História Colegas de Profissão - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Morrilla, Ouat, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Exibições 289
Palavras 2.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha, amo muito vocês, viu? Eu demorei dessa vez? Sim! Mas tenho belas desculpas chamadas: seminários e provas. Fim de semestre eu fico bem louca, hoje mesmo tive duas provas e um seminário. Porém tinha que terminar esse capítulo porque na semana que vem será quase impossível pegar em algum caderno para escrever.

Obrigada por cada comentário lindo <3 E aos favoritos também.

Música desse capítulo é Keep Holding On – Avril Lavigne. (Acho que não preciso dizer o quanto amo a Avril <3)

Eu não fiz revisão completa desse capítulo, então perdoa os erros da Tia Miriã e não me deixem.

Até as notas finais.

Capítulo 11 - Keep Holding On.


• Emma

Era madrugada quando acordei, a luz que tinha na sala causou incômodo nos meus olhos. Regina ressoava tranquila em meus braços, uma imagem para deixar registrada no meu subconsciente para sempre – como desejei minha câmera agora. Lentamente movi meu corpo saindo do abraço da morena, deixando o confortável no sofá. Mills quase acordou, parei meus movimentos, fechei meus olhos por alguns instantes quando os abri, ela dormir normalmente. Estava frio em Nova York, então fui audaciosa o suficiente para entrar no quarto de Regina e pegar umas cobertas; o local estava muito arrumado, era exatamente do tamanho do meu, mas o dela tinha tons mais escuros. Móveis marrons, apenas as paredes e as roupas de cama eram brancas. Fui até seu armário assim que abrir o cheiro dela se fez presente na atmosfera, meus cílios se encontraram para intensificar aquele momento.

Peguei o que precisava, voltei para sala. Regina estava sentada e olhou-me com surpresa, logo essa expressão suavizou.

– Pensei que tinha ido embora. – ela falou com a voz baixinha carregada de sono.

– Foi apenas pegar algo para te cobrir. – ri fraco. –  Hoje está muito frio. – caminhei até ela entregando os lençóis, depois recuo alguns passos. – Desculpa por mexer em suas coisas.

– Não tem problema. – sorrindo ela disse abrindo uma das cobertas, colocado sobre si; subiu as suas pernas para o assento do sofá e enrolou os que toda. – Você vai embora agora?

– Se você estiver melhor, sim, eu vou. – ela mudou sua feição, pareceu desapontada.

– Estou melhor sim, mas quero que fique. – seu olhar estava preso ao meu, tão intensamente.

– Tudo bem, eu fico.

Não tinha o porquê recusar esse convite, Regina estava claramente sensível por tudo que havia passado, talvez deixar ela sozinha não fosse uma boa ideia. Não queria que ela chorasse de novo, tudo que desejava era que o tempo passasse e ela ficasse melhor.

– Deita comigo. – Regina disse isso, e seu pedido repetindo fez com que eu ficasse. surpresa.

– Levanta, então. Aí você deita sobre mim. – ela levantou suas sobrancelhas tão surpresa como eu estava a segundos atrás. – Qual é, Regina? Dormimos assim por a noite quase toda, você vai ficar mais confortável e eu também.

Mesmo relutante ela levantou, arrumei as almofadas para ficar mais confortável, deitei ficando com meu tronco bem apoiado. Regina sentou, passei minha perna por cima dela e a prendi dentro das mesmas, puxei-a para cima deixando sua cabeça repousar sobre meu peito. Afundei meu nariz no topo de sua cabeça, ela tinha um cheiro única, nem as mais belas essências francesas possuía essa fragrância tão marcante.

Uma das minhas mãos a segurava pela cintura, enquanto a outra trilhava o caminho dos seus quadris para o ombro.

– Não está desconfortável para você? – perguntou com um tom de preocupação.

– Estou bem. – respondi baixinho.

– Podemos ir para cama, tem mais espaço. – ainda soava preocupada.

– Aqui está perfeito, não vou dormir com você na sua cama. – falei aconchegado mais meu corpo no sofá.

– Não seria a primeira vez que dormiria comigo. – falou divertida.

– No dia que uma certa senhora bêbada dormiu em minha casa, eu fiquei na sala. – ela levantou um pouco sua cabeça até fitar meus olhos. – Não dormi com você, Mills.

– Ah, que triste. – tinha humor em sua feição.

– Regina, vai dormir. – parei com as carícias, apertei-a contra meu corpo. – Faltam apenas algumas horas para o amanhecer.

Alguns minutos depois acabamos adormecendo.

[...]

