História Coisas necessárias de se evitar - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Colegial
Exibições 645
Palavras 3.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey, pessoas, voltei.
Não me matem.
Mais dois meses sem atualização, Eu juro que não fazia ideia de que tinha passado tanto tempo desde a última vez que eu atualizei. Tenho feito tanta coisa e o tempo tem passado tão rápido que eu nem notei.
Milagres sempre acontecem, isso quer dizer que uma hora ou outra eu sempre vou voltar a atualizar. Vocês sabem, eu não vou largar mão, isso é óbvio.
Mas eu tenho uma noticia legal pra dar.
Foi aberta uma seleção pra novos escritores do ChanBaek Wishes e adivinhem quem entrou? Amém.
Pra quem não sabe o que é o CBWishes eu vou deixar um link nas notas finais.
Então, a partir de agora todo mês vai ter uma OS novinha minha.
Eu vou postar a OS que eu tive que escrever na seleção ainda esse mês. Mas antes vou "arrumar" ela porque o limites de palavras era bem pequenininho e eu sou uma negação pra escrever coisas pequenas.
É isso.
Sem mais delongas. <3

Capítulo 9 - Ioga da dor e indignação


Fanfic / Fanfiction Coisas necessárias de se evitar - Capítulo 9 - Ioga da dor e indignação

Meu trágico final de semana se passou, depois daquele sábado com fortes abalos, e o domingo que foi finalizado para grandes reflexões.

Reflexões essas que transformaram uma pessoa confusa em uma pessoa mais confusa ainda. E, olha... não fez nada bem pro meu eu interior.

Do nada meu ódio por Park Chanyeol começou a não fazer sentido nenhum na minha cabeça, como se eu nunca o tivesse odiado realmente. Mas também fazia todo sentido porque, puta que pariu, Park Chanyeol era mesmo um grande imbecil. Porém o que me fodia mesmo era o fato de que toda vez que eu pensava que ele era um imbecil, eu também pensava no quanto eu estava fodido porque eu gostava daquele imbecil. Não retiro, de modo algum, minhas palavras de que ele era um grande imbecil, só que eu gostava pra caralho justamente da parte imbecil daquele babacão.

Relutei durante a maior parte do dia a pensar que eu estava mesmo gostando dele. Mas era uma grande mentira porque, sim, eu, Byun Baekhyun, naquela noite de domingo, deitado na minha cama, após receber uma mensagem do dito cujo, quase entrando numa guerra entre meus conflitos internos, assumi que eu estava gostando do menino mais idiota que eu poderia gostar na minha vida.

E isso só me fazia chegar à conclusão de que o imbecil naquela história era eu, euzinho, só faltava escrever na testa.

Toda a minha luta tinha sido em vão e eu não podia fazer mais nada além de sentar e chorar.

Parecia até carma.

Minha negação não ajudou em nada. Ao mesmo tempo em que eu achava ele um completo idiota, eu tinha vontade de rir das besteiras que ele fazia e de o achar fofo em momentos em que não deveria o achar fofo.

Não sabia se aquilo valia a pena. Toda a distância que eu tomei de Kyungsoo e a nossa briga... eu não podia culpar Chanyeol por aquilo porque a culpa era minha.

Pensei também se eu teria coragem de falar com Kyungsoo no dia seguinte, estava tudo muito complicado, eu tinha me enforcado com a minha própria corda, e estava pagando as consequências. Uma hora ou outra, nós teríamos que sentar e colocar tudo a limpo. Mas ao mesmo tempo em que eu queria fazer aquilo o mais rápido possível, um medo convertido em enjoo se apossava de mim. E eu só queria ter um botãozinho pra apagar todas as cagadas que eu tinha feito ultimamente. Mas como todos já sabem, pela infelicidade da nação, ele não existia e nós éramos obrigados a enfrentar nossos erros e responsabilidades.

Que dor.

Por conta disso, e porque a vida - infelizmente também - não parava só porque eu estava em crise, levantei-me na segunda de manhã sem vontade nenhuma de ir pra aula.

Não estava sabendo lidar.

Mesmo com sono, tentei parecer o melhor que eu podia.

O motivo? Já sabem.

