História Cold Blooded - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang, HyunA, Jay Park
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, HyunA, Jay Park, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Revelaçoes, Suspense, Triângulo Amoroso, Vingança
Exibições 20
Palavras 2.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláá!!
Tô com sono, se tiver erro ignorem pls >.<'
boa leitura
até a próxima o/

Capítulo 15 - Impasse.


Após o choque, tanto GD quanto Jay sabiam que não tinha opção a não ser leva-la consigo, pois já estavam próximos ao local e não podiam deixa-la em qualquer lugar. Eles tinham a consciência de que teriam que ser cautelosos por si mesmos, agora com Sung Kyung por perto, teria que ser o dobro.

Não demoraram muito para chegar ao seu destino, GD estacionou duas quadras antes por precaução. Ao descerem do veiculo, GD analisou Sung Kyung. Ela vestia uma calça, sapatos e uma blusa xadrez. Num suspiro, tirou seu casaco e a entregou, puxando o capuz.

– Tsc. Você é sempre descuidada assim? – Murmurou a olhando de soslaio. – Não tire esse capuz por nada. – Sung Kyung assentiu, enquanto ele virou se para Jay. – E você, não chame atenção.

– Como não vou chamar atenção? Cara, você já viu meu rosto? – Respondeu fazendo Sung Kyung revirar os olhos juntamente com GD.

Ambos os garotos seguiram o caminho, enquanto Sung Kyung ficou estagnada no lugar. Fitando os próprios pés. Havia sido precipitada em entrar escondida no carro, agora estava ali sentindo se cada vez mais insegura. Mas não por ela e sim pelos dois, além dos outros que estavam a caminho do perigo como eles.

– Vocês dois. – Ela disse fazendo os virarem para encara-la. – Voltem a salvo, certo?

Jay apenas abriu um sorriso relaxado como de costume, mesmo em situações tensas ele sempre parecia calmo, ela admirava isso nele. Já GD, apenas a fitou sério e assentiu incerto. Sung Kyung sabia que diferentemente de Jay, GD não conseguiria ficar tranquilo sabendo que a vida de todos corria risco.

Com isso, eles rumaram à localidade onde supostamente estariam as gangues traidoras e aliadas a Jang. Infelizmente, eles haviam acertado. O lugar estava repleto de pessoas, em sua maioria homens assustadores, com tatuagens e semblantes nada simpáticos.

Sung Kyung olhou para os lados, vendo GD a sua direita, porém um pouco afastado e a sua esquerda Jay mais longe ainda. Tentava manter a calma a cada passo que dava e vez ou outra sentia se sendo observada pelas pessoas dali. Sabia que deveria estar chamando atenção toda encapuzada, mas não imaginava que iria se destacar a beça.

Sentiu alguém segurar seu pulso com força e a puxar, fazendo com que batesse de cara no peitoral alheio. Segurou o impulso de levantar o rosto para ver quem era que a segurava, pois não podia ser reconhecida.

– Ora ora, o que temos aqui? – Seu hálito tinha o cheiro forte de álcool e cigarro. – Perdida gatinha?

Sung Kyung podia sentir seu nervosismo crescer conforme a mão do homem apertava seu punho num sinal claro que não a deixaria ir com facilidade. Precisava pensar em algo rápido, podia notar que estavam chamando mais atenção ainda, pois algumas pessoas os olhavam de esguelha e murmuravam algo.

– O que? Não vai me responder? – A voz aveludada do homem a dava náuseas.

Olhou ao redor a procura de GD ou Jay, mas para seu azar estava sozinha. Num movimento súbito sentiu seu capuz sendo abaixado, expondo seu rosto em surpresa. Mas não tão chocado quanto o do homem que a segurava.

– Você... – Disse enquanto ainda assimilava.

Não podia mais esperar, seu tempo de pensar havia se esgotado. Sung Kyung notou que ele estava próximo a uma moto, que juntamente a esta havia várias enfileiradas. Então chutou a virilha do homem a sua frente, que se curvou num urro de dor e a soltou.

 Nesse mesmo instante, ela empurrou a moto que seguiu derrubando as outras como dominós caindo numa sequencia e quando o homem gritou correndo para sua moto, Sung Kyung correu para o lado oposto. Não ousou olhar para as pessoas que a observava a confusão. Mas para seu azar o homem do qual ela havia chutado – e derrubado a sua moto – estava berrando aos quatros ventos sua identidade.

Assim que conseguiu alcançar uma esquina escutou gritos e passos próximos. Praguejou ao notar que estava sendo perseguida – por muita gente, aliás – continuou a correr, sem ousar parar. Mas ao ter a estúpida ideia de se esconder, alguém puxou seu braço e assustada, notou que não era um conhecido.

