

Mas, infelizmente, aqueles dias já eram. 

 

Quando comecei a faculdade de administração, percebi que as consequências de ser pega com uma substância controlada eram muito extremas.

 

É por isso que agora fico apenas com drogas legais. De preferência, vinho.

 

Lauren e eu bebemos toda noite para espairecer. Uma vez por semana, fazemos algo parecido com um encontro, uma noite especial. Cozinhamos juntas.

 

Lauren adora fajitas. Bebemos e conversamos e bebemos um pouco mais.

 

Nesta noite, a gente acabou bebendo um pouco além do normal. Então, apesar de eu não estar literalmente bêbada, meu corpo está soltinho. Relaxado.

Igual às minhas inibições.

 

Consegui prender sua atenção? Excelente.

 

Senhoras e senhores, abram uma janela, pois vai começar a ficar quente por

aqui.

 

Estamos deitadas.

 

Estou de costas. Lauren está entre as minhas pernas.

 

Na verdade, é o seu rosto que está.

– Adoro sua boceta.

 

Gemo e ela reforça suas palavras com ações. Ela ama ações.

 

Ações molhadas e admiráveis.

– Porra, eu podia viver aqui embaixo.

 

Ela se recompõe e, antes que você consiga dizer “Me espanque com um chicote”, estou puxando seu cabelo e gritando seu nome.

 

Algum tempo depois, Lauren sorri com orgulho e se arrasta pelo meu corpo.

Meus membros estão preguiçosos por causa do vinho e, claro, do orgasmo. Ao redor, há um mormaço agradável, uma névoa de torpor, como se estivéssemos em um sonho.

 

Logo, estamos nos beijando. E o calor se espalha por todo o meu corpo como uma corrente elétrica, me atiçando novamente.

Fazendo com que eu sinta como isso é verdadeiro.

 

Arranco minha boca da dela e, com o álcool me dando coragem, sussurro:

 

– Lauren… Lauren, quero tentar algo.

 

Isso prende sua atenção.

– O que você quer tentar?

 

Sua boca desliza sobre meu mamilo.

Sorrio e mordo o lábio.

– Algo novo.

 

Ela levanta a cabeça. Suas pálpebras estão adoravelmente pesadas.

– Adoro coisa nova.

 

Rio e a afasto de mim, depois levanto e vou até a cômoda, batendo no criado-mudo no meio do caminho.

 

– Com licença.

 

Abro a primeira gaveta e tiro dois pares de algemas. Ariana os comprara para sua despedida de solteira pós-casamento, mas ela já tinha um par.

 

Nem me pergunte.

 

Pendurei um deles no meu dedo. Meu andar pomposo e sensual até a cama foi quase arruinado quando tropecei nos meus saltos de dez centímetros, e ri.

 

Lauren ficou ajoelhada. Ela parece estar com fome, como um leão faminto mirando um bife suculento fora de seu alcance.

Ela se movimenta para tirar as algemas de mim, mas eu a afasto.

 

– De costas, grandona.

 

Sei o que ela está pensando. Dá quase para ouvir os seus pensamentos, não?

 

Hmmm… a Camila quer comandar o show? Interessante.

 

Ela fica de costas e coloca seus pulsos nas colunas da cabeceira. Viro seus pulsos e tranco as meias-luas.

 

Clique.

Clique.

 

Ela impulsiona cada algema para testar, enquanto eu relaxo sobre meus calcanhares ao seu lado, meus olhos atenuam a agitada perfeição nua que Lauren Jauregui é.

Linda.

 

– Vai fazer alguma coisa? Ou vai ficar apenas me encarando a noite inteira?

 

Olho para cima, em sua direção. E seus olhos estão ávidos, me desafiando para chegar com tudo.

 

Ah, eu consigo fazer isso. Nunca duvide disso.

Levanto o queixo com orgulho e coloco minhas mãos entre suas coxas.

Esfrego e massageio suas bolas lentamente. Deslizo minha mão em seu pau já duro, apertando-o fortemente, do jeito que ela gosta, antes de dar algumas arrancadas rápidas.

O peito dela começa a se elevar rapidamente.

 

Muito interessante.

 

E antes que você me pergunte, não, nem sempre fui assim. Tão aventureira.

Valente.

 

Todo meu relacionamento sexual com Shawn envolvia dois níveis: timidez e chatice. Indecisão e rotina. E parava por aí. Foi somente depois de conhecer Lauren que percebi o quanto eu e Shawn estávamos nos prendendo.

