História Colorful Love - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Mamamoo
Personagens Hwasa, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Moonbyul, Rap Monster, Solar, Suga, V, Wheein
Visualizações 16
Palavras 1.963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente desculpem a demora kkkkkkkk
Boa leitura!

Capítulo 6 - Cada lágrima, uma cachoeira


Fanfic / Fanfiction Colorful Love - Capítulo 6 - Cada lágrima, uma cachoeira

                                                                      ~Yong Sun POV~

 

Depois de sair da lanchonete, fui pra casa o mais rápido possível. Quase correndo na verdade...

Quando cheguei no portão de casa parei, respirei fundo pra conter minha respiração e meu coração acelerado e logo depois entrei. Ao andar pela casa, percebi que minha mãe havia saído.

 

- Espero que não atrás de mim e nem da Yang Mi... – Pensei

 

Pensei em tomar um banho, mas ao lembrar que minha mãe poderia chegar a qualquer momento e me bater, decidi só trocar de roupa uma vez que já senti como apanhar quando se está molhada dói muito mais. E enquanto eu trocava de roupa no banheiro, ouvi o barulho do portão, então peguei minhas roupas desesperadamente e corri pro meu quarto e fechei a porta, logo depois trocando de roupa o mais rápido que conseguia.

Segundos depois ela entrou no quarto, me olhou com a mesmo expressão de nojo que não saia mais de seu rosto, e depois saiu do quarto e fechou a porta.

Fiquei deitada com uma vontade de chorar enorme e pensando no que fazer em relação a tudo o que estava acontecendo e em relação à Yang Mi... Eu estava certa de que gostava dela e não aguentava mais ficar sem falar com ela, mas também não conseguia mais viver daquele jeito... Deveria me manter firme em relação ao que sentia ou deveria apenas pedir desculpas pra minha mãe e esquecer de tudo?

 

- Não, não. Não posso fazer isso!Disse baixo a mim mesma.Depois de tudo o venho passando não posso simplesmente abandonar Yang Mi e nem muito menos perdoar minha mãe

 

Cada vez que pensava ter achado uma solução, aquilo parecia totalmente irreal e teria consequências que piorariam minha situação de um jeito ou de outro. Mas eu precisava encontrar um jeito de ver Yang Mi e explicar para ela tudo o que aconteceu. Yang Mi provavelmente sabia que meu sumiço tinha haver com o fato de eu ter contado tudo para minha mãe, mas ela não sabia exatamente o que estava acontecendo e provavelmente estava preocupada.

 

- Levanta logo daí e vai lavar a louça antes que eu enfie a mão na sua cara! – Falou minha mãe entrando no quarto e logo depois saindo de novo.

 

Na mesma hora me levantei e fui para a cozinha. Enquanto lavava a louça eu sentia uma enorme vontade de chorar, afinal minha vida estava dando terrivelmente errado e ninguém podia me ajudar, então eu sofria calada e tentando entender como cheguei naquele ponto.

E então minha mãe parou perto da pia da cozinha, cruzou os braços e novamente começou a fazer um monte de perguntas as quais ela não queria saber a resposta e as quais eu não tinha coragem de responder, então apenas ficava em silêncio enquanto eu era humilhada.

 

- EU MANDEI VOCÊ ME RESPONDER! – Gritou ela.
- O que você quer que eu responda? – Perguntei olhando pra louça e tentando controlar minhas lágrimas.
- Vocês se beijaram? – Perguntou ela com expressão de raiva.
- Não, mãe! Eu já disse que nós não nos beijamos! – Menti.

 

Então logo depois ela começou a gritar novamente e a falar um monte de coisas, o que fazia meu ouvido doer e minha cabeça girar.

Eu só queria sair dali, só queria poder sair correndo dali e nunca mais voltar, queria sumir naquele momento, e em todos os momentos desde que minha vida se tornou aquele inferno eu só pensava em morrer.

Então num ataque de raiva e de frustração, larguei a esponja na pia e finalmente olhei pra minha mãe.

