História Cold as winter( frio como o inverno) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Espiritual
Exibições 7
Palavras 645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Magia, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Kiss me


-o que foi tudo aquilo? Eu vi minha mãe...eu(ofegante), eu, aquilo foi o inferno. 

-eu entendo, sinto muito mas aquilo era necessário para anular suas habilidades. 

-hm, ok. Mas o que é todo esse clube, eu estava desesperado mas não consigo entender até agora tudo que aconteceu. 

-entenda acabou! Você não precisa mais se preocupar com isso, habilidades, clube, tudo acabou. Você agora tem a opção de tentar recuperar sua vida e tentar fazer dela algo produtivo para você, diogo, me sinto feliz em ter te ajudado e sei que você será feliz como os outros que eu já ajudei. 

-então quer dizer que ela já ajudou outros* pensando  

-aquele sonho foi uma forma de eu ser liberto?  

-sim, eu sinto muito pela sua mãe, foi ali que suas habilidades despertaram. Ela era a chave para ativar ou desativar suas habilidades. Na verdade não sua mãe mas, sim tudo o que aconteceu. 

-você não quer que eu saiba de mais nada não é?  

-diogo, você veio para cá de livre espontânea vontade, não suspeite de mim mas a partir de agora tudo  que te afligia acabou, então seja feliz. titus levará você até a saída. 

-eu não deveria estar me sentindo assim, sinto que finalmente posso ser feliz mas tudo está tão estranho* pensando.  

-ok, eu...agradeço muito  pela sua ajuda. 

Diogo vestiu suas roupas e foi embora com titus, apesar de estranhamente estar com duvidas ele simplesmente decidiu aceitar tudo aquilo e se foi. Titus o levou até a porta do clube e então se despediu gentilmente.  

Quando diogo saiu ele sentiu, simplesmente sentiu. Era a primeira vez que ele não era bombardeado com emoções alheias, seu coração se encheu de felicidade e ele. 

-eu me sinto tão normal, essas pessoas estão andando ao meu redor mas não sinto suas frustrações e aflições é como se tudo estive tão, tão...silencioso. Acho que finalmente eu consegui a liberdade que tanto esperava, isso é tão bom. Diogo estava tão em paz que parecia que tudo ao seu redor estava mais claro, sua visão de mundo fria e deprimida se tornou alegre mas ao mesmo tempo comum. E esse comum o deixou extremamente feliz. 

No seu primeiro dia de aula de sua nova vida ele fez todo seu ritual matinal mas a única diferença era um enorme sorriso no rosto, novos tempos começavam na vida dele. Quando estava perto de sua sala acidentalmente se esbarrou em gisele, sua colega. Ela era morena, tinha olhos castanhos, cabelos cacheados e não era muito alta. 

-me desculpe, disse gisele.  

-não tudo bem, não precisa se desculpar foi um acidente. 

Gisele ficou surpresa era a primeira vez que diogo parecia estar bem. Eles então entraram juntos. No final da aula gisele chegou perto de diego e disse:  

-ei. 

-olá. 

-é...bom, eu sempre vejo você sozinho desde aquele incidente algum tempo atrás, mas hoje  

você parece outra pessoa.  

-sim, eu me sinto livre pela primeira vez em minha vida. Diogo riu. 

-ual, risadas. Quer almoçar comigo hoje? 

Diogo ficou surpreso era a primeira vez em sua vida que alguém o convidava pra algo. 

-gostaria bastante. 

-O almoço está ótimo disse gisele, eu tenho uma pergunta para te fazer... 

Diogo cortou rapidamente, -eu sei sobre o que você quer falar, eu me arrependo até hoje de ter brigado com o tomas, eu não queria ter machucado ele mas ele tocou em algo que me deixou tão magoado que depois disso decidi me afastar. 

-Eu entendo, gisele calmamente botou sua mão por cima da mão de  diogo.  

-ele ficou ridículo como sempre, eu sempre quis falar com você mas nunca sentia abertura. Voce sempre parecia tão, distante, que eu acabei de deixando sozinho, me desculpe. 

-você não precisa se desculpar, diogo segurou a mão dela. Eu me prendia muito, seria impossível para alguém me salvar. Gilese se aproximou de diogo e então o beijou. 

Continua.



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