História Coisas que homens não devem fazer, mas fazem. - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias 30 Seconds to Mars, Avenged Sevenfold, My Chemical Romance
Personagens Bob Bryar, Frank Iero, Gerard Way, Jared Leto, M. Shadows, Mikey Way, Synyster Gates
Tags Comedia, Frerard, Romance
Exibições 38
Palavras 3.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, att da madrugada pq o sábado será corrido! Esse foi o maior capitulo que eu escrevi até agora, espero que gostem! Imagem da capa é o Zacky charmoso pra vocês!

Capítulo 11 - Finalmente, ponto de vista, conclusão da noite


Fanfic / Fanfiction Coisas que homens não devem fazer, mas fazem. - Capítulo 11 - Finalmente, ponto de vista, conclusão da noite


Eu andava tão paranoico com a hipótese de sair de casa que Matt decidiu por fazer um jantar para nós na casa dele. Eu amei a ideia porque realmente não me sentia seguro em espaços abertos com a chance de encontrar o Brian a qualquer momento.

A semana passou voando e logo o sábado havia dado as caras e junto dele, minha noite com Matt. Jared me deixou no escritório porque eu precisava levar alguns casos que havia revisado para lá e então fiquei de encontrar Matt por lá mesmo. Fiz tudo que tinha que fazer e em seguida fui para a porta, esperando o mesmo chegar.

Tinha me arrumado bem, estava cheiroso e bonito, bem vestido, todo prontinho para aquele homem maravilhoso e sabe o que aconteceu? É, pois é, caiu do nada uma chuva tão forte que eu nem consegui raciocinar em correr para dentro do escritório. Em um segundo eu estava lindo e perfeito e no outro parecia um yorkshire molhado.
 
Eu sei que Deus me ama, mas às vezes ele força a amizade com o meu teste de paciência, não é?

Flashback on/

A chuva me deixou encharcado em segundos e eu perdi a noção do que fazer. Olhava perdido ao redor sem saber se voltava pro escritório ou esperava Matt ali na frente mesmo, afinal, já estava todo ferrado mesmo. Quando pensei em pegar meu celular ouvi uma buzina e vi um carro parar na calçada, sorrindo aliviado ao ver Matt ali acenando para mim.

- Vou molhar seu carro todo! - Anunciei enquanto já me acomodava no banco do carona, sorrindo por dentro e agradecido por ele ter um carro também, porque andar de moto no tempo que estava fazendo seria cruel.

- Não se preocupa com isso, pode ficar tranquilo quanto a molhar meu carro! - Ele sorriu calmo, ligando o aquecedor do mesmo e guiando o automóvel.

Eu relaxei quando o carro começou a ficar quente e suspirei, quase querendo chorar.

- Tinha me arrumado, estava todo lindinho e a chuva veio e estragou tudo! - Eu exclamei um tanto nervoso, querendo cobrir meu rosto.

Matt gargalhou daquele jeito gostoso que só ele sabia fazer, olhando de rabo de olho para mim enquanto negava com a cabeça.

- Você esta todo molhado e completamente sensual, não imagino como a chuva tenha estragado algo. Para mim esta cada vez melhor!

Eu apenas revirei meus olhos, tentando conter aquele sorriso idiota que sai automático quando aquele cara que você ta afim fala algo que te deixa bobo, sem ter muito sucesso, o fazendo rir mais ainda com isso.

- Ah Matt, você esta me deixando mal acostumado! - Mordi meu lábio, suspirando.

- Você merece! - Ele piscou sorrindo, guiando com facilidade o carro. - Faremos assim, enquanto você toma um banho para quebrar a friagem eu preparo a nossa janta, ok?

- Aceito muito isso!
- Umedeci meus lábios, afirmando com a cabeça. - Combinado!

Passamos no mercado antes de seguir para a casa dele, segundo ele faltavam alguns ingredientes para o nosso banquete e após ele pegar o que era necessário seguimos para a casa dele.

Assim que chegamos na casa do Matt eu o ajudei com as compras, as deixando na cozinha e ele logo me encaminhou para o banheiro, deixando tudo preparado para eu tomar meu banho. Ele disse que logo buscaria minhas roupas para colocar para secar e eu afirmei, deixando a porta aberta para ele poder pega-las depois.

