História Colorful (HIATUS) - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hidan, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Kakuzu, Konan, Nagato, Obito Uchiha (Tobi), Rin Nohara, Sasori, Shisui Uchiha, Zetsu
Tags Kakaobi, Kakuhida, Obirin, Painkonan, Sasodei, Shiita
Visualizações 167
Palavras 2.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ora ora que quem é vivo sempre aparece, né?
oi gente, como vocês estão?~
eu sei que devo muitas desculpas, mas essa falta de vontade de escrever pegou pesado comigo. depois de quatro meses (eu acho), consegui terminar esse capítulo. e olha que só terminei porque tava presa no metrô sem o que fazer, então abri o bolo de notas e isso saiu kkk desculpem mesmo, a fic irá continuar com o "hiatus" no nome porque não tenho certeza se vou conseguir postar com frequência como fazia antes, mas vou continuar tentando. (digo o mesmo sobre a outra, o capítulo ainda ta em andamento faz meses também ;--;)
**as narrações do Itachi aconteceram antes da conversa dele com o Sasori no capítulo anterior
enfim, desculpem os erros e boa leitura

Capítulo 20 - XX. Propósito


ITACHI

Itachi respirou fundo com a cabeça encostada na janela do carro, a movimentação do automóvel estava lhe dando náuseas, mas estava tão inerte que mal se importava com o fato. Sua cabeça doía um pouco com o fraco e constante impacto da testa contra o vidro, parando apenas quando o carro parava em meio ao trânsito. Os olhos estavam pesados e mesmo que aparentasse estar com sono, não conseguia dormir. Aliás, não dormia há dias.

Não sabia o que estava acontecendo, mas tudo parecia tão errado e virado de cabeça para baixo.

Estava de férias e como de costume, seu pai tirou férias do trabalho no mesmo período que os filhos. Sendo assim, eles partiram para uma das costumeiras viagens em família. Não que ele abominasse as viagens, mas atualmente estava cansado demais para aguentar esse tipo de rotina. Cansado em todos os tipos, principalmente em espirito. Não sabia como havia conseguido levantar da cama naquela manhã e andar até o carro. 

O clima dentro do carro estava tão ruim quanto à mente de Itachi. A mãe parecia perdida em pensamentos, assim como ele, olhando para a paisagem fora do carro. O pai dirigia rígido, concentrado e silencioso como sempre. Ao seu lado, Sasuke mexia no celular em alguma rede social parecendo entediado.

Reprimiu um suspiro cansado, fechando os olhos e segurando a vontade repentina de derramar algumas lágrimas. Não havia necessariamente um motivo, só vinha à vontade. Antes ele deduzia que a falta de Shisui havia o deixado daquela forma, porém após um tempo isso começou a ficar mais constante e parando para pensar no assunto, nunca havia motivo. Talvez a solidão fosse o motivo, não sabia exatamente. Estava se sentindo tão sozinho ultimamente que nem se lembrava do som de sua voz, visto que não andou conversando muito com os familiares.

Sua cabeça começou a doer e ele fechou os olhos com mais força, deixando que a escuridão tomasse conta de sua consciência.

 

Quando abriu os olhos novamente, o carro estava sendo estacionado em frente a uma casa bonita, o jardim não era decorado, mas a pintura da casa parecia recente. Na porta, um homem alto com o cabelo longo estava parado com os braços cruzados. Itachi não o conhecia bem, tinha vagas lembranças dele de sua infância, mas sabia que era irmão mais velho do pai. Quando saiu do carro e respirou o ar puro, sentiu suas narinas e pulmões arderem um pouco, mas ignorou o fato. Parecia que ele havia parado de respirar a tempos, a sensação estava começando a ser casual.

—É bom te ver, Itachi. – ele falou com um sorriso estranho, quase cínico. Não sabia exatamente se aquele era a expressão normal do homem, mas tentou não pensar nisso.

—É bom te ver também, tio Madara. – cumprimentou com a voz rouca, sua garganta doeu um pouco durante o processo. Sasuke soltou um resmungo atrás de si e entregou uma mochila nas mãos do irmão mais velho, andando para dentro da casa. Itachi decidiu segui-lo e adentrou na residência aconchegante.

Não era tão grande quanto sua casa, mas os cômodos eram claramente caros. Dois sofás e duas poltronas acomodadas à sala em volta de uma mesinha de madeira com algumas revistas, uma televisão de plasma grudada a parede pintada de branco, alguns quadros e retratos também as paredes. A princípio lembrou-se vagamente da casa de Sasori, ela sempre estava bem arrumada e cheia de fotos. Se o chão tivesse um tapete e a casa tivesse cheiro de rosas, seria definitivamente a casa de Sasori! Só faltaria a vovó Chiyo com uma bandeja com sucos.

