História Colégio Interno (SeBaek) - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun
Tags 3some, Baekhan, Baekhyun, Baekhyun!bottom, Bts, Chanhan, Chanyeol, Exo, Jongsoo, Jungkook, Kai, Kaisoo, Luhan, Luhyeol, Menção A Threesome, Sebaek, Sehun, Sehun!top
Exibições 223
Palavras 2.077
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É lemon. 🌚

Capítulo 21 - Bônus: Sem Controle


Fanfic / Fanfiction Colégio Interno (SeBaek) - Capítulo 21 - Bônus: Sem Controle

Jongin e Kyungsoo eram o único casal do "grupo" que não tinha filhos, já que Chanyeol e Luhan tinham Minseok, Sehun e Baekhyun tinham Jongdae, Minzy e Namjoon tinham Chaeyoung e Junmyeon, Yixing, Gayoon e Jeongguk tinham Yifan. Sendo o único casal sem filhos, os dois tinham bastante tempo para si mesmos, além de poderem trabalhar mais.

Ambos se achavam jovens ainda para adotarem uma criança, mas já planejavam fazê-lo, já que um processo de adoção demorava de meses á anos. Tanto Kyung quanto Jongin eram responsáveis o suficiente para terem um filho, mas ainda assim, achavam que não era hora e que deveriam ter uma condição financeira mais fortificada antes de aumentarem as rendas da casa com uma criança. 

Não que os outros tenham se precipitado ao terem filhos, pelo contrário, o casal KaiSoo, principalmente Jongin, achava que era muito importante um filho para complementar uma família. Não que uma família tenha que ser necessariamente os pais e um filho, mas ainda assim, era algo importante na visão do moreno. E claro, era algo que ele queria muito, ainda mais com Kyungsoo.

Como já havia dito, o casal tinha bastante tempo para trabalhar e para focar em si mesmos. Sendo assim, os dois mantinham um ritmo frenético de sexo. Oh, sim. O casal insaciável: Kim Jongin e Kim Do Kyungsoo. O maior jamais se cansava do corpo pequeno do outro, que também não se sentia satisfeito apenas com um round ou apenas o sexo comum, por assim dizer.

Jongin, apesar da notável timidez, era um homem bastante diferente de sua real personalidade quando estava a sós com o marido. Gostava de inovar para dar mais prazer ao seu pequeno, e assim sentia ainda mais prazer. Ficava em puro êxtase observando a face Kyungsoo se revirar de prazer, os olhos grandes girarem nas órbitas e os lábios carnudos ressecarem aos poucos.

O Do, por sua vez, por mais que parecesse durão e impassível, tornava-se totalmente submisso ao Kim nos seus momentos mais íntimos, além de ser um completo sadomasoquista, louco pela própria dor. Para ele, a dor e o prazer andavam muito próximos, como amor e ódio. E de fato era verdade. Jongin, que sequer havia experimentado sadismo antes de conhecer o pequeno, havia pegado gosto pela prática.

Aprender a conciliar dor e prazer não foi uma tarefa difícil para os dois. Kyungsoo já era quase experiente na área, mas Jongin não, porém foi fácil ao maior se adaptar á relação de Submisso/Dominador. Era fácil quando se tinha Do ensinando-o, mostrando o quão excitante e intenso poderia ser a privação de um orgasmo, por exemplo. Mesmo que no final, o sadismo dos dois sempre ficasse como preliminar.

Numa noite, Kyungsoo fez uma surpresa ao marido. Sabia que o maior iria chegar mais tarde do trabalho, então tratou de arrumar bem o quarto e deixar as cordas, chicotes, contas anais e todos os outros brinquedinhos perfeitamente arrumados no tapete ao lado da cama queen size. Despiu-se, guardou suas roupas, tomou um banho relaxante, se secou e deitou-se na cama sem roupa alguma, apenas esperando o marido chegar.

Todas as luzes da casa estavam apagadas, tudo estava no mais completo silêncio. Era parte do plano do menor, para que Jongin acreditasse que Kyungsoo já havia ido dormir. O menor começou inconscientemente a imaginar o marido sobre si, ondulando os quadris enquanto o fodia, num ritmo não tão rápido e nem tão lento. Era o ritmo certo para fazer Kyungsoo enlouquecer.

Vendo que o pensamento havia o excitado, acabou por levar a destra sobre o seu membro, deslizou o polegar pela glande e soltou um ofego baixo ao sentir o pré-gozo lhe lambuzar a ponta do dedo. Agarrou o próprio membro mais fortemente e começou a mover-se de verdade, já soltando gemidos baixos e fechando os olhos, como que para visualizar Jongin sobre si. 

