História Coita - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Coita, Fem!namgi, Fluffy, Jikook, Kookmin, Mikook, Namjin, Vhope, Yoonseok
Visualizações 676
Palavras 2.702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Preciso admitir que estou frustrada!
Desde que eu vi o pôster do Jeon, eu fiquei com uma imensa vontade de escrever aquele famoso angst e chorar a tarde inteira, mas no fim das contas eu não consegui! #chateada

Eu, por alguma razão, adorei a minha escrita aqui.
Sem mais delongas (porque eu estou atrasada), fiquem com o capítulo~ !

Boa leitura<333

Capítulo 15 - CDs da Rita Lee;


Fanfic / Fanfiction Coita - Capítulo 15 - CDs da Rita Lee;

Sábado;
— Coita.

 

Jimin estava nervoso. Uma forma melhor de descrevê-lo seria o adjetivando como alguém ansioso, impaciente, e até mesmo medroso. Oras, ele estava exatamente desse jeito, sem nem mesmo vírgulas a retirar.

 

Depois que saiu da escola na manhã passada – se é que ainda era, porque foi perto da hora do almoço –, o ruivo teve bastante tempo para pensar sobre como faria o que deveria ser feito naquela madrugada do dia seguinte.

 

Do contrário do que havia programado mais cedo, não mandou mensagem ao melhor amigo. Pegou seu celular, desbloqueou-o e ignorou as mais de mil notificações de e-mail, as outras quinhentas mensagens em alguns grupos que haviam o enfiado, e as ligações perdidas.

 

Correu direito ao bate-papo com Yoongi. Tinha seu número, mas jamais havia falado com ele (ou com alguém, o Park só usava aquele aparelho em situações de urgência). Demorou cerca de cinco minutos para que ele reunisse toda a coragem que precisava para mandar uma simples mensagem, um convite para que fossem juntos na festa que teria.

 

O Min digitou e apagou diversas vezes. Ficou naquilo tempo o suficiente para que o pequeno praticamente enfiasse o rosto no celular, queimando suas retinas ao ver-se esperançoso por uma resposta.

 

“me liga”             

 

Não hesitou, e assim o fez. Acabou que os dois conversaram a tarde inteira sobre os problemas entre Jimin e Hoseok, e o primeiro citado até mesmo desabafou que sentia ciúmes do de fios esverdeados. Isso o fez rir.

 

Yoongi não o deu resposta alguma, nenhuma forma de resolver os problemas. Nem quando ficou cerca de trinta minutos calado, apenas ouvindo a bendita história sobre um caderno de capa preta e dois meninos. Entretanto, as palavras dele arrancaram um sorriso dos lábios do ruivo.

 

Ele pediu por calma. E o garoto apenas respirou algumas vezes, focado em a obter.

 

Agora já na festa, os dedinhos inquietos brincavam com o copo laranja que tinha em mãos, encarando a bebida alcoólica que havia ali – e que, sinceramente, não fazia ideia de qual era. Os olhos negros do (depois daquela tarde) amigo divagavam entre a face do menor e o recipiente, de um jeito deveras impaciente.

 

— Você está hesitante. — Constatou, recebendo o olhar alheio e um mordiscar no lábio inferior. Isso fez o mais velho ali suspirar. — Se você não quer beber, Jimin, eu acho que você não deve beber.

 

— Mas, hyung. — Teimou, fazendo uma pausa desnecessária. — E-eu... Não sei se eu teria coragem. Eu estou com tanto medo de falar com ele, minhas pernas estão bambas e eu nunca me senti tão fraco quanto agora.

 

Aquilo fez o outro rir, mexendo a cabeça em negação logo depois.

 

— Vamos lá, Jimin. Você mesmo me disse que enfrentou ele uma vez. Nós conversamos sobre isso, é melhor que ele fique magoado com alguém que conheça, para que enfim possa te perdoar por esse ato de coragem, do que ficar magoado com alguém que ele nunca vai saber quem é na vida. — Argumentou, querendo o encorajar. — Seja quem for, Jimin, não deve ser o Brad Pitt.

