História Colors - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Zayn Malik
Personagens Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Descobertas, Drama, Família, Mudanças, Romance
Exibições 68
Palavras 2.090
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hora de apimentar as coisas... ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Colors - Capítulo 11 - Capítulo 11

Em pouco tempo Zayn estacionou diante da minha casa. Descemos do carro e entrei em casa, ansiosa para o que pretendíamos fazer assim que minha mãe saísse.

- Mãe? – chamei ao entrar.

- No quarto. Pode me ajudar aqui? – gritou de cima.

Pedi que Zayn esperasse na sala e subi até seu quarto. Ela estava com dificuldade em puxar o zíper do vestido longo e verde. Puxei para ela e ajeitei os cachos do seu cabelo.

- Festa de ultima hora?

- Isso mesmo. - disso com um suspiro enquanto pegava um par de brincos e colocava – Mas volto cedo. Acho que às 22:00 já estarei em casa.

Zayn e eu teríamos três horas só pra gente. Perfeito.

- Tudo bem. – sentei na cama e cruzei as pernas vendo ela sentar na cadeira e calçar o salto de tiras – Zayn está ai embaixo. Ele pode me fazer companhia até você voltar.

Usei um tom de desdem, como se aquilo não fosse nada demais. E tecnicamente não era. Mas mamãe me olhou bem, por um longo tempo.

- Marisa, eu espero que você se comporte. – alertou.

Revirei os olhos.

- Se fosse pra eu fazer algo com ele, acha mesmo que usaria aqui? Sabendo que pode nos flagrar? Tenha dó! Ele tem casa também, só pra senhora saber.

- Quero muito confiar em você e não me decepcionar. Não deixe essa paixão te levar a fazer coisas imprudentes.

- Não vou ter esse papo com você. – levantei e desci.

Zayn me olhou e me joguei a seu lado no sofá.

- O que houve?

- Nada. Quer ver algo?

- Pode ser. – mas ele me olhava preocupado.

Beijei sua bochecha e liguei a tv, deixando na serie que passava. Segundos depois mamãe desceu, pronta.

- Uau. A senhora está linda. – disse Zayn.

Fiz uma careta pra ele, indicando que não devia puxar o saco da minha mãe, enquanto ela ria.

- Obrigada. Olha, tem pipoca no armário, se quiserem fazer. E o numero da pizzaria tá na porta da geladeira.

- A gente se vira mãe. – reprimi a vontade revirar os olhos.

- Hm... Ok. Comportem-se então. – ela me deu um beijo na cabeça e sorriu pro Zayn – Tchau.

Vi ela sair e pouco depois o som do carro saindo da garagem até o som sumir na rua e ganhar a cidade. Olhei pra Zayn e mordi o lábio. De repente, além do desejo, eu me sentia nervosa demais.

- Tem certeza que fazer isso hoje? – ele tocou meu rosto e acariciou.

- Tenho sim. Vamos ter que fazer uma hora ou outra. Que seja logo então. – dei de ombros.

Ele sorriu de leve e puxou meus lábios para os seus. Seu beijo foi calmo e intenso. Quando comecei a aprofundar o beijo, ele o parou com delicadeza e esfregou o nariz no meu.

- Sabe que te acho linda, não é!? E que estou me apaixonado por tudo em você. – quando ele se calou, percebi que esperava uma resposta minha então concordei com a cabeça e rocei nossos lábios e mordisquei o dele, que continuou com um gemido – Não faz isso ou perco o raciocínio.

Ri.

- Raciocínio de que? – falei com os lábios contra os seus, fazendo o som sair abafado.

Ele me beijou brevemente e logo parou.

- Você não vai mesmo me deixar  ser romântico. – ele me encarou.

Franzi a testa.

- Porque quer ser romântico?

Ele saiu do sofá e ajoelhou na minha frente. Arregalei os olhos quando ele pegou na minha mão. Puta que pariu! Ele ia me pedir em casamento? Meu coração começou a bater frenético, já imaginando a melhor forma de dizer não sem o magoar.

- Aceitar ser minha namorada, Marisa Müller? – disse com um sorriso travesso.

- Ai, que susto. – levei a mão livre ao peito.

Ele gargalhou e balançou a cabeça com diversão.

- O que achou que ia acontecer? Porque você está pálida.

- Achei que ia me pedir em casamento. – confessei me sentindo uma idiota.