Aos poucos acordava, a luminosidade que adentrava pelas frestas das cortinas banhava a sala, enquando meu corpo despertava, observei Regina dormindo serenamente em meus braços, encaixe perfeito. Não tinha coragem para acorda-la, quase que involuntariamente passei meus dedos por dentro dos seus fios negros, tão macios. Sua respiração baixinha misturava-se sonoramente com as buzinas da rua que anuncia o início do dia lá fora.

Meu celular começou a tocar, Regina acordou com o toque alto.

– É meu despertador. – disse fitando seus olhos semicerrados pelo recente acordar; meus dedos saíram dos seus cabelos escondendo por sua face, contornando sua mandíbula. – Desculpa. – disse esticando meu braço até pegar o aparelho e desliga-lo.

Regina voltou a fechar os olhos agarrando-se mais ao meu corpo, e em meus lábios tinha um sorriso desenhado diante tanta preguiça matinal. Tentei mexer em seu corpo com o intuito de fazê-la acordar por completo, ela resmungou alguma coisa que não compreendi, algo entre "quero sair não" "quero um colchão". Não entendi, e, sinceramente, não iria perguntar.

– Que horas são? – ela perguntou, e talvez fosse isso que ela balbuciou antes.

– 7:30am.

– Nossa, é tarde – pulou do meu colo e caiu sentada. – Preciso ligar para o Henry. – um pouco desorientada ela passava as mãos arrumando os cabelos.

– E eu preciso trabalhar. – suspirei frustada  pois minha vontade era ficar ali, levantei do sofá buscando as minhas chaves na mesinha de centro. Regina não precisava, porém continuei explicando. – Tenho umas fotografias para entregar até as nove, em no máximo duas horas estou de volta.

– Não queria que fosse. – disse manhosa, presumir que por ainda está fragilizada por tudo que aconteceu.

– Eu preciso, hoje tenho outra viagem, preciso deixar tudo em dia. – fui até ela, e depositei um beijo no alto de sua cabeça. – Daqui a pouco em volto para casa, posso vim aqui?

Ela apenas assentiu com a cabeça que tudo bem, iria ligar para Zelena assim que chegasse em casa, não era bom Regina ficar sozinha nesse momento. Saí de seu apartamento, em três passos estava no meu, ouvir um barulho que vinha do mesmo e rolei os olhos.

Ruby Lucas.

Entrei em casa e a vi fazendo alguma coisa para comer, minha cozinha estava de cabeça para baixo.

– Pensei que a senhorita tinha saído sem mim. – falou com a boca quase cheia.

– Estava na casa da Regina. – confessei em sussurro.

Minha amiga lançou-me um olhar pensativo, depois ficou desconfiado. Ruby tinha o dom de tirar verdades de mim por mais que desejasse esconder. Respirei fundo sabendo que ela iria metralhar meu corpo com perguntas assim que ligasse os pontos, e notasse que dormi na minha vizinha.

– O que foi fazer lá tão cedo, pedir uma xícara de açúcar? – ela olhou para minhas mãos.

Ruby tinha os olhos semicerrados, colocou a mão no queixo pensativa, andou até meu encontro passando por mim analisando meu corpo de cima a baixo. Uma situação nada confortável. Ela chegou por trás com sua boca até meu ouvido.

– A Srta. Swan dormiu na casa da Sra. Mills, não foi? – riu baixinho. – O que eu faço com você loira? – perguntou estalando a língua em negação.

Por mais que nada tivesse acontecido, Ruby fez isso soar tão sujo. Girei meu corpo para ela, e fitei suas orbes lançando um olhar desacreditado.

– Você só pensa em pornô, Ruby.

– Apenas não entendo o que acontece entre vocês, Emma você não é mulher de ficar com romance, sempre foi tão decidida. – colocou as mãos sobre meus ombros. – Agora o que vejo é minha amiga toda boba por uma mulher casada. – soltou tudo isso com toda sinceridade.

– Separada, Regina está separada. – falei no meu tom mais baixo, quase inaudível.

– Bem, isso explica muita coisa. 

– Vou lhe contar tudo, mas não agora. – procurei o relógio. – Está ficando tarde, precisamos trabalhar, pois suas farras não vão se pagar sozinha.

Ruby assentiu com a cabeça que tudo bem, porém seu rosto era tomado por uma expressão que denunciava que essa conversa não acabou. Fui ao meu quarto tomar um banho rápido, enquanto ela voltou para cozinha fazer nosso café.

