História Cold Heart - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Katherine McNamara
Personagens Justin Bieber, Katherine McNamara
Tags Drama, Justin Bieber, Possessivo
Visualizações 97
Palavras 1.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amorinhaas, quanto tempo 😭❤
Prometo que irei tentar postar com mais frequência, porém eu trabalho e estudo, fora trabalho de colégio e provas, então acabo me enrolando. Mas enfim, boa leitura. 🙏❤

Capítulo 12 - Caring for a sick bitch


Capítulo 11 — Caring for a sick bitch.

— Eu não tenho roupas aqui. — murmurei.

— Amanhã cedo vamos à sua casa.

Entramos em seu quarto, eu fiquei parada perto dá cama enquanto o mesmo ia até seu closet.

—Veste isso. — jogou-me uma camisa sua. — Minha mãe deixou um pacote de absorvente no banheiro. — assenti.

Rumei até o banheiro e tranquei a porta logo depois. Tirei o moletom e o resto das roupas. Percebi que o absorvente estava cheio de sangue, coloquei o mesmo no lixo e peguei outro. A blusa ficou como um vestido em mim, coloquei o moletom por cima e saí do banheiro.

Encontrei Bieber sorrindo enquanto mexia em seu telefone. Por alguns segundos fiquei vidrada nele, ele possuía um belo sorriso.

Algumas partes de meu corpo doíam, mas tentei ignorar.

Me aproximei dá cama e estava prestes a deitar quando fui impedida:

—O que está fazendo? — desligou o celular.

—Deitando. — soltei as cobertas.

—Você não vai dormir na cama. — franzi o cenho.

—Por que?

—Porque não quero. —deu de ombros.— Arrume outro lugar.

Olhei em volta e não vi nenhum móvel que eu pudesse dormir além de uma poltrona, mas ela era pequena demais.

Mordi minha própria bochecha enquanto tentava pensar em algo. Observei Justin e ele estava virado de costas. Aproveitei e peguei um travesseiro e sai pela porta, desci a enorme escada até chegar na sala de estar. Fui até um dos sofás e me deitei, meu corpo estava um pouco trêmulo por conta do frio.

Acordei algum tempo depois, meu corpo estava tremendo de frio, minha respiração estava falhada. Encolhi-me ao máximo tentando aquecer-me.

Eu estava sonolenta, não conseguia dormir.

Escutei alguns passos vindos dá escada e logo depois a luz acendeu.

—O que faz aqui embaixo? — perguntou grosso.

—Eu v-vim dormir. — minha voz saiu falha.

—Não mandei sair do quarto. — me levantou.

—Não tinha aonde eu deitar. — Encolhi-me.

—Que deitasse no chão. — arrastou-me escada à cima.

—Eu estou com frio. — me agarrei ao travesseiro, ao qual havia pegado antes de ser puxada.

—Não ligo. Apenas cale a boca. — se deitou na cama novamente.

Fitei a poltrona e resolvi sentar, coloquei minhas pernas para cima e as abracei.

Eu soltava murmúrios que nem eu conseguia entender naquele momento, talvez fosse o frio.

—O que foi, Clarissa? — escutei uma voz ao fundo. Estava baixo mas havia frieza em seu tom.

Eu não entendia, meu corpo não obedecia aos meus comandos mesmo que eu tentasse.

Senti algo diferente, talvez tivesse acendido a luz. Mas em que momento fechei os olhos?

—Eu juro que um dia ainda vou dar um sumiço em você, só me traz problemas. — o senti me pegar no colo.

Soltei um gemido de dor ao seu braço tocar minha intimidade no momento em que me deitou em algo macio.

Eu queria abrir os olhos, ou ao menos responde-lo mas não tinha forças.

—Merda. — murmurou. — Vadia problemática.

Senti meu corpo pesar e por fim a escuridão me tomou.

Acordei sentindo algumas pontadas na cabeça. Assim que abri os olhos percebi que estava deitada em uma cama. Sentei-me e olhei em volta, o quarto estava vazio porém o som do chuveiro ligado anunciava que o loiro estava tomando banho.