Me despi sem pressa e agradeci pela água quente e gostosa que descia do chuveiro quando eu o liguei. Analisei o banheiro do Matt e o achei organizado e confortável. Sua casa era simples e muito aconchegante, não parecia em nada com a do Brian ou dos capangas dele. Peguei o sabonete e senti o cheiro gostoso do Matt ali, mas percebendo que era muito mais agradável quando aquele cheiro era sentido no corpo dele. Antes de começar a me lavar fechei meus olhos e coloquei minha cabeça debaixo da água, ronronando de forma manhosa, mordendo meu lábio. Abri meus olhos quando tive a sensação de estar sendo observado, olhando para porta e encontrando Matt ali, estático, me olhando de um jeito que arrepiou até a minha alma.

- Oi... - Disse um tanto tímido, mordendo meu lábio, sorrindo para ele de forma enigmática enquanto deixava a água cair por meu corpo.

- Desculpa atrapalhar, vim buscar suas roupas. - Ele disse um tanto corado enquanto caminhava até a pia, onde eu tinha deixado minhas roupas, sem em nenhum momento retirar os olhos de mim.

- Você não atrapalha Matt, de modo algum! - Eu alarguei meu sorriso, passando minhas mãos por meu corpo. - A água esta maravilhosa.

Observei ele me analisar, não conseguindo deixar de achar muito ótima a forma como ele estava vestido. Uma bermuda larga, regata e descalço, já havia se trocado das peças que vestia quando foi me encontrar. Matt era o tipo de cara que ficava bem totalmente social ou totalmente largado. Ele por si só já era maravilhoso.

- Você parece estar gostando... - Ele sorriu, caminhando devagar até o box, colocando a mão na água para sentir a temperatura. - Esta boa mesmo. - Constatou.

- Eu disse que estava! - Ronronei, colocando um pouco do sabonete liquido na esponja, entregando a mesma para ele em seguida. - Aproveita que esta aqui e lava as minhas costas por favor.

Me virei de costas e ouvi ele ofegar quando começou a me ensaboar. Fechei meus olhos e aproveitei a sensação, espalmando minhas mãos na parede do box. Não consegui conter um gemido surpreso quando senti o corpo dele contra o meu. Abri meus olhos e vi a esponja cair no chão e logo fechei meus olhos novamente, sentindo aquela boca que eu tinha desejado há meses beijar minha nuca. Minha mão esquerda foi para a nuca de Matt, puxando os fios do mesmo enquanto deixei meu quadril se roçar contra o dele, delirando com a forma que ele me apertava e colava ainda mais nossos corpos. 

Me virei de frente para ele com a intenção de tirar suas roupas e senti aquelas mãos grandes deslizarem pela lateral de meu corpo. Em meio a beijos eu lhe arranquei a regata, me sentia cada vez mais mais sedento por ele. Sua bermuda logo foi tirada também, me fazendo ofegar ao ver que ele não vestia cueca alguma. Sorri com malicia, o puxando pela nuca e voltando a aprofundar o beijo, gemendo contra a boca dele quando o senti me encostar na parede gélida do box.

A boca de Matt desceu por meu pescoço e meu peitoral, me fazendo suspirar, perdendo o rumo. Seus lábios desceram por mim enquanto ele se ajoelhava em minha frente e eu tremi com a expectativa do que estava prestes a acontecer. Matt passou o nariz por meu baixo ventre e desceu para a minha virilha, apoiando minha perna direita em seu ombro e logo senti a língua quente dele passar por minhas bolas.

Meu corpo tremeu e eu gemi alto e manhoso, puxando aqueles fios agora molhados, enquanto me arrepiava com a cena a minha frente. O vi sorrir, deixando aquelas covinhas perfeitas se fazerem notáveis, antes de abocanhar de uma vez meu membro, o sugando de forma lenta. Foi naquele o momento em que Matt iniciou um dos melhores boquetes da minha vida.

