História Coletanea Amores Militares - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Família, Guerra, Romance Militares
Exibições 11
Palavras 2.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


AUTORA: ANA BEATRIZ
MUSICA-TEMA: A Day to Remember - If it means a lot to you
CLASSIFICAÇÃO: Livre


SINOPSE:

Era um dia como qualquer outro, mas ela nunca imaginou que isso poderia mudar ao ver aquele sorriso, ao vê-lo.

Entre sorrisos e olhares, um amor começa entre os vizinhos; entre beijos e caricias, ele cresce; entre dia e horas, a saudade aumenta e, entre cartas e cartas, lágrimas começam a cair.



Boa Leitura! ;D

Capítulo 7 - Conto 7 - O Rapaz do Bloco 5


Fanfic / Fanfiction Coletanea Amores Militares - Capítulo 7 - Conto 7 - O Rapaz do Bloco 5

O céu havia escurecido: já se passava das sete da noite, mas o horário não lhe importou, ela ainda estava com fome.

Com passos preguiçosos, foi até a cozinha à procura de algo para comer, e a única coisa que achou foi pão e manteiga, qual preparou enquanto olhava pela janela o apartamentoa a sua frente, o mesmo que sempre viu vazio. Enquanto comia, Emilly fitava a cozinha do apartamento vizinho: armários planejados de portas de correr, micro-ondas refinado e tecnológico, a geladeira grande e branca e um homem de cabelos...

Calma: homem?!

Ela forçou a visão, e realmente era um homem parado perto da pia, bebendo uma garrafinha d'água. A morena o observou: cabelos cortados nas laterais e topete baixo; olhos castanhos escuros e sérios; rosto com linhas calmas e bonitas; usava uma camiseta preta e uma calça militar. E continuaria a lhe observar se ele não estivesse lhe olhando, sorrindo.

"Que vergonha!" Foi a única coisa que pensou forçando um sorriso com as bochechas coradas.

Os incidentes de trocas de sorrisos e olhares continuaram a ocorrer por um tempo, até que um dia tiveram a oportunidade de conversar e, entre conversa e outra, marcaram um dia para sair.

*

Dia do "encontro"

Eles estavam na fila do cinema para comprar o ingresso, conversando enquanto esperavam:

— Do que você trabalha Robert? — perguntou Emilly, após ter respondido que era estudante de arquitetura e trabalhava em uma loja de móveis planejados.

— Sou um soldado, mas estou de licença para me recuperar de uma lesão no ombro — disse, como se não fosse nada demais. — Mas logo voltarei ao trabalho.

A morena concordou com a cabeça, nada a comentar. Robert Carter era um homem bem misterioso quando queria, e isso a intrigava.

Eles assistiram ao filme, comeram, conversaram, riram e então foram para casa.

— Foi bem divertido. — A moça começou, parando em frente a porta do seu apartamento. — Obrigada. — Inclinou-se para lhe dar um beijo, mas parou no caminho.

— O que foi? — questionou confuso.

Ela sorriu e com delicadeza, segurou o rosto do rapaz entre as mãos e com calma foi aproximando-se e então: lábio com lábio, respiração unida. Ela havia o beijado, e foi o primeiro beijo de muitos que estavam por vir.

Dias depois

Ainda um pouco sonolenta, abriu os olhos. Esfregando um com o punho, analisou o local com a pouca luz que lhe era oferecida pela janela: era um local amplo, suas paredes eram claras, em um tom bege; no lado esquerdo, tinha um guarda-roupa de cor ébano; a sua frente, uma escrivaninha que sustentava uma televisão e estava sobre uma cama macia de casal. Definitivamente não era seu quarto.

E demorou um pouco para entender o motivo de estar ali, até que as memórias vieram-lhe como água: os beijos selvagens trocados, fazendo-os pedir por mais; os abraços e apertos que acompanhavam; os arranhões que dera e os gritos que saíram de ambas as bocas...