 

- Você quer saber? Você quer realmente saber? Então tá! A gente se beijou sim – Falei quase gritando.
- Quantas vezes? – Perguntou ela sem reação.
- Uma vez só. – Menti novamente.
- Onde? Como? - Perguntou com os olhos cheios de lágrimas.
- No passeio das aulas extras de dança, dentro do ônibus. – Respondi falando finalmente a verdade.
- E a professora não viu isso?
- Ela não estava com a gente, ela não pôde ir. Yang Mi estava como responsável no lugar dela. – Expliquei

 

Depois de alguns segundos de silêncio ela se levantou e veio em minha direção, então fiquei encarando-a. Então ela veio pra cima de mim me batendo e tentando me enforcar, enquanto gritava, e eu tentava segurar suas mãos de todos os jeitos.

Meu desejo na hora era de partir pra cima dela, era de revidar todas os tapas, socos e xingamentos, mas ainda assim não podia por respeito a meu pai... Meu pai, o único pensamento que me mantinha de boca calada e de mãos abaixadas.

Depois que ela cansou, ela mandou eu sair da frente dela e logo foi para seu quarto e bateu a porta. Então eu fiz o mesmo e fui para meu quarto e me fechei lá dentro.

Fiquei sentada na cama chorando de raiva e pensando no que fazer, pensando em Yang Mi. E naquele momento eu fiquei com raiva dela. Yang Mi com certeza estava vivendo bem, tranquila e normalmente enquanto eu era a única a sofrer em toda essa história. Como ela podia? Como ela era capaz de nem ao menos perguntar aos meus amigos sobre mim, se eu estava ao menos viva...

Mas logo depois me dei conta de que nada disso era culpa de Yang Mi, a decisão e também burrice de contar havia sido minha, e sim, provavelmente Yang Mi estava ao menos preocupada com minha situação, mas também sabia que não podíamos ter contato de jeito nenhum... Então depois de tanto pensar, achei uma provável ajuda para uma parte de todo o meu problema.

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                                                                                    ~Moonbyul POV~

 

Depois do abraço de Namjoon, nós dois apenas caminhamos em silêncio um ao lado do outro e antes de cada um ir pra sua casa, a única coisa que Namjoon disse foi “Aguente firme, eu sei que você consegue! Eu to aqui com você!”.

Então quando entrei no meu quarto e me deitei, comecei a pensar no que Namjoon tinha acabado de me dizer, e em tudo o que estava passando no colégio por conta de uma única pessoa...

 

 

                                                                                         ~Flashback ON~

 

 

- Moonbyul, vem cá por favor! – Chamou um menino que era de uma sala do meu corredor. – Tem um amigo meu que está muito interessado na sua amiga!
- Qual delas? – Perguntei já sem paciência.
- Na Ashley! – Respondeu ele. –
- Ok... Mas o que eu tenho com isso? – Perguntei. – Seu amigo que tem que falar com ela, não acha?
- Sim, mas como ela não dá atenção pra ele, ele me pediu pra vir aqui ver se você tem o número dela. – Insistiu ele.
- Não, não tenho o número dela! Nem celular eu tenho, esqueceu? – Falei logo depois me virando e voltando pra minha sala.

 

 

 

Depois de uns minutos voltei para o corredor na esperança de que aquele menino ~que era bem incômodo~ já tivesse saído. Mas pra minha tristeza ele ainda estava lá e novamente me chamou e logo depois veio até mim.

 

- O que foi agora? – Perguntei impaciente.
- Falei com a Ashley! – Respondeu
- Ta... E? - Falei já impaciente.
- Ela disse que vocês duas são ficantes... – Disse ele desconfiado. – É verdade mesmo? É realmente verdade que você gosta de mulher? Não esperava isso de você!
- O que? – Falei quase gritando. – Eu não pego mulher! Ashley inventou isso só pra se livrar de você e do seu amigo! Tem que ser muito burro pra não entender isso.
- Sei não, hein.. – Falou o garoto com tom de deboche. – Vocês sempre estão muito agarradas, até no banheiro vão juntas... Talvez quem esteja mentindo não seja a Ashley

 

 

Então o menino saiu andando e rindo e me deixou falando sozinha, o que realmente me preocupava, afinal ele conhecia e falava com absolutamente todos do colégio, então qualquer coisa que ele dissesse, todos começavam a dizer e fazer piada também; Então na mesma hora eu fui até o corredor da Ashley e a chamei.

