História Cologne - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Candice Accola, Justin Bieber, Nina Dobrev, Paul Wesley, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Drama, Jelena, Romance
Visualizações 59
Palavras 1.567
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Eu Te Achei Interessante.


Fanfic / Fanfiction Cologne - Capítulo 4 - Eu Te Achei Interessante.

Point Of View Selena.

Duas Semanas Depois...


- Você sempre fica aí sentado fumando a noite? - Pergunto enquanto tento tirar minha chave de dentro da bolsa, o agora loiro, me olha sorrindo segurando o cigarro com seus dedos.

- Fico aqui esperando você passar pela porta querida. - Seu tom não foi irônico, foi carinhoso e gentil.

Sorri negando balançando a chave no meu indicador, minha opinião sobre Justin não mudou com três semanas de "convivência", ele é lindo, não o mais lindo que já vi na vida, mas com certeza lindo.

Duas semanas atrás eu havia dormido com Candy e Paul, eu não me importava de participar do fetiche que os dois nutriam em um sexo a três, até gostava disso, porém eu esqueci da existência de Justin, eu apenas me joguei de cabeça, na manhã daquele dia eu esbarrei com ele no banheiro e me senti estranha, senti que não deveria mais fazer isso, me senti incomodada e envergonhada com seu olhar sobre mim, então eu prometi a mim mesma que não faria mais nada com esse casal maravilhoso.

- Isso é muito legal da sua parte coisa quente, mas não precisa ser meu guarda-costas, está tudo bem.

- Gosto de esperar você querida, Florence é uma criança muito doce, mas ainda é um bebê e bebês podem me tirar a paciência. - Ele diz erguendo a mão com o cigarro.

Sorrio e me apoio em uma perna só, ele tinha razão, a filha de Paul gostava de testar a paciência dos dois, principalmente quando percebia que era hora de dormir, ou comer.

- Você quer me fazer companhia aqui? Sei que não vai dormir agora. - Me referi ao choro infantil que ouvíamos, Justin sorriu, apagou o cigarro no chão e se levantou atravessando o pouco espaço entre nós.

Ele esperou até que eu abrisse a porta, deixei que Justin entrasse primeiro e depois fiz o mesmo fechando a mesma, eu sempre deixo a luz da sala acesa, não sei quando vou chegar bêbada ou beijando alguém, então me previno. Larguei a bolsa no sofá e caminhei em direção a cozinha, posteriormente abrindo a geladeira e olhando o pouco que havia ali, não era muito, moro sozinha e não me importo ou tenho tempo de comer em casa.

- Eu iria te oferecer alguma bebida, ou comida, mas eu não tenho. - Mordi meu lábio e fechei a porta da geladeira, Justin estava apoiado no balcão e me encarava sorrindo.

- Você não tem nada mesmo aí?

- Não, a menos que você queira iorgute, frios, suco ou bolo de aniversário de uma das minhas ajudantes.

- Meu Deus querida. - Gargalhei o vendo fazer o mesmo, ele é o único que conheço que me chama de querida sem soar irônico.

- O que quer que eu faça coisa quente? Não tenho muito tempo para ir ao mercado.

- Eu vou pegar alguma coisa na cozinha de Candice, ela não vai me dar uma panelada se eu disser que é para você.

- Esperto. - Justin fez o que disse, voltando com um saco de papel cheio e uma​ garrafa de champanhe.

- Uau! Você conseguiu mesmo, o que tem aí? - Perguntei tentando abrir o saco, porém Justin me deu um tapa na mão, murmurando um "hã hã" como ato negativo.

- Eu vou fazer para você enquanto toma banho.

- Está dizendo que estou suja?

- Não querida, quero que fique relaxada desfrutando da minha comida.

Levantei minhas mãos em forma de redenção e deixei que ele assumisse a cozinha, não era todo dia que eu tinha um homem desse cozinhando para mim, acho que não é tão ruim me aproveitar, porquê é o que vou fazer. Dei risada dos meus próprios pensamentos e subi para o meu quarto, retirei toda a minha roupa e prendi meus cabelos, agradeço por ter um banheiro no meu quarto, pois eu adoro andar nua pela minha casa, e bom, seria impossível fazer isso hoje se meu banheiro fosse no andar de baixo.

Tomei um banho de banheira digno, não fazia isso a um bom tempo, uns bons minutos depois eu saí do banheiro relaxada até de mais, a preguiça que tomou conta do meu eu me fez esquecer que tinha um ser humano do sexo masculino na minha casa, então apenas joguei meu roupão por cima do meu corpo e desci soltando meu cabelo. Sentia cheiro de molho de tomate temperado.

Macarrão. Justin estava fazendo macarrão, sorri com isso, eu adorava macarrão.

- Você perguntou por mim ou foi só um palpite, coisa quente? - Me sentei em um dos banquinhos do balcão arrumado com dois pratos e duas taças, apreciei seus movimentos e músculos das costas cobertos por sua camiseta branca básica, Justin se virou sorrindo e pareceu surpreso ao me encontrar de roupão de seda.