 

Ah, sim. Não havia contado ao outro quem era. Aish! Conhecia Yoongi, e sabia como ele era com o Jeon. Ele provavelmente o zoaria por gostar daquele “narigudo”.

 

— Tudo bem. — Respirou fundo, determinado. — Eu acho que consigo ir sem beber. Eu consigo fazer isso...

 

E assim se iniciou um mantra, uma série de “eu consigo fazer isso” enquanto o baixinho trazia o copo a boca, dando um gole para banhar a garganta seca; não ficaria bêbado com um gole só, não é mesmo? Claramente não.

 

— Onde ele está? — Jimin questionou, entregando o item ao outro.

 

Hah! Tu acha que eu sei? — Riu debochado, pegando o objeto e o apoiando sobre uma mesinha que havia logo ao lado deles. Tinha escolhido aquele lugar só para apoiar o sanduíche que pegara pouco tempo atrás. — E eu não posso te ajudar com isso agora, Jimin. Eu fui requisitado para outros serviços hoje.

 

Os olhos do ruivo se arregalaram brevemente, e os lábios se entreabriram em surpresa.

 

— Yoongi... Você por acaso está falando de...

 

Por Deus, garoto! — Ele reclamou, sentindo a bochecha avermelhar. — Eu vou dar mais conselhos hoje. Vá logo falar com o maldito moleque do caderno.

 

Tudo que o Park fez foi sorrir torto, assentindo e saindo de perto antes que pudesse levar um belo de um tapa na nuca.

 

Passou a andar com um ar despreocupado, por mais que estivesse totalmente o oposto, locomovendo-se por entre as pessoas com nada em mãos, o celular no bolso da calça, e o coração na boca.

 

Seus olhos procuravam arduamente pela figura que queria encontrar. Incessantes. Vagavam e vagavam, de cima abaixo, qualquer pista de onde ele pudesse estar, de onde ele pudesse se encontrar naquele momento tão inoportuno.

 

E enfim o encontrou.

 

Jeongguk estava lindo, mais do que como sempre. Vestia uma calça jeans rasgada, uma camiseta preta e uma jaqueta xadrez da mesma cor do tênis. Ele sorria largo enquanto conversava com Seokjin e Nammie, e não parava quieto, sacudindo a perna direita.

 

Permaneceu parado, secando o moreno com os olhos certeiros; quem olhasse poderia inventar qualquer possibilidade, mas o pequeno imaginava que ninguém jamais conseguiria pensar sobre a situação real. E que situação, hein!

 

Respirou fundo algumas vezes. As mãos suavam e aquela sensação de algo se remexendo no abdômen o acompanhava. Era torturante, mas de um jeito levemente bom. Sentia a si mesmo se empurrando, e ao mesmo tempo mantinha os pés grudados no chão.

 

Era agora ou nunca!

 

Uma última lufada e as pernas torneadas finalmente decidiram se mexer, fazendo-o andar – devagar demais, diga-se de passagem – em direção ao outro.

 

Como se o destino cuspisse na face do apaixonado, o Jeon repentinamente se virou, saindo do grupo de amigos em que se encontrava naquele instante, agora rumando para outro lugar. Com medo de o perder de vista, o ruivo aumentou o passo, praticamente o perseguindo por entre os adolescentes ali.

 

Mas ele parou sem motivo. Parou e ficou ali, encarando um ponto fixo que o Park não conseguia enxergar, o que o deixou mais nervoso ainda.

 

Se aproximando hesitante, parou quase que ao lado do amado para ver o que ele via. E quando o fez, sua boca se abriu num “o” perfeito, revelando a surpresa de olhar Hoseok aos beijos com Taehyung, encostados ambos na parede.