Ele riu alto e levantou me puxando pra si, dando um beijo longo e dois curtos.

- Realmente estou cada vez mais louco por você, mas acho que tem que ser um passo de cada vez. Eu queria ter certeza que estava confortável comigo para poder te pedir em namoro, e até pensei em algo bem romântico, tipo um jantar a luz de vela, mas você é bem apressada, então o que tive foi isso. Talvez o de casamento eu faça algo assim.

Ri e no fundo foi de nervoso por perceber que ele pensava em um dia casar comigo, uma garota que ele conheceu a pouco tempo. Mas também me sentia boba por ele tentar ser romântico comigo.

- Porque gosta tanto de ser romântico e fazer essas coisas bobas?

- Bem... Meu pai sempre me disse que devo tratar as mulheres com carinho. E como garotas gostam de romantismo e frases piegas, faço isso. – deu de ombros.

- Bom, seu pai está certo quanto a tratar mulheres com carinho. Mas nem todas gostam de coisas romântica e piegas.

- Você é a primeira que conheço que parece incomodada com essas coisas.

- É meio estranho. Não me sinto tão confortável, mas no fundo eu gosto.

- Tudo bem, vou ser menos brega.

- Aceito isso. E seu pedido também.

Ele sorrio de lado e me beijou com paixão. Suas mãos deslizaram pela minha bunda até a coxa e ele me ergueu, abrindo minhas pernas e as fazendo enrocar em seu quadril. Segurei firme em seus ombros e sorri surpresa contra seus lábios. Ele sustentou meu peso com tranquilidade e começou a andar.

- Seu quarto é lá em cima, certo? – murmurou contra meus lábios.

Concordei com a cabeça e continuamos o beijo. Eu não me incomodei dele estar andando durante o beijo, mas eu esperava que estivesse vendo onde pisava, não estava afim de cair. Mas ele seguiu sem problemas, e quando chegamos ao andar de cima, falei contra seus lábios que era a porta à esquerda. Ouvi o barulho da fechadura e longo que entramos ele fechou a porta. Parei o beijo e desci do seu colo, com ele me olhando com curiosidade.

- Me dá só um segundo?

- Claro.

Sumi dentro do banheiro e sentei no vaso. Senti meus nervos sensíveis e respirei fundo. Aquilo não era problema. Eu já havia feito e não tinha como ser pior do que foi com Toddy. Era apenas sexo, e éramos namorados, oficialmente agora, não tinha porque não fazer. Respirei fundo e levantei, me olhei no espelho, soltei o cabelo e voltei. Ele estava sentado na cama e me olhou preocupado.

- Quer mesmo fazer isso?

Concordei com a cabeça e antes que o nervosismo me fizesse parecer que iria desistir e ele perguntasse aquilo mais vez, puxei o vestido pela barra e o tirei pela cabeça, ficando apenas de calcinha e sutiã diante dele, então retirei rapidamente o tênis. Quando olhei novamente, ele me olhava com desejo, mas tinha um pouco de divertimento.

- Que foi? – olhei pra baixo e corei. Havia esquecido que minha calcinha era do Batman, e tinha o símbolo do morcego bem na frente – Só ignora isso.

- Não. Eu gosto do Batman. – ele riu e levantou vindo até mim – E você fica sexy com ela.

Fiquei mais corada e ele me beijou com carinho. Deslizei minha mão por sob sua blusa e fui a erguendo. Ele retirou a peça e voltou a me beijar. Procurei o botão de sua calça e desabotoei, começando a baixar o tecido. Ele parou o beijo retirou a calça, ficando só com sua cueca box preta, onde o volume de sua ereção era evidente.

- Você quer mesmo isso, hein. Nem me deixa tirar sua roupa ou a minha.

- Shhh. Não dificulta as coisas pra mim.

Ele rio e me puxou num beijo mais urgente. Lentamente ele me deitou sobre a cama e ficou por cima, passando a beijar meu pescoço e mordicar minha orelha. Suspirei com o desejo mais latente entre as pernas. Passei a mão por sua costa conforme ele descia e passava a mão em minha barriga. Logo eu estava sem sutiã e ofegante conforme ele chupava e mordiscava meus mamilos, os deixando mais rígidos. Quando achou que já havia me torturado bastante ali, desceu retirando minha calcinha e começou a lamber e chupar a carne sensível da minha intimidade. Eu me remexia, ofegava e gemia conforme seus movimentos. Aquilo era melhor do que as historias e filmes contavam, e o que eu sempre quis experimentar ocorreu. Gemi longamente, me arqueando enquanto tinha meu primeiro orgasmo.