Sua língua se esfregava nas veias saltadas do meu pau enquanto intercalava sucções e eu tentava manter meu controle para não cair. A boca de Matt era quente e úmida e eu só conseguia pensar em como aquilo era gostoso. Seus olhos se mantiveram firmes em mim, com atenção. Ele se deliciava com cada gemido, suspiro ou espasmo que me causava. Um gemido frustrado saiu de meus lábios quando ele parou de me chupar, mas eu logo voltei a tremer quando senti aquela boca quente sugar sem dó minha entrada.

Minhas mãos puxavam os fios de Matt com desejo enquanto eu sentia aquela língua maravilhosa e inquieta se forçar contra meu canal e eu apenas conseguia rebolar para ele. Os dedos de meu pé direito se torciam enquanto eu via meu pau pulsar de tão duro, eu precisava de Matt dentro de mim.

Acho que meu pedido foi ouvido porque ele logo se afastou, tirando minha perna de seu ombro e com facilidade me ergueu em seu colo, ficando completamente encaixado entre minhas pernas. Senti a glande gorda dele se forçar contra minha entrada contraída de desejo e lhe apertei a nuca, colando minha boca na dele. Chupei seus lábios enquanto afirmava de forma afoita com a cabeça para ele me invadir e logo senti aquele pau enorme começar a me rasgar.

Matt era grande, grosso e completamente quente. Não demorei para me acostumar com ele dentro de mim. Após um tempo parado para que eu me acostumasse com a invasão lenta e repentina eu comecei a rebolar de forma manhosa e ele em seguida começou a se mover dentro de mim. As estocadas que começaram lentas foram aumentando o ritmo aos poucos, e logo eu comecei a me ver praticamente pulando ali prensado na parede. Minhas costas deslizavam contra o azulejo frio enquanto eu sentia meu baixo ventre girar e meu corpo se contorcer em desejo. Cada estocada de Matt me fazia ver estrelas. O pau dele me preenchia de uma forma fodidamente gostosa e eu tentava rebolar rápido para o sentir cada vez mais dentro de mim.

Não demorou muito para eu acabar gozando. Meu pau estava sendo friccionado por nossos corpos e após uma estocada forte e certeira em minha próstata eu acabei melando o abdômen de Matt e o meu todinho. Me contrai fortemente e em meio ao meu orgasmo ele também gozou, se enterrando em mim por completo.

Ficamos quietos por um tempo, até a respiração voltar o mais perto possível do normal e com cuidado ele se retirou de mim, me pondo em pé novamente.

- D-Deus... - Eu ofeguei, o deixando me puxar para ele, sentindo a água lavar nossos corpos. - Essa foi a foda no banheiro mais gostosa de toda a minha vida!

Matt gargalhou, deixando um beijo no topo de minha cabeça, me apertando contra ele.

- Se recupere logo então, temos muitos cômodos para usar!

Deixei minhas mãos se arrastarem por aquelas costas maravilhosas e afirmei com a cabeça, beijando o peitoral de Matt.

- Você não tem ideia de como eu me recupero fácil.

Flashback off/

---

Ponto de vista


Brian pov's on/

Frank foi a coisa mais deliciosa que eu encontrei. Ele era quente, apertado e tinha uma carinha muito deliciosa de safado e inocente ao mesmo tempo. Sabia me enlouquecer. Eu me sentia bem com ele, me sentia bem o tendo para mim, me sentia bem fodendo aquela bundinha ou aquela boquinha maravilhosa. Mas, quando eu menos esperava, meu amigo o tirou de mim.

Ok, não culpo Matt, qualquer um que colocasse os olhos no Frank também ficariam interessados por ele. Mas a ousadia daquela putinha de se esfregar no meu amigo na frente de todo mundo no meu bar foi mais do que eu esperava dele. Sempre soube que Frank se achava livre e por isso lhe mostrei pulso firme, ele precisava entender que me pertencia. O que eu fiz depois que fomos para minha casa foi apenas uma pequena amostra de como seria ruim para ele se ousasse me afrontar de novo.