No sexo, na vida.

Nas nossas cabeças, sempre seríamos Camila e Shawn. Imaturos. Dependentes.

Sempre jovens, como naquele filme que fala sobre a fonte da juventude, o Vivendo na eternidade.

 

Aí, Lauren Jauregui apareceu na minha vida e a mulher direta, exigente e, sim, excitada, que cresceu em mim durante uma década, se libertou. Pelo menos na cama.

Na cama dela.

 

Curvo-me até a cintura, com a bunda no ar e tomo-a com a boca. Ela se contrai com o contato. O álcool deve ter enfraquecido meu reflexo de vômito, porque consegui enfiá-lo até o fundo da minha garganta.

E continuei.

Quatro, cinco, seis vezes. Depois, fitei os olhos dela.Durante o sexo oral?

 

Lauren ama contato visual. Não me pergunte o porquê, não tenho ideia.

 

– Você gosta quando chupo seu pau, Lauren?

 

Ela gosta de conversas safadas também. Na verdade, não tem muita coisa de que a Lauren não goste.

 

Seus olhos viram.

– Porra, claro.

 

Volto ao trabalho, deixando minha língua entrar em ação.

Sua voz está rouca e ofegante.

 

– Meu Deus, amor, você domina isso muito bem. Você poderia dar aulas.

 

Isso foi engraçado! Aula de “Introdução ao sexo oral”.

 

Após quase dois anos juntos, sou expert em ler a linguagem corporal de Lauren. Quando seus lábios começam a levantar e suas mãos se agarram no ar, sei que ela está perto de gozar. Seus grunhidos e gemidos de apreciação quase fazem com que eu abandone o plano.

Mas eu não abandono.

 

No último segundo, logo antes dela gozar, me afasto e sento. Os olhos de Lauren estão fechados bem apertados, esperando pela explosão que não está chegando.

 

Ele abre os olhos, que estão confusos.

Sorrio, me sentindo no poder.

E malvada.

Bocejo fazendo um drama.

 

– Sabe, aquele vinho me deixou meio morta. Estou um pouco cansada.

 

– O q… quê? – ela diz ofegante.

 

– Acho que preciso parar para tomar fôlego. Você não se importa, né?

 

Lauren resmunga.

– Camila…

 

Coloco a perna sobre ela, deslizando sua impressionante forte ereção entre minhas pernas. Sento nela, mas não permito que ela escorregue dentro de mim.

 

– Estou com um pouco de sede também. Vou pegar um copo de água. Quer?

 

– Isso não é nada engraçado, Karla.

 

Ahhh, ela está brava.

Assustadora.

Deslizo meu dedo pelo meio de seu peito.

 

– Quem está rindo?

 

Ela puxa as algemas, desta vez mais forte. Quando as travas resistem, rio.

Quem diria que cutucar um leão com um graveto poderia ser tão divertido?

 

– Relaxa, Lauren. Fique paradinha como uma garota boazinha e voltarei… – encolho os ombros. – Em algum momento.

 

Beijo seu nariz rapidamente, pulo da cama e saio do quarto correndo, ouvindo ela me chamar.

 

Não olhe para mim desse jeito. Só estou provocando um pouquinho. Você sabe que ela merece isso. Não há nenhum mal nisso, né?

Passo pelo corredor até a cozinha, muito orgulhosa. Ao pisar no chão gelado, calafrios começam a subir pelas minhas pernas e por baixo dos braços.

 

Estou com muita sede, então pego um copo do armário e o encho com água gelada.

Tomo um longo gole, parada na pia, fechando os olhos enquanto o líquido gelado alivia minha garganta seca. Uma gota cai no queixo, sobre a clavícula, e escorre pelo meu seio.

 

Sem avisos, um peito forte se pressiona contra as minhas costas, colidindo em mim. Dou um gritinho e o copo cai e se despedaça na pia.

 

Não sei como ela conseguiu se soltar, mas as algemas estão balançando em seus pulsos. Mãos suaves me prendem, me deixando sem saída.

Tremo ao sentir uma respiração quente sedutora roçar no meu ouvido.

 

– Aquilo não foi legal, Karla. Eu também consigo não ser legal.

 

Sua voz está baixa – não está brava, mas está firme. Está incrivelmente excitante.

