História Cold Coffee - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Jorge Blanco, Logan Lerman, Martina Stoessel, Violetta
Personagens Jorge Blanco, Logan Lerman, Martina Stoessel, Personagens Originais
Tags Família, Jortini, Romance
Exibições 118
Palavras 1.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey, amores. Acho que nenhum pedido de desculpas vai ser o suficiente, mas enfim. Eu tô muuuuito desanimada pra continuar aqui, mas vou terminar todas às minhas fanfics!

Pras meninas do grupo, peço perdão por ter saído sem nenhuma explicação. Estou sem wpp por um grave problema e não se se vou voltar. Mas saibam que amo vocês e sou grata por tudo.

O capítulo não tá lá essas coisas, mas é importante.

Capítulo 11 - Não me deixe


Se me disser que amanhã é tarde

Te falo mil razões que me invadem

Preciso de você o mundo inteiro,

Agora que já sabe, dá um jeito

Eu vou esperar você, amor

Pode ser o tempo que for...

Mundo Inteiro - Roberta Campos.


Point Of View - Emily Blanco

Eu e a Bia estávamos assistindo um filme de romance em meu quarto. Estava chovendo forte e ela iria dormir aqui comigo. Meu pai me disse que não daria pra voltar pra casa por SMS -o que eu estranhei bastante -, mas não fui contra. Provavelmente ele dormiria na Sthepie.

- No quê você tanto pensa? - ela me pergunta.

- Como assim? - desvio minha atenção do filme para olha-la.

- Tá na cara que você não está prestando atenção no filme. - ela sorri. - Pode falar.

- Não é nada demais. - escolho os ombros. Bia era minha melhor amiga, todavia, ela não sabia que eu sou apaixonada pelo León.

- Seei. - ela me olha desconfiada, mas não diz mais nada, deixando-me novamente sozinha com meus pensamentos.

(...)

- Graças a Deus, o filme acabou!! - comemorei. Bia revirou os olhos. - Já volto.

Ela assentiu e voltou a prestar atenção no seu celular. Peguei o meu, saí do quarto e comecei a caminhar lentamente pelo corredor escuro, pois eu sentia leves pontadas nos meus ossos.

Minha vista ficou turva e eu me apoiei na parede para continuar em pé. O que estava acontecendo comigo?

Voltei a caminhar, dessa vez, um pouco mais rápido. Mas não foi uma boa ideia, pois acabei tropeçando no meu próprio pé e bati minha cabeça com força no chão. Depois disso apaguei.

- Emily! - ouço um grito assustado, mas não tenho força pra abrir os olhos. Sinto mãos suaves pegarem meu corpo frágil com cuidado e, ao sentir o cheiro dele, eu me aninho mais em seus braços.

León... Meu León!

- Vamos levar ela pro hospital? - consigo escutar a voz da minha amiga.

- Nessa chuva não. - ele responde e sinto seus lábios depositarem um leve beijo em minha testa. - Vou deixa-la no quarto.

(...)

Minha cabeça lateja fortemente e eu resmungo de dor. Levo minhas mãos até linhas têmporas e as massageio levemente. Abros os olhos. Meu corpo dói e me sinto mais fraca que o normal.

Minha garganta está seca e quase não consigo falar nada. Observo atentamente às paredes do meu quarto até meu olhar se encontrar aos dele. Do meu primo. Ele de levanta rápido e caminha em minha direção.

- Como você está? - ele pergunta assim que se ajoelha ao lado da minha cama.

- Estou bem, só me sinto fraca. - murmuro e olha para à janela. Já amanheceu? - Cadê a Bia?

- Ela está dormindo em outro quarto. - suspira. - Fiquei preocupado com você.

- Não precisava... Mas como você entrou aqui ontem?

- Eu já estava vindo aqui te contar uma coisa. Entrei pela janela.

- Que coisa? - pergunto curiosa.

León me observa por alguns instantes. Vejo que ele pondera em me contar ou não.

- Lê, pode contar. Confia em mim.

Ele suspira e pega em minhas mãos.

- Emily, o que eu vou te contar agora vai mudar sua vida. Mas antes eu quero que você saiba que eu vou estar do seu lado o tempo todo, não vou deixar de segurar sua mão em nenhum segundo. Isso é uma promessa. Eu vou cuidar de você. - levanto as sombrancelhas, estranhando aquele papo. - Você é forte.

- Não tô entendendo.

- Emily... - ele respira fundo. - Não sou eu quem tem que te contar isso, mas você precisa saber. Lembra quando você foi para o hospital e passou por uns exames? - confirmo com um aceno de cabeça. - Nesses exames foi confirmado que você está doente. Você têm leucemia.

Procuro um tom de piada em sua voz ou algo parecido. Isso não pode ser verdade... Eu não posso morrer, eu...

- Você está mentindo, não está? - murmuro. - Me diga que isso é brincadeira.

- Eu sinto muito. Eu queria muito não ter dito isso, mas...

Pulo em seus braços. Eles me acolhem com ternura e afundo meu rosto em seu pescoço. Minhas lágrimas rolam livremente pelo meu rosto e pingam em sua pele. Suas mãos afagam meus cabelos e, inexplicavelmente, eu consigo sentir que tudo vai ficar bem.

- Vamos lutar juntos, pequena.

Não consigo responder. Só me aperto mais nele e choro. E assim ficamos por longos minutos, até eu me acalmar.

- Olha pra mim. - ele pede com voz rouca. E assim faço.

Noto que em seu olhar não tem nenhum resquício de pena. Só tem carinho...

- Vai ficar tudo bem. Acredita em mim. - ele beija minhas lágrimas.

Resmungo. Meu estômago se contrai e aperto o braço do León com força. Ele me olha assustado.

- Emily, você está sangrando!

Passo meus dedos por minha boca e vejo o líquido vermelho melar os mesmos. Minhas mãos tremem e, se os braços do León não me segurassem, eu cairia pra trás.

- Não fecha os olhos. - ele ordena e cuidadosamente me deita na cama. Meus ossos doem pra caramba e não consigo parar de gritar. Às dores são fortes, principalmente no meu estômago.

Consigo observar o León pegar seu celular antes de minha cabeça começar a rodear... Não consigo raciocinar.

- Fica comigo, Em. Não dorme. -sinto sua voz distante. Quase inescutável.

- Não me deixe, León. - murmuro. - Eu te amo.

Apago sem escutar sua resposta.

Point Of View - León Dominguez

" Mãe, preciso de ajuda. Venha pra casa do tio Jorge!"

Aperto em enviar e abraço o corpo desfalecido da minha prima com força. Eu não posso perdê-la. Observo cada detalhe de seu rosto.

Passo os dedos levemente por seus cabelos macios, descendo seguida até sua testa macia e quente. Em seguida, passeio por suas sombrancelhas recém-refeitas.

- Linda. - murmuro. Meus dedo indicador escorrega gostosamente por seu nariz e logo chega em seus lábios... Ah, seus lábios devem ser tão doces e macios.

- Eu também te amo, Emily. Não me deixa. - digo contra a pele do pescoço dela. Pego em sua mão e a beijo. - Por favor.



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