 

Seu coração falhou uma batida. Medo, angústia, nervosismo, e um sentimento de traição lhe tomaram o peito enquanto os pares de olhos fitavam os dois ali, unindo as bocas e raspando as línguas – e talvez algumas outras partes do corpo.

 

Foi quando fez algo sem pensar, como um reflexo.

 

Jimin puxou Jeongguk e o beijou.

 

Naquele instante, a mente confusa do mais alto apenas se focou no baixinho logo a sua frente. Lá estava ele, na ponta dos pés, abraçando seu pescoço e com os olhos fechadinhos, as bochechas vermelhas.

 

A surpresa foi inevitável ao reconhece-lo. Os sentimentos explodiam em seu peito e, naquele momento, parecia extremamente certo corresponder ao ósculo, tomando os lábios fartos para si sem nem mesmo pensar mais do que duas vezes.

 

As mãos posicionaram-se na cintura fina, e o moreno gemeu em deleite com a sensação de tê-lo ali em seus braços, enroscando a língua na sua sem se importar com qualquer outra pessoa olhando. Parecia só existirem os dois ali.

 

Distanciaram-se assim que o ar faltou. Olharam-se e se mantiveram olhando um para o rosto do outro, como se não acreditassem no que havia acabado de acontecer.

 

Você veio. — O maior comentou, sorrindo em nervosismo.

 

Eu vim. — Respondeu, devolvendo aquele sorriso.

 

E não demorou para que eles juntassem as bocas mais uma vez. Os dedinhos passeavam pelos fios negros enquanto as mãos grandes pareciam se divertir com o fato de que o pequeno permitia a estadia delas na popa da bunda.

 

Mais um ou dois beijos ocorreram, e o ato finalizou após três selinhos molhados. O ruivo se desvencilhou do amado, mordendo o inferior ao sentir-se tímido.

 

— Vem cá. — O mais alto convidou, pegando no pulso do menor ao sair andando por aí, trazendo-o consigo para onde quer que fosse.

 

Ficaram em silêncio até o de fios castanhos encontrar uma varanda. Assim adentraram, fechando a porta ao desejarem privacidade.

 

— Você me-

 

— Não vamos falar sobre isso agora. — Jimin o interrompeu, saindo do enlaço do moreno.

 

Se aproximou da ponta daquele local e se apoiou no parapeito, fitando a lua. Suspirou apaixonado, esperando pouco tempo até que o outro se juntasse a si.

 

— Você quer me contar porquê fez aquela cara de espanto?

 

Já sabia, na verdade. Já imaginava. Porém, queria que ele desabafasse, expusesse seus sentimentos perante aquilo. Porque agora ele não tinha o Garoto, ou achava que não o tinha.

 

O Jeon suspirou derrotado. Não sabia se o baixinho tinha um poder de persuasão, ou se ele apenas era parecido demais com ele. Tão parecido que se sentia praticamente nu perante aquele menino de madeixas alaranjadas.

 

— Sabe o Tae? Eu já gostei dele. — Começou, preferindo não o olhar. — Eu já gostei dele pra caralho, na verdade. Mas ele nunca demonstrou gostar de mim.

 

Assim continuou. Contou-o desde o primeiro momento em que se descobriu gostando do acastanhado até o agora, sem nem mesmo censurar o fato de que se via apaixonado por alguém que sequer havia visto pessoalmente.

 

Isso tudo doía. Para ambos.

 

Tanto Jeongguk quanto Jimin desejavam chorar ali mesmo, mas se seguravam pelo mesmo motivo: estavam acompanhados um pelo outro.

 

— Agora você pode me dizer a razão por ter me beijado? — Indagou ao fim do desabafo, sorrindo divertido ao fitar o menor.

 

— Eu queria. — Admitiu baixinho, soltando um sorriso tímido. — Eu estava com coragem, então...

 

— Bêbado?

 

— Encorajado.

 

Ficaram em silêncio mais uma vez, tornando a fitar o nada. Felizmente era um silêncio agradável para os dois.