"Só podia ter sido um sonho!" Era o que achava, mas, ao olhar para si mesma, percebera que vestia uma das camisetas dele: uma azul que tinha o perfume que se tornou seu vício.

Ela sentiu borboletas no estômago e as bochechas esquentarem; a verdade é que havia passado a noite no apartamento de Robert — uma noite que ficaria gravada para sempre em suas memórias. Emilly levantou-se, e, descalça, saiu do quarto, e, rapidamente o cheiro de comida adentrou por suas narinas fazendo sua boca salivar.

— Até que enfim acordou! — A voz rouca lhe causou calafrios. Ela nunca iria se acostumar com ele.

— Bom dia! — Sorriu, aparecendo na abertura da pequena cozinha.

— Bom... — Deu-lhe um beijo na testa, sorrindo largamente, o sorriso que havia lhe conquistado. — Vai lavar o rosto que o café já está pronto.

A morena foi e rapidamente voltou: os cabelos penteados, os olhos atentos e sem cansaço no rosto.

— Decidiu me impressionar hoje? — brincou, sentando-se à mesa, junto ao moreno.

— Não. Já fiz isso ontem. — Retrucou sorrindo malicsioso, o que a fez ficar com as bochechas coradas. Robert riu com a visão. — Estou brincando. — Tentou acalmar a moça enquanto servia-se de suco. — Só fiz para começarmos bem meu último dia.

Verdade, como havia esquecido?! Aquele era o seu último dia de licença antes de voltar a trabalhar, e como Emilly queria que aquele dia nunca chegasse!

— Hey... — Ele segurou sua mão com delicadeza ao ver sua expressão. —... Vamos aproveitar, tudo bem? — dava para perceber que ele estava mais machucado que ela.

— Tudo bem. — Emilly lhe deu um selinho antes de começar a comer.

*

A data havia chegado; hoje era o dia da despedida, e a morena não queria acreditar nisso. Como havia passado tão rápido?!

Ela não sabia que horas ele iria, então saiu do trabalho mais cedo e passou por um restaurante para comprar comida — não teria tempo de cozinhar, e queria gastar as últimas horas lhe abraçando, lhe beijando, e falando o quanto gostava dele.

Chegou rapidamente no edifício e, com a mesma pressa, direcionou-se ao bloco 5, não passou em seu apartamento para se arrumar, e nem para deixar suas coisas. Cada minuto contava!

Ela estava ali, parada em frente à porta.

Soltou os cabelos — a única coisa que poderia amenizar sua aparência — e abriu a porta, sem ao menos bater.

— Hey! — Entrou sorridente. Não podia mostrar que estava triste e, de jeito algum, estragar o último dia. — Passei por um restaurante e comprei comida para... — Sua voz sumiu ao ver Robert todo uniformizado, sentado no sofá, dando um laço no cadarço da bota e sua mala ao lado. Ela sabia o que aquilo queria dizer, mas a pergunta não quis ficar na boca: — Aonde vai?

Ele se levantou do sofá e pegou a bolsa do chão, colocando-a no ombro.

— Vou voltar ao trabalho. — Sua voz estava séria. O calafrio confortante que Emilly gostava de sentir, transformou-se em um tremor de frio, de medo.

Ela olhou para o rapaz, ele poderia estar mais machucado que ela — e estava — mas não demonstrava nada: nem na voz, nem no olhar, e nem no gesto. Era como se ele estivesse falando com o chefe de sua patente...

— Quando você volta? — Sua voz quase não saiu.

Ele aproximou-se dela, que continuava paralisada em frente à porta.

— Não sei — disse, o que era totalmente sincero. Eles nunca tinham a data de retorno confirmada: você ia e ficava, e qualquer dia podia ser esse. — Mas eu volto logo. — Ele lhe deu um beijo na testa. Aquelas foram as palavras mais vazias que podia ter falado, mas a única coisa que queria era deixa-la feliz e, para isso, falou a palavra mais fatal que existia: — Prometo. — Desde a sua carreira nunca dissera essas palavras para alguém, nem para sua mãe, mas, por algum motivo, ele queria falar para ela e fazer isso se cumprir.