Eu apenas não contava que ele iria conseguir fugir de mim depois do trato que eu havia lhe dado. Ah, foi tão gostoso descontar minha raiva daquela forma... Por um breve momento senti vontade de termos mais brigas para eu castiga-lo de novo. Mas o ponto não era esse, o ponto é que ele havia escapado. Óbvio que eu sabia que ele estava na casa do amiguinho dele e óbvio que eu também sabia que ele e Matt estavam se vendo. Eu liguei varias vezes para ele pensar que eu estava o perseguindo e então parei, sumi do mapa, para ele voltar a se sentir seguro. Estava esperando ele ficar confiante novamente, para destroçar toda e qualquer confiança que ele poderia ter.

Flashback on/

- Você esta obcecado Syn. - Ouvi Zacky repetir pela milésima vez aquela frase, trincando meus dentes para não o mandar a merda.

Sabia que era verdade, mas também sabia que ele estava dizendo aquilo por ciumes e, convenhamos, não tenho saco pra ciumes idiota.

- Você vive obcecado por mim e nem por isso eu fico esfregando esse fato na sua cara. - Eu alfinetei, ríspido, me sentando na poltrona de couro de meu escritório, terminando meu copo de whisky.

Zacky não se abalou, se sentando na mesinha de frente para mim, arqueando a sobrancelha.

- Eu vivo obcecado por você? - Ele sorriu de canto, aquele maldito sorriso que eu odiava porque fazia meu raciocínio falhar. - Não sou eu quem vou atrás de você para foder.

O encarei sério e senti ódio por saber que de todos, Zacky era o único que não me temia. Ele me conhecia bem demais, sabia de tudo sobre mim. Uma droga. Pelo menos tinha o bom senso de não me desrespeitar na frente de todos, ele sabia que eu era um bom líder. Mas eu também sabia que só era um líder por conta dele.

- Vou atrás de você porque você é fácil e esta sempre disponível para uma foda quando eu quero. - Dei de ombros, fingindo não me importar.

- Ah Brian, por favor! Você diz como se eu fosse um jovenzinho frágil e apaixonado que fode com você porque só assim posso ter um pouco de você em mim! - Ele respondeu rindo, com deboche, ficando sério em seguida. - Eu fodo com você porque eu gosto de foder, eu não nego sexo e você é gostoso pra caralho. Adoro meter em você.

Arregalei meus olhos, me erguendo, o olhando bravo. Quem ele pensava que era para falar comigo daquele jeito?

- Meter em mim? Ficou louco? Eu não sou as putas que você está acostumado Zachary!

Ouvir ele rir pela minha reação só me deixava mais bravo. Caminhei até a mesa e espalmei minhas mãos na mesma, sentindo minha cabeça ferver, tentando conter minha vontade de atirar na cabeça daquele desgraçado até seus cérebro sujar meu chão inteiro. Mas ao invés disso eu travei, sentindo as mãos dele envolverem minha cintura e colar meu corpo ao seu. Consegui sentir aquela boca fodidamente carnuda se esfregar pelo tecido de minha camisa e me arrepiei por completo. A barba dele estava por fazer, penicando minha pele mesmo por cima da camisa e eu me odiei por não conseguir reagir, estremecendo com a forma que ele começou a sussurrar suas palavras.

- Eu dou pra você com gosto Bri, não preciso encher a cara igual a você pra ter coragem de ficar de quatro, mesmo sabendo que você ama quando eu fodo você, sei que você não consegue assumir isso. Sabemos há tempos que o "eu não lembro de nada do que aconteceu" é uma mentira, mas se você gosta de se consolar nisso por não aceitar ser passivo o problema é seu, quem perde tempo é você. - Zacky me virou de frente de forma brusca, eu não esperava por aquela ação. Encarei um tanto entorpecido aqueles olhos verdes tão lindos, prendendo minha respiração enquanto ele se encaixou entre as minhas pernas e voltou a sussurrar, só que dessa vez contra minha boca, me fazendo desejar chupar aquela boca tão gostosa que ele tem. - Eu não me importo que você queira aquele garoto a todo custo e eu até entendo a sua ficção, se a forma que ele se esfregou no Shadows foi uma prévia do que ele era capaz, eu realmente não iria querer perder aquele rabinho. Prende, mata, retalha, guarda no seu porão se quiser. - Sua mão esquerda foi até meu rosto e segurou meu queixo com um tanto de força, pondo ênfase na última frase. - Só não foda com os negócios. - Senti sua boca beijar a minha com intensidade, de forma breve, e logo ele nos afastou, sorrindo de canto. - Se precisar aliviar essa tensão toda, sabe onde me achar.