 

— Jeongguk. — Chamou pelo mais velho, desapoiando-se de onde se apoiava. — Você não quer... Sair um pouco? Eu não acho que seja bom você ficar aqui agora. E nós não podemos ficar aqui a festa toda.

 

Sorriu. Sorriu ao receber aquele convite tão significativo e ao ver as bochechas cheinhas rosadas, num tom que aprendeu a gostar bastante em tão pouco tempo.

 

— Tá bom. — Assentiu, o copiando. Agora estavam indo em direção à porta. — Pra onde a gente vai?

 

— Vamos andar sem rumo, que tal? — Tornou a convidar, girando a maçaneta devagarinho. — Eu gosto de andar pela rua.

 

— É uma boa ideia.

 

A mãozinha de Jimin pegou timidamente na do maior, como se tivesse medo de encostar. Segurou-a e passou a marchar festa afora, procurando não pensar nas pessoas que cochichavam enquanto olhavam para os dois.

 

Quando finalmente saíram, mantiveram as mãos dadas. O moreno pareceu não se importar e o menor não reclamaria, sentindo o sorriso bobo o tomar o rosto ao se ver andando no meio da rua com o moleque que amava, enquanto balançavam os braços juntos de um jeito divertido.

 

— Nós vamos ficar em silêncio, mesmo? — Foi a vez do Jeon perguntar, sorrindo ao ver o sorriso alheio.

 

— O silêncio está bom pra mim.

 

— Está?

 

— Sim.

 

— Então pra mim também.

 

Jimin sequer pensava no tempo que passava. A festa começava às onze da noite, provavelmente havia ido até o maior por volta da meia-noite, e agora já haviam passado cerca de seis quarteirões só na companhia um do outro.

 

O moreno estava da mesma forma. Sentia-se acolhido e amparado, mesmo sem conversa alguma, e protegeria aquele momento com toda a sua vida. Sem sombra de dúvidas!

 

— Eu acho que estou ficando cansado. — O mais baixo riu de si mesmo assim que contou o décimo segundo quarteirão. — A minha casa é aqui perto, sabe? Se você quiser, nós-

 

— Claro. — Interrompeu-o, sorrindo sacana. — Você vai me fazer outro sanduíche e me dar um copo de suco?

 

Aish, você é um idiota. — Abaixou o olhar, enroscando os dedos nos do outro. — Se você estiver com fome, eu posso pensar no seu caso.

 

— Eu não estou, não se preocupe.

 

Mais três quarteirões  – dessa vez com os dois conversando – e chegaram à casa do Park. Ele vivia com o irmão, e esse não estava presente naquele momento, portanto a madrugada era deles.

 

— Se eu te dissesse que são quase quatro da manhã, o que você faria? — Jeongguk perguntou ao fitar o horário celular que retirou do bolso, o colocando sobre a mesa da sala no mesmo instante.

 

— Tudo isso?! — Exclamou exasperado, com os olhos arregalados. — Céus, é por isso que eu estou com tanto sono...

 

— Somos dois. — O moreno riu nasalado, soltando a mão do menor ao querer o dar liberdade. — Você se importaria se eu dormisse aqui?

 

Jimin virou-se para o mais alto, fitando-o com os olhos brilhantes. Após alguns segundos tentando acalmar o coração, o respondeu:

 

— D-de forma alguma! Você pode dormir aqui na sala. — Sorriu, fazendo um gesto para que ele esperasse.

 

Saiu correndo para o quarto, arrancando um riso baixo do Jeon. Juntou, o mais rápido que pôde, um cobertor e um travesseiro, tornando a correr para retornar ao cômodo onde o maior o esperava.

 

— Aqui está. — Colocou os itens sobre o móvel, sorrindo satisfeito ao não demorar muito. — Qualquer coisa você pode me chamar. Meu quarto é o primeiro a esquerda.

 

— Anotado. — Ele piscou, aproximando-se do ruivo logo depois.