Segurou um sorriso que teimou em surgiu em seu rosto ao pensar nisso. Sentia falta do tempo em que passava as tardes na casa de Sasori comendo bolos e biscoitos enquanto estudavam ou só conversavam. Sentia falta de Sasori.

—Você está ótimo. – olhou para o lado ao ouvir a voz do primo ser dirigida a ele. Ele tinha um sorriso grande e os olhos brilhavam, a pele estava mais bronzeada – era normal, visto que estavam no litoral.

—Sim, você também. – respondeu incomodado, mas tentou não demonstrar o desgosto em conversar com ele outra vez. – Já faz um tempo, Shisui.

Shisui sorriu e fez um aceno constrangido com a cabeça. Quando soube que iriam passar as férias na casa do tio Madara quase se trancou no quarto para não ter que ser submetido a isso, infelizmente o pai havia o obrigado. Madara havia sido o parente que abrigou Shisui quando seu pai o expulsou de casa, aliás, ele foi mandado para a casa do tio principalmente por ser longe de qualquer outro parente. Infelizmente, seu pai não sabia sobre isso e fez questão de passar a semana de férias ali.

Só queria que aquela tortura acabasse logo.

—Você quer ajuda? – ele questionou gentil, Itachi sentiu-se mal por desejar que ele sumisse. Pensou em recusar, mas acabou aceitando ao imaginar que não teria forças nos braços para carregar tudo sozinho. Uma das fraquezas atuais era a física, visto que não andava se alimentando muito bem. – Vem, seu quarto vai ficar ao lado do meu.

Os dois rumaram para o segundo andar, entrando em um quarto próximo às escadas. Uma cama de solteiro, uma janela grande, um guarda-roupas e um banheiro. Parecia simples.

—Então, como você está? – o outro tentou retomar o assunto. – Como está o Sasori?

—Acho que bem. – respondeu ríspido, desconfortável em começar um assunto com Shisui e ser sobre Sasori.

—Acha?

—Não estamos muito próximos, ultimamente. – respondeu rápido e seco.

—Isso é uma surpresa. – ele arqueou uma sobrancelha enquanto falava. – Imaginei que vocês estivessem juntos. – Shisui comentou com um sorriso amarelo, mesmo que estivesse começando o assunto era claro que não estava a vontade. Itachi não enxergava motivo para que aquele papo começasse, era claro como água que nenhum dos dois estava feliz com a situação.

Itachi sentia o constrangimento pesar dolorosamente em suas costas, tanto pelo assunto ser puxado por seu ex-namorado como também por ele estar insinuando que teria alguma coisa com seu melhor amigo.

Tudo bem, ele havia tentado alguma coisa com Sasori, mas não aconteceu nada. Levou o maior fora da sua vida e ainda saiu com o coração partido. Não nutria sentimentos românticos por Sasori, mas o amava como amigo o suficiente para se magoar com o que havia acontecido. Ele tinha certeza que os dois dariam certo, era como juntar as peças: Sasori gostava dele e Itachi queria alguém, seria perfeito. Já havia o sentimento de companheirismo entre os dois, amizade e confiança, sendo assim a convivência como um casal seria produtiva e sentimentos mais intensos surgiriam da parte do Uchiha. Um bom relacionamento começa assim, certo? Da amizade.

Mas Sasori preferiu ir para outro lado, provavelmente ficar com o outro. Não tirava a razão dele, depois de tanto tempo é suporto que a pessoa decida "partir para outra", já havia notado também que o Akasuna parecia nutrir sentimentos românticos por Deidara. Não estava chateado por isso, por Sasori seguir em frente com outra pessoa; só estava irritado por estar sendo negligenciado, estava claro que Sasori estava o ignorando e passava por sua cabeça que ele queria cortar os laços que tinham.

Estava ainda mais chateado por isso estar acontecendo em um momento tão difícil, a vida familiar estava um caos, sua sanidade estava quase morrendo. Só tinha Sasori como uma âncora. Pelo menos era o que pensava antes do Akasuna o abandonar também.

—Não, não estamos juntos. – respondeu amargamente, as palavras saindo como agulhas em sua garganta.  –Somos apenas amigos.

—Ele sempre demonstrou gostar de você, estou surpreso. –o primo continuou coçando a nuca, um costume que tinha quando estava sem graça.

Itachi não respondeu, achando melhor não prosseguir com o diálogo.

—Como está o colégio? Arrumaram aquele buraco na parede do refeitório? –ele sorriu, claramente tentando descontrair e melhorar o clima.

—Shisui, não quero parecer grosseiro, mas...