O homem tinha uma cicatriz no olho esquerdo e era visivelmente intimidador. Mas Sung Kyung não podia se dar o luxo de gritar por socorro, pois GD e Jay não estavam por perto. Então tentou manter a calma e relembrou os golpes que GD haviam a ensinado e os repetiu no homem.

O que para o seu alivio foi um sucesso e ele a soltou. No mesmo instante que o homem caia nocauteado no chão, Sung Kyung tornou a correr e acabou encurralada por mais homens. Ficaram se encarando com joelhos flexionados, prontos para atacar.

– Você nos deu muito trabalho, pirralha. – Disse um dos homens, provavelmente o líder deles.

– Onde está Jang? – Sung Kyung ousou perguntar.

– Esse nome não significa nada para mim além de negócios.

Seus olhos pequenos e brilhantes a fitaram, semicerrados e frios. Como ele não a atacou, Sung Kyung arriscou se a fazer outras perguntas. Mas não ousou ficar vulnerável, os punhos estavam cerrados e ela estava na defensiva os olhando cautelosamente.

– Por que estão trabalhando para ele?

– O velho nos forçou a ajuda-lo. Era isso ou morrer, acredite já vi o que ele fez com quem negou e não queremos isso. – Revelou o homem estreitando os olhos em fendas iguais.

– Me deixe ir. – Falou Sung Kyung para o homem.

Ele riu e os outros o acompanharam.

– Não posso deixar você ir depois do que escutou. – Sibilou entre os dentes. – Ganhamos um prêmio para levar você ao velho. Falhamos em pegar você antes, mas agora isso não vai acontecer.

Sung Kyung sabia que ele não iria aceitar, num suspiro mergulharam ao mesmo tempo um contra o outro. Um dos homens a alcançou primeiro, rolando de joelhos e dando lhe um golpe transversal. Sung Kyung subitamente lembrou se de Taeyang e GD a repreendendo por ser lenta, então abaixou se com agilidade e chutou a barriga de um enquanto desviava do soco que vinha a sua esquerda.

Não sabia como estava lutando tão bem, talvez por causa do medo que às vezes a fazia ágil, ou talvez por ter prestado muita atenção nos treinos com GD. Não sabia dizer, mas estava se virando bem sozinha. Quando notou que eles já estavam no chão, gemendo de dor, Sung Kyung recordou que precisava encontrar os outros.

Apressou se em direção ao carro como haviam combinado, caso houvesse algum problema como esse. Sung Kyung tornou a colocar o capuz,mesmo não sabendo se ainda funcionaria, olhava para trás ocasionalmente para ter certeza que não estava sendo seguida. Parou ao ouvir barulhos em um beco, a voz lhe era familiar.

Correu em direção ao som com o coração na mão. Arregalou ao ver Jay deitado de bruços sendo imobilizado. Seu rosto estava encostado no asfalto, ele estava com uma expressão irritadiça na face. Mas antes disso, Sung Kyung recordou que ele estava machucado e estava pressionando justamento seu ombro ferido, como se já soubessem onde era seu ponto fraco.

– Parem! – Gritou ela, surpreendendo todos ali.

Os homens a olharam, inclusive Jay que levantou a cabeça com dificuldade. Aproveitando a situação, ele desvencilhou se violentamente do homem que o segurava e levantou se rapidamente. Sung Kyung correu para perto de Jay, ficando de costas para ele, ao mesmo tempo em que fitava os homens, pronta para lutar.

– Você está bem? – Ele perguntou mirando a frente.

– Não era eu que estava imobilizada há um minuto. – Respondeu aturdida, olhando para os lados.

– Se está fazendo piada com a minha desgraça, você está bem. – Disse rindo, mas logo tornou a ficar sério. – Eu fico com os três da direita e você cuida dos dois da esquerda, certo?

Assentiu Sung Kyung no mesmo tempo em que os homens atacaram. Lutaram como haviam combinado enquanto ela conseguia lidar com os caras, Jay estava tendo dificuldades por causa do ombro machucado. Após Sung Kyung finalmente ter conseguido derrubar um, sentiu um impulso para frente e uma dor lancinante nas costas.

Encontrou o chão depressa e sentiu o ar se esvaindo de seus pulmões, com dificuldade virou para frente. Levantou avidamente, no mesmo instante ficou tonta e notou liquido quente descendo pelo seu rosto. Antes de situar se, foi puxada pelo casaco e num impulso, deu uma cabeçada no nariz do inimigo.