- Está de roupão?

- Você me queria relaxada, a idéia foi sua. - Ele sorriu, me questiono se ele era sempre tão sorridente assim.

- Certo, me pegou, mas sim, foi um palpite querida.

- Bom, você acertou em cheio.

Justin abriu sua arca dentária perfeita novamente e me serviu de champanhe, posteriormente o macarrão, em seguida fez o mesmo para si, ele era o segundo homem que estava fazendo isso por mim, David foi o primeiro, ele sempre amou fazer frango grelhado e salada holandesa para mim, fechei meus olhos com força me obrigando a parar de pensar, odiava David, odeio quando essa pessoa invade meus pensamentos, eu queria que ele se explodisse.

- Pelo menos está engolível. - Murmurou depois de dar sua primeira garfada, eu permaneci encarando e cotucando a massa que parecia deliciosa no prato.

Odiava meu passado, odiava ainda mais quando ele atrapalhava o meu presente, não queria que toda essa bagagem estivesse comigo na minha nova vida, mas parece que a cada passo que dou meu passado se envolve junto.

- O que foi querida?

- Você pode ir embora Justin? - O vi largar o garfo e me olhar confuso.

Claro que estaria, eu mesma o chamei para a minha casa, ele cozinhou para mim, me esperou e trouxe bebida, eu tinha consciência de que era injusto com Justin, mas eu não sentia mais vontade de comer.

- Ir embora? Porque quer que eu vá embora?

- Eu perguntei se você queria me fazer companhia minutos atrás, mas eu não vou ser uma boa companhia hoje. - Minha voz não passou de um sussurro, não tinha necessidade de aumentar meu tom, ele estava do meu lado.

- Não. - Levantei meu olhar e agora eu o olhava confusa, ele disse não?

- Não vou deixar você sozinha querida, eu posso ver que algo não está certo para você, mas eu não vou embora.

- Justin, é sério.

- Eu estou falando sério também.

Observei sua mão tocar a minha sobre o mármore do balcão, retirei a minha mão devagar, não queria esse tipo de aproximação, ele é lindo, carinhoso, parece ser um bom homem, mas não sei lidar com coisas assim mais, não quero viver isso novamente.

- Está cansada? - Assenti, não deixava de ser verdade, eu estava muito cansada, mas também o queria fora da minha casa.

- Just...

- Eu não vou embora Selena.

Era a primeira vez que ele me chamava pelo nome, fechei meus olhos e me levantei o deixando sozinho na cozinha, eu esperava que ele se tocasse que eu não o queria mais aqui, sim é bastante bipolar e grosseiro da minha parte convidar uma pessoa, deixar ela cozinhar para mim e depois a expulsar sem explicações, talvez ele estivesse me xingando mentalmente, dizendo o quanto fui uma vadia ingrata, mas seria melhor ele pensar isso de mim por enquanto. Eu devolveria ou pagaria pelas coisas de Candice que ele usou, mas seria outro dia.

Esperava que David tivesse tendo uma vida maravilhosa, pois a minha, ele e aquelas outras pessoas fizeram questão de arruinar.

                           [...]

Acordei com o barulho irritante do meu celular avisando que eu precisava acordar, eu não tinha que limpar o bar, ou fazer qualquer outra obrigação da vida adulta, então eu poderia voltar a dormir sem qualquer tipo de preocupação.

Foi o que eu fiz, ou pelo menos tentei fazer, os barulhos esquisitos no andar de baixo soaram abafados, mas ainda assim eram barulhos e nada ou ninguém poderia fazer barulho na minha casa porquê moro sozinha. Levantei rapidamente sem me importar em vestir um short ou calça, minha curiosidade em saber quem estava na minha casa era maior, talvez fosse apenas Paul me enchendo a paciência outra vez, e se fosse, eu iria jogar o travesseiro na minha mão em seu rosto com toda a minha força.

- Paul eu juro que se for voc... Justin? - Perguntei abaixando o travesseiro, o que ele fazia aqui?

- Bom dia querida. - Sua voz estava tão rouca e sexy, droga de genética que esses dois irmãos têm.

- O que faz aqui?!

- Eu disse que não iria embora, e não fui. - Murmurou erguendo uma de suas sobrancelhas, foi o momento que percebi que Justin ainda permanecia com a mesma roupa de ontem, calça jeans e camiseta branca, seus pés estavam descalços, embora eu conseguisse ver seus tênis ao lado do sofá. Ele dormiu aqui? No meu sofá? Na minha casa?

- Eu acho que as respostas para as suas perguntas são sim, querida.

- O que você quer? - Perguntei desfazendo a minha feição confusa e larguei o travesseiro no sofá, posteriormente cruzando meus braços.

- Entender você.

- Me entender?

- Sim.

- Porque? - Talvez eu estivesse confusa novamente, talvez não, eu realmente estava confusa.

- Porquê eu te achei interessante.















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