Não que eu queria ir todo gostosão pra escola só por causa do novo gado, mas... Minha consciência não deixou que eu fosse todo esculhambado pra aula.

Porém, antes de sair de casa, encostei minha orelha na porta de casa, apenas para escutar o Kyungsoo bater a porta da casa dele e pegar o elevador. Aí sim, eu estava pronto – fisicamente, mas não mentalmente – para encarar mais um dia de escola.

Não paguei o caminho que eu e meu melhor amigo sempre fazíamos para ir até o café porque eu sabia que ele iria para lá e eu ainda não estava pronto para encará-lo.

Na real, o que eu queria era que ele viesse falar comigo, não eu que ficasse correndo atrás dele o tempo todo, pra tudo, como sempre.

Eu estava magoado e não poderia negar isso. Também queria fazer as pazes com ele, mas ainda achava que era ele quem tinha que vir fazer isso.

Do Kyungsoo sempre foi tão complicado até para mim. Ele adorava que eu não conseguisse ficar sem ele, ele poderia negar quantas vezes quisesse, porém nós dois sabíamos que seu ego ia nas alturas quando era eu que ia pedir sua atenção depois de uma briguinha boba, mesmo que ele estivesse indiferente.

Queria ver até onde aquilo iria, mesmo não querendo. E isso me angustiava.

Do KyungSoo era um verdadeiro maldito.

Eu ia mesmo pagar pra ver.

Cheguei na escola e fui recebido por um sorriso gigantesco de Park Chanyeol, assim que seus olhos me encontraram.

Ele estava conversando com a Jiwon, acredito que eu ainda não a tenha apresentado para vocês, mas ela era a little bitch que ficava se esfregando no Park. Era quase de dar pena.

E eu não digo que ela era uma vadia só por causa dele, claro que não. Mas, sim porque ela era mesmo. Em tudo o que ela fazia. Venenosa, fofoqueira, metida, se achava a miss universo e tinha fama de dar em cima de quem namorava, ou, na gíria popular, a porra de uma ursa.

Quando ela viu que Chanyeol não estava dando atenção a ela e sim a minha chegada, ela, nada sutilmente, segurou no rosto dele e o fez olhar novamente para ela. Não sabia se eu sentia dó ou nojo.

Chanyeol ameaçou se despedir, mas ela o segurou pelo braço e o puxou de volta. E a mão dela não saiu mais dali. Ela ficou passando aquelas mãos asquerosas no braço dele e eu sentia vontade vomitar.

Passei reto pelos dois bufando e batendo os pés. Ela me dava raiva.

Assim que coloquei os pés na sala escutei Chanyeol chamando por mim.

- Oi. - Sorriu como se não houvesse amanhã. - Por que não respondeu minhas mensagens?

- Não sei. A Jiwon respondeu? - levantei as sobrancelhas e fiz questão de demonstrar toda a minha raiva. E sabe o que ele fez?? Ele riu, como sempre.

Ele riu.

Haha, queria ver quem iria rir quando a minha mão voasse na cara dele.

- Ahh, Baek, ela é só minha amiga. - deu de ombros, tive que respirar fundo e contar até dez. Ele era muito babacão. - E esse ciúmes? A gente nem tá namorando e já tá assim.

- Vai pedir ela em namoro se você está achando ruim. - Falei mesmo, quem ia sofrer era eu, mas quem ia sair por cima também era eu.

- Não tô achando ruim, tô achando fofo. - passou a mão pela minha bochecha. E foi como se um baque de realidade batesse na minha cara.

Quem era eu?

Que ciúmes era aquele?

Deus, me salve dessa vida que não me pertence.

- É só que eu não gosto nadinha dela. -  abaixei a cabeça envergonhado pela ceninha. - Na verdade, eu odeio ela.

- Percebi... – ele debochou.

- E 95% da escola também odeia, menos você, as amiguinhas dela e alguns meninos que ela já beijou pela vida à fora.

- Ela gosta de atenção, não vou negar isso. Mas se conversar com ela de boa, ela não é esse monstro. – tentou defender ela.

- Ela não é esse monstro até você contar um segredo pra ela e ela começar a espalhar pela escola. – cruzei os braços, não merecia ele defendendo uma cobra.