 Quando ele segurou o nariz esbravejando de dor, Sung Kyung deu lhe uma cotovelada na nuca o apagando. Olhou ao redor desorientada e encontrou Jay levando uma surra de seu ultimo oponente. O que era compreensível, já que o cara em questão era duas vezes seu tamanho.

Sung Kyung tomou o impulso e agarrou o pescoço do oponente de Jay, enquanto ele se debatia tentando tira-la de suas costas. Jay fitou a cena caótica a sua frente em questão. Nesse instante o homem levou as mãos até aos cabelos de Sung Kyung, que mordeu o braço do adversário.

Jay usou a oportunidade e deu um chute no estômago do homem, que se ajoelhou gritando. Sung Kyung saltou das costas do oponente e Jay finalizou com um estrangulamento, deixando o inconsciente.

– Por que você machucado ficou com esse brutamonte? – Perguntou ela arfando.

– Ah, sei lá. Eu gosto do desafio. – Ele deu de ombros com a respiração entrecortada. – Agora vamos dar o fora daqui.

– Mas e o Ji Yong?

– Ele sabe se virar muito bem sozinho. Depois avisamos a ele.

Eles se afastaram da confusão e mais a frente encontraram uma moto, que para a sorte de ambos estava com a chave na ignição. Talvez naquela confusão algum dos homens tenha esquecido a moto, o que foi bastante conveniente para eles. Enquanto se afastavam do local, Sung Kyung olhava para trás preocupada com GD.

Algumas quadras depois, a moto começou perder a velocidade. Jay percebeu que a gasolina havia acabado então resolveram seguir a pé. Não era tão perigoso, afinal já estavam mais afastados do local. Jay pegou o telefone e mandou uma mensagem para GD.

“Se estiver procurando a Sung Kyung, ela está comigo e a salvo.

Como já deu merda, sugiro que procure seus amigos e saiam daí, é perigoso.

Não se preocupe, iremos arranjar um jeito de voltar para mansão.

- Jay.”

 Após andarem mais um pouco encontraram um motel de beira de estrada, resolveram entrar. Não podiam ficar dando bobeira, alguém podia acha-los a qualquer minuto. Foram em direção ao atendente, que fitou seus machucados e arqueou uma das sobrancelhas.

– Um quarto, por favor. – Disse Jay com Sung Kyung parada ao seu lado, analisando o lugar.

– A noite toda ou por hora? – Perguntou o homem olhando os desconfiado.

– Um quarto para noite toda.

– A noite toda? Só pague por duas horas. – Intrometeu se Sung Kyung.

Jay a olhou nervoso.

– Você não está entendendo o que ele quer dizer.

– Pagaremos a taxa por hora. – Disse Sung Kyung para o atendente, ignorando Jay.

– Sung Kyung... – Murmurou.

– Seja prático, não tenha vergonha. – Falou.

Jay tentava segurar o riso, enquanto o atendente parecia entretido.

– Quantas horas? – Perguntou o homem.

– Duas horas é o suficiente? – Questionou ela virando se para Jay.

Ele por sua vez, deu de ombros se divertindo.

– Muito bem, três horas. – Disse ela.

Jay sorriu pegando o dinheiro, entregando o para o atendente que ainda olhava para Sung Kyung, perplexo.

– Garota legal, onde encontrou? – Sussurrou o homem.

– E aí, gostou? Encontrei no metrô. – Disse sorrindo presunçosamente.

– Linda, ela é linda. – Sorriu entregando a chave.

– Obrigado.

Seguiram para o quarto, onde a primeira coisa que Sung Kyung fez foi perguntar por GD e Jay a tranquilizou, contando lhe que já havia o avisado. Ela assentiu ainda um pouco apreensiva por GD e pelos outros. Esperava que todos estivessem bem e seguros.

Enquanto ela fitava a parede pensativa, Jay foi ao banheiro e retornou com uma toalha molhada. Sung Kyung virou se para ele, confusa. Jay por sua vez, sentou se na cama ao lado dela e pousou o pano contra o corte na testa dela.

– Você se machucou feio aqui. – Disse concentrado no ferimento.

– Estava tão preocupada com você que nem notei. – Afirmou.

Ao ouvir aquilo, Jay sentiu uma vontade súbita de beija-la. Tirou a toalha da testa de Sung Kyung e a encarou profundamente. Ela também o olhava, estavam com os rostos muito próximos. Tão próximos que era somente questão de centímetros para seus lábios se tocarem.

E Jay percebendo que não poderia ter outra chance como essa, a beijou. 



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