Levei minhas mãos até meu rosto e afaguei, minha cabeça parecia que ia explodir.

Levantei-me e fui até a porta, dei duas batidas, minha bexiga estava apertada demais.

—O que quer? — perguntou após eu abrir a porta.

—Preciso fazer xixi. — corei.

—Entra. —

Percebi que o sangramento havia parado. Suspirei ao lembrar o motivo dele.

—Tira a roupa. — sua voz quebrou o silêncio. — Vem tomar banho.

—Mas ainda não buscamos...

—Eu já passei na sua casa. — cortou-me.— Busquei algumas roupas.— Assenti.

Tirei todas as peças de roupa que vestia e rumei até o box de vidro transparente.

—Por que eu estava na cama? — entrei embaixo d’água.

—Você estava com febre. — murmurou grosso. —Da próxima eu juro que te deixo no mesmo lugar, não vou perder meu tempo com vadia doente. — senti meus olhos umedecer.

—Desculpa. — sussurrei.

Peguei a esponja com sabão e comecei a passar pelo corpo. Haviam novas manchas por todo meu corpo.

Mais algumas para a coleção de roxos.

Assim que virei-me para tirar o sabão dei de cara com Justin me fitando.

— O que foi? — comecei a enxaguar-me.

Justin se aproximou e falou:

—Eu adoro ver seu corpo todo marcado. — passou sua mão esquerda sobre um dos roxos que o mesmo havia feito ontem.

—ai. – gemi baixinho, meu braço estava dolorido.— Você é um masoquista. — murmurei. —Você tem noção do que fez ontem? — o enfrentei.

—Tenho sim, algum problema? — foi se aproximando e quando percebi estava encurralada em um dos cantos do box.

— V-você fez aquilo por algo tão bobo. — soltei alguns soluços.

— Errado. — aproximou seu rosto do meu. — Eu fiz aquilo porque eu precisava te por na linha mas pelo visto não adiantou muito.

Tapei meu rosto assim que o mesmo fez menção de estapeá-lo porem ele não o fez e logo escutei sua risada de mau gosto. Alguém bateu na porta chamando nossa atenção.

—Termina de se arrumar e desça. — saiu do box.

Após o banho, rumei até o quarto e percebi que havia uma bolsa minha em cima dá cama. Me aproximei dá mesma, havia algumas peças de roupa. Optei por uma lingerie branca, calça jeans, blusa de manga longa na coloração rosa bebê e detalhes de flores cinza, e uma sapatilha rosinha.

Enquanto penteava meu cabelo percebi que a marca dá mão de Bieber ainda estava ali, havia um pequeno roxo logo abaixo de meu olho esquerdo. Suspirei.

Deixei meu cabelo caído para o lado em que meu rosto estava machucado. Borrifei um pouco de perfume e desci as escadas.

A casa era tão grande que levei alguns minutos para achar a sala de jantar.

Por um lado eu estava tão feliz, mesmo que Bieber não quisesse me levar, seria nosso primeiro passeio, não posso negar que fiquei animada com a ideia.

Bieber e seus pais tomavam café junto de mais duas crianças. Timidamente comecei a me aproximar deles, até que todos notaram minha presença.

—Sente-se. — sorriu e apontou para um lugar ao lado de Bieber.

—Bom dia. —sorri.

Todos responderam em coro.

—Quem é você? — perguntou o menininho.

—Clarissa. — Bieber cortou-me assim que abri a boca para responder.

—E você é o que do meu irmão?— insistiu.

—Ah, e-eu.. —eu realmente não sabia o que falar. — Sou uma a-amiga do seu irmão. — sorri amarelo.

—Que piada. — a menina se pronunciou pela primeira vez. — Ela é só mais uma vadia com quem ele está saindo. — murmurou para o menino.

Eu abri a boca para retruca-la mas nada saia. Senti meus olhos marejarem, e eu realmente tentei segurar.

Soltei calmamente o pedaço de torrada ao qual havia pegado segundos antes.

—Jazzy, que modos são esses. — Jeremy a repreendeu. — Depois iremos ter uma conversa séria sobre essas últimas atitudes suas.