Ficou um bom tempo com os olhos fechados, imaginando o marido se movimentando sobre ele e dizendo ao menor para que não gozasse. Dessa forma, Kyungsoo mordeu o lábio inferior com força, tentando de toda a forma não gemer e não deixar o orgasmo vir, mesmo que ainda estivesse longe de gozar. Ao abrir os olhos, assustou-se com a imagem de Jongin, que não havia desaparecido quando o menor levantou as pálpebras.

"Que abusado, Soo." Jongin sussurrou em tom provocador, o corpo moreno ainda vestido e inclinado sobre o corpo pequeno de Kyungsoo, os narizes quase encostados. "Se tocando sem sequer me esperar para brincar com você. Estou decepcionado." Falou e ficou então de joelhos, entre as pernas do menor e desabotoou os botões dos punhos de seu blazer, lentamente, jogando a peça para algum canto aleatório do quarto.

"E-Eu ia esperar sim, N-Nini." Sussurrou Kyungsoo, sem forças para dizer algo a mais e sem deixar o membro teso, continuando a mover a mão direita sobre o mesmo e sentindo o pré-gozo molhar sua mão. Observou Jongin afrouxar a gravata azul marinho e jogá-la na direção oposta da que havia jogado o blazer, desabotoando em seguida os botões dos punhos da camisa branca. "M-Mas agora você está aqui, p-pode brincar comigo, não é?" 

Jongin abriu um sorriso de canto e começou lentamente a desabotoar a camisa, sem tirar por um segundo sequer os olhos de cima de Kyungsoo. "É claro, bebê. Eu irei brincar com você. Mas esqueça os chicotes, punições e qualquer tipo de brinquedos, não precisaremos deles hoje." O moreno diz e finalmente, desabotoa a camisa por completo, retirando-a e revelando o corpo malhado do qual o menor jamais se cansaria de olhar.

"Hmmm, por quê demora tanto pra tirar a sua roupa?" Kyungsoo perguntou com impaciência, vendo Jongin sorrir abertamente para ele. Só queria o marido o fodendo, qual seria o problema? O menor estava afobado sim, e por mais que transassem todos os dias, estava mais que necessitado. Precisava do moreno com urgência, nem que tivesse de implorar.

"Mas que impaciente." Jongin zombou, retirando a calça social e ficando apenas de cueca. Kyungsoo suspirou ao ver o volume grande na cueca preta do marido, mordendo o lábio com força e retirando a mão do seu membro para que não gozasse sem ser penetrado. Com certa dificuldade, o menor se levantou ofegante e ficou de joelhos na cama, assim como Jongin, apoiou uma mão no ombro do maior e desceu a outra até a ereção do marido.

"Ah, você ficou assim só de me ver daquele jeito?" Perguntou Kyungsoo com certa manha, vendo o rosto de Jongin ficar com um ar mais... sexual. Desceu as mãos relativamente pequenas um pouco mais e tocou os testículos do marido, dando um leve apertão ali e subindo novamente até a ereção, vendo assim os olhos do moreno se fecharem enquanto o mesmo tentava controlar a respiração.

"Você me deixa assim sem esforço algum, Soo." Disse Jongin, abrindo novamente os olhos para encarar o rosto safado de Kyungsoo, que sorria com certa inocência. "Me olhando assim, nem parece que você está louco pra me chupar, não é?" Perguntou com travessura, vendo o sorriso do menor desaparecer e seu rosto tornar-se suplicante. "Posso ver a sua boca encher de água, amor." Jongin então se afastou e deitou-se, cruzando os braços abaixo da cabeça e olhando fixamente para o menor. "Vem, Soo."

O menor sorriu com o lábio inferior entre os dentes, inclinando-se sobre o marido para tirar sua cueca e deixá-lo também nu. Assim que o fez, admirou o corpo do marido - como sempre fazia - e deslizou a língua pela glande do membro de Jongin, que observava atentamente cada movimento de Kyungsoo. O menor enfiou o membro grande e rosado na boca, arrancando um suspiro do marido, e iniciou então os movimentos de vai e vem.

"A-Ah bebê..." Jongin sussurrou e fechou os olhos, aproveitando as sensações que o tomavam a cada descida que Kyungsoo dava com a língua em seu membro, rodeando cada veia pulsante presente ali com a ponta da língua. Os movimentos eram calmos, e o menor parecia realmente concentrado naquilo. Mesmo que Jongin não pudesse ver, Kyungsoo tinha os olhos fixos no marido, observando cada mudança de expressão no rosto do mesmo.

Os lábios de Jongin se abriram. O moreno precisava respirar melhor de alguma forma, e a aceleração repentina dos movimentos de Kyungsoo não ajudavam em nada. O moreno decidiu levar a destra até os cabelos curtos do marido, forçando-o a chupar mais e fazendo a cabeça do seu membro tocar a sua garganta. O menor já era acostumado com aquilo, e tudo o que fez foi relaxar a própria garganta para que pudesse acolher mais do membro de Jongin dentro da sua boca.