Emilly olhou-o.

— Tudo bem. — Lhe sorriu. Não queria chorar, não agora e não na sua frente. — Bom trabalho...? — Soltou uma risada rouca, falha. Não sabia o que dizer.

Adeus era muito forte, e ele também não queria ouvir, não dela. Ele a olhou: tão indefesa, tão linda... tão sua! Que pena que teria que ir agora.

Robert conseguiu formar um sorriso nos lábios: um fraco, mas era para ela. Ele lhe ergueu a cabeça com o dedo indicador, se aproximou com calma e lhe então beijou: com ternura, com calma, com amor. E ela correspondeu, logo abraçando-lhe fortemente, querendo acabar com o espaço, querendo transformá-los em um, e, principalmente, querendo mostrar o quanto lhe amava e sentiria sua falta.

O ar faltou, obrigando-os a se separar. Queriam beijar mais, queriam fazer amor, ali e naquele momento, mas ele não podia.

Robert lhe deu um beijo na testa:

— Até. — Disse e saiu, sem olhar para trás, pois não queria vacilar.

Emilly ficou parada por um tempo: ainda segurando a sacola com comida e ainda segurando as lágrimas que lhe queriam escapar dos olho, até que decidiu sair do local que aproveitou com ele, trancando a porta.

Talvez um dia ela o encontraria novamente naquele apartamento que sempre achou que era inabitado. Talvez um dia eles passariam mais momentos bons ali.

Talvez um dia...

*

Ao acordar, a morena tateou o colchão à procura do homem, só para certificar-se de que o sonho que teve fosse apenas isso: um sonho. No entanto, mais uma vez, ele não estava ali, o que a fez sentir um vazio. Quem diria que ele faria tanta falta? Era estranho como, em pouco tempo, ele criou esse efeito nela.

Ele era, agora, seu vício. E que vício!

Emilly soltou um suspiro, quase que desistente, e rolou para o outro lado da cama. Algumas vezes se sentia tão vazia que pensava em desistir de tudo...

"Não, nem pense!" Negou decidida. Ela havia prometido que não desistiria, e não foi uma promessa apenas para si, mas foi para... ele.

As lembranças lhe envolveram:

Eles estavam no sofá, abraçados. Passava um filme qualquer na televisão, mas ele não estava prestando atenção.

— Hey! — Ela chamou-lhe, colocando a mão em seu rosto. — Você está muito distraído.

Demorou um pouco para ele sair de seus devaneios e, quando o fez, Emilly percebeu um brilho em seus olhos: um brilho estranho, que nunca vira antes.

— Emilly, me promete uma coisa?

— Se estiver ao meu alcance. — Ela se arrumou no sofá, esperando que essa coisa não fosse tão difícil.

— O dia que terei que voltar ao trabalho irá chegar — disse como sussurro. Ele estava de licença, ela sabia disso, já que na primeira vez que conversaram ele lhe contou. Ela assentiu com a cabeça. — Mas me prometa que, quando esse dia chegar, você continuará sua vida. — Ele olhava seus olhos, sério. Realmente queria aquilo dela? — Você promete? — Sim, ele queria.

Ela pensou.

— Prometo — disse por fim.

Ela sabia que ele estava fazendo isso para seu bem, mas prometer era tão forte, e se ela não conseguisse cumprir?

Ele lhe sorriu, e lhe beijou.

Ela distanciou a imagem de seu rosto, mesmo que esse a fizesse seguir em frente. Sem ânimo, levantou-se, pois, já que havia prometido algo desse tipo, ela o faria.

Não por ela, mas por ele.

O dia de trabalho fora longo. Voltara para casa exausta, e com várias cartas nas mãos que pegou na portaria. Jogou as coisas no chão e olhou cada carta, jogando-as de lado ao ver do que tratavam-se:

— Conta, conta, conta... — Eessas se espalhavam pela mesa de vidro. — Nossa, mais conta! — Irônica? Que nada. — Conta... — Ela parou e olhou com atenção.

