História Cold Revenge - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance, Violencia
Exibições 18
Palavras 3.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada pelos favoritos! Vocês são uns amores! 💓.... Boa leitura!

Capítulo 6 - Capítulo 5 - The Kiss


Autora:

Uma nevoa fria cobria o vidro. Coisa rara em uma cidade que faz mais calor do que no deserto. Mas isso não convém agora.
A paisagem da sua sacada não parecia a mesma coisa com a chuva. Não tinha graça ver o mar ao longe ou sentir uma leve brisa do fim da tarde. Justin suspirou e fechou seus olhos fazendo com que imagens daquela noite voltasse em sua mente.
Sua pele quente, seus olhos de um azul escuro o encarando com intensidade e aquele corpo que ele mais que ninguém sabe como é perfeito. Porém ao mesmo tempo o ódio se faz presente, ele só queria entender por que?
Talvez, sua mãe estivesse certa desde o dia que todos descobriram sobre eles. Ele ainda pode escutar o tom de voz dela enquanto fala:
"- Drew, termine com isso, vocês nunca darão certo!"

Ele suspira e percebe que entendeu o recado tarde demais. Como um garoto que era considerado o cafajeste de London podia ter se apaixonado assim? Como alguém como Justin Bieber poderia amar alguém com tamanha intensidade, mesmo após  anos?
- Sr. Bieber. - a voz que saiu do seu computador o fez olhar para trás e ver Edith com um olhar impaciente. - Sua reunião...
- Claro. Vamos começar. - Ele,disse se sentando em sua cadeira de couro.

O vento soprou forte bagunçando os longos cabelos castanhos. Um som auto foi ouvido e Mellayne olhou para cima encarando o céu preto por conta da intensa chuva que iria cair daqui a poucos minutos.
- Galileu.
- Senhora? - Seu fiel motorista e segurança disse virando para encara-la.
- Quero que contrate segurança para a proteção da Elisa e por tudo que você mais ama nesse mundo, não permita que Justin Bieber se aproxime.
- Sim senhora. - Ele disse e abriu um pequeno sorriso para a tranquilizar.
Mellayne o encarou por alguns segundos e após um longo suspiro caminhou até a entrada do grande prédio com as inicias H.S gravado em dourado bem chamativo.
Andando com passos firmes, Mellayne Potter andou até os elevadores sem notar que chamara atenção de todos ali, tanto da parte feminina quanto,da parte masculina. Afinal, não era todos os dias que uma das mulheres mais lindas e ricas andava pelo hall de uma empresa em solo americano.
As portas de metais se abriram no andar presidencial e todos ali pararam ao ver a mulher que saiu de dentro dele. Olhos azuis intensos a encarava sem acreditar que ela realmente estava ali, ele se viu obrigado a endireitar mais seu terno e alargar mais seu sorriso para receber a mulher que ele tanto esperava.
- Mellayne Potter. - ele sorriu mostrando uma covinha rasa nas suas bochechas.
- Trevor Salvatore. - Ela disse assim que parou na sua frente.
Seu perfume o puxava para mais perto e Trevor tentou controlar o máximo de si para não ataca-la ali mesmo na frente de todos em um beijo repleto de saudades.
- Vamos para minha sala. - Ele disse estendendo um braço para ela que aceitou de bom grado. - Aurora, por favor, cancele minhas reuniões de hoje e reserve o dia de amanhã para a Sra. Potter por favor.
- Sim senhor. Senhora.
Mellayne o encarou por alguns segundos, porém nada disse. A porta da sua sala foi fechada e enquanto Mel encarava a vista dos vales ao longe de Phoenix, sentiu beijos serem depositados no seu pescoço.
- Reservar um dia só para mim não é muito ousado Sr. Salvatore? - Ela sussurrou enquanto sentia o beijo em seu pescoço fazer efeito pelo seu corpo.
- Não Srta. Potter. - Ele sussurrou com a voz grave e sorriu ao ver os pelos da pele de sua amada se eriçarem.
Porém, Mellayne não havia ido de encontro a ele a procura daquilo, ela precisava esclarecer pequenas coisas que talvez ele não compreendesse.
- Trevor, precisamos conversar. - Ela diz se afastando dele.
Um alto suspiro é ouvido dentro da sala fazendo com que a mesma virasse e encarasse seus olhos e naquele momento ela se amaldiçoou mentalmente por querer que olhos cor de mel a olhasse daquela maneira não os azuis que não continha a mesma graça de antes.
- Pensei na sua proposta. - Mellayne sussurrou sentindo o nó se formar em sua garganta.
O ar mudou drasticamente, de desejo para um clima tenso por uma resposta. Mellayne não queria, por mais que sua frieza estivesse ali sempre, aquela menina sonhadora ainda vivia dentro dela. A menina que sonhava com um amor de verdade lutava para que ela respondesse com um NÃO, porém não era hora de ser egoísta e pensar em si.
Sua pequena Elisa veio em sua mente e seu choro por querer ter um pai como sua amiga. Ou as vezes que ela passou noites em claro cuidando da sua pequena enquanto ela ardia em febre ou quando ela chamou Chaz de papai sem querer. Era por ela, por sua filha que Mellayne decidiu isso.
- Então? - Trevor indagou ansioso com a resposta sentindo seu coração acelerar por antecipação.
- Sim, eu aceito me casar com você. - Ela sussurrou encarando aqueles grandes olhos azuis que agora parecia mais feliz que o normal.

