História Colecionando a borboleta (JIKOOK) - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~SrtaDedone

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook
Visualizações 24
Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores! Como estão? Ansiosos para o comeback dos meninos? Se matando nos estudos? Sofrendo por coreanos? Se a resposta for sim para a maioria, sintam-se no mesmo buraco que eu! (kkkkkkkkkkk)

Pois é gente, eu sei que vocês devem estar cansados de ouvir eu falando que vou atualizar em uma semana e por fim, demorar mais de duas. Mil desculpas, mas está realmente complicado. De qualquer forma, não irei abandonar essa fanfic, ao menos isso eu prometo, é algo que eu realmente amo fazer então não pretendo falhar com o mesmo :')

A música do capítulo de hoje é: I'm a Prison - Little Bug
(vou deixar o link da letra traduzida nas notas finais)

Sem mais delongas, uma boa leitura!

Capítulo 9 - CAPÍTULO OITO: Consequências de uma fuga


Fanfic / Fanfiction Colecionando a borboleta (JIKOOK) - Capítulo 9 - CAPÍTULO OITO: Consequências de uma fuga

Acordei cedo e tratei logo de me arrumar. No banheiro, deixei a água fria que saía da torneira chocar minhas mãos pálidas e ainda adormecidas pelo jeito que acabei dormindo. Joguei-a levemente em meu rosto sem me importar com sua temperatura. O reflexo de meus olhos negros no espelho fez encarar a mim mesmo. Quanto tempo havia passado. Quanta coisa havia mudado em mim. Melancolia, talvez? Um psicopata de nível baixo tentando fazer alguém amá-lo à força.

— “A culpa é minha?” — sussurrei quase inaudível.

Balancei a cabeça tentando afastar aqueles pensamentos de mim mesmo. Desviei o olhar de mim mesmo no espelho. Teria que me apressar, eu iria comprar os produtos para a descoloração do cabelo de Jimmy. Uma repentina animação acometeu-me e eu sorri ligeiramente, encarando as gotas que insistiam em cair da torneira já fechada. As coisas novamente estavam nos eixos, ao menos é o que aparentou ontem. Como um choque de realidade, percebi há quanto tempo estava parado ali, com as mãos apoiadas naquela pia, sorrindo com as fábulas inventadas por mim mesmo.

Pegando um aconchegante trench-coat preto, saí daquela casa de campo para o que eu deveria fazer.

————————————————

Quando voltei a casa, troquei de roupa e fui direto para o quarto de Jimmy. Ao entrar, vi que o moreno estava vomitando horrores e parecia verdadeiramente doente. Joguei a sacola com os produtos em qualquer canto e perguntei diversas vezes o que havia acontecido, mas ele nada respondia a não ser comprimindo-se de dor. Estava imóvel como se estivesse muito mal e cheio de dores. O pânico em mim já era muito visível.

O que eu iria fazer?

— É-é-é... a-apendicite. — balbuciou, por fim.

 — Como é que sabe? — minha voz ressoou fria demais.

— Pensei que ia morrer esta noite. — o moreno acrescentou falando muito baixo, como se mal o pudesse fazer.

Eu disse a ele que podia ser qualquer outra coisa e não apendicite. Aquele bife do jantar anterior poderia ter feito tamanho estrago? Jimin não me respondeu, voltando-se para a parede e soltando exclamações de dor.

— Eu te prometo que farei tudo o que desejar desde que chame um médico ou me leve para um hospital. — colocava as mãos na boca novamente como se fosse vomitar a qualquer momento. — Por favor!

Bem, quando me recuperei do choque que sofri ao vê-lo assim, cogitei a ideia de um truque de fuga. Seria possível?

— Isso seria o fim. Você iria avisar para todos o que eu fiz! — levantei me do chão, fazendo meus joelhos estralarem.

— Prometo que não! Prometo! — exclamou em resposta, olhando para cima com os olhos marejados e vermelhos, quase me convencendo.