- Você é deliciosa. – disse ele ao voltar a ficar encima de mim.

- Vou parecer pervertida se confessar que sempre quis ouvir isso? – perguntei baixinho.

Ele sorri o negou com a cabeça e me deu um selinho, me fazendo sentir meu gosto em seus lábios.

- Não. Você nunca será pervertida pra mim.

Corei reprimindo a vontade de dizer que havia muitas coisas que havia lido e queria experimentar, mas primeiro eu precisava passar pela fase da penetração. Voltei a o beijar e deslizei minha mão por seu peito e toquei em sua ereção por cima da cueca. Ele suspirou contra minha boca e seus lábios passaram a ser mais urgentes. Meti a mão por dentro da cueca e toquei seu membro. Ok, o dele era bem maior e mais grosso que o do Toddy, mas eu não precisava ficar apavorada agora, ficar nervosa já estava sendo bem difícil.

- Se quiser desistir, ainda pode. – disse ele contra meus lábios.

Neguei com a cabeça e comecei a baixar sua cueca. Ele não discutiu, apenas retirou o tecido e esfregou nossas intimidades, criando uma fricção que me fez desejar que ele estivesse logo em mim, e que aquilo não fosse doloroso demais. Mas ele parou por um momento e puxou a calça.

- O que houve? – olhei confusa.

- Calma, só vou pegar a camisinha. – ele puxou a carteira e de dentro tirou duas camisinhas.

Olhei alivia. Eu mesmo havia esquecido disso. Que idiota. Pelo menos com Toddy eu não esqueci. Limpei aquilo da mente enquanto olhava ele colocar a camisinha em seu membro, e me peguei admirando como o dele tinha um formato mais bonito, se comparado ao do outro. Assim que colocou, me olhou e eu deitei na cama e entreabri as penas, dando espaço pra ele.

Zayn deitou sobre mim e puxou minha coxa, me ajeitando melhor pra ele. Meu coração palpitou mais rápido, não apenas pela excitação, mas pelo nervoso. Ele me beijou, desceu os lábios para meus seios, sua mão indo até minha intimidade e me tocando, fazendo eu relaxar mais. Então senti seu membro na entrada. Fiquei tensa.

- Apenas relaxa.  – sussurrou ele no meu ouvido.

Concordei com a cabeça e respirei fundo, relaxando. Ele não era Toddy, e não podia ser pior que ele, afinal, ele tinha bem mais experiência. Procurei seus lábios e ele me beijou calmamente. Senti ele se forçar contra mim, entrando gradualmente, era incomodo, mas não houve aquela dor que senti antes. Era até... prazeroso. Quando estava totalmente dentro, eu sorri, aliviada. Ele sorriu também e começou a se mover, entrando e saindo. Conforme seus movimentos foram acelerando, fui me perdendo. O segurei com força, gemendo e suspirando, o beijando e apertando mais contra mim. Pouco depois eu estava chegando ao ápice, gemendo longamente e o arranhando de leve, e pouco depois senti seu tremor e a respiração mais profunda, até que ele parou de se mover e enfiou o rosto no meu pescoço.

Ficamos deitados daquele jeito por um instante. Um sorriso bobo em meus lábios. E pensar que algum dia eu desisti de ter relações sexuais novamente. Beijei a cabeça de Zayn e ele ergueu o rosto para me dar um beijo leve.

- Você fica linda quando goza, sabia?

- Não. – disse corada.

- Um dia vou te filmar e mostrar. Porque é a coisa mais linda que já vi.

Ri sem graça e dei beijos leves nele. Mas parei quando senti uma enorme vontade de dizer que o amava. Oh merda! Eu estava fudidamente na mão daquele moreno sexy.

- O que houve? – disse acariciando meu rosto.

- Será que rola um segundo round?

Meu rosto ficou um pimentão, e ele gargalhou. O senti sair de mim enquanto concordava, mas pediu dez minutos para ir ao banheiro e já voltava. Concordei, mas fiquei na cama o esperando ansiosamente. E dessa vez não tinha nervosismos algum.


Notas Finais


E ai, o que acharam?


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