—Tudo bem, eu entendi. – ele suspirou pesadamente, descontraindo os ombros. –Só pensei que seria bom conversar um pouco, tentar quebrar esse clima estranho.

Itachi ficou em silêncio, olhando para sua mala sobre a cama.

—Não quero que nos tornemos estranhos um para o outro. – ele insistiu em continuar. ­–Sinto muito.

Itachi não levantou a cabeça, mas ouviu os passos e a porta fechando. Com um suspiro longo, jogou-se na cama e colocou um travesseiro sobre o rosto. Aquelas férias seriam longas.

[...]

As férias duraram menos tempo do que imaginou, e ficou intensamente feliz por isso. Não estava nem um pouco animado e com vontade de continuar ali, independente se o tio Madara era uma pessoa boa. Itachi só queria voltar para casa e descansar, dormir e ficar deitado pelo resto das férias.

Mesmo não querendo dizer em voz alta, estava feliz por Shisui. O primo estava morando com o tio mente aberta e que o aceitava de qualquer jeito, agora ele era livre para viver como bem entendia. Em partes, já que ainda era monitorado pelo pai, mas aparentemente Madara sempre estava ajudando Shisui a esconder os segredos do pai.

Também adoraria viver com uma pessoa assim, gostaria de conhecer a sensação.

Na verdade, Itachi gostaria de voltar a sentir como se sentia antes. Leve e sem aquela sensação horrível de estar sendo sufocado por alguém. Aquela impressão de estar sendo insuficiente e que não fazia o que deveria. Aquela sensação que não complementava a vida de ninguém. Aqueles sentimentos negativos haviam aparecido tão de repente e tão intensamente que não conseguia aguentar e acabava derramando algumas lágrimas sobre o travesseiro, repassando tudo o que acontecerá em sua vida.

E a pergunta que mais vaga em sua mente: “qual o propósito da sua vida, Itachi?”.

No momento, estava na mesa de jantar após voltar das férias, toda a família. Seria algo comum visto em outras casas, sentar para comer e conversar com a família sobre seus dias. Contudo, sobre a mesa da família Uchiha não era isso que acontecia.

A mãe estava quieta enquanto Itachi a imitava, apenas ouvindo tudo o que o pai falava.

Aparentemente seu pai se incomodava muito com a aproximação de Sasuke com seu amigo, Naruto. Admitia que também achava a relação dos dois suspeita, mas nunca se incomodou com o fato; seu irmão já era grande o suficiente para saber se cuidar, os dois se davam bem e Sasuke parecia gostar dele de verdade. Então, por que o pai estava tão furioso? Por que ele falava aquelas coisas horríveis como não aceitar que o filho se tornasse homossexual?

Ele cuspia as palavras sobre Sasuke, que ouvia quieto apertando o punho em uma maneira desesperada para não surtar também. Mas enquanto ouvia aquilo, Itachi sentia-se atacado também. Aquelas palavras doíam nele também.

—Pai, por favor. – ele pediu em um sussurro, perdendo a fome com toda aquela discussão.

—Até você, Itachi? – o pai resmungou irritado, a expressão furiosa no rosto lhe dava calafrios. – Eu não irei aceitar esse absurdo embaixo do meu teto, e nem que você o defenda! – ele afirmou firme, virando o olhar penetrante para Sasuke novamente.

—Não acho que seja absurdo nenhum. – Itachi retrucou, recebendo olhares surpresos de todos na mesa. Sasuke o encarou perplexo, pela primeira vez perdendo a expressão apática de sempre. – Você nos ensinou a ter respeito e agora está desrespeitando seus dois filhos com essas palavras.

Demorou um pouco para Fugaku absorver as palavras do primogênito.

—O quê? – ele levantou-se perigosamente e como um reflexo, Itachi imitou o gesto tentando ser firme também. O pai andou até ele, tocando seu ombro e espreitando o olhar enquanto levantava a mão para o filho. – Você é um excelente filho, Itachi, mas não irei aceitar essa pouca vergonha aqui. – apesar do que havia acontecido, a voz dele se tornou calma e serena, totalmente oposta à situação. – É melhor você voltar a se comportar. – a voz diminuiu de volume de forma perigosa, como um aviso. Quase uma ameaça. – E que isso sirva de lição para Sasuke também. – continuou sem olhar para o filho mais novo. Ele terminou o monólogo e deu as costas para a família, andando para fora do cômodo.

Itachi ficou parado por mais algum tempo no mesmo lugar, olhando para um ponto fixo no chão. Levantou uma de suas mãos e tocou a bochecha dolorida, sentindo as lágrimas molharem seu rosto. Olhou para o lado e viu Sasuke com a cabeça baixa, a expressão apática parecia esconder suas reais emoções. Olhou para o outro lado e viu a mãe com o semblante assustado, virando a cabeça para o lado e levantando-se, saindo andando sem medir esforços para confortar o filho.