Depois de meia hora estávamos prontas para ir ao encontro com Elsa – minha chefe. Ao sair do meu apartamento vejo Zelena na porta de Regina, suspirei aliviada pois ela não ficaria sozinha, e com certeza a irmã iria conforta-la. Eu e Ruby falamos bom dia quase juntas o que fez a mais ruiva sorrir, Zelena tinha um ar cansado, como quem estivesse doente, não tínhamos tempo ou intimidade para perguntar qualquer coisa a mais, antes mesmo de Regina atende-la, seguimos para o elevador.

[...]

O que era para ser uma reunião de duas horas, estendeu-se para quase quarto, Elsa resolveu mudar o local da nossa viagem mesmo no dia. Iríamos para São Francisco, porém ela mudou a programação e hoje estaríamos embarcando para Seattle, essa é uma cidade onde o clima era complexo e tenho certeza que passaria muito mais que apenas três dias, mas contrato era contrato, e, como já falei, Elsa é a chefe. Saímos da empresa.

Devido a reunião ter demorado mais que o previsto, Elsa nos convidou para almoçar. Nós três fomos juntas.

– Estou com muita fome. – Ruby reclamava entrando no restaurante.

– E quando você não está, meu amor? – brinquei.

– Então a Srta. Lucas possui grande fome? – Elsa soltou isso com as sobrancelhas no céu e saiu em busca de uma mesa para nós.

– Hm... Tem alguém afim da minha lobinha. – falei tirando um sarro de Ruby, e por poucas vezes em minha vida, pude completara ela completamente corada.

– Cala a boca, Emma. – virou os olhos seguindo a outra loira.

Em clima de romance comemos, Elsa não desfaça seus olhares predadores, inicialmente Ruby desviava, buscava qualquer outro assunto, contudo depois ela recebia e lançava os mesmos flertes. Eu tentei mudar o foco da conversa tentando manter o mesmo cronograma que foi acordado antes, contudo Elsa disse que essa mudanças poderia acontecer, e que poderia aumentar apenas mais uns dois dias. Cinco dias ou mais longe de casa, pensava isso. Todavia era longe de Regina que meu subconsciente reclamava de ficar.

Elsa e Ruby engataram em um papo de quais as melhores boates da cidade, aquela seria a minha deixa para ir embora. Lucas até quis ir comigo, mas inventei uma desculpa qualquer para ela ficar. Se eu estava jogando minha amiga para minha chefe? Estava mesmo!

Pouco tempo depois cheguei ao meu prédio. Como falei que não iria demorar e acabei demorando fui logo no apartamento de Regina.

Ela abriu a porta com uma feição séria, porém suavizou ao me ver. Quase dei uns pulinhos de alegria.

– Oi, entra. – Regina disse docemente. – Lembra da minha irmã Zelena?

– Oh, claro. – aproximei da ruiva. – Nos vimos hoje cedo e lembro de ter ligado para você na noite que bem... – parei minha explicação ao observar o olhar reprovado da morena. – ... na outra noite.

Nos acomodamos no sofá, Zelena estava em um de assento único, eu e Regina sentamos no outro que ficava à frente. Ficamos relativamente próximas e a Sra. Booth nos analisava com uma certa malícia nos olhos.

– Sim, Srta. Swan. – ela disse e sorria com olhos penetrantes olhos azuis.

– Me chame de Emma, por favor.

– Soube que você, Emma. – enfatizou meu nome. – É a nova salvadora da Regina, verdade?

– Apenas fiz o que qualquer pessoa sensata faria. – expliquei-me alternando meus olhos entre ela e Regina que tinha um leve sorriso nos lábios.

– Não é todo mundo que entra numa briga. – Zelena falou levando seu copo até a boca, dando um longo gole em alguma coisa.

– Faria tudo novamente por Regina. – a ruiva arqueia uma sobrancelha e tomo nota do que acabara de falar. – Digo, por qualquer pessoa que precisasse.

Regina coça sua garganta levemente incomodada pelo teor da conversa. Repouso minha mão em sua perna, ato que ela para indicar um pedido de desculpas, mas pela forma que ela percorreu lentamente seu olhar da minha mão até meus olhos, percebi que tinha feito merda – grande novidade, Swan.

– Desculpa. – falei em sussurro.

Ela apenas bateu, delicadamente, e repedida vezes na minha mão, indicando que não tinha problema minha atitude anterior.

– Emma você sabia que Regina não quer reportar a polícia a invasão de Robin?

– O quê? – minha voz saiu mais alta do que gostaria.

As irmãs me olharam surpresas.

– Desculpa, não tenho porque me intrometer nesse assunto, é uma coisa sua Regina. – fitava seus olhos sem expressão. – Porém seria o correto a se fazer.

– Eu penso no Henry.

