História Colecionador de Corpos - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Adultério, Drama, Morte, Necrofilia, Romance, Violencia
Exibições 396
Palavras 1.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


olha gente postei um ontem, to postando hoje de novo por amo você kkk
A PARTIR DE HOJE VOCÊS VÃO CONHECER O VERDADEIRO JUSTIN.COMO SUA VIDA REALMENTE ERA E É.
VÃO TER ALGUMAS RESPOSTAS TAMBÉM. ENTÃO BOA LEITURA.

Capítulo 24 - 24. I'm In Trouble


Fanfic / Fanfiction Colecionador de Corpos - Capítulo 24 - 24. I'm In Trouble

 

“Com você aprendi que viver vai muito mais além do que respirar.”

 

p.o.v’s Justin Bieber

Acordo com a intervenção da claridade. Abro meus olhos lentamente acostumando-me. Viro-me para o lado e Aurora estava dormindo tranquilamente. Eu me sento respirando fundo. Sinto meu olho latejar e caminho para o banheiro. Estava roxeado e inchado. Encho minhas mãos com um punhado de água e jogo contra o rosto. Fecho meus olhos, lembrando-me imediatamente dela em minha cama. – Justin. – chamou baixinho meu nome, e me viro para olhá-la. Estava de pé próxima a porta, com um sorriso envergonhado nos lábios. Reparo discretamente em como minha blusa havia ficado, linda. Tento controlar o desejo que preenchia meu corpo toda vez que reparava nela. – Seu olho está bastante inchado. – caminha em minha direção, erguendo seu rosto e ficando nas pontas dos pés para analisar o ferimento.

Toca o inchaço com as pontas de seus dedos. Sinto uma leve fisgada próximo ao machucado e franzo o cenho. – Amanhã vai estar melhor. – comento e vejo seu sorriso desvanecer diante de mim. Morde seu lábio levemente arrastando sua mão pela minha bochecha até minha nuca, descendo pelo meu peito até minha costela; onde ainda estava dolorido. Seguro em seu pulso afastando sua mão de mim. – Aqui está pior que ontem. – eu comento soltando a sua mão.

- Me deixa ver, então. – pede levando suas mãos a barra da minha camisa e a ergue devagar com a sua atenção presa somente ali. – Consegue levantar seus braços? – assinto fazendo o que Aurora sugeriu. Tirou minha camisa analisando próximo ao dolorido. Sinto o toque de sua mão gelada, fazendo-me sentir, outra vez, o arrepio que seu toque causou em meu corpo. – Só está um pouco vermelho. Deveria tomar um banho pra relaxar o corpo. – completa e afasta-se de mim, suspirando leve. Assinto ainda calado completamente.

p.o.v’s Aurora Reing

A paixão é efêmera e se adapta facilmente as mudanças. Já o amor não suporta a perda. É o que te faz sentir saudades e uma tremenda vontade de estar ao lado da pessoa que ama. Eu não guardei rancor pelas crueldades que fez, nem mesmo consigo odiá-lo. Eu suportaria tudo de novo se eu soubesse que hoje estaria onde estou; diante dele, o olhando nos seus olhos, - recuo três passos para fora do banheiro o deixando sozinho finalmente e jogo-me na cama mais uma vez, - eu não suportaria ter que deixa-lo; porque eu simplesmente o amo. Mesmo ele não merecendo.

p.o.v’s Justin Bieber

A sensação do seu toque ficou na minha pele como uma tatuagem. Encosto a porta do banheiro voltando a minha visão no espelho. Nunca pensei que fosse lutar tanto por alguém como eu lutei por ela. Agora Aurora estava deitada em minha cama, vestindo apenas uma camisa minha, deixando amostra as suas belas pernas morenas. Sorrio tentando afastar tais pensamentos da minha cabeça. Eu só poderia estar ficando louco. Ligo a ducha.

p.o.v’s Aurora Reing

Assim que o ouço ligar a ducha caminho até a porta de vidro que levava a uma pequena varandinha em seu quarto. Sinto a brisa fresca contra meu rosto e fecho meus olhos sentindo-a me refrescar. O imagino me tocando e sinto um leve arrepio percorrer meu corpo, tomando conta de mim como uma gripe, e agora ele estava no banheiro, completamente pelado, deixando amostra suas tatuagens. Mordo o lábio tentando afastar tais pensamentos insanos. E eu só poderia estar enlouquecendo. Sorrio abrindo meus olhos novamente.

[...]

Dobrei os cobertores e estendi a colcha na cama. Caminhei pelo seu quarto observando os porta-retratos de quando Justin era criança e em todos eles vejo que estava sozinho. No canto esquerdo da cômoda um porta-joias. Atrevo-me a abri-lo. Eram tantos brincos, gargantilhas e pulseiras diferentes que poderia julgar ser de sua mãe. Ponho um colar envolta do meu pescoço, analisando-me pelo reflexo na tevê. – Gosta desse? – surpreendo-me com o som de sua voz. Assinto sorrindo serenamente. – Me permite? – o olho de relance e estava enrolado num roupão de banho, os gotejos da água escorriam pelo seu peito e os seus cabelos úmidos estavam jogados para trás. Caminha parando atrás de mim. Esbarra suas mãos nas minhas e com delicadeza segura o colar, fechando-o. Desliza as suas mãos pelos meus ombros. O olho através do nosso reflexo na tevê. Sinto a sua respiração contra minha nuca e me arrepio e foi exatamente naquele minuto em que se afastou de mim. – Fique com ele. Está lindo em você.