Era a letra que conhecia de cor, remetente? O qual mais adorava ganhar carta. Sim, era mais uma carta de Robert! Jogou o resto das cartas de lado e sentou no sofá, rasgando o envelope com rapidez e lendo com avidez.

Hoje ela dormiria como anjo, teria sonhos com ele, dormiria com um sorriso nos lábios: um sorriso maior do que o que lhe desenhava os lábios.

100 Dias Depois.

Era sábado, dia de descansar, mas a pessoa que tocava sua campainha desesperadao não parecia entender isso.

— Já vai! — Gritou pulando da cama. Não ligou para cabelo e nem chinelo, apenas caminhou em direção à maldita porta. — É caso de vida ou morte? — perguntou escancarando a porta, encontrando o porteiro do prédio com cara de assustado, e não era por sua causa.

— Bom dia, Sra. Muniz, desculpa por te incomodar, mas tem um homem na portaria querendo falar com a senhora. — Ele falava quase que pausadamente. Para isso acontecer, o assunto era sério.

A morena coçou o olho com o punho.

— Como ele é?

— Não sei lhe dizer, mas ele está com roupa de militar. — Ao dizer tais palavras, seus olhos esbugalharam.

— Obrigada, Sr. Monteiro. — Ela lhe sorriu simpática. — Fala que já estou indo. — O porteiro assentiu com a cabeça e foi-se embora.

Emilly fechou a porta e correu para o banheiro, a fim de melhorar sua aparência.

Ao estar aceitável para se apresentar a quem-quer-que-seja, saiu às pressas e, ao chegar na portaria, pode ver o homem. Não era quem ela esperava que fosse — Robert —, mas dava para o gasto.

Brincadeira!

— Bom dia! — Sorriu para o homem sério a sua frente.

— Bom dia. Você é a Emilly Muniz? — Ele analisou-a da cabeça aos pés, talvez perguntando-se pelo que Robert havia se encantado por nela.

— A própria.

Ele parou de analisá-la.

— Bem, sinto lhe dizer... — ele estava calmo, devia estar acostumado com essas coisas. Emilly, por sua vez, prendeu a respiração, já havia visto isso em filmes. —... mas Robert Carter sofreu um acidente e, infelizmente, não resistiu. — Ele olhou para ela, esperando uma mulher cair em prantos a seus pés, mas Emilly resistiu à vontade.

— Quando isso? — Sua voz saiu falha. Isso era mais doloroso que perder seu cachorro na infância — o qual chorou por 1 semana —, ou por ter quebrado o dedo. Dessa vez, o que havia sido morto era sua alma e quebrado era seu coração.

— Há duas semanas.

Ela concordou com a cabeça, sem forças.

— A maioria dos pertences entreguei para a família — continuou, contudo Emilly quase não ouvia nada: suas orelhas estavam entupidas e sua cabeça parecia tentar fazer dois trabalhos ao mesmo tempo, um de calmar o coração que estava acelerado e outro, de digerir aquela informação. — Mas havia duas coisas que ele deixou bem explícito que era para lhe entregar. — Ele tirou as mãos das costas, estendendo uma caixinha de metal fechada e uma carta.

Com as mãos trêmulas, a moça agarrou os pertences.

— Sinto muito. — Foi a única coisa dita antes dele dar as costas.

Emilly o viu entrar no carro e, assim que esse sumiu ao virar a esquina, deu-se por si e voltou, com os pés arrastados, para sua casa, aonde desabou a chorar, a gritar, a bater no chão, sem ligar para multas que levaria mais tarde.

Como aquilo doía, Deus!! Não doía por saber que nunca mais o veria, o sentiria, o beijaria; não doía por saber que era o fim; não doía por seu coração estar despedaçado; não doía saber que ele morreu protegendo sua pátria. Não doía por ama-lo tanto!

Não, aquela dor era maior, muito maior!