— Vou fazer uma xícara de chá para você. Aprendi com minha avó a fazer alguns chás curadores. — disse eu, desejando ganhar algum tempo para pensar bem no caso. Estava perdido.

Entretanto, Jimmy teve uma nova convulsão. Vi que ele vomitava no chão novamente. Lembrei-me que uma vez uma professora da época de estudante me dissera que apendicite pode matar quando não se tomam precauções imediatas. Eu precisava fazer alguma coisa.

— Há uma casa com telefone do outro lado da estrada. Vou telefonar agora para um médico.

— Leve-me para um hospital. É mais seguro para você.

— Que importância tem isso?! Qual a diferença?! — gritei como se estivesse verdadeiramente desesperado, e, de fato, eu estava. Porém, eu posso afirmar que estava muito mais desconfiado. Seria o fim! O último adeus, como naquele dia dos quadros, mas agora definitivo. Só nos tornaríamos a nos ver no tribunal. Pensei com mais calma.

Seja lá verdade ou não, eu também sei representar um teatrinho.

Precipitadamente, corri para fora do quarto como se estivesse muito aflito. Deixei a porta aberta e fiquei à espera do outro lado sentado na cadeira que existia na cozinha improvisada, com as mãos apoiadas nas coxas entreabertas. Não restavam dúvidas de que ele era um ótimo ator. Jimin não tardou a surgir à porta do porão, já completamente curado da suposta doença. Estava assustado, respirando descompassadamente enquanto suas pupilas dilatavam ao sair de seu cativeiro e entrar na cozinha mal iluminada. Os olhos trépidos do garoto de madeixas negras encontraram os meus olhos intimidadores de quem havia sido traído. Ele, que já estava há um metro fora de seu quarto, em choque, deu lentos passos para trás para dentro do quarto, sem tirar os olhos assustados de mim. Ele estava com medo de que eu o agredisse? Talvez eu estivesse com uma feição assustadora com aquele breu todo ao redor de mim, mas não era minha intenção. Foi engraçado.

Fiz de propósito, Jimmy. 

Eu sabia que as tentativas de fuga chegariam, mas, ainda sim, era muito preocupante farsas como aquela. Com certeza acabaria levando-me a um infarto fulminante. Jimin mudava tão frequentemente de disposição que eu mal podia acompanha-lo. Por vezes, me chamava de Jeon. Outras, de Jungkookie. Às vezes, era muito desagradável e incisivo. Tirava sarro de mim, imitava meus gestos e as minhas falas. Irritava-me muito quando fazia diversas perguntas as quais eu não sabia nem como começar a responder. Mas, outras vezes, de súbito e sem a menor razão, era imensamente simpático e então eu chegava a pensar que me compreendia tão bem quanto meu antigo amigo que morreu. Eu sei que era engano meu.

—————————————

Havia se passado uma semana desde sua fuga falha e não tivemos conversado desde então. Eu até tentava, mas ele simplesmente fingia que eu não estava ali. Eu não me irritei ou discuti sobre sua fuga, pois era algo óbvio que eu havia ficado puto. Eu sempre soube que iria acontecer e ele nunca se negou a fazê-lo. Porém, desta vez ele estava um pouco diferente. Cantarolou um "bom dia" para mim. Instantaneamente, aquilo resultou em um sorriso largo meu. O primeiro contato depois de uma semana, finalmente!

Decidimos, por meio de uma conversa qualquer, "revelar" nossos segredos sobre algumas obras e pinturas — os segredos eram as coisas que tínhamos de pensar para compreender, os segredos da proporção e da harmonia. Estávamos sentados sobre sua cama com um portfólio entre a gente. Falávamos distraidamente sobre algumas obras famosas.

