História Colecionador de Corpos - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Adultério, Drama, Morte, Necrofilia, Romance, Violencia
Exibições 346
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


TRETAAAA, AMOOO!! BOA LEITURA ;D
QUEM SERÁ QUE GANHOU?

Capítulo 23 - 23. Opposition


Fanfic / Fanfiction Colecionador de Corpos - Capítulo 23 - 23. Opposition

 


"Meus momentos sombrios, amor, isso é tudo que eu poderia ser. Não pense que minha mãe me amaria como sou."

 

p.o.v’s Aurora Reing

Meu coração havia perdido o ritmo da melodia e agora batia incessantemente rápido e eu quase não conseguia respirar. Sinto todo meu corpo congelar e o pânico invadir meus sentidos mais sãs. Era mesmo Justin ou uma miragem projetando diante de mim meu maior desejo? – Aurora. – Benjamim segura o meu braço impedindo-me de se afastar. Naquele instante vejo Justin afastando-se, desaparecendo entre a multidão de pessoas. Minha respiração perde o controle, falhando assim que o perco de vista.

Tudo a minha volta perde a noção de tempo, tornando-se em câmera lenta. Puxo meu braço soltando-me de Benjamim. – Já estou voltando. Prometo. – eu digo correndo por entre as pessoas afastando-me de Ben. Procuro próximo ao bar e na pista de dança. Foi então quando vi Justin atravessar a porta para o estacionamento. – Justin. – chamo correndo em sua direção, empurrando a porta em seguida.

Ele estava parado alguns metros de mim, encarando-me atentamente. – Aurora. – Benjamim empurra a porta chamando a atenção de Justin para ele. Olho rapidamente em sua direção, voltando minha atenção para o loiro. – Vamos voltar lá pra dentro. – diz caminhando em minha direção. Justin ainda olhava em meus olhos. – Vamos. – toca em meu ombro puxando-me delicadamente.

- Deixa-a ficar. – Justin finalmente se pronuncia. Assim que ouço o timbre de sua voz meu corpo arrepia-se ao relembrar da primeira vez que a ouvi. – Nós precisamos conversar. Concorda, Aurora? – assinto sentindo o peso de seu olhar psicótico sobre mim. – Estava preocupado com você. Fico feliz que esteja bem. – comenta caminhando lentamente em minha direção. Mesmo parecendo calmo, percebo o ódio transparecendo em sua voz. Por mais que tentasse controla-lo. – Eu só não consegui engolir o fato de você ter mentido pra mim dizendo que eram apenas amigos. Não pareciam pelo o que eu acabei de ver. – se eu não o conhecesse bem diria que esta com ciúmes. Sorri internamente com meu pensamento.

- Ela não te deve explicações. – Benjamim se pronuncia, finalmente quebrando o silêncio que havia se formado. – Resolveu afastá-la como se Aurora fosse um problema, então aguente as consequências. Você quem quis assim, e eu não vou deixar que a tenha de volta. – parecia furioso. – Não tente lutar pelo o que já perdeu ou pode sair machucado. – Justin sorri desacreditado, revirando seus olhos. Então ergue as mangas da sua camisa olhando-me rapidamente.

- Então porque não tenta me machucar? – naquele segundo meu coração dispara assim que processa suas palavras. Meu corpo permanece imóvel apenas para digerir a situação. Benjamim caminha, ultrapassando-me. Seguro em seu braço o impedindo de continuar e o ouço suspirar firme. Carregou seu rosto uma expressão séria. Solto-o finalmente quando vejo que não vai prosseguir.

- Não pense que vai ganhar alguma coisa com isso. – Ben disse simples, tranquilizando sua voz. – Porque agora é o meu nome que ela geme na cama. – eu o olho furiosa e antes que eu pudesse questioná-la Justin o acerta no rosto, derrubando-o no chão. Chego para o lado com o susto. Por mais que merecesse, Justin não poderia continuar. Poderia machuca-lo. Tento repreendê-lo com olhos, mas sou ignorada. Não demorou muito mais que cinco minutos para que o estacionamento se tornasse um ringue de luta.

- PAREM. – eu grito tentando chamar a atenção de ambos, mas fingiram não me ouvir. Seguro na camisa de Justin tentando puxá-lo de cima de Benjamim. Porém minhas mãos não tinham força o suficiente para tirá-lo dali. Bem inverte suas posições acertando o loiro no lábio, fazendo um corte ali. – BEN, POR FAVOR. – grito outra vez tentando chamar sua atenção. – ALGUÉM ME AJUDA. – e eu tento chamar a atenção de alguns seguranças, e assim que me ouvem, correm em nossa direção.

Algumas pessoas foram preenchendo o local e quando reparei estávamos cercados por elas. – PARA, BEN. – Luke grita puxando o amigo, pondo-o de pé. – SE ACALMA. – diz segurando em seus braços. Reparo nos hematomas de longe, mas hesito em me aproximar. Caminho até Justin analisando os ferimentos em seu rosto. – TIREM ESSAS PESSOAS DAQUI. – dá ordens aos seguranças no local. O loiro diante de mim tinha um corte no lábio e em sua sobrancelha. No olho esquerdo se formou um inchaço, roxeando a área.