—Não a xingue. — falei docemente tentando não parecer querer me intrometer na educação que ele dá para seus filhos. — Está tudo bem. — sorri mesmo sentindo que meu olhar mostrava outra coisa.

Arrastei a cadeira para trás e falei logo em seguida:

—Hoje tem um sol lindo, vou aproveitar e ir ao jardim, eu amei as flores que tem nele. — sorri me levantando.

E realmente não era mentira, haviam muitas flores pelo jardim e todas eram perfeitamente lindas.

Rumei até o jardim, sentei na grama verdinha e fiquei passando a mão em algumas flores. Naquele lado haviam flores na cor rosa e algumas - poucas- roxas, se não me engano, aquele tipo de flor era chamado “onze horas” pois abriam-se somente neste horário e em dias de sol. Me aproximei e aspirei o ar, o perfume era fraquinho mas bom.

—Oi. — alguém sentou ao meu lado.

—Oi. — sorri para o menino loirinho, eu ainda não sabia seu nome.

—Tudo bem, Isa? — franzi o cenho.

—Isa? — ri.

—Sim. — riu junto. — Meu irmão disse que seu apelido era Crary...Cl.. Clary. — por fim acertou o apelido me fazendo gargalhar. — Mas eu queria um nome diferente.

—Então assim, sim. — sorri. —Estou bem, e você?

—Bem. — sorriu. —Meu nome é Jaxon.

—Nome bonito.

—Assim como o dono. — falou convencido.— Você não levou a mal o que a Jazzy disse, né?

—Não. — sorri. — Ela é novinha, talvez ainda não entenda as coisas muito bem. Mas sei que não o fez por mau. — entortei a boca.

Continuamos conversando sobre outras coisas, Jaxon era uma criança muito fofa. Tinha um bom humor, diferente do irmão mais velho, me fazia gargalhar com suas piadas, e ele só tinha sete anos.

Ele lembrou-me de Bayle.

—Jaxon, vai terminar de arrumar suas coisas. — senti um arrepio passar por meu corpo.

O garotinho se levantou e saiu bufando, um verdadeiro Bieber.

—A gente já vai ir? —Levantei-me animada.

—Você está pensando o que? — segurou minha nuca.

Meus cabelos tapavam sua mão, qualquer um que visse a cena acharia que ele estava fazendo algum carinho.

—Quem te mandou sair? — sua voz continha raiva. — Por sua causa minha irmã está de castigo.

—E-eu só não queria deixa-la desconfortável. — murmurei abaixando o olhar. —Ela parecia não querer minha presença, só quis deixa-los a sós. Você é m-muito ocupado e provavelmente não passa muito tempo com eles, não queria estragar o momento de vocês. — falei a verdade.

—E você virou santa. —debochou. —Nós vamos entrar e você irá pedir perdão para ela. —apertou minha nuca.

Justin segurou-me pelo pulso e fomos em direção à sala de estar.

— Com licença. — pedi com a voz baixinha.

—Clarissa. — Jaxon falou animado.

Fui empurrada minimamente, tentei acalmar-me e não deixar meu nervosismo falar mais alto . Andei até Jazzy que estava sentada ao lado dos seus pais, todos me encaravam curiosos.

—Eu quero te pedir desculpa. — minha voz saiu um pouco falha no começo. —E queria pedir para vocês tirarem o castigo dela, sei que ela não fez por mau.

—Clarissa, nossa filha errou e deve arcar com as consequências. — Pattie falou.

—Por favor. —pedi.

—Tudo bem. — suspirou. —Será somente desta vez, ouviu bem Jazzy? — a mesma assentiu.

— Obrigada. — sorri fraquinho.

Voltei para o lado de Bieber e fiquei observando detalhadamente toda a sala de estar enquanto ficava perdida em meus próprios pensamentos


Notas Finais


Gente, eu li o capítulo e tal, mas está tarde e eu cheguei a pouco tempo do colégio e amanhã acordo às cinco da manhã pra ir trabalhar, então me perdoem se deixei algum erro.

Amo vocês, boa noite. 💞❤


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