Jimmy estava à vontade. Pelo menos, era o que ele aparentava. Folheava meu portfólio de desenhos e seus olhos se atentavam aos meus traços, suas pernas finas e brancas se cruzavam e ele se apoiava na cama com seu braço esquerdo, girando levemente seu tronco. Tínhamos uma distância apropriada uma do outro, mas, de súbito, ele moveu-se em minha direção encostando-se em mim. Ele não percebera. Comentávamos a respeito das obras enquanto folheávamos as páginas e, novamente, ele me tocou e olhou para mim.

— Você não está ouvindo o que estou dizendo.

— Estou sim! — retruquei, não desviando meu olhar e encarando ainda mais.

— Não, não está. Você está pensando em como estamos próximos. — Jimmy falava pausadamente e eu podia sentir seu hálito quente — Se acalma! — ele olhou no fundo de meus olhos e, por alguns segundos, me perdi na imensidão da escuridão de seus olhos e de seus cabelos. Ele era um buraco negro. Ele sugava toda a minha luz. Me puxava para si. Jimin tinha este dom: eu não conseguiria odiá-lo mesmo se eu tentasse com todas as minhas forças.

Eu estava prestando a atenção, sim! Mas, obviamente, imaginando o quão bom seria estar sempre ao lado do moreno das mechas que insistiam em cair sobre seus olhos. Tocá-lo, sentir sua pele... beijá-lo. Eu daria tudo para sentir seus lábios novamente.

 Jimin levantou-se. Estava vestia confortavelmente uma calça de moletom cinza e blusão preto. As cores caiam-lhe verdadeiramente bem. O pequeno endireitou-se de pé diante de mim durante alguns segundos e, depois, exclamou:

— Meu Deus! — em seguida, aproximou-se da parede e desferiu um grande murro. Coisa que fazia ocasionalmente e um hábito que temos em comum — Tenho um amigo que me beija de cada vez que me vê e isso nada significa… — ele disse entre dentes — são beijos sem significado. Beijar todo mundo beija! Esse amigo é o inverso de você que não deve ter contato com muita gente, enquanto ele faz amizade até na fila do banco!

Silêncio.

— Vocês dois são ambos doentes! — gritou e eu limitei-me a sorrir, hábito meu em todas as vezes que ele me atacava com palavras. Era uma espécie de defesa.

Eu poderia queimar por raiva? Com certeza! Sem raio de dúvidas ele estava se referindo ao seu colega, amigo, paquera ou... seja lá quem for o rapaz de cabelos esverdeados.

Min... Jung? Young? Yoongi! Min Yoongi!

 — Não ria! — ele arremessou a almofada da poltrona na minha cara.

— Que mais eu posso fazer? Você tem sempre razão.

— Mas eu não quero ter sempre razão. Fale que estou errado!

— Não… Você sabe muito bem que tem razão, Jimmy. — respondi seco.

— Oh, Jeon Jungkook! — o moreno exclamou dizendo umas duas vezes meu nome por completo. Falava como se estivesse implorando aos céus alguma coisa, ou como se sofresse muito e eu não consegui conter a risada; Park Jimin tornou-se inesperadamente sério.

— Por que você está dando risada?! Se você não fizesse essa loucura, poderia eu ter ficado com você. Mas, mesmo assim, fez e acabou com tudo. Por quê? — falou se jogando na cama como se estivesse cansado e, por um resquício momento, lamentei não ter direito de tocá-lo.

— Eu não quero ser só um amigo seu, não quero que saia beijando todo mundo como aquele rapaz esverdeadinho. — minha voz saiu como alguém bem ciumento — Poderíamos mesmo ter ficado? Isso seria o suficiente para mim? Você iria lidar com as consequências?

Dei dois passos em direção a Jimmy que me olhava deitado com as bochechas amassadas e agachei na altura de seu rosto angelical.

— Eu sou diferente, Jimin. — sussurrei de olhos fechados. Droga. Lamentei ter que começarmos outro assunto chato.

— Você não sabe de nada! — ele revirou os olhos com as bochechas ainda modeladas de forma cômica — Você mal sabia o que se passava na minha mente naquele dia que nos encontramos... Muita burrice a sua. — revelou por fim.