- Como você está? – pergunto baixinho e Justin sorri brevemente, assentindo rapidamente. Eu ainda não havia tocado nele, mas podia sentir a energia de seu corpo caminhando no meu como uma tentação de abraça-lo. – Me leva embora daqui. – não penso duas vezes em dizer e olho de relance para Ben. Eu transmito todo meu nojo pelas palavras que ele disse anteriormente. Sinto a mão de Justin tocar minha cintura, guiando-me pelo estacionamento. Mordo meu lábio levemente reprimindo as lágrimas.

Benjamim não disse nenhuma palavra, apenas ficou me olhando. Sabia que o que havia dito foi errado e desrespeitoso. Entro no carona, em seguida vejo Justin se sentar diante do volante, colocando a chave na ignição. O silêncio pairou a nossa volta. – Por favor, não fala nada. – digo. Era incrível como somente a sua presença me acalmava. Suspiro leve, sentindo seu perfume.

[...]

Seguimos de volta para sua casa do campo, o caminho foi silencioso. Nem se quer discutimos uma só palavra. Assim que chegamos respiro bem fundo, me lembrando da última vez que estive aqui. Justin caminha até a cozinha tirando do congelador a fôrma de gelos. Aproximo-me, o fazendo me olhar. – Vamos limpar isso primeiro. – digo tomando de sua mão a toalha que segurava. Seguro em sua mão puxando-o até seu quarto. O guio até o banheiro, e ele senta-se na borda da banheira. – Pode arder um pouco. – pego a toalha de rosto, molhando-a. Volto a me aproximar, e ele ergue seu rosto me olhando nos olhos.

Franziu o cenho ao sentir a tolha úmida em sua sobrancelha. – Devagar. – pede baixinho. Eu estava tentando não machuca-lo, mas sua presença me deixou nervosa e eu não sabia o que estava fazendo. Desvia seu olhar de mim lançando-o em outra direção. Desço para seu lábio limpando o sangue que havia ali. Por fim toco abaixo de seu olho delicadamente com as pontas dos meus dedos. Segura firme em meu pulso. – Não faz isso. – diz somente, voltando a olhar-me com dor.

- Desculpa. – afinal porque me portava como uma empregada diante dele? Suspiro firme. – Porque me defendeu? – pergunto finalmente. Sorri fraco, pondo-se de pé. Esbarrou em meu corpo deixando-me desnorteada. Estava me prendendo em suas armadilhas novamente, como eu poderia ser tão estúpida? – Diria que estava com ciúmes. – sorrio ao terminar a frase, com petulância.

- Não estou. – disse firme passando por mim, caminhando até diante do espelho para analisar o ferimentos. – Vou pegar gelo. – caminhou para fora dali, e me deixou apenas vendo-o caminhar para fora do quarto. Caminho até sua cama, sentando-me na beira. Era impossível não ter pensamentos insanos com ela. Voltou caminhando serenamente, sentando-se ao meu lado, reclamando de dor. Pôs sua mão livre sobre a costela fechando seus olhos. – Acho que bati com muita força no chão. – comenta pressionando o gelo sobre seu olho.

- Posso ver? – ajoelho-me diante dele, e ergo sua camisa. A lateral esquerda estava um pouco avermelhada. Foi inevitável não reparar no seu físico. Mordo o lábio tentando forcar no machucado apenas. – Não foi nada que dê pra ver. – comento deslizando minhas mãos pelas suas coxas, até os seus joelhos, por cima do seu jeans. – Talvez eu devesse ir embora e te deixar descansar. Sei o caminho de volta. Posso ficar hospedada no motel até de manhã. – levanto.

Segura em minha mão me impedindo de se afastar. – Não posso deixar que saia essa hora. Fique essa noite, e se ainda quiser ir amanhã de manhã, eu levo você. – diz simplesmente. Assinto e ele solta minha mão, voltando a ficar de pé. – Precisa tomar um banho quente e tirar essa maquiagem. – joga a bolsa de gelo sobre a cama e caminha até sua cômoda, abrindo a primeira gaveta. Tira de lá uma camisa sua, entregando-me para vestir. – Essa vai ficar grande em você. – complementa. – Tem tolhas limpas no banheiro e se quiser pode usar a banheira. – sorrio assentindo.

p.o.v’s Justin Bieber

Vejo-a caminhar para o banheiro e me sento outra vez na cama. Suspiro fundo. Eu nunca pensei que tê-la por perto me traria tanta paz. Pela primeira vez eu não queria ficar sozinho. Fecho meus olhos deitando meu corpo para trás. Sinto o peso do cansaço sobre meus olhos e relaxo os músculos me rendendo ao sono. Eu não precisava beijá-la, nem leva-la pra cama hoje a noite, apenas sua presença bastava.

[...]

p.o.v’s Aurora Reing

Não demoro muito ali e assim que volto para o quarto o vejo dormindo. Caminho até sua cama, tirando seus sapatos os colocando silenciosamente ao lado da cama. Cubro-o com o cobertor e me deito ao seu lado. Envolvo meu braço em sua cintura cautelosamente para não acordá-lo. Eu encosto meu nariz em sua nuca sentindo o seu cheiro intenso e reparo na sua respiração tranquila. Fecho meus olhos; cedendo ao sono.

 

 “Eu deveria saber que você era um problema desde o primeiro beijo... Mas mesmo assim eu pegaria uma granada por você.”


Notas Finais


Huuum será que Justin se assume ou não??? Será que Aurora vai embora de manhã? E agora? Continuo???


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