História Cold Soul - TaeGi - Capítulo 7


Escrita por: ~, ~Shin_Hee e ~Sojin_Min

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lu Han, Mark, Rap Monster, Sehun, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Menção Vmin, Menção Yoonseok, Namjin, Taegi, Vsuga
Visualizações 107
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiee.
Hoje é uma coisa mista o capítulo.
Esse nós três fizemos.
Vai contar um pouco da história do Tae.
Boa leitura duendes roxos. <3

Capítulo 7 - Mind Monsters


Fanfic / Fanfiction Cold Soul - TaeGi - Capítulo 7 - Mind Monsters

                   

                   Taehyung 


Amizade. Uma palavra que para mim é ter alguém ao seu lado. Olhando para a mesma direção. Secando as lágrimas uns dos outros. Ser verdadeiramente quem é. Mas o mais importante é não abandonar.

Abandono. Uma coisa que as pessoas fazem comigo.

  Engraçado.

 Para elas abandonar é uma coisa super normal, mas não para mim, já que eu sempre me apego fácil a alguém.

Eu posso dar uma chance, ou uma tentativa para ele, certo?

Mas se ele falhar, vai ser demasiadamente normal. Só que sofrido. Eu penso que já sofri tanto nessa vida, que já estou acostumado.

Na verdade, eu acho que tenho medo de ser feliz, pois sempre que tento fazer isso, algo ruim acontece.

                           -x-

Hoje, cheguei em casa mais cedo. Comi qualquer coisa, tomei um banho e decidi dormir. Eu estou realmente muito cansado.

                             -x-


Corri sem medidas. Sem olhar para trás.

Estou sujo, mas eu não me importo.

Estou faminto, mas eu não me importo.

Estou cansado, mas eu não me importo.

Estou sem forças, mas eu não me importo.

Estou prestes a morrer, mas eu não importo.

Me encostei numa parede em um beco.

Chorei.

Mãe e pai. Uma coisa que eu nunca tive e não sei o que é, e como é.

Família. O que é isso? No caso acho que são pessoas unidas. Juntas. Mas também nem sei se existe, pois a minha nunca foi assim. Eu era somente a maçã podre no meio daquele pomar, a âncora que fazia o navio afundar. Eu era apenas o garoto isolado que todos da família desprezavam.

Amor. Essa eu realmente não sei, pois só sinto dor, ódio, tristeza e raiva.

Terror. Sou o protagonista desse filme.

Solidão. É o que eu convivo.

Uma criatura sem alma. Essa eu sei perfeitamente bem, pois é o que eu sou.

Chorei, para me libertar.

Espero algum dia ver um mundo melhor, onde sua família te aceita do jeito que você é e a sociedade não te critica pelas coisas que você fez ou deixou de fazer.

Fechei os olhos, mas logo ouvi passos. Me encolhi todo.

- Oh! O que um garoto tão bonito como você faz aqui? – Perguntou um homem.

- N-Nada que seja da sua conta.

- Está sozinho? – Se agachou.

Sem respostas, apenas acenei a cabeça como um ' sim ' em resposta.

- Bom, claramente você não irá achar normal eu tentar de ajudar agora, não é mesmo?

- I-Isso não seria nada normal. – Dei uma pequena pausa – Mas é sério que você quer me ajudar?

- Sim, olhe o seu estado. Você não devia estar deste jeito. Então...aceita a minha ajuda?

- N-Não sei. Vai que você seja um...homem que leva crianças para casa.

- Nossa, essa me ofendeu. Mas pense que eu sou apenas um homem gentil que quer te ajudar. – Levantou estendendo sua mão para eu segurar.

Hesitei de primeira. Mas logo comecei a andar juntamente á ele.

- Que tal você tomar um banho na minha casa? E logo depois podemos comprar várias roupas, o que acha?

- T-Tudo bem.

- Então vamos.

Me direcionou até uma casa muito bem arejada. Por dentro era linda. Mas estranha. Quem é que tem uma casa toda vermelha? Eu acho diferente. Mas o que me assustou mais foram as cabeças de animais, penduradas como enfeites. São...tão reais.

- Casa estranha, eu sei. – Disse como se estivesse lendo meus pensamentos. – O banheiro é ali. – Apontou para uma porta no final do corredor bege.

- C-Certo

- Ei. Aqui estão suas roupas. – Voltou do quarto com uma bermuda e uma blusa de manga longa

Entrei no cômodo. O mesmo era normal.

Tomei meu banho. Vesti as roupas emprestadas. Sai do banheiro e fui em sua direção.

- Você está muito melhor! – Exclamou. – Nós vamos sair agora.

Andamos em várias ruas. Passamos em várias lojas. Compramos várias coisas. Foi até que legal.

Chegamos em sua casa. Fomos para a cozinha. Comemos alguma coisa. E logo saímos para a sala.

- Ei. Até agora nesse momento eu ainda não perguntei seu nome. Pode me dizer qual é? – Perguntou.

- T-Taehyung. Kim Taehyung. E o s-seu?

De repente uma luz forte bateu em meu rosto, me obrigando a fechar os olhos por um tempo.

E logo eu estava em uma praça.

Uma praça abandonada. Olhei ao redor e vi um balanço. Me sentei no mesmo.

Comecei a pensar. Por que a vida é tão complicada?

Como diz o ditado : " As aparências enganam."

É a pura verdade.

Lembro-me até hoje das palavras proferidas á mim.

Seu jeito carinhoso e atencioso no início e logo depois suas palavras possessivas e suas atitudes que me machucavam até a alma.

- Gracinha, vamos brincar, huh?

- Sua...Sua PUTA.

- Que peninha de você.

- Eu te amo. Muito Taehy. Muito. 

E você sempre estará ligado a mim, eu sempre estarei em sua cabeça, desde os momentos felizes até os mais sombrios. Nunca se esqueça disso.

Me pus a chorar cada vez mais com a lembrança dele. Até que um barulho estrondoso surgiu.

Olhei para o lado, e vi uma menininha.

- Ei moço, por que choras? – Perguntou e eu admirei seu jeitinho adorável.

- Coisas da vida meu bem.

- Vida. O que é vida?

- C-Como assim? - Me surpreendi com sua dúvida, nenhuma criança faria este tipo de pergunta a alguém.

- Eu não vivo moço.

- Mas como fala comigo então?

- Eu sou morta. Apenas falo como vocês.

- M-Morta?  

- Sim. Somos todos mortos por dentro. Mesmo não admitindo, nós somos moço. Somos egoístas. Não pensamos nos outros, apenas em nós mesmos. Mortos, é o que somos.

- Você. Como você sabe disso tudo?

- O além. O além.

Uma ventania forte nos atingiu e eu coloquei meus braços em frente o rosto para protegê-lo.

- Garotinha cadê você?  – Perguntei surpreso ao não ver mais ninguém ali.

Eu sou doido?

Doido

Eu sou? Não ele é.

ELE É.

Não sou doido

Mas sou como a menininha disse. NÓS somos monstros. 

Eu sou um monstro.

 EU SOU.

Uma forte luz veio novamente. E tudo simplesmente se escureceu.




" Os monstros são apenas fantasmas reais que vivem dentro de nós. E mesmo lutando contra todas as forças do mundo, às vezes são eles que vencem. "


Notas Finais


e ai?
Quem é o fdp que fez isso com o Tae meus irmãos?
Beijinhos.
Até o próximo. <3
u.u


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