História Collide - Capítulo 39


Escrita por: ~

Postado
Categorias Colin O'Donoghue, Jennifer Morrison, Once Upon a Time
Personagens Colin O'Donoghue, Jennifer Morrison
Tags Captain Swan, Colifer, Otp, Ouat, Romance
Visualizações 35
Palavras 1.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO DEAR READERS


MELHOR TARDE DO QUE NUNCA NÉ?!
Eu me atrasei porque fui viajar a trabalho e estão pintando meu quarto e também tive que fazer ENEM então estou uma bagunça mas me esforcei muito pra conseguir entregar um capítulo novo pra vocês, atrasado mas ta aqui viu??
NÃO ME MATEM POR FAZER UM CAP DA JEN, é assim que funciona: um da Jen e um do Colin então não se preocupem que semana que vem vamos descobrir as TRETAS LOUCAS!
See ya later...

Capítulo 39 - Home?


Fanfic / Fanfiction Collide - Capítulo 39 - Home?

“Nothing is like it seems, but everything is exactly like it is.”

“Nada é como parece, mas tudo é exatamente como é.”

— Yogi Berra

Jennifer Morrison

Meus ouvidos explodiam em milhares de pedacinhos, como se alguém estivesse apertando-os tão forte que fez eles se quebrarem, respiro fundo tentando me preparar para perder completamente a audição quando ouço um “pop” em meu ouvido. Parecia uma tortura mas estávamos apenas aterrizando, relaxo meu corpo agradecida que estou a salvo e olho pela janela reconhecendo o famoso JFK.

Como de costume, uma fila enorme de pessoas de forma no corredor do avião, todos esperando parar descer da aeronave, que ainda possui suas portas fechadas, pessoas realmente gostam de fazer fila pra nada. 

Depois de cumprimentar alguns fãs que me reconheceram, apesar dos óculos escuros e do boné, caminhei com Ava até o carro que Jane havia providenciado, encontrando-a recostada no carro.

— Não achei que vinha me buscar às: — checo o pequeno relógio em meu pulso — 02:40 da manhã.

— Eu sempre viria te buscar boss. — ela sorriu pra mim antes de me abraçar e entrarmos no carro.

— Deixa eu adivinhar, mudanças na programação? — digo revirando os olhos e mando uma mensagem avisando a Colin e minha mãe que cheguei em New York.

— Talvez... 

Minha casa não é muito longe do aeroporto então não demoramos para estacionar, Jane acaba de explicar as mudanças e entra comigo em casa. A primeira coisa que faço é soltar Ava para que ela possa correr por aí balançando seu rabinho, ascendo as luzes observando que alguém fez uma limpeza nela recentemente e como se ouvisse meus pensamentos minha assistente complementa:

— Eu pedi para limparem ontem, espero que esteja tudo em ordem. — murmuro um “obrigada” e largo minhas chaves sobre o balcão da cozinha — Agora vai descansar porque em algumas horas você têm que estar radiante como o sol.

— E agora você tem que parar de cuidar de mim e ir dormir também. — beijo sua bochecha e ela sai tagarelando pela porta da frente, me deixando sozinha com Ava.

— É bom estar em casa né?! — termino de encher seus potes de ração e água, sorrindo para a animação da cachorrinha.

Três horas da manhã não é um bom horário para dormir quando se tem um compromisso às 7:30 e sei que preciso aproveitar o tempo precioso de sono que vou ter, largo minha mala no canto do quarto, tirando meu pijama lá de dentro assim como minhas pantufas. Plugo o celular na tomada ao lado da cama e escovo os dentes, sem me importar com os cremes que costumo passar. 

— Ava, vem dormir com a mamãe. — chamo quando feito na cama, batendo minha mão no lugar onde ela costuma dormir e ela não demora para pular sobre a cama.

Estou em casa.

Minha casa em New York sempre foi uma das minhas preferidas, depois da de minha família em Los Angeles, sempre me senti muito conectada com essa cidade, seu ritmo se encaixava ao meu de uma maneira que não conseguia explicar. New York sempre foi o meu lar. Então porque me revirei na cama por vinte minutos sem conseguir pegar no sono, sem me sentir pertencente de minha própria cama? Por que sinto que tem algo faltando

Beep. Beep. Beep.