– E isso é por ele também, minha irmã. – Zelena levantou-se, rodeou a mesinha de centro, sentou em cima da mesma e pegou nas mãos de Regina. – Henry não é mais um bebê, precisava saber o que seu pai fez, obvio que não é preciso saber os detalhes de tudo. Mas ele tem o direito de saber que é verdadeiramente Robin.

– Como vou dizer ao meu filho que o pai dele tentou me agredir?

Estava um pouco deslocada nessa conversa, era tão íntima, tão familiar. Elas seguem conversando.

– E como vai esconder? – Zelena tinha razão em todas suas falas.

– Vocês duas não entende. – agora ela me trouxe para a conversa. – Robin é um herói para meu filho. – suspirou fundo. – Não posso tirar essa ilusão do Henry.

– Você disse tudo, é uma ilusão. – coloquei minha mão por cima das mãos delas que estavam entrelaçadas. – O que não pode acontecer é você ficar a merce desse cara, ele não vai deixar de ser pai, ele apenas não vai ser mais seu marido, e não pode vim na sua casa ameaçar você, Regina. Por Deus! Não quero nem imaginar isso acontecendo de novo. – Regina tinha uma fina camada de lágrimas nos olhos, levei meu corpo para mais próximo delas. – Estamos aqui com você, tenho certeza que todos seus amigos ficaram do seu lado também. – apertei as mãos mais fortes e soltei, deixando apenas o contato delas.

– Sim, estamos todos com você, até o August que não se envolve nos assuntos da nossa família ficou perplexo quando contei o que Robin fez. – Regina riu, mas não entendi porque. – Só pensa no assunto, meu amor. Sei que existe meu sobrinho no meio dessa confusão, mas pense em você. – Zelena tinha o olhar mais doce do mundo. – Será o maior exemplo que Henry poderá ter.

– Ok, eu vou pensar no assunto. – falou quase conhecida, no fundo tinha um certo medo em sua voz.

Zelena avisou que ia ao banheiro, nos deixando sozinha.

– Como foi o trabalho, Emma? – ainda tinha algumas coisas para falar, mas Regina tinha informações e acontecimentos demais na cabeça.

– Um pouco estressante, pois ao invés de ir para São Francisco vou para Seattle. – coloquei em meu rosto a expressão de quem tinha odiado essa mudança.

– Sério? – pelo que pareceu ela não gostou de saber da minha viagem para tão longe. – E quando você vai?

– Hoje à noite.

– Ah. – foi tudo que ela respondeu.

Keep Holding On – Avril Lavigne.

You're not alone

Together we stand

I'll be by your side

You know I'll take your hand

When it gets cold

And it feels like the end

There's no place to go you know

I won't give in

No, I won't give in.

Não trocamos mais nenhuma palavras, mas isso não quer dizer que não existia conversa. Ah, os olhares, eles eram os mais intensos, mais significativos, mais reveladores. Não posso falar o que Regina sentia, mas eu, definitivamente, estava completamente apaixonada por aquela à minha frente.

Keep holding on

'Cause you know we make it through

We make it through

Just stay strong 

'Cause you know I'm here for you

There's nothing you can say

Nothing you can do

There's no other way when it comes to the truth 

So keep holding on

'Cause you know we'll make it through, we'll make it through

Ficamos tão presas nesse nosso transe, que não damos conta que Zelena estava parada no balcão da cozinha nos observando com o canto dos olhos. Nossa bolha toda rosinha estourou, perdeu-se no ar. Gentilmente falei com Zelena e expliquei que tinha que ir, ela entendeu, desejou-me uma boa viagem. Regina foi comigo até a porta abrindo-a.

– Espero que volte logo. – disse em um sorriso fraco. – Posso te dar um abraço?

– Por Deus, Regina. – ri alto. – Você dormiu por cima de mim, um abraço não é nada.

Ela ficou ruborizada.

A tomei em meus braços, apertando-a bem forte. Na minha boca já saboreava a falta que aquela morena ia fazer, pouquíssimo tempo que passamos juntas fora suficiente para torna-se especial, de certa forma, única.


Notas Finais


Emma viaja demais, essa mulher não segura esse cool em casa, mas é aquele ditado.

Esse foi um capítulo bem leve, será porque vem muito drama no próximo? I think so...

Podem me chamar no twitter, vamos trocar figurinhas. @reginswan

Deixe seus comentários e até a próxima!

Se sentir a minha falta é só entrar no meu perfil e ler minhas outras fics <3

Playlist: https://open.spotify.com/user/miriansoars/playlist/7d0lHxpYHJbpFOHTnUtQ83


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