"Os olhos cor de mel a encaravam esperando a resposta enquanto Mel não sabia o que dizer. Ela queria gritar ao mundo que sim, queria dizer que ficaria com ele para sempre, mas sua garganta parecia conter um nó.
Ela puxou o ar com toda força sentindo seus pulmões protestarem. Ele a encarava sentindo o medo ao ver os olhos de sua amada lacrimejar, mas sentiu todo o alívio apoderar de si quando ela abriu seu sorriso de menina e pulou em seu colo.
- Sim! Sim! Sim! - Ela gritava enquanto beija seus lábios. - Eu me caso com você, se preciso fujo com você, porque eu te amo Bieber!".

- Você não se arrependerá! - Trevo disse indo até sua amada. - Vou cuidar de você e da Elisa como se fosse os bens mais preciosos que eu tenho.
Mellayne sorriu, não aquele sorriso de verdade de quando alguém ouve a frase mais linda do mundo, mas um sorriso simples, sem vontade e sentiu braços fortes a prenderem em um abraço.
Ela inspirou fortemente e fechou os olhos tentando conter as lágrimas ao  constatar que a partir daquele momento Justin Drew Bieber não iria voltar para sua vida, nem mesmo em seus sonhos.

Aquela sensação de algo se quebrando estava o matando. Ele sentia que algo aconteceria a qualquer momento.
Justin passou as mãos pela confusão de mexas louras maiores que o normal e respirou fundo. Ele olhou para seu notebook aberto em cima da sua mesa e sem pensar clicou no ícone de pesquisa e antes que ele percebesse, seus dedos digitaram o nome dela.
Em questões de segundos milhares de barras de pesquisas apareceram, sem muita paciência ele clicou em imagens e em questão de segundo apareceu milhões de imagens de Mellayne Potter na tela. Ele suspirou e olhou para uma em questão.
Seu semblante era de uma mulher séria, seus olhos de um azul tão escuro que se aproximava do preto, sua pele bem maquiada encarava o fotografo que registrou aquela foto.
Ele se encostou na cadeira e encarou a bela mulher que refletia sua tela. Porém seu momento foi interrompido pela porta de seu escritório que se abriu com força e um Jaxon preocupado entrar.
- O que aconteceu? - Justin disse fechando seu notebook.
- Me diz que Mellayne Potter não esta aqui?
- Ela voltou.
Aquela pequena frase fez com uma ira sem igual se apoderasse do seu irmão mais novo.
Jaxon andou de um lado ao outro naquele escritório e sentiu aquele medo atravessar sua espinha. Se Justin descobrisse a verdade, descobrisse que sua amada filha estava viva e próximo a ele... Ele não sabia o que fazer, estava cego por um sentimento que o consome durante anos.
- Jaxon, o que aconteceu? - Jaxon continuou a andar e não deu bola para o seu irmão. Ele precisava calar a boca daquele velho que o pegou queimando aquela carta. Isso, aquele velho precisava sumir. - Jaxon Bieber, eu exijo que você me diga o que está acontecendo.
Jaxon parou e o encarou se arrependendo maus uma vez da idiotice que ele havia feito. De alguma forma ele acabou com a vida do seu irmão mais velho, mas todos dizia que aquele relacionamento não iria para frente mesmo, ele só ajudou para que aquilo não acontecesse realmente.
- Não aconteceu nada. - Jaxon disse firme e olhou para a foto em cima da mesa do irmão e sentiu seu coração se afundar ainda mais ao ver ele, Jazzy e Justin em uma viajem um ano depois da morte da mãe. - Lembra do que mamãe nos ensinou?
- Do que especificamente?
- Primeiro lugar a família, faça tudo por ela. - Justin suspirou ao ouvir aquilo e caminhou até a mesa pegando uma dose de Whisky. - Ela voltou para te confundir Justin. Ela vai...
- Ela não me quer. - Justin disse e sentiu aquela dor em seu peito agora mais comum. - Ela me disse isso. Por alguma razão ela me odeia.
Jaxon engoliu em seco e se praguejou ao ouvir a tristeza em sua voz. Se ele soubesse a verdade...
- Foi melhor assim.
