História Coloring My Life - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Bambam, Homossexualidade, Jackson, Jaebum, Jinyoung, Mark, Romance, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 22
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi bebês, está aqui o capítulo. Espero que estejam gostando!!
Boa leitura :*

Capítulo 2 - Dois - atualmente


Fanfic / Fanfiction Coloring My Life - Capítulo 2 - Dois - atualmente

Jaebum pov's 

Já fazia um ano que meu pai se foi. E um ano que eu estava morando com meus avós. Minha mãe veio morar com a gente, depois de uns 5 meses. Quando ela veio para cá, estava doente, e precisava ser internada urgentemente. O seu caso era depressão e problemas no coração. Eu sabia o porquê daquilo e era a morte do meu pai. Não gostava de ver minha mãe deitada em uma cama de hospital, magrinha e desacordada. Já faz uns 3 meses que ela está nesse hospital. E eu fico aqui com ela o dia inteiro. Meus avós sempre me falam para eu procurar uma escola para me poder matricular, mas eu não quero ir estudar enquanto minha mãe estiver aqui e desacordada.  
  A porta se abriu, e minha avó entrar. Em suas mãos havia um papel. Espero que não seja o que estou pensando.  

— Olá, Jaebum! — Se sentou ao meu lado. — Está tudo bem? Como ela está? 

— Oi, vó. Eu estou bem. A mamãe está na medida do possível. O médico disse que ela pode acordar a qualquer hora. 

— Isso é bom, né? — Concordei. — Eu te trouxa uma coisa. Por favor não fique bravo com a vovó, mas foi para o seu bem. Até o seu avô concordou. — Sorriu. Meu coração acelerou. Suspirei, pedi licença e peguei o papel de sua mão. 

Era uma declaração de matrícula. Nele, estava escrito meu nome, a série e o nome da escola. Fiquei olhando a folha fixamente por bastante tempo. 

— Vovó, me desculpe. Eu não posso. — Ela me olhou triste. Aish, não faça isso comigo, vó! 

— Jae, pense bem. Não quero que fique aqui trancado. Quero que você aprenda, o que eu e seu avô não podemos aprender. Faça isso pela sua mãe e pelo seu pai. — Suspirei, e neguei. 

— Não dá, vó. Não posso deixar a... — Parei de falar assim que ouvi um barulho na cama. Olhei para trás e minha mãe estava com os olhos abertos, e prestes a falar algo. 

— Im Jaebum! Você vai estudar, sim! — Mesmo em coma, ela me dá sermão. — Meu filho, isso é para o seu bem.  Escute, você vai poder conhecer pessoas novas. Pessoas da sua idade. E quem sabe arranjar alguém para namorar. — Wow, aquilo não. Quer dizer, não queria conhecer ninguém. Só queria cuidar dela. 

— Mas mãe... — Ela me cortou rapidamente. 

— Sem mas, Jaebum. Você vai e pronto. Ou prefere ficar aqui, nesse lugar sem graça, com uma pessoa doente e desgastada? — A resposta era óbvia. 

— Prefiro ficar aqui. 

— Im Jaebum! — Me repreenderam em uníssono.

— Aish, como vocês são chatas. — Aquilo não era verdade (mentira, as vezes elas eram bem irritantes). 

— Então, isso é um sim? — Disse minha vó sorridente. Olhei fixo para a parede. Não queria responder. — Jaebum, está tudo bem? — Confirmei. Não só para aquilo, mas também por ir a escola. — Isso foi para qual pergunta? 

— Para as duas. — Sorri falso. Argh, não queria ir. Mas o que eu não fazia para vê-las felizes. 

Vi minha mãe sorrir. Aquilo encheu meu coração. Apesar de ainda estar chateado, vê-la feliz me deixava alegre. Minha vó me abraçou, e disse vários "obrigadas". E o que não faltou, foram beijos em todo meu rosto. Minha mãe me chamou, e fui até ela. A mesma me abraçou forte, e beijou o topo da minha cabeça. 

— E quando ele começa, mãe? — Por favor, menos amanhã! 

— Amanhã!  

 O universo me ama.  

- ❂ - 

Estava me preparando para o meu primeiro dia de aula. Não seria a mesma coisa sem a Dahyun. Uau, minha melhor amiga. Como será que ela está? Não nos vemos desde do ano passado. Como sinto falta dela. Acho que vai ser estranho não conhecer ninguém na escola, provavelmente serei o isolado. Suspirei e desci para cozinha. 

Ontem, eu e minha vó fomos embora logo que deram remédios para minha mãe. Pensei no que ela me disse, antes de cair no sono, era uma palavra simples, mas o que vinha dela era um belo incentivo. 

Entrei na cozinha. Minha vó estava sentada tomando café enquanto assistia algo na pequena televisão. Já meu avô, deu-me bom dia, tomo um gole do café e saiu para caminhar.  Me sentei perto da minha vó, e preparei meu cereal. 

— Bom dia, meu querido! — Desviou sua atenção da TV. — Ansioso? 

— Hum, não nem um pouco. — A verdade é que eu queria matar aula, mas eu não podia. 

— Jae, anime-se! Você pode fazer novos amigos. 

— Eu sou péssimo nisso, vó. 

— Não é não. Eu sei que você consegue. Eu acredito em você. — Sorriu carinhosa. 

— Eu queria acreditar em mim mesmo, mas é um pouco difícil. Parece que tudo em mim morreu com o meu pai. — Suspirei, e levei uma colherada de cereal para a boca. 

— O Jaebum! Venha cá. — Esticou os seus braços para mim, e eu fui até ela a abraçando em seguida. — Olha, eu sei que primeiro dia de aula é difícil, mas pense comigo, outras coisas difíceis virão para você ultrapassar. Isso é só um mísero obstáculo. Você consegue. 

Sorri com aquilo. Como eu a amava. 

— Eu já vou indo. Muito obrigada por isso! — Beijei sua testa, e saí rua a fora. 

Coloquei meus fones de ouvido, deixei as músicas no aleatório e enfiei o celular no bolso do casaco. Faltavam 10 minutos para a aula começar, mas eu queria chegar atrasado, ou talvez nem chegar. Tudo que eu queria era minha cama. Eu tinha esquecido a sensação horrível que é acordar de manhã cedo para ir ao colégio. 

Avistei o colégio, e andei em passos lentos. Não havia ninguém ali, o que me deixou por um lado relaxado, por outro eu estava nervoso pois estariam todos na sala. 

Respirei fundo, e entrei. Andei por todos os corredores, até achar a sala 40. Uau, eu estava ansioso! Meu coração estava acelerado, e eu quase não conseguia respirar.  Puxei o ar devagarinho, e tentei amenizar minha respiração. Havia um bebedouro ali, corri até lá e bebi água até me sentir satisfeito. Voltei a porta, coloquei minha mão na maçaneta e a segurei firme, antes de abrir, lembrei da palavra que minha mãe havia dito: 

"Fighting!"  

Abri um largo sorriso, e entrei.  
 


Notas Finais


Obrigada por chegarem até aqui :)
Até o próximo capítulo!!!


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