Aquilo não me cheirava nada bem.

- Tá, certo. – pegou em minhas mãos e me puxou para perto dele. – Agora para de birrinha porque eu sou todinho seu. – sorri, mesmo não querendo, mas não consegui aguentar.

Entendem o que acontece? Ele é muito tosco E EU SEI DISSO, só que mesmo assim...

✎✎✎

Item número 12:

Sorrir de qualquer bobagem, só porque você está com crush num idiota.

✎✎✎

- Você não resiste a mim, não é mesmo? – ele se gabou. – Eu sabia, uma hora ou outra isso ia acontecer. – eu queria bater nele, e, olha... não passei vontade não.

Sai correndo atrás de um orelhudo, que passou a correr gargalhando pelos corredores da escola.

No final, claro que ele apanhou, mas ele acabou me jogando na grama que havia no lado de fora e me beijando, até perdermos o horário e levarmos uma advertência por matar a aula.

✭✭✭

Durante todas as aulas, que eu estive presente, me mantive com o olhar fixo de meu caderno pro quadro e do quadro pro caderno. Não ousei olhar para o Do e ele também não fez questão nenhuma de dizer um oi pra mim. Sai o mais rápido que eu podia da sala e fui pra casa antes dele.

- Mãe!! – gritei por ela assim que cheguei.

A casa estava com todas as luzes apagadas. Papai estava trabalhando, mas como o turno da minha mãe era só de noite, ela deveria ter saído. Peguei meu celular e liguei pra ela.

“Oi, neném”

“Oi, mãe. Onde você tá?”

“Eu tô fazendo umas compras pra casa. Você já chegou?”

“Já.”

“Eu deixei dinheiro em cima do balcão pra você ir comer alguma coisa. Vou demorar pra chegar porque vou passar naquela lojinha de incensos sabe? A mulher falou que hoje iam chegar uns novos que eram ótimos”

“Ok”

Fui até o balcão e peguei o dinheiro porque eu estava quase morrendo de fome. Ia comprar uma bobeira qualquer por aí, engordar uns quilos e ser feliz.

Tranquei a porta de casa, assim que saí por ela e comecei a caminhar a passos lentos enquanto colocava os fones de ouvido, até o elevador. Mas a campainha do diabo soou e eu só quis morrer mesmo, nem que fosse pra ir para o inferno. O elevador fez o barulho e a porta se abriu, eu rapidamente, como um ninja, virei e comecei a andar até meu apartamento novamente, tentando ser o mais rápido e silencioso que eu conseguia.

 - Baekhyun. – Ahhh, Senhor, você é mesmo bom.

- Oi, tia. – Virei-me em direção a ela. Apenas assim tendo total certeza de que Kyungsoo não estava com ela.

Amém.

- Faz tempo que eu não te vejo floquinho de neve. Anda tão sumido. – Ela veio até mim, me puxando para seu apartamento. – Você também anda namorando?

“Também”...

- Não, tia. – Entrei em sua casa e vasculhei com os olhos pra ver se meu amigo não estava ali.

- Então essa aura de apaixonado é por quê? – Ela perguntou, colocando as sacolas de supermercado no balcão da cozinha.

Engoli em seco.

- Ahh, pãozinho de mel, sente aqui comigo. – disse compadecida de meu sofrimento.

Ela abriu uma de suas esteiras no chão, acendeu algumas velas espalhadas pela sala toda e também alguns incensos. Logo após isso, sentou-se na esteira com as pernas cruzadas e me chamou para fazer o mesmo à sua frente.

- Conte-me o que está te afligindo, meu bem. – ela pegou em minhas mãos e fechou os olhos.

- Eu... eu acho que estou gostando de uma pessoa. – falei incerto.

- “Acha”? – ela franziu as sobrancelhas, mas continuou de olhos fechados.

- É... eu não sei ainda, eu não deveria. – minhas mãos suaram. Eu tinha pavor daquelas “sessões” dela. Me aterrorizaram desde pequeno, parecia que ela sabia de tudo.

- E por que você acha que não deveria? – ela perguntou séria, analisando mesmo que de olhos fechados.

Parecia que estava analisando minha alma.