- Por que Jaxon? Eu a amei, continuo a amando e sei que ela também me ama, então por quê não podemos ficar juntos?
- Porque você é casado e sua esposa....
- Samantha não me ama. - Justin diz olhando para o líquido marro em seu copo. - Ela está acostumada a vida que tem, mas não me ama.
- Claro que ama, ela só quer um filho por isso...
- Ela nunca vai ter um filho meu. - Justin diz erguendo os olhos para encarar seu irmão. - Fiz vasectomia antes de me casar Jaxon, por mais que ela queira, jamais terei um filho com ela.
...
Mellayne Potter...

Entro em casa e sorrio ao ver Elisa brincar com Chaz de dança. Ela ri enquanto ele dança desajeitado.
Minha mente refaz essa cena colocando Justin dançando com ela alegremente, a fazendo rir. Ou tentando imitar o dançarino na porcaria da televisão.
Fecho os olhos e sinto minhas bochechas molhadas pelas lágrimas idiotas que insistem em cair.
- Chega, dança você agora! - Chaz fala e vem até mim. - O que houve?
- Aqui não. - Sussurro com a voz embargada pelo choro contido. - Oi meu amor.
Elisa se vira e abre aquele sorriso que me faz ter força cada dia que passa, corre até mim e me abraça.
- Vem dançar comigo?
- Agora não, que tal você tomar um banho? Tenho uma surpresa para você. - Digo sorrindo ao ver seus olhos brilharem.
- O que é?
- Surpresa, vai tomar um banho e coloca essa blusa. - Entrego a sacola de uma loja qualquer e a mesma corre para cima. Me ergo e encaro Chaz.
- E ai?
Suspiro e subo ciente que ele virá atrás de mim. Entro no meu quarto e me sento na cama, apoio meu rosto em minhas mãos e deixo toda angustia que senti mais cedo cair. Me permito ser fraca por alguns minutos.
Deixo que as lágrimas caiam por meu rosto, deixo pequenos soluços de tristeza sair por minha boca sacodindo todo meu corpo. Sinto cada pedaço do meu corpo se romper. Braços fortes me abrigam e me aninho nos braços da única pessoa que consegue me ver nesse estado.
- O que houve? - Ele sussurra enquanto acaricia meus cabelos.
Fecho os olhos e como um flash aquela noite volta para me assombrar. Suas mãos em meus braços, sua respiração e nossos corpos próximos. Mais lágrimas caem pelo meu rosto e abafo um grito no peito do Chaz.
- Por Deus Mellayne. O que houve? Alguém te machucou? - Ele pergunta me afastando.
- Ele me machucou, ele me feriu. - Digo entre lágrimas incapaz de respirar. - Ele me fez tomar uma das atitudes que eu nunca pensei em tomar Charles.
- Não me diga que...
- Eu vou me casar com o Trevor. - Falo entre lágrimas desesperada.
- Mellayne, olha, você agiu de cabeça quente, respondeu sem pensar e...
- Elisa precisa de um pai Chaz. - Me levanto e ando até a varanda.
- Ela tem a mim, ao papai, não precisa de mais nada.
Fecho os olhos e me abraço. Queria que isso fosse o bastante, eu realmente queria. Queria que Elisa não chorasse a noite por não ter um pai, nem que ela desenhasse aqueles malditos desenhos com um homem voando com um D enorme escrito em sua roupa ou me pedisse foto. Queria que ela não sofresse e principalmente, queria que Justin não fosse o babaca que é e ao menos parasse de agir como se nada tivesse acontecido .
Flashes daquela noite volta a minha mente.
Nossa briga, ele dizendo que não queria mais casamento, eu dizendo,que o odiava e a maldita mensagem.
-  Ela não tem tudo o que quer Chaz.
- Ela não pode ter tudo...
- Eu sei, mas não posso fazer a mesma coisa que fizeram comigo.
- Conte a verdade.
- Contar que o pai dela me mandou embora? Que não quis saber dela? E que agora acredita que ela não existe?
Chaz me encarou e vi a dor em seus olhos. Ele sabe como foi difícil todos esses anos e como esta sendo difícil agora.
- Você nunca amou o Trevor. - Ele diz como se isso fosse a gota d'água para eu desfazer tudo isso.
- Vou aprender a amar. - Sussurro. - Ou vou gostar dele um pouco mais.
- Você tem certeza?
- Não. - Falo o encarando. - Mas preciso ter.