Ele caminhou pela sala em direção a porta, se virando para mim antes de sair, sorrindo de forma inocente.

- Ah, antes que eu me esqueça, fiz o seu trabalho já que você não parecia muito coerente. Deixei em cima da sua mesa um relatório muito interessante. No final das contas, o pequeno acabou ajudando a gente a descobrir um grande traidor entre nós. Até depois Synyster Gates.

A ironia na voz dele era palpável, mas como o turbilhão de informações foi grande demais eu acabei o deixando sair sem dizer nada. Enchi novamente meu copo e peguei com curiosidade e um tanto de raiva o relatório, perdendo o ar ao ler o  que estava escrito ali.

Matt Shadows  era a porra de um policial disfarçado.

Senti meu corpo inteiro esquentar de ódio e minhas mãos tremerem. Arremessei meu copo contra a porta que Zacky havia acabado de sair, rosnando em ódio.

Eu ia matar aquele bastardo.

flashback off/ 

---

Conclusão da noite

Narração em terceira pessoa.

Matthew e Frank estavam na cozinha do maior, sentados no chão próximos a bancada. Frank estava sentado com as pernas em torno da cintura de Matt com um pote de sorvete de flocos no colo e os dois comiam enquanto conversavam sobre coisas banais. Matt ria da história que Frank contava sobre seu primeiro caso como advogado enquanto a chuva caia forte lá fora. O assunto parou quando Frank ouviu seu celular tocando, saindo de forma preguiçosa do colo do maior e correndo para atender.

- Oi Jay! - Ele atendeu animado, vendo Matt se levantar fazer sinal de que ia guardar o sorvete.

- Frank, liguei para saber se está tudo bem e saber se volta hoje! - Jared respondeu enquanto se sentava no colo de um moço bonito que estava sentado em seu sofá, mordendo o lábio quando o mesmo começou a lhe beijar o pescoço.

- Não Jay, relaxa, ficarei aqui no Matt mesmo, ele vai me levar pra ai depois! - Frank respondeu enquanto se deixava ser guiado por Matt para o quarto, sorrindo de canto. - Tudo bem pra você ficar sozinho hoje?

Jared sorriu do  outro lado da linha, apertando  nuca do rapaz que acabara de espalmar sua bunda, contendo um gemido.

- Quem disse que estarei sozinho? Até depois Frank, juízo!

Frank não conseguiu responder porque o mesmo já havia desligado o telefone, o deixando de lado e se entregando aos beijos que o loiro lhe deixava, rebolando com desejo no colo do mesmo.

- Jared é um safado! - Ele disse para Matt, se sentando na cama do mesmo e deixando seu celular na cômoda. - Deve estar dando agora! - disse rindo.

- Nada de diferente do que você estava fazendo momentos atrás. - Matt brincou sorrindo, apagando a luz do quarto e se deitando na cama.

De imediato Frank subiu sobre o outro, gostando da sensação de estar vestido apenas com a camiseta de Matt, mordendo o próprio lábio antes de falar.

- E que continuarei fazendo.

Matthew gargalhou, passando a mão pelas coxas de Frank e em seguida o puxando para um beijo lento, o apertando contra si. Dormir não estava nos planos de nenhum dos dois. A noite era deles.


Notas Finais


Ta ai gente, capitulozão! Espero que tenham gostado! Semana que vem (ou antes) eu posto!

O que acharam desse Brian não tão fodão como parece? E o Lemon? Ficou bom? Um lemon do Zacky e do Brian seria interessante? Digam o que acharam se puderem, por favor!!

Obrigada pelos comentários, favoritos, visualizações e enfim, a todos que estão lendo e gostando!! Faz toda a diferença para mim!!

Beijos gente, até semana que vem!! :*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...