- Porque... sabe... ele... – eu não soube responder, talvez fosse a pressão.

- Você não sabe. – concluiu. – E sabe por que você não sabe? – interrogou. Pronto, agora ela ia jogar umas coisas na minha cara e eu ia ficar abaladíssimo. Sempre foi assim e as coisas não iam mudar. – Porque essa razão não existe. Você gosta dele, você quer gostar dele, mas não se sente pronto pra alguma coisa séria. Você tenta negar que está apaixonado colocando defeitos nele, mas esse menino te encantou desde a primeira vez que você o viu.

Um soco no estomago e outro na cara.

- Quando foi a última vez que você pensou no futuro quando estava com ele? – balancei a cabeça porque eu realmente não me lembrava. – Sabe por que você não pensa em coisas futuras quando está com ele? Porque esse menino é o agora, meu bem. Ele é exatamente a definição de agora. Você só quer curtir com ele o agora, e o amanhã que venha. – se eu queria sair correndo? Sim, com certeza. – E namoro é algo para o futuro, e você tem medo. Mas, bebê, você sabe que você é o futuro, vocês são diferentes. E isso te deixa mais ainda em negação, mais um motivo para desculpas. Você tem medo de pensar num futuro com ele porque acha que vocês não podem ter um. – eu tava com um cagaço tão grande. Eu até imaginava os olhos dela virando e ficando pretos. – Mas, amorzinho, se deixe ser parte da relação. Planeje o amanhã para os dois e viva o hoje com ele.

Nossa, fatality.

Essa foi de deixar Byun Baekhyun no chão.

- Profundo demais para a situação. – falei, retomando a respiração que eu tinha prendido.

- Eu só digo o que eu vejo e sinto, chuchuzinho. – ela deu de ombros. – Vou fazer um resumo em sua língua pra você não ficar assustado. Beije ele, transe com ele em todas as posições possíveis, faça tudo o que você quiser com ele. Mas não se esqueça de que não pode reprimir seus feelings pelo bonitão, amorzinho.

Agora sim, menos assustador. Mas não menos vergonhoso.

- Como sabe que ele é bonitão?

- Acha que eu não vi você andando na garupa dele? – Riu balançando um incenso pra lá e pra cá espalhando a fumaça.

- Mas me diga... – começou... – Porque você e o meu filhinho estão brigados?

- Ele te contou? – abaixei a cabeça, melancólico.

- Não, mas eu não sou bobinha, honey.

- Ele não me contou sobre o Jongin. – ia chorar no colo da mãe dele sim.

- Que audácia. – fez cara de indignada. – Achei que ele só estava escondendo de mim. – colocou as mãos na cintura.

- Pera, a senhora não sabia?

- Não, só que Do Kyungsoo nunca me enganou. Minha cria, conheço bem. Aí eu tive que descobrir sozinha.

Mas o que aquele menino tinha na cabeça.

- Ele me contou ontem. Vê se pode, que decepção. – balançou a cabeça, negando. - Mas ainda bem que ele arranjou um gatão pra ele. – bota gatão nisso. – Tá na casa dele agora. Ele falou que ia na casa de um amigo fazer um trabalho, mas diz pra mim quando na vida dele ele foi fazer trabalho na casa de colega? Kyungsoo sempre deixou as coisas pros outros fazerem por ele.

- Só espero que eu não tenha que correr atrás dele por ele. – pensei alto.

- Trate de dar o maior gelo do universo nele. Se você correr atrás dele, eu corro atrás de você, só que pra te bater. – apontou o dedo pra mim, me ameaçando. – Vou pesar tanto na mente dele, que essa rebeldia dele não vai durar mais um dia sequer.

Eu adorava ela.

Poderia sair com uma camiseta escrito “eu amo a minha tia”.

- Agora, está na hora da minha ioga. Vamos, vamos, você vai fazer também.

10 x 0 pra ioga em cima de Byun Baekhyun,

✎✎✎

Item número 13:

Praticar ioga com a tia louca.

✎✎✎

Depois da sessão louca de ioga, eu estava todo quebrado. Se aquele negócio servia pra relaxar, olha, não funcionou.

Sai do apartamento quase morrendo de fome e dor. Seria uma caminhada longa e dolorida até o MacDonald’s.