--
Sorrio ao ver a animação de Elisa enquanto vê o jogo de basquete dos Leafs. Ela grita e pula nervosa enquanto os jogadores torcem. Ela é idêntica ao pai. A paixão pelo basquete e pelo time.
Seus cabelos se soltam do coque desajeitado que ela tinha feito, fazendo com que uma cascata de cabelos caísse por seus ombros. Ela me olha e sorri e por um momento vejo o sorriso do Justin. Meu coração se aperta e solto um longo suspiro.
- Mamãe, estou com sede. - Ela grita por cima do barulho e concordo.
Mando uma mensagem de texto para Galileu pedindo dois copos de refrigerantes.
- Vai! Não seu burro, para lá! - Elisa frita e aponta para o lado certo e acabo rindo da expressão que ela faz. - Seus idiotas, joguem direito! 
Ouço uma risada ao meu lado e me viro tomando um susto ao ver Trevor sentado com uma camisa dos Leafs com copos nas duas mãos.
- O que faz aqui?
Ele me olha sorrindo e sinto que talvez aquilo possa dar certo, que talvez, possamos ser felizes no futuro.
- Vim ver o jogo com a minha família. Toma pequena! - Ele entrega o refrigerante a Elisa que corre para seu colo e beija sua bochecha enquanto ele ri.
O time adversário faz uma cesta e os dois começam a gritar juntos. Sorrio com aquela cena.
- Talvez dê certo. - Sussurro para mim mesma.
Justin Bieber...