 

Uma mão agarra e puxa meus cabelos pela nuca, fazendo com que minhas costas se arqueiem e minha pélvis seja pressionada na borda da pia. Ela empurra minha cabeça para o lado e depois começa a me beijar, cravando sua língua na minha boca enquanto me movimento rapidamente para acompanhá-lá.

O beijo é possessivo.

Dominador.

 

Um pouco depois, ela se empurra, facilmente, dentro de mim e começa um ritmo de batidas, seu abdômen bate contra a minha bunda a cada movimento.

É estimulante.

 

Posso escutar meus gemidos. O balcão machuca minha barriga, mas não me importo. Só consigo sentir Lauren.

Me controlando. Me conduzindo. Me possuindo.

 

Ela pega minhas mãos e as coloca na frente do meu clitóris. Pressiona meus dedos para baixo, me persuadindo para me agradar.

 

Ela solta minha mão, mas meus dedos continuam se movendo como ela queria. Como se eu fosse uma marionete num fio e Lauren fosse minha condutora.

 

Em seguida, ela se inclina, soltando o calor de seu peito.

O ritmo do impulso diminui. Sinto sua mão deslizar pela minha coluna. Entre

nós.

 

Até a minha bunda.

Ela massageia e esfrega as mãos, depois seus dedos passam em volta dos montes de carne. De um lado para o outro, sobre o buraco hipersensível entre eles.

Fico tensa.

 

Este é um território novo para nós. Bom, pelo menos para mim. Não tenho dúvida nenhuma de que Lauren, alguma vez na vida, já esteve dentro de todos os orifícios possíveis do corpo feminino.

Mas, para mim, é algo desconhecido. De deixar os cabelos em pé.

 

Seus dedos fazem diversos passes inofensivos até eu relaxar. Até que a tensão desapareça dos meus ombros e eu esteja novamente distraída pelo prazer intenso que o ritmo de seu quadril provoca.

Em seguida, ela escorrega um dedo dentro de mim.

 

Não há dor. Não há desconforto. A penetração dupla é bem parecida com um salto de paraquedas. Para realmente curti-la, tem que experimentá-la. Não há palavras que a descrevam.

 

Mas vou tentar: deliciosa.

De um modo proibido e safado.

 

Lauren coloca e tira seu dedo lentamente, seguindo o mesmo ritmo de seu pau.

E dou gemidos baixos e profundos. Desinibidos. Meus próprios dedos esfregam rapidamente, bem forte, na frente. Logo depois, suspiro enquanto ela me alarga, dando lugar para o segundo dedo que acabou de deslizar dentro de mim.

 

Os movimentos são feitos sem pressa. Torturantes e provocantes.

 

Quero abrir a boca e implorar por mais.

 

Mais fricção, mais calor.

Mais rápido. Mais. Por favor.

 

Lauren me força pra frente, gentilmente. Ela me inclina, então meu cabelo encosta no fundo da pia. E depois ela desaparece, sai do meu corpo.

 

E sofro com essa ausência.

 

Até que sinto a cabeça de seu pau, molhada com meus fluidos, batendo de um lado para o outro sobre a abertura que seus dedos acabaram de ocupar.

 

– Lauren…

 

É um gemido perspicaz, metade de prazer, metade de dor.

 

Bem suplicante.

 

– Diga que sim, Camila. Deus do céu.... diga sim.

 

Sua voz está rouca. Áspera.

Desejando.

A mim.

 

De repente, me sinto poderosa.

Isso é estranho, considerando a posição em que estamos, ainda assim sou eu quem está no controle. Ela também deve estar implorando de joelhos.

 

Aguardando e esperando pelo meu comando.

Não penso. Não pondero as opções ou contemplo as consequências. Apenas sinto, submersa em uma sensação extasiante.

 

Relaxo.

E confio.

 

– Sim…

 

Bem lentamente, Lauren se pressiona mais para dentro de mim. Em algum momento, sinto uma dor, uma queimação de alongamento, então inspiro bruscamente. Ela pausa. Até eu soltar minha respiração. Em seguida, gentilmente, ela continua até que sua pele mais íntima esteja completamente encostada na minha. Aí ela fica completamente parada. Deixando meu corpo se ajustar com a

intrusão.

 

Sinto sua mão deslizar por todo o meu quadril e embaixo da minha coxa, indo até a frente. Sua mão fica por baixo da minha, seus dedos esfregam em um movimento circular. Daquele modo sensual e magnífico que ela fez antes de

mergulhar dentro de mim, diversas vezes.

 

Sempre achei que o sexo anal era um exemplo de dominação, energia, algo talvez até humilhante.