- Não posso aceitar. – viro-me para olhá-lo.

- Não foi um pedido, Aurora. – responde-me virando-se de costas para mim. Caminha até seu guarda-roupa a procura de uma roupa para vestir. Volto-me, outra vez, para o meu reflexo diante da tevê para finalmente reparar no detalhe da joia. Era um pássaro prata, bem pequeninho. – Ele simboliza liberdade. Assim como a tatuagem atrás da sua orelha. – e então volta a se aproximar de mim, parando alguns centímetros do meu corpo. – Impossível de esquecê-la.

O silêncio pairou a nossa volta. – Pode me levar pra casa? assentiu somente.

Afastou-se de mim caminhando de volta para o banheiro. Eu tinha sentimentos fortes por Justin, porém relutantes. Era algo diferente que revirava-me ao máximo, obrigando-me suportar completamente tudo. Desde a dor ao sentimento mais hostil; o amor. Sorrio tocando delicadamente no pingente preso ao colar. Suspiro firme restabelecendo minha autoconfiança.

[...]

Colocava as malas em seu carro, eram duas apenas. Sento-me no carona acompanhando-o numa longa viajem de volta para o Arizona. Seriam 38 horas ao seu lado, ouvindo sua voz; sentindo seu perfume, e acima de tudo apreciando sua companhia. Eu fecho a janela assim que começa a chover; estávamos no centro de Nova York. Seguimos mais uma hora num silêncio que parecia ser perpétuo.

p.o.v’s Justin Bieber

Estávamos a caminho do Arizona. Seriam 38 horas ao seu lado. Seguro firme no volante quando a chuva aperta, finalmente chegando à avenida. Não tinha muita movimentação de carro, então seguimos viajem com mais rapidez. No rádio tocava uma melodia lenta, a qual Aurora cantarolava no banco ao lado e errava a letra várias vezes apesar de gostar da canção. Sorrio com a sua performance. Aurora ri assim que percebe que estava errando a letra. – Desculpe.

- Eu estava gostando. Continua. – volto minha atenção para estrada.

Aurora continua cantando errado até que a música acabasse; fez uma reverencia logo depois. Sorriu recostando sua cabeça no banco e suspirando leve. – Pelo menos eu tentei. – comentou vitoriosa voltando sua atenção para janela. Acelero pela estrada molhada e vazia deixando-me ouvir a música seguinte e apenas ela. Graças ao trafego livre, com sorte, chegaríamos amanhã à noite.

[...]

p.o.v’s Aurora Reing

Paramos em Nashville para descansar. Voltaríamos a viajar as cinco da madruga. Nos hospedamos no Book Hutton Hotel. Justin põe nossa mala ao lado da cama e tira seu agasalho, jogando sobre a cadeira. O quarto tinha uma iluminação aconchegante e uma vista bastante impressionante. – Vou pedir serviço de quarto. Quer alguma coisa? – nego caminhando até a sacada. Ouço Justin discar para a recepção e fazer o pedido. – Uma garrafa de Vosne-Romanée, por favor. – pediu calando-se por poucos segundos. – Quarto 501. – informa e tira minha atenção da vista para olhá-lo. – Por favor. – pôs o telefone no gancho.

- Podíamos ter passado a noite num lugar mais... normal. – comento.

- Estou acostumado com luxo. Te incomoda? – nego tranquilamente. Caminha até ao meu lado, apoiando-se no parapeito, inclinando-se para olhar lá para baixo. Suspira fundo fechando seus olhos serenamente, voltando a abri-los assim que esvazia seus pulmões. – Talvez tenha sido mal acostumado, mas eu passei muito tempo perdendo minhas regalias. Não quero mais deixar passar. – comenta olhando-me de relance.

- Não te imagino perdendo tudo isso. Parece tão acostumado. – respondo-o de imediato.

Sorriu minimamente voltando sua atenção para a vista a nossa frente. Não consigo desprender meus olhos dele, nem mesmo por um segundo. Parecia tão seguro quando estava tão alto. Tudo nele me atraia completamente. Sua grosseria e egoísmo nunca mais me afastariam, mesmo que Justin não fosse certo pra mim. Prefiro seguir errada e continuar vivendo desta forma.

 

“Ele é tão alto e terrivelmente bonito. Ele é tão mau, mas ele faz isso tão bem. Eu posso ver o fim enquanto isso começa. Um dia, quando você me deixar, aposto que essas memórias seguirão você em toda parte. Então diga que vai se lembrar de mim mesmo que seja apenas em seus sonhos mais selvagens.”


Notas Finais


AAAI GENTE TO ANSIOSA PRA REVELAR ALGUNS SEGREDOS PRA VOCEEEEES
SENHOR!!! O QUE ACHARAM? O QUE SERÁ QUE REALMENTE ACONTECEU COM JUSTIN?
AAAAH TO PIRANDO AQUI KKKK CONTINUO?


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