Seria, se Park Chanyeol não tivesse adivinhado meus pensamentos e perguntado se eu queria ir almoçar com ele.

Corri pra dentro de casa, indo tomar um banho. Chanyeol falou que ia demorar no máximo 15 minutos, então eu precisava tomar um banho super-rápido e ainda ficar bem limpo e cheiroso.

Depois de sair o banho, escolhi uma roupa casual, mas que ainda poderia ser bonita. Bonita ao ponto de Park Chanyeol pensar que eu estava gostoso, ou no mínimo bonito. Mas não bonitinho, nunca.

Quando o interfone tocou eu saí correndo porta a fora, e entrei no elevador.

Interessante como a vida dá com uma mão e tira com a outra. Quando cheguei ao térreo e as portas do elevador se abriram, dei de cara com Do Kyungsoo e Kim Jongin.

Ficamos nós olhando por alguns segundos, até que eu retornei à realidade e sai do elevador sem dizer nada, porém com a cabeça levantada.

Chanyeol já estava me esperando com o capacete reserva na mão. Dei um “até logo” audível pro porteiro e saí. Se eu fiz pra demonstrar que eu não estava mesmo falando com Kyungsoo? Pode ter certeza.

Abri a porta do prédio e sorri para o Park.

- Que encontro agradável. – falou sorrindo cínico.

- Se você chama de agradável encontrar com seu amigo e a causa da discórdia de vocês dois, então é sim muito agradável. – revirei os olhos e ele riu.

Me aproximei e peguei o capacete preto de suas mãos.

- Então... eu também faço parte do motivo da discórdia de vocês dois? – fez um biquinho fingido, que eu acabei por beijar.

- Sim e não, você e o Jongin são o motivo, mas não são culpados. Os culpados somos nós. – expliquei, sem desaproximar nossos rostos, para que eu pudesse selar nossos lábios mais uma vez.

- Ahh, meu neném é tão maduro. Assumindo os próprios erros. – agarrou minha cintura e me puxou contra si e a moto.

Embrenhei minhas mãos em seus fios e ele me beijou. Ou quase...

- Ahhh, os bombinhos vão sair? – a voz de minha mãe soou do além.

Virei-me em direção à calçada, de onde sua voz tinha soado, e sorri amarelo.

- Vou levar ele pra almoçar, Senhora Byun. – Chanyeol falou, eu sentia seu sorriso gigante só pelo jeito de falar.

- Achei que você já tivesse almoçado faz tempo, bebê. – minha mãe franziu o cenho.

Eram umas duas horas da tarde, eu geralmente não demoro tanto tempo pra ir almoçar porque ela sabe que eu como igual um porco.

- Eu fui na casa da tia e a gente ficou conversando, nem vi a hora passar. Aí o Chanyeol me ligou. – ahh, eu vi a hora passar sim. Contei cada segundinho de sofrimento.

- Desculpa por demorar pra alimentar seu filho, Senhora Byun. É que meu pai chegou agora pouco de uma viagem que ele estava fazendo e resolveu fazer um almoço pra poder conhecer o Baek.

Calma, pera, eu escutei direito? O PAI do Chanyeol estava fazendo um almoço pra mim? Eu ia almoçar na casa de Park Chanyeol pra conhecer o pai dele? O pai dele queria me conhecer?

- Ahh, então, o Senhor Park quer finalmente conhecer o genro. – minha mãe deu o maior sorriso da vida dela.

"Genro"...

Se acalma, Baekhyun.

- Sim, Senhora. E ele disse que está muito ansioso. – os braços de Chanyeol abraçaram meus ombros.

- Ahh, então vão logo, meus amores. Vão, vão almoçar.

✎✎✎

Item número 14:

Almoços não programados com a família do crush


Notas Finais


Nem acredito que finalmente atualizei.
Espero que eu não tenha decepcionado vocês depois de tanta demora, e que tenham gostado, claro.
É isso <3 <3
O link com a explicação do CBWhises: https://spiritfanfics.com/perfil/baekyeolwishes/jornal/chanbaek-wishes-5626638
Amo vocês <3<3<3
Qualquer coisa https://twitter.com/baemabae_


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