Ele tratou de sair da sala de jantar também, subindo para seu quarto e sentando-se na beira da cama. A dor em seu rosto parecia ser o de menos no momento, havia uma dor mais intensa dentro dele que não conseguia explicar. Ele olhou para o celular, buscando conforto e não encontrou nada, ninguém parecia se importar.

Na verdade, ele também estava começando a não se importar.  

—Qual é o proposito da sua vida, Itachi? – ele questiona-se encarando seu reflexo no espelho ao lado da cama, o rosto pálido e magro, olheiras fundas sob os olhos. Já não é mais o que era antes, já não sentia mais o que deveria sentir.

De repente, Itachi apenas sentiu vontade de deitar e nunca mais levantar.

 [...]

—Danna, está me ouvindo? – a voz de Deidara se fez presente e Sasori soltou um murmúrio preguiçoso, confirmando que estava ouvindo. Escutava a voz dele tagarelar, mas não prestava atenção. –O que tanto faz nesse celular? – o namorado reclamou dando um soco leve no ombro do outro.

Sasori o olhou finalmente, bloqueando o celular e o guardando no bolso da calça.

—Nada. – deu de ombros espreguiçando os braços após. Na verdade estava tentando se comunicar com Itachi, mas parecia impossível. Depois do que o amigo havia lhe dito semana passada, ficará pensativo; principalmente depois de ouvir o que Konan lhe disse também.

Ele sabia que estava sendo um péssimo amigo e um completo idiota com Itachi, mas havia sido inevitável. Não queria ter o tratado daquela forma, mas Sasori tinha sérios problemas em ser um idiota mesmo quando não queria.

Queria consertar o que havia feito, mas Itachi não ajudava. Ele não atendia as ligações, não respondia as mensagens (apenas visualizava), e nem o olhava durante as aulas. Havia tentado falar com ele na pausa entre uma aula e outra, mas o Uchiha apenas lhe deu uma desculpa para não conversar. Entendia, faria o mesmo caso estivesse no lugar dele. Mas se sentia tão culpado e tinha a impressão que algum problema iria surgir em meio a isso.

—Mentiroso. – Deidara resmungou com uma careta debochada. Revisou os olhos e segurou a mão dele. Não queria falar com ele sobre isso, principalmente por saber da antipatia de Deidara por Itachi. Preferia resolver o problema sozinho, foi apenas ele que fez a burrada, não fazia sentido envolver Deidara nisso.

O loiro abriu um sorriso entrelaçando seus dedos e Sasori sorriu também, sentindo-se contagiado pelo ato do outro. Deidara era tão aberto a tudo, sobre sentimentos, emoções e todo o resto. Ele sempre estava mandando textos fofos por mensagens, dizendo com clareza tudo o que sentia. Sasori não conseguia se expressar tão bem sobre isso, o invejava um pouco.

—Não quero te envolver nisso, mas prometo te contar depois.

—É grave? – ele questionou com o semblante preocupado.

Sasori negou com a cabeça.

—Não se preocupe, só me arrependo de algumas atitudes e agora quero me redimir. –explicou tentando não detalhar nada. Deidara o olhou com uma sobrancelha arqueada.

—Você deveria parar de ser imprudente assim, danna. – o olhou confuso. – Eu te conheço, você tratou alguém mal, não é?

—Desde quando virou tão observador? – perguntou surpreso, Deidara sorriu abertamente.

—Já disse que te conheço, você sempre faz alguma coisa para alguém e se arrepende depois que percebeu a merda. – riu do comentário, Sasori não achou graça. —Aconteceu o mesmo comigo, lembra?

Ficou graça com o comentário, lembrava-se muito bem.

—Você é tão cético, não entendo como consegue ser imprudente assim com as pessoas, un. – Deus, estava ficando assustado, esse era mesmo o Deidara de sempre? –Não me olha assim, é verdade!

—Tudo bem, não disse que não era. –defendeu-se segurando uma risada.

—Danna, estou falando sério. – ele olhou para Sasori com a expressão firme. – Você deveria pensar antes de falar ou fazer algumas coisas. Eu te perdoei, mas pode ser que alguém ou até mesmo essa pessoa do seu problema não perdoe.

Sasori o encarou por alguns instantes antes de abaixar a cabeça. Odiava admitir, mas ele tinha razão.

Com as palavras do namorado rodando sua mente, Sasori questionava-se internamente o que faria caso Itachi não o perdoasse.


Notas Finais


infelizmente nem todo mundo tem uma Chiyo </3
nos vemos em breve~


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