História Cold Pizza - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Reita, Ruki
Tags Reita, Reituki, Ruki, The Gazette
Visualizações 24
Palavras 940
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aeeee
Quem aqui shipa Reituki??? Meeeeeeeee

Nildue_Nilun, eu disse que conseguia transformar o cortador de pizza em algo dahora ;)

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Cold Pizza - Capítulo 1 - Capítulo Único

fumaça do cigarro subia e se dissipava no ar pesado do bordel. De fundo, havia o som do piano, tocando aquela música antiga e marcante.
Takanori fitava Akira. Estava sentado de lado com o cotovelo sobre a mesa. O maior não prestava muita atenção no garoto. Entre eles, pairava uma tensão explosiva. Os jovens trabalhadores do local observavam de longe. Sussurravam entre si. Sobre a mesa, dois copos de cerveja e uma pizza fria. Akira comia. O outro apenas bebia.
-Você come como um porco.
-Você rosna como uma cadela.
Insultos como esses eram comuns entre esses dois gênios inflamáveis.
Taka cruzou as pernas cobertas de couro e fitas entrelaçadas. Mais uma baforada. Mais um gole.
-Você não vai fazer nada hoje, Matsumoto?
-E o que eu faria?
-O que faz de melhor...
-...?
-Ser uma boa vadia.
-Deveria saber que isso não é nenhum pouco cavalheiresco.
-Eu sou cavalheiro com damas.
-Eu sou o quê?
-Uma concubina, no máximo.
A honra dos dois era colocada a prova quando começavam com essas discussões. Nunca se aceitariam novamente, já haviam caído nesse "erro". Juravam isso para si mesmos. Não importa o que fizessem, não seria nada.
-Concubina? Pois foi nessa área que eu conheci a sua mãe.
-Minha mãe pelo menos fazia o serviço direito.
Raiva. Taka não era bom em se controlar.
Levantou-se, rugindo. A lâmina circular de cortar a pizza foi a primeira coisa a brilhar em seu campo de visão. Agarrou-a instintivamente, e, num movimento rápido, acertou o nariz enfaixado de Akira, cortando o pano e a pele. O sangue começou a escorrer imediatamente, e ele ganiu, cobrindo o ferimento com as dias mãos.
-Sua vadia!
O menor empurrou tudo o que havia sobre a mesa para o chão e pulou sobre ela, agachado nos saltos. Agarrou a gola da jaqueta de couro preta do rapaz, puxando-o para perto do rosto.
-Vadia é você!
Os olhos travavam uma batalha sem piscar. Encarando-se, mortais.
Sem ação alguma.
Sem saber como prosseguir.
Um beijo selvagem os uniu, molhado de saliva e sangue. Gemiam eroticamente, se empurrando um contra o outro. Os garotos riam, ao mesmo tempo surpresos. Alguns assobiavam. Os velhos clientes aplaudiam.
O casal violento puxava os cabelos, arranhava. Rasgava as roupas. Akira forçou o moreno a se deitar. Abriu seu cinto dourado e o sobretudo negro. Abaixou as calças, impaciente. A pele branca merecia mais atenção. Abaixou-se e se pôs a chupar suas áreas sensíveis.
Ele gritava.
-Faça isso direito!
Mordeu. Lambidas lentas e provocantes. Ele gemia muito alto, apertando sua cabeça com as pernas fartas e saborosas. O sangue da ferida em seu nariz se espalhava um pouco.
-Pare de brincar!
Ele estava bravo. Era adorável. O loiro se levantou, abrindo as calças. Afastou as coxas do garoto e se inseriu sem preparo. Era assim que ele gostava. Com as mãos, segurava as laterais da mesa. As pancadas faziam a madeira balançar.
-Você só consegue fazer isso?! Eu nem estou sentindo!
Dizia isso entredentes, retraindo-se para diminuir a dor.
-Com certeza não...
Curvou-se sobre ele, beijando novamente seus lábios grossos. A línguas batalhando. As unhas de Taka em seus ombros ardiam!
-Você tem garras, gatinho!
Um arranhão em seu rosto, deixando três riscos vermelhos.
-Me chame assim de novo e eu arranco o seu termino o que comecei com seu nariz...
Ele se forçava contra a penetração. Queria mais selvageria! Era uma vadia!
A mais bela, definitivamente.
O seme segurava seus quadris. Abriu os botões do menor, expondo seu peito. Abaixou-se novamente, excitando-o ainda mais com a boca em sua pele.
Ele gritava.
As estocadas fortes o deixavam mais a vontade. Quanto mais dolorosas fossem, melhor. Mais violentas... Takanori fechava os olhos e deixava que o quebrassem. Não fazia drama nenhum.
Ele não se importava com os homens que satisfazia. Era um ótimo ator. Os fazia acreditar, e depois ria deles.
Estava se divertindo com o som das fotos ao seu redor nesse momento.
-Sorria para as câmeras, Akira!...
Gostava de ter seu nome na boca de todos na cidade. Gostava de estar na boca de quem o procurasse.
Era o Rei da Noite naquele lugar. Não se continha em esperar que alguém viesse até ele. Saltava sobre os homens e começava o que queria.
Akira subiu por seu peito e pescoço arrastando uma lambida molhada. Atravessou o rosto do jovem, passando por seus lábios e bochechas.
Seu cheiro era delicioso... Um perfume sensual e atraente.
Os senhores do bordel deixavam duas notas ao lado da mesa. Estavam se divertindo com aquilo.
O loiro segurou o rosto do moreno, se encaixando dentro de seu corpo.
-Gosta agora?! Gosta de mim agora?!
Ele agarrou sua garganta, rosnando novamente. O encarava, rebolando. Ódio por cima, prazer lá embaixo. O maior lhe deu um tapa. Respondeu com um soco.
-Taka!
Cruzou as pernas em torno de seus quadris. O seme apertou as mãos em sua garganta. Prendia seu ar. Não conseguia respirar. E o sangue se concentrava no íntimo, tão duro...
Sufocava. A visão estava embaçada.
Mas estava tão bom! Ah, sim! O orgasmo era mais intenso desse jeito! Aperta mais!
O sémen veio em uma onda. Derramou-se pela cintura, escorrendo até a mesa. Akira se desfez em seguida, num longo gemido. Então, soltou a garganta do menor.
Ofegavam.
Só se separaram depois de se estabilizar.
O mais alto subiu as calças e as fechou. O rapaz ergueu o corpo, ficando sentado na mesa, com as pernas bem abertas. O líquido viscoso escorria. Havia bastante dinheiro para ambos alí.
-Você é uma vadia, Akira...
-Você é que é, Taka...
Os gritos da multidão eram apenas essa frase...
-Vocês dois são!


Notas Finais


AEEEE QUANTA VIOLEMSIA
GOSTEI DISSO


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...