 

Não sabia ao certo se, após aquela noite, haviam ganhado tanta intimidade. Todavia, não hesitou em segurar o queixo do pequeno e o erguer, deixando ali um estalar em forma de agradecimento.

 

— Boa noite, Jimin.

 

— Boa... Boa noite. — O menor murmurou, todo bobo, acenando antes de sair aos pulinhos para o quarto, torcendo internamente para que sua animação não fosse detectada.

 

Assim o silêncio se fez naquela casa. Jimin havia ido dormir e Jeongguk permanecia quietinho debaixo do cobertor, encarando o relógio da sala e seus números avermelhados – gentilmente indicando 04h26 – com o semblante sério.

 

Infelizmente, assim que aquele baixinho foi dormir, a mente já confusa de Jeongguk apenas ficou mais confusa ainda.

 

Sua autoestima fazia as malas cada vez que o moreno se lembrava de como Taehyung (o hétero) estava beijando um homem (Hoseok), e como não havia conseguido o conquistar (porque, aparentemente, ele não era nada hétero).

 

Não que sentisse algo por ele, além de amizade, na altura do campeonato. Apenas se sentia um fracassado por não ter conseguido chamar a atenção de alguém que até mesmo encostava a boca na de Jung Hoseok – sem ofensas, mas já ofendendo.

 

Enquanto isso, seu coraçãozinho parecia se descabelar enquanto pensava sobre o Garoto e Jimin. Ele lutava de forma incessante para que parasse de gostar de quem o havia abandonado, e praticamente se rastejava aos pés da vontade de amar o dono da boca que havia provado naquele dia. E como se esforçava!

 

Aquilo era, no mínimo, alucinante.

 

Após alguns minutos ponderando se deveria ou não invadir o primeiro quarto a esquerda, o moreno finalmente se levantou. Rumou em passos lentos pelo corredor e ali entrou, procurando ser silencioso ao resolver pensar mais um pouco antes de acordar o anjinho que ali dormia.

 

Olhando para o quarto, parecia que o garoto gostava bastante de ler. Ele tinha diversas coisas em tons de rosa, azul, e branco. Um coelhinho de pelúcia e alguns CDs da Rita Lee, junto com um caderno de capa preta sobre a escrivaninha.

 

E não apenas isso, Jimin tinha o seu caderno de capa preta sobre a escrivaninha, gostava de música brasileira e de ler, coelhos, algumas cores específicas e tinha um par de canetas ao pé daquele livro.

 

Com a respiração pesada, Jeongguk abriu o caderno no último texto. Leu-o inteiro, e até mesmo leu o que parecia ter sido completado após a escrita original, afinal, estava numa cor diferente de caneta.

 

Aquele ali era seu Garoto, que morria de medo de o decepcionar e tinha ainda mais medo de não conseguir reverter a situação após tanto tempo passado. Aquele ali era o menino apaixonado por si, o que sabia seus maiores segredos, e quem zelava por ele em segredo.

 

Aquele ali era Park Jimin.

 

Jeongguk, porém, nada fez; fitou o menor por tempo indeterminado e enfim retirou-se do quarto, voltou à cama improvisada no sofá e fechou os olhos, sentindo um sorriso bobo se formar em seus lábios de forma involuntária.

 

Agora poderia dormir sossegado.

 

 

 

 

 


Notas Finais


EU AMO RITA LEE SIM!
O momento que vocês tanto esperavam veio assim, meio churbs.
Porém eu adorei, me processem!

Leiam aqui minha nova filha:
http://socialspir.it/9922488
Entrem aqui no grupinho:
https://chat.whatsapp.com/2HGyFu1LXGGAjrNDyk4NQf
Visitem o Sebaek Dreams!
https://spiritfanfics.com/perfil/sebaek_dreams

Falando em SBD, eu tenho que correr pra postar a fanfic da mana baekobra
Amo vocês~ !


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