— Talvez… mas a merda já está feita.

— Você é muito filho da puta. Eu deveria te matar. — suspirou calmamente.

— Ah, isso é algo que eu também penso constantemente. — sorri, levantei-me e fui até à porta. — Você também é um filho da puta. Um filho da puta que eu amo.

——————————

Um dia após a nossa conversa profunda, eu estava pregando na parede um retrato que fiz de Jimmy. Aquele antigo, lembram-se? Quando eu estava para bater o martelo no prego, Jimin soltou um grito estridente que me fez deixar o quadro cair. O outro começou a gargalhar como louco.

— Que que aconteceu?! — perguntei assustado.

— Ah, sei lá. Tive vontade de gritar. — disse rindo. Ele era um garoto absolutamente impressionante e imprevisível.

— Sério que você tem 21 anos, Jimmy?

— Park Jimin, 21 anos, prazer. — falou simplista. Ri com o ato.

— O prazer é meu...

Depois falou de seus dois amigos, comentando que deviam estar muito preocupados. Provavelmente, doentes de pânico e que eu era uma pessoa muito mesquinha se não os informasse de que ele ainda estava vivo. Falei que não poderia correr esse risco, mas ele insistiu tanto dizendo para colocar luvas, ir comprar papel e envelope em uma loja qualquer, pois escreveria uma carta com a próprio punho. Sugeriu que eu fosse a uma cidade qualquer e a pusesse numa caixa de correio. Assim, ninguém poderia seguir a pista. Uma carta metida numa caixa do correio e sem quaisquer impressões digitais não poderia, de modo algum, desmascarar-me. Pois bem, acabei por fazer o que me pediu. Comprei o papel, o envelope e comecei a ditar a carta.

— Estou bem e não corro perigo. — eu disse.

— Que estilo tão clichê... — ele franziu o cenho — Mas não tem importância.

— Escreva o que eu te pedir. Só. — comentei, prosseguindo: — Não tentem me encontrar, seria impossível.

— Nada é impossível. — Jimmy rebateu impertinente como sempre.

— Estou sendo bem cuidado por um amigo. — conclui, acrescentando: — Assine seu nome e nada mais.

— Não poderia escrever: "O Sr. Jeon Jungkook envia os seus melhores cumprimentos"? — disse em tom sarcástico; não me conti em revirar os olhos.

— Muito engraçado. — retorqui.

Jimin sobrescritou o envelope e eu o abri para colocar a folha de papel dentro. Porém, felizmente, olhei para o interior e descobri um pedaço de papel do tamanho de uma pequena pinça. Não sei como ele  conseguiu driblar meus olhares atentos, mas já devia ter escrito antes e colocou no envelope quando foi endereçá-lo. Suspirei em desapontamento, desdobrando o papel e olhando para ele. Jimin continuava sério e seus olhos me encaravam sem sequer piscar. Ele escrevera tudo em letras miúdas com um lápis bem afiado, mas as letras liam-se perfeitamente. Li as pequeninas palavras em voz alta.

“Tae e Yoon: raptado por louco Jeon J. da famosa família Jeon. Preso no porão de casa antiga. Provavelmente afastada da cidade. Sã e salvo, por enquanto. Assustado. P. J.”

Realmente! Que audácia e perspicácia a dele!

Por fim, perguntei se estava mesmo assustado. Jimin não respondeu, limitando-se a assentir com a cabeça.

— Mas eu te fiz algum mal?

— Nenhum. É por isso que estou assustado.

— Não entendo. — ele abaixou seu olhar.

— Estou esperando que você faça alguma coisa.

— Eu não vou te tocar sem permissão. Não sou como você deve imaginar.

— Desculpa. — falou seco.

— Eu confiei em você. Pensei que tivesse compreendido que estava disposto a ser amigável, a fazer algo para tranquilizar seus amigos. — dei as costas. — Pois bem, não gosto que me enganem.

