História Colega de quarto. - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 6
Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Cá estou eu, com mais um capítulo. Desculpa a demora pra postar. Tava meio sem idéias...
:/

Esse vai ser um capítulo um pouco triste
Pois é.
Acho q é bem de boas.
Eu tô meio doida hoje.
Dsclp.

AAAH, se lembram quando eu disse q em um determinado tempo eu iria parar de postar os capítulos por conta das provas?

Pois é meu povo lindo, talvez eu volte dia 7, ou 8.
Pq a minha escola é muito atrasada.

Até a Tia Sara ( Sara Selis ) tá de férias.
E EU NÃO.

Agora vou parar, isso tá muito longo, vamos pro cap.

Capítulo 3 - As aparências enganam.


__________ PV

Seul, dormitório. 01:25 18/06/17

Eu estava entediada, conversando com uma amiga, até pedir licença para atender meu telefone. Que por sinal, estava tocando.

- Alô, quem é?

- Sou ________ .

- Appa? O quê foi? Aconteceu alguma coisa?

- S-Sua m-mãe... e-ela... - Dizia ele com a voz trêmula. Acho que já sei o quê foi.

- N-Não me diga que... - Meus olhos só estavam esperando o momento certo, pra deixar as minhas lágrimas caírem.

- S-Sim. Ela m-morreu. Ela sofreu um acidente de carro com a sua tia, e ela não aguentou muito tempo... não vai ter um enterro, ela assinou um documento que anunciava que depois da sua morte, queria que seu corpo fosse cremado...

- ... - Eu não respondi, eu logo me desmanchei em lágrimas, não sei como isso pôde acontecer. Logo me subiu uma grande dor de cabeça, e o babaca tinha saído do quarto. Eu estava chorando um pouco alto, acho que o Appa podia me ouvir da outra linha.

- Vão cremar o corpo da sua mãe amanhã... - Dizia ele, ainda com a voz trêmula, mais com o duplo. Eu pôde ouvir lágrimas vindas dos meus irmãos na outra linha.

- Eu vou ligar para você amanhã querida, depois que estivermos recompostos. Ok? Vai ficar tudo bem. - Disse ele desligando o celular, com uma voz de preocupação.

Eu desliguei o telefone e ignorei as mensagens da minha amiga, eu não conseguia parar de chorar.

- Não está tudo bem sem a mamãe... - Sussurrei comigo mesma, eu tentei dormir, pra no dia seguinte, estar recomposta, como o Appa disse. E aquele cabeça de castanha ainda não tinha chegado no dormitório. Não duvido que ele tenha ido à uma balada, ou alguma festa universitária que andaram fazendo.

~ Dia seguinte, dormitório. 06:10 ~

Eu acordei e fui me arrumar, depois quando estava toda arrumada, coloquei uma máscara no meu rosto, e coloquei um casaco, e logo desci. Sentei em um banco qualquer, e quem eu menos esperava tinha sentado ao meu lado. Ele já estava arrumado, parece que alguém acordou mais cedo hoje, ah, esqueci, ele provavelmente não dormiu. Ele pode ter ido pra uma balada ou uma festa e ter chegado 5h da manhã.

- Por quê você está usando um máscara no rosto?

- Por quê você demorou tanto quando disse que iria "jantar"? - Disse com a voz um pouco trêmula, droga.

- Responda a minha pergunta primeiro. Hey, por quê você está assim?

- Não foi nada, acho que foi a gripe que eu peguei. - Menti.

- Nunca vi uma voz ficar tão trêmula por conta de uma gripe.

- Me deixa em paz, disse isso, segurei bem a alça da minha bolsa no meu ombro, e saí correndo, como se não houvesse amanhã. Só que ele acabou me alcançando, ele segurou o meu ombro com um pouco de força, e me parou.

- O quê tá acontecendo?

- Nada... - Disse com uma voz trêmula de novo, não acredito que eu iria chorar de novo. Eu estava pronta para correr, até ele segurar o meu pulso.

- Vem comigo. - Disse ele ainda segurando o meu pulso, só um pouco mais fraco. Eu não sabia pra onde ele estava me levando.

Nós entramos em um lugar lindo, cheio de flores e árvores, com alguns bancos brancos com detalhes de flores cor de rosa, era realmente lindo.

- Eu quero que você me conte, tudo o quê tá acontecendo. Tudo. - Disse ele sério. Eu não queria contar pra ele. Mais eu tinha escolha? Eu precisava de alguém pra desabafar.

Eu contei tudo pra ele, ele depois fez uma expressão de tristeza, e me deu um abraço forte.

- Eu sinto muito...

- ... sério, obrigada, por... estar me consolando. Eu nunca me senti tão mal na minha vida quanto agora.

- Não precisa agradecer...

~ Quebra de tempo, sala de aula, 10:35 . ~

Eu estava assistindo a aula, com os braços deitados por cima da cabeça, entediada. Ouvindo o professor explicar um assunto qualquer. 

- Eii, você  está bem? - O mesmo que estava ao meu lado também com os braços deitado sobre a cabeça, me olhava, com uma expressão de preocupação, em um sussurro. 

- Estou, obrigada. - Sussurrei de volta, e me virei pra frente, prestando atenção no quê o professor estava explicando.

Suspirei, e ao ouvir o sinal bater, logo guardei as minhas coisas e saí correndo pra fora da sala, com pressa. Até ouvir uma voz familiar falar :
 

- Eii, onde você vai?

Eu ignorei a pergunta e saí correndo pro banheiro, me tranquei em um lugar, e fiquei sentada em cima da tampa do vaso, chorando. Até ouvir a porta se abrir, eu evitei fazer qualquer som ou barulho naquele momento.

- ________ eu sei que você está aí. Apareça. - Disse o _________ passando por todas as cabines que tinham lá, seus passos faziam um barulho alto, dando algum tipo de som naquele lugar silencioso.

Ele parece ter percebido onde eu estava e logo falou :

- Abra essa porta. Agora. - Dizia ele com uma voz séria.

Eu evitei fazer algum som, deixei uma lágrima solitária cair, mas eu não abri a porta. Fiquei com a esperança de ele se cansar e ir embora. Mais isso não aconteceu.

- Eu sei que você está aí. Abre a porta. Por favor. - Dizia ele, agora com uma voz de preocupação.

Eu abri a porta e peguei a minha bolsa, e olhei fixamente pra ele.

- Vem aqui, quantas vezes vou ter que te pedir pra não ficar sozinha enquanto estiver assim? - Disse ele me puxando e me abraçando.

- Essa é a quarta vez que você faz isso, na quinta, vou ser obrigado a ficar vigiando você.

Eu fiquei em silêncio, devolvi o abraço, e ali mesmo, comecei à me desmanchar em lágrimas. Nunca soube que ele poderia ser assim. É, realmente, agora eu acredito quando dizem : "As aparências enganam".


Notas Finais


Tá... desculpa se ficou pequeno. É que ainda não surgiu treta.

E VOCÊS TEM QUE SABER, que quando não tem treta pra assistir, eu fico beeem sem criatividade, sabe?
( Calma, eu n tô falando que só surge alguma ideia quando tem tretinha pra assistir. Ah deixa, acho que vcs entenderam ) Até o próximo cap, QUE VAI DEMORAR um século, eu acho. -qq

Bjokas da Titia Tsu
E como diz a Tia Sarah :
Por favor não cortem a cabeça de ninguém.


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