Doía, porque ela não pôde se despedir. Doía, pois, em meio as cartas que escreveu, ele não lhe contou.

Isso, sim, doía! E como!

Ela chorou mais e mais, enquanto abraçava aquela maleta que um dia foi dele, abraçando a carta nunca enviada... a última carta.

Havia se passado dois dias após receber a notícia.

Não tinha mais lágrimas para derramar, todavia tinha o corpo e a alma para sentir dor, sofrer. E esses dias ela não ligou para nenhum amigo, não foi para ao trabalho e não dormiu. Mas sabendo que era a hora de parar de lamentar-se, ergueu-se da cama, lavou o rosto e sentou em seu sofá. Olhou para a televisão apagada e depois para a caixa de metal, a qual decidiu abrir.

Ali dentro tinha tudo: todas as cartas que ela havia mandado, e as fotos que eles haviam tirado. Ela sentiu o coração se apertar.

A carta que havia ganhado ainda estava fechada, e não queria abrir, não agora; mas entre vontade e desejo, abriu por desejo de saber o que ele havia escrito pela última vez. Ela passou os olhos pelas folhas e mais folhas de carta que ele havia escrito, o que a fez sorrir, e, ao chegar ao fim dessa, chorou mais e releu.

Agora ela chorava, sorria, e lia.

“Como aquele homem tão perfeito teve de ir embora?” Perguntou-se, abraçando as folhas enquanto despencava a chorar de novo.

A carta é pessoal e grande demais para contar, mas irei resumir:

"Emilly, que insisto chamar de minha,.

Desculpe pelo tempo que não mandei carta, estava concentradoa nessa. Deu para perceber, né? Muitas páginas...

[...] Desculpe por prometer coisas que nunca irei conseguir cumprir, por exemplo, voltar para você. Sofri um acidente, e estou lutando para continuar a viverda e poder cumprir essa promessa. Estou lutando por você, por nós... mas sinto que não dá para intervir. Me perdoeeo. [...] Você já sabe, mas, para me manter disposto a viver a cada dia, eu pensava em você; em nós juntos; no seu sorriso. Pensava em seu rosto, o que fazia minha saudade apaziguar — apenas por um curto momento, mas fazia.

[...] Sei que você não cumpriu a promessa que me fez: de seguir em frente. E fiquei feliz por isso, pois isso só dá a certeza de que me ama e de que me espera. Mas, agora, eu peço, de todo coração, por favor, cumpra essa promessa. Siga sua vida, crie uma família, tenha filhos, ame um outro alguém, ame mais do que me amou. Sei que você pode falará que é impossível, mas faça isso por mim. [...] Uma vez imaginei criar uma família com você, eu sei, é clichê, mas eu imaginei uma menininha igual a você: linda, olhos castanhos calorosos e amáveis, sorriso lindo e encantador, uma garota encantadora que me daria trabalho quando crescesser (aAií de mim se isso acontecesse!!). E eu a amaria ela como amo você.

[...] Nunca se esqueça que te amo. Que você é perfeita, que o tempo que passei com você foi único e perfeito.

Te amo. Viva bem!

P.S: eu comi seus cooks.

P.S2: Eu já falei, mas falo de novo, sempre agradeço a Deus por ter colocado você na minha vida, por ter me dado uma pessoa para amar. E quem diria que seria do mesmo prédio que eu?

P.S3: Já te disse, mas, novamente, aquela noite de amor, sabe? Aquela mesmo... foi MUITOOOOO boa.

De seu amor, Robert."

O fim foi o verdadeiro e puro amor: Emilly cumpriu a promessa, criou uma família e deu luz a um menino que deu o nome de Robert, o amor que nunca morreu e nunca morrerá.


Notas Finais


Obrigada por lerem e espero que tenham gostado. E agradeço a nova experiência que tive com essa coletânea, porque foi uma coisa nova, mas divertida.
Bem, até algum outro dia, e continuem lendo que semana que vem vai ter mais conto! Bom fim de semana para vocês!

Ana Beatriz


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