Solto um grito de reprovação ao ver os Lakers fazer uma cesta de três pontos. Bebo um gole da cerveja e sorrio ao me sentir um pouco mais normal.
- Amor, olha o que eu achei. - alegria de pobre dura pouco mesmo.
Ela se senta ao meu lado e olho de canto de olho vendo uma caixa em sua mão. Ela se estuca para pegar o controle da TV e me estuco para pegar antes dela.
- Estou vendo jogo.
- Me dá um pouco de atenção. - Posso ver o seu bico e reviro os olhos.
- Samantha, passamos a tarde inteira juntos naquele quarto, me deixa assistir o jogo por favor.
Escuto ela bufar, mas não ligo.
Mais um ponto!
O juiz apita pra o intervalo e jogo a almofada com raiva no sofá e me levanto. Ando até a cozinha enquanto escuto um idiota qualquer falar sobre o jogo, mas ele logo é interrompido por uma gritaria no estádio.
Caminho até a sala e travo ao ver o rosto da Mel refletir no telão. O babaca se ajoelha na sua frente e pega uma caixinha no bolso de trás. Seus olhos estão arregalados. Cerro os punhos e sinto aquela maldita dor voltar.
Ele diz algo e ela sorri sem graça, ele diz mais alguma coisa e ela concorda dizendo um sim. E sinto o ódio me consumir.
- Não acredito nisso! - o locutor fala. - Mellayne Potter, a solteira mais cobiçada acabou de aceitar a se casar com nada mais nada menos que Trevor Salvatore.
- O caralho do Trevor. - Rosno ignorando Samantha que me enche de perguntas.

Autora:

Agora era oficial. O mundo inteiro sabia que Mellayne Potter era noiva do grande solteirão Trevor Potter.
O anel em seu dedo parecia chumbo, sua consciência a condenava juntamente com seu coração. Quando ela o viu se ajoelhar, tudo que ela mais desejou foi correr e se esconder.
Mas agora já tinha ido, não podia ser feito mais nada. Era oficia, essa era a vida real e Mellayne só tinha que interpretar o papel de noiva feliz e apaixonada e quem sabe isso não funcionasse. Quem sabe ela não o amaria de verdade?
Sentada na sua mais nova sala, ela encarou as montanhas ao longe e suspirou, o céu estava escuro e a previsão era de chuva intensa durante dois dias.
Ela fechou os olhos e olhos cor de meu invadiram sua mente a fazendo abri-los rapidamente. Aquela insegurança a abateu novamente.
Mellayne sabia o que deveria fazer, só não queria afirmar que era preciso. Casar com um amigo que nutria sentimentos por ela, talvez não fosse tão sensato, mas perdoar quem a fez sofrer era?
As coisas estavam saindo do controle e o medo de não poder ter mais o poder de controlar tudo estava a matando.
Murmúrios altos a fizeram despertar e franzi o cenho. Pelo que ela sabia não tinha nenhum cliente nervoso por pelo menos dois dias.
A porta foi aberta fazendo um estrondo e a mesma se virou e todo seu corpo parou ao ver aqueles olhos cor de mel a encarar.
Eram olhos determinados, cheios de ódio, rancor e paixão. Ela poderia lidar com qualquer sentimento que aqueles olhos transmitiam, menos a paixão, ela sabia que seria fraca.
- Senhora eu disse que...
- Tudo bem. - Mellayne disse firme ainda o encarando. - peço para se retirar Senhor Bieber.
- Como pode? - O homem a sua frente gritou e lágrimas se acumulavam em seus olhos.
- Você bebeu? - Ela perguntou em pé na frente da mesa.
Os olhos de Justin deslizaram para o seu corpo e ele se amaldiçoou por a achar tão linda e sexy com aquela roupa. Merda de bebida barata!
- Não é da sua conta. - Ele disse firme.
- Quero que vá embora.
- Não. Eu não vou e não ouse chamar a segurança Mellayne. - Ele gritou. - Por que merda você aceitou a se casar com o Trevor?
Ela olhou para sua secretária que saiu o mais rápido o possível. Mel voltou a encara-lo e tentou ser forte.
- Mel... - Ele disse andando até ela e agarrando seu rosto.
A aproximação repentina a tirou do eixo e a mesma tento se esquivar, porém a mesa a prendia contra o corpo dele.
- Vai embora.
- Eu te amo. - Ele sussurrou com dor e aquilo a destruiu mais que ela gostaria.
- Você seguiu e eu também tenho o...
Lábios a interromperam. Ela tentou se soltar, mas o desejo falou mais alto e seu corpo retribui aquele beijo.
E o passado voltou. Voltou como um tapa no rosto de ambos. Aquele beijo reascendeu aquele sentimento de jovens com hormônios a flor da pele.
Mellayne se viu mais uma vez naquele final de verão onde tudo havia começado.



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