Acordo do meu cochilo de duas horas, já que só consegui dormir 4:30 da manhã, com o despertador gritando ao meu lado e o desligo rapidamente. Após fazer minha higiene matinal e brincar um pouco com Ava tomei um banho rápido, ainda tinha que passar no Starbucks para comprar um café.

Visto uma roupa simples, uma calça social preta e uma blusa de seda em um tom coral, um salto alto preto e um casaco fino também preto, prendi o cabelo em um coque arrumado e fiz uma maquiagem leve. Estou terminando de passar o batom em um tom vermelho-escuro quando ouço meu celular vibrar, pego minha bolsa e vejo uma nova mensagem de Jane:

Passa aqui pra me buscar em quinze minutos, te pago um café.

Respondo com um “okay” e garanto que minha cachorrinha tem suprimentos para o dia inteiro, termino de me checar no espelho e me despeço de Ava. Jane está esperando na porta quando chego, ela entra no carro com sua maleta e trocamos um “bom dia”.

— Ainda temos tempo de passar no Starbucks? — ela pergunta enquanto digita em seu celular, olho no relógio em meu pulso e vejo que temos uns bons 20 minutos para pegar um café.

— Sim, até porque estou morrendo de fome.

— Você não comeu nada Jennifer? — tira os olhos do celular para encarar-me e antes que ela decida me dar uma bronca, digo: — Assistente, não nutricionista.

— Nossa, você realmente precisa de um cafézinho. — solto uma risadinha com seu comentário e estaciono em frente ao estabelecimento, pedindo que ela pegue apenas um café para mim e embora saiba que deveria comer alguma coisa, simplesmente deixo para lá já que café da manhã nunca funcionou para mim.

— Prontinho. — dez minutos depois ela volta com dois cafés e um donut, bebo um gole de café antes de ligar o carro.

— Não quer um donut? Nem um sanduíche natural? Aposto que no hotel eles tem alguma coisa pra você comer, podemos pedir também se prefere. — Jane é uma assistente muito atenciosa e aproveito para lançar um sorriso em sua direção pela preocupação mas a nego com a cabeça.

— Não estou com muita fome.

— Você sempre se alimenta direito, desistiu da ideia? — paro o carro na frente do hotel, coloco meus óculos escuros e entrego as chaves para um dos funcionários murmurando um “obrigada”.

— Não, é que essa viagem foi uma correria, eu não me preparei para nada então preciso de um tempo para me adaptar. Na verdade, nem tinha nada para comer lá em casa então o café foi meio forçado.

— Ah, eu poderia ter ido as compras para você. — sua expressão é triste e a abraço de lado quando adentramos o hotel onde a reunião ocorrerá.

— Jane, você fez mais do que o suficiente. Para de se preocupar e me diga em que sala é a reunião!

A sala de conferências D estava com umas 20 pessoas, todas da produção de Sun Dogs, conversando entre si e bebericando seus cafés. Melissa e Michael estavam ficando neste hotel então eles também estavam presentes, bebo mais um gole de café e aviso que a reunião terá início.

O dia foi muito mais agitado do que previmos, passamos uma manhã em reuniões e negociações sobre o filme e depois Jane e eu aproveitamos para almoçar no hotel com Melissa e Michael para discutir detalhes de seus personagens e gravações. Não tive tempo de ir em casa ou se quer ligar para meus amigos de New York como Rose ou Jamie Chung e convidá-las para sair pois uma série de entrevistas estavam marcadas para essa tarde, quando finalmente terminei consegui conversar com minha mãe no celular por vinte minutos durante o trajeto para um restaurante de comida chinesa. Jane buscou o que havíamos encomendado e me levou para casa, enquanto enfiava mais um rolinho primavera em minha boca e checava meus e-mails o celular tocou.

— Colin?

— Oi Jen. — sua voz parecia chateada, como se algo tivesse o incomodando ou ele tivesse notícias ruins para me dar. Ele só deve estar tristonho porque não falei com ele o dia inteiro, portanto tentei tranquilizá-lo.

— Desculpa a demora para conseguir falar direito com você mas se você soubesse como esse dia foi corrido!

— Eu preciso te contar uma coisa. — endireitei-me no sofá percebendo que era algo sério e respirei fundo esperando que ele continuasse.

Continua...


Notas Finais


COMENTEM BASTANTE PRA ME DIZER O QUE ESTÃO ACHANDO E EU AMO VOCÊS <3

Beijinhos!


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