— Você me enganou no dia em que me sequestrou. Usou a farsa de um cachorro atropelado! Não tem direito algum de falar algo ao meu respeito. 

Houve um longo silêncio. Eu sabia que Jimin me encarava esperando minha resposta, mas eu não queria olhar para ele. Depois, subitamente, levantou e aproximou-se de mim. Colocou as mãos sobre meus ombros e obrigou-me a olhar para ele bem nos olhos. Não sei explicar o sentimento, mas sempre que era sincero ele podia fazer o que bem quisesse de mim. Podia dominar-me por completo até a alma.

— Você está sendo uma criança. Esqueceu-se de que me conserva aqui à força. Confesso que é uma força bastante gentil, contudo, é assustador.

— Você está sempre tentando fugir mesmo sabendo o final de tudo.

— Eu não lhe dei a minha palavra de que não tentaria fugir, não é?

— Você vive apenas para o dia em que não terá que voltar a me ver. — falei em forma de lamento. Era algo óbvio.

— Só quero sair desta casa para sempre. Não disse que não queria o ver mais. Por acaso, eu disse?

— Você me chamou de louco. — murmurrei, um pouco embaraçado e continuei:— Acha que um verdadeiro maluco trataria como eu te trato? Eu vou dizer o que um louco teria feito... Já o teria assassinado há muito tempo! Suponho que você tenha medo que eu apareça com uma faca e te ataque qualquer dia destes. Isso seria ridículo! E você também é ridículo ao pensar isso... — eu falava sem parar— Está bem... O fato de eu te conservar aqui talvez não seja muito normal. É possível que eu não seja normal. Porém, garanto que sou do bem.

Jimin me olhava como se fossemos desconhecidos. Foi pego de surpresa. Eu nunca havia falado tanto de uma vez como agora.

— Não me olhe assim. — o moreno pediu. — Tenho receio de alguma coisa que exista dentro de você sem que ao menos saiba.

— Que coisa? — perguntei ainda nervoso pela sua carta de socorro.

— Não sei. Algo que exista à espreita e que está prestes a explodir. De certo modo, estamos ambos do mesmo lado contra essa coisa.

— Isso não passa de conversa.

— Todos nós queremos coisas que não podemos ter. Para que nos consideremos seres humanos decentes, precisamos aceitar isso.

— Temos que procurar obter tudo o que queremos. E, quando a nossa vida for um fracasso, temos que aproveitar sempre em que há uma oportunidade. — expliquei, deixando o moreno quieto com os olhos marejados. — Claro. Você não entenderia isso, Jimmy.

Jimin riu aspirado debochadamente como se fosse o mais velho, sábio e ponderado.

— Você precisa ser tratado por um psiquiatra.

— O único tratamento do qual preciso é do seu, sendo gentil comigo. — sorri minimamente, passando meu polegar em seu queixo magro e pálido. Olhei dentro de seus olhos, gravei cada milímetro de seu rosto. Sua boca. Seus olhos que diziam muito mais do que pareciam mostrar.

É, Jimin, isto será mais louco que o planejado. Tenha paciência


Notas Finais


→ Link da tradução da música de hoje:
https://youtu.be/mU1OxS-jt5E

Olá gente, novamente! ❤
O que acharam do capítulo de hoje?! Soltem suas opniões meus amores, eu agradeceria :')

Seria muito ego elevado dizer que eu amei esse capítulo, sério, acho que sou stan da minha própria fic kkkkkkkkk

Espero que não desistam da minha fic, atualizarei assim que possível, mas ficarei uns tempos sem internet, então não sei como será daqui pra frente... me desejem sorte :')

———————————————————

Te amo vocês, novamente, me desculpem pela demora!

→ REVISÃO COM A MINHA IRMÃ GIOVANNA, TE ASMO IRMÃ! ❤

→ ATUALIZAÇÃO SEMPRE QUE POSSÍVEL, ATÉ MEUS AMORES! ❤


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