 

- Você ta ficando maluca? – Perguntei dando um tapa em seu braço. –
- Meu Deus! O que eu fiz agora? – Perguntou rindo.-
- Você ta maluca de dizer pra aqueles garotos que nós duas temos alguma coisa?
- Ah, para! Eles estavam enchendo minha paciência, falei aquilo só pra me deixarem em paz – Respondeu rindo.
- Eu sei disso, mas eles não sabem! – Falei com raiva. – Você conhece muito bem esses garotos!
- Relaxa! O que você acha que eles vão fazer? Pelo amor de Deus, né. – Respondeu ela ainda rindo. –
- E se nós ficarmos com fama de lésbicas no colégio? – Falei quase gritando. –
- Olha, eu sinceramente não ligo de ter fama de lésbica, assim é melhor que esses garotos param de encher meu saco. – Falou virando as costas e voltando pra sua sala.

 

 

Voltei pra minha sala realmente com raiva e realmente preocupada. E se aqueles garotos espalhassem pra escola que eu sou lésbica? Como eu vou ficar? E se isso chegar até minha mãe? Ela vai me matar!

Durante todas as outras aulas que se passaram eu não conseguia prestar atenção em nada, só conseguia me sentir aflita e com medo de que aquela mentira se espalhasse.

 

Depois que minhas aulas acabaram, fui direto pra casa, sem falar com ninguém, muito menos com Ashley. Quem ela achava que era pra me colocar numa situação dessa? Só porque ela era linda, todos pagavam pau pra ela e ela não se importava de ganhar aquela fama, não significava que o mesmo valia para mim!

 

                                                                                           ~Dia seguinte~

 

No dia seguinte já estava mais calma em relação a tudo aquilo, mas ao chegar na porta da escola, percebi que uns grupinhos olhavam pra mim e riam, e outros me olhavam com cara de nojo. Ignorei todos aqueles olhares e fui em direção a uma menina da minha sala, mas quando falei com ela, ela me olhou com desdém dos pés a cabeça e disse que tinha medo de ficar perto de mim, então saiu andando e me deixou sozinha.

Eu tentava ao máximo pensar que aquilo não era pelo que havia sido dito no dia anterior, então apenas abaixei minha cabeça e entrei no colégio, e enquanto subia as escadas, esbarrei em uma menina.

 

 

- Cuidado, hein! Se encostar muito nela ela vai querer te pegar também! – Falou aquele garoto rindo e fazendo todos em volta rirem também.

 

Depois daquilo nunca mais me deixaram em paz na escola, em todo canto que eu ia saíam de perto de mim e faziam piadas, alguns tacavam coisas em mim e me tratavam como um lixo, chegando muitas vezes a me empurrarem ou me darem tapas. Tudo aquilo por que aquela maldita não quis apenas dizer “Não” para o garoto e simplesmente ignorá-lo.

Já se passou quase um ano desde que aquilo começou, mas ainda atualmente eu sofria tudo aquilo, as coisas só mudavam pra pior. Eu não tinha com quem conversar, tampouco tinha amigos. E o jeito que eu era só piorava tudo... Roupas pouco femininas, gostava de esportes, falava quase como um “mano” e não como uma menina. Mas eu não era lésbica, eu não era uma má pessoa... Mas eles não queriam saber disso, apenas infernizavam minha vida, afinal, tudo aquilo era divertido para eles. Era como se aquele lugar fosse um circo de horrores e eu fosse a aberração principal. E quanto a Ashley? Sua fama de lésbica passou em dois dias, afinal, ela era tão linda, tão feminina, tão oferecida, não podia ser lésbica, não é mesmo? Era o que eles diziam... Então enquanto eu sofria calada e sozinha, ela tinha uma vida estudantil maravilhosa e repleta de amigos... Aquela maldita nem ao menos me pediu desculpas... Nunca me pediu desculpas uma vez sequer... Aquilo tudo era tão injusto!

 

                                                                             ~Flashback OFF~


Notas Finais


Perdoem qualquer erro, não revisei o cap kkkkkkk
Quando terminar de arrumar minhas coisas em casa voltarei pra começar a escrever o próximo cap
Beijoooo ♥
~não esqueçam de deixar o famoso comentário~


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