Mas não é o que sinto.

 

É primordial… inexplorado, mas também bonito. Sagrado.

 

Como se ela tivesse tirado minha virgindade. E, de algum modo, acredito que foi isso mesmo que ela fez.

 

Eu me mexo primeiro, empurrando-a.

 

Dando permissão para Lauren, querendo saber, experimentar todas essas sensações novas. Precisando ultrapassar os limites. Com ela.

 

Isso é mais do que erótico. Vai além da intimidade.

 

Os lábios de Lauren se apertam contra a pele das minhas costas. Beijam e xingam e sussurram meu nome. Agora, é ela quem se mexe. Dominando novamente. Escorregando para dentro e para fora, de um jeito delicado, porém constante.

É divino.

 

Minhas mãos apertam as dela no meu clitóris. Minhas pernas tremem e sei que estou próxima. Tão próxima. Como se estivesse escalando uma montanha e o pico estivesse a apenas alguns passos de distância.

 

Nossas respirações estão fortes, estamos ofegando de bocas abertas depois de cada ímpeto do quadril de Lauren.

 

– Sim… sim… sim…

 

 Com sua testa em meu ombro, ela entoa:

 

– Ah caramba, ah caramba, ah caramba…

 

Isso não parece nada com ela.

Ela parece aberta. Exposta.

Vulnerável.

 

Essa mulher enfurecida, que sempre quer estar no controle, mandando em tudo. Que não dá um passo sem avaliar cada ângulo antes, analisando tudo em sua mente brilhante: os prós, os contras, as consequências.

Ela está caindo aos pedaços atrás de mim.

Enquanto ela sussurra uma ladainha de palavras obscenas e preces, fico fora

de controle.

Entro em êxtase.

 

Minha cabeça cai para trás e fecho meus olhos. Estrelas começam a surgir em minha mente enquanto fico tensa e grito, e diversas ondas de prazer estonteantes destroem meu corpo.

Os movimentos de Lauren estão irregulares e agitados, mais poderosos e incontroláveis.

Algum tempo depois, ela puxa meu quadril de volta para perto do seu, me segurando, quando um gemido longo e gutural sai de seus lábios.

 

Momentos mais tarde, recuperamos nossas respirações. Ainda juntas e tremendo por causa de abalos secundários. Suas mãos passam pelos meus braços enquanto ela escorrega para fora de mim.

 

Ela me vira para vê-la. Suas mãos acariciam minhas bochechas e ela começa a me beijar.

E é algo tão doce. Gentil e adorável. Um contraste tão diferente dos movimentos desesperados que fizemos um pouco antes.

 

Não sei o motivo, mas estou cheia de lágrimas nos olhos.

Rapidamente, Lauren fica preocupada.

 

– Está tudo bem? Eu… eu te machuquei?

 

Sorrio com as lágrimas, já que são lágrimas de felicidade. Porque, de algum modo inexplicável e estranho, nunca tinha me sentido tão próxima dela como me sinto agora.

 

– Não. Estou ótima. Pode não ser boazinha comigo quando quiser.

 

Ela sorri também. Aliviada e satisfeita.

 

– Anotado.

 

Lauren me pega no colo e me leva até o chuveiro. Ficamos na ducha quente, nos lavando e admirando. Depois, Lauren nos enrola em toalhas grossas e aquecidas e me leva até a cama.

Ela  nos cobre com o edredom e me abraça bem forte.

 

Isso faz eu me sentir preciosa.

Ela me deixa desse jeito. Sempre.

Amada.

Adorada.

 

Se eu fiquei dolorida no outro dia? Um pouco. Mas não foi tão ruim.

 

Informações demais?

 

Desculpe. Estava apenas tentando ser prestativa.

De qualquer modo, as dores na manhã seguinte valeram muito a pena, na

minha opinião.

 

Mas aonde quero chegar com tudo isso, você quer saber? Por que estou compartilhando tudo isso?

 

Porque uma transa boa, uma transa muito, muito boa, não precisa de álcool.

E não se trata de compatibilidade ou prática ou até mesmo de estar apaixonada.

 

Trata-se de confiança.

 

De baixar a guarda. De ficar nas mãos de outra pessoa e permitir que ela te leve a lugares em que você nunca esteve antes.

 

Eu confiei na Lauren. Com minha mente, meu coração, meu corpo. Confiei na Lauren em tudo.

 

Pelo menos, eu confiava.

 



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