O moreno estremeceu ao sentir os dedos de Kyungsoo agora massagearem seus testículos. Soltou um ofego mais alto, seguido de outros, enquanto o menor acelerava ainda mais a deliciosa felação em seu membro, fazendo o maior agora gemer baixo, quase contido. "P-Pare agora, Soo." Pediu Jongin, ofegante, retirando a mão da cabeça do pequeno e levando até a própria testa, limpando um pouco do suor. Estava quente demais naquele cômodo.

"Eu deveria mesmo parar?" Perguntou Kyungsoo em um sussurro, tirando os lábios do membro de Jongin e substituindo-os pela sua mão direita. O moreno olhou-lhe com certa súplica, já que não queria ter o seu orgasmo daquela forma. Resolveu apelar para a força. Empurrou o menor para trás, e sem aviso prévio, ajeitou-se entre as pernas do mesmo e o penetrou duro e forte, fazendo Kyungsoo dar um gemido estridente ao sentir o membro de Jongin invadí-lo tão bruscamente.

"Deveria..." Sussurrou Jongin. Saiu de dentro de Kyungsoo e virou o menor de bruços, segurou seus punhos acima de sua cabeça e tratou de deixar o quadril do pequeno um pouco empinado, colocando um travesseiro abaixo da sua pélvis. O moreno admirou a pele clara do marido e em seguida deu um tapa estalado na nádega esquerda de Kyungsoo, antes de penetrá-lo novamente.

"J-Jongin!" O menor gemeu com o susto e fechou os olhos, sentindo ainda Jongin mover-se duramente e estimular a sua próstata. Kyungsoo estava totalmente submisso, como sempre, e aquela era a posição que ele mais gostava: a de ficar totalmente à mercê. Jongin então soltou os pulsos do menor e passou a segurar o marido pelo quadril, levantando-o e deixando ainda mais suspenso e empinado. Ah, o maior amava aquela visão.

"É assim que você gosta, Soo?" Perguntou Jongin, deixando o menor de quatro e o penetrando com força, fazendo o menor tremer por ter tido a próstata estimulada. Estava com os olhos lacrimejando de tanto prazer, enquanto sorria fraco sentindo o membro do marido entrar e sair duramente. "É assim que você gosta que eu te foda? Ou prefere mais forte?'

"M-Mais... mais forte, Nini." Sussurrou fracamente e ouviu a risada de Jongin atrás de si. O maior impusionou-se para dentro de Kyungsoo com mais rapidez e força, fazendo o menor ver estrelas de tanto prazer. Em um grito, o Do se desfez sem nem mesmo ser tocado, sentindo o corpo fraquejar ainda mais e suas pernas emolecerem como se fossem feitas de gelatina. A cada noite, o orgasmo de Kyungsoo era melhor.

"Ah, agora eu vejo o quão necessitado você estava...!" Disse Jongin, sorrindo abertamente enquanto ainda estocava dentro do menor, que estava sensível e soltava gemidos altos quando tinha a próstata tocada. O maior, por mais que se segurasse, também estava perto, e mordia o lábio para segurar os gemidos que com certeza viriam altos. Não se conformava com o quanto achava Kyungsoo ainda mais delicioso a cada dia, mas a resposta para essa questão era bastante óbvia. Não era só tesão desenfreado que existia ali. Existia amor também.

Então, Jongin se desfez dentro de Kyungsoo, apertando com força o quadril do menor. Retirou-se do marido devagar e se deitou ao lado do mesmo, observando a expressão de satisfação e cansaço que havia em seu rosto. O menor, de olhos fechados, ergueu as pálpebras e passou a encarar a face morena de Jongin, admirando cada traço. E assim ficaram por longos minutos, até adormecerem com cansaço, com as mãos entrelaçadas.

Com Jongin e Kyungsoo não eram necessárias palavras, o olhar de ambos sempre dizia o suficiente. Era incrível como um conhecia o estado de espírito do outro por um simples brilho no olhar. Antes de adormecerem, um viu nos olhos do outro uma chama que jamais se apagaria, não enquanto ambos vivessem. Mesmo que estivessem descontrolados, irritados um com o outro, tristes ou qualquer outra coisa, sempre haveria um brilho bastante peculiar nos seus olhos, e não precisava ser muito inteligente pra saber o que aquele brilho significava.


Notas Finais


Colégio Interno vai ter uma segunda temporada, focada também nos relacionamentos dos filhos dos nossos casais (muita treta, vish). A segunda temporada será provavelmente mais curta, postada aqui mesmo, junto com a primeira, em meados do mês de março, já que vou finalizar Like a Cat (que está longe de acabar) e em seguida postarei outra fic de EXO.
Até a próxima! ❤


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