História Colors - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Emma Watson, One Direction
Personagens Emma Watson, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Colors, Conquistas, Revelaçoes, Superação
Visualizações 64
Palavras 3.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi galera, tudo bem? ^.^

Lembra quando avisei que tinha um surpresa para vocês? haushaus Pois é, agora tenho duas.
Como sou má, vou anunciar quando a fic estiver pela metade. Haushaus

→Tomara que gostem desse capitulo. Estou fazendo com todo carinho.
→ Vou dar um pequeno spoiler: Envolve o Jacob. Apenas uma das surpresas. O outro não vou falar nada.
→ Serio gente. Muita coisa ainda vai acontecer, até o quinto capitulo é apenas o começo. Só depois a historia vai começar a sair do lugar mesmo.
→ Não deixem de comentar. Eu amo os comentários de vocês.

Capítulo 4 - Um babaca


Nunca iria dizer “adeus” a minha faculdade do sonho.

—Blue Reynard.

 

—Okay, Blue você vai trabalhar para nós. —Virei-me assustada e encarei Anne, aonde ela tinha uma prancheta em mãos. — Você estuda na mesma escola que meu filho. Sua obrigação é vir na minha casa primeiro e levar Harry junto. Todas as terças e quarta-feira meu filho tem aula de guitarra, logico, você tem que levar ele. Limpar a casa de meu filho. —Assenti. —Lavar as roupas, passar a roupa, dar remédios tanto ao meu pai e Harry. Sua presença é obrigatória a todos os lugares que meu pai for sair de casa. A mesma coisa vale para meu filho.

—Uma pergunta: E o banheiro? Eu vou ter que levarem ao banheiro? —Perguntei um pouco envergonhada.

—Não. Não será necessário. Essa tarefa vai ficar para o amigo de Harry. O máximo que aquele pivete deveria fazer. Esta intendendo o que estou passando, Blue?

— Sim. —Menti.

Ela me olha de baixo para cima e sorri. Eu não gosto daquele sorriso.

— Srta. Reynard você sabe dirigir?

—Sim. E muito bem por sinal. —Menti mais uma vez.

Estava extremamente encrencada. 

[...]

 

—Não! —Erik afirma, fechando o capô frontal do jipe. Nós dois estávamos na garagem de casa, e o mesmo estava arrumando o carro que não funcionava. Já, eu, mal tinha acabado de chegar.

—Por favor, Erik! —Insisti. Tinha acabado de pedir a ele, para, pelo menos, levar Harry a escola nas manhãs de segunda à sexta-feira.

—Respondi que não, Blue. Eu vou ter que ir primeiro na casa dele e depois para a escola. Não é apenas esse o caso, não posso dar carona a ele todas às vezes que o garoto deseja sair. Sinto muito, mas não.

Ótimo! Não sabia dirigir e não tinha nenhum carro. Estava extremamente encrencada com dona Anne e, olha lá, que mal comecei a trabalhar na casa da família Styles

Perdida. Sentia-me perdida.

Irritada. Também sentia irritada. Virei às costas para meu irmão e fiquei parada que nem uma estatua, olhando aquela rua pouco movimentada do bairro. Sentei sobre a calçada e deixei escapar um longo suspiro. O que iria fazer naquele instante? Precisava de alguma saída. Alguma salvação.

Meu pai, Charles Reynard, aparece há poucos instantes na garagem e vi o estado dele. Ele tinha acabado de correr, estava todo suado e as roupas que vestia molhadas. Tirou um dos lados do fone de ouvido e sorriu tanto para mim e a Erik.

Não o contaria sobre o emprego. Pois. Não sabia qual seria a reação dele, se era boa ou ruim. Apenas contei a Erik e o mesmo prometeu não contar nada a ninguém da família, mesmo assim, para ele, minha atitude passa a ser idiota. Não tinha problema nenhum em arranjar um emprego. 

Até naquele instante, não cheguei a entrar em casa e meu pai, ainda passou direto por mim, apenas dando um simples “Bom tarde”.

Ao ouvir a porta da garagem sendo fechada. Novamente, ouvi a voz do meu irmão.

—Vamos fazer assim. —Olhei para ele. Era até um pouco engraçado o estado dele. O cabelo um pouco comprido estava preso, com um lacinho. Erik vestia uma regata branca, que dava uma visão da tatuagem que tinha; uma guitarra no braço direito. Meu irmão estava todo sujo de graxa e, ainda limpava a mão em um pano. — Eu levo e volto com ele da escola. —Sorri. —Mas, além disso, não faço mais nada. Entretanto, vou te ensinar a dirigir. Você já tem idade suficiente para isso.

Levantei da calçada e corri, com o objetivo de abraço. Porém, parei naquele mesmo instante me esquecendo de que ele estava todo sujo. Ao perceber a minha reação, abriu um sorriso sapeca.

—Vem cá, maninha. —Tenta me abraçar, mas eu recuso. 

—Não. —Recusei, enquanto, ele tentava me abraçar por trás. E ainda conseguiu. —Me solta, seu sujo. —Tentei sair de seu braço, mas, sem sucesso. Erik era mais forte. —Nojento!

Ele, finalmente, me soltou. Peguei minha mochila jogada no chão e entrei na casa toda feliz. Na mesa de jantar, vi minha mãe trabalhando. A me ver, sorriu para mim.

—Você demorou. Tem comida na geladeira, é só esquentar no micro-ondas. —Comenta. Abri a geladeira, e fui retirando uma salada de frutas, em vez de comer comida.

Na sala de casa, vi Jacob deitado no sofá, ouvindo uma das historias dos contos Grimm pelo CD tocada pelo rádio. Michelle estava nos fundos, estendendo roupas no varal.

Apenas direcionei-me a escada e fui subindo para meu quarto. Precisava descansar.

Depois de tanto tempo trabalhando para a festa de Horan. E ainda naquela noite iria ser a festa dele. Só de imaginar a cena dele bêbado perto dos amigos, era engraçado. Pois, meu querido amigo é fraco com bebidas alcóolicas. Ele mesmo sabia disso, porém, não ligava, apenas queria se divertir.

Ao fechar a porta do quarto, a primeira coisa que fiz, foi, tirar a roupa e tomar um bom banho gelado para refrescar. Assim, feito vesti o pijama e fiquei praticamente aquela tarde inteira fazendo tarefas de escola.

No meio dos exercícios daquelas contas chatas de matemática. Comecei a ouvir barulhos estranhos. Incomodada, levanto indignada e olho pelo corredor vazio. Foi quando, novamente, ouvi aquele mesmo barulho, vindo de cima. Deduzi que alguém esteja no sótão de casa. Resolvi ir até lá. A luz estava ligada então, vi melhor a pessoa. Era apenas meu pai, colocando pertences em caixa papelão.

—O que está fazendo? —Perguntei, cruzando os braços e ele se virou para mim.

—Estou jogando fora o que não usamos mais. —Respondeu como se fosse a coisa mais obvia do mundo.

Quando estava prestes a ir embora, vejo-o colocar o álbum da família em uma das caixas.

—Não joga isso fora! —Grito e peguei da mão dele. —Desculpa. —Agarrei o álbum sobre meu peito. —O álbum da família você não joga. —Falei enquanto pegava os outros três álbuns que tínhamos.

— Tudo bem. —Voltou a arrumar as coisas. —Não quer me ajudar, Blue? —Meu ego queria responder: Não! Você que se vira. 

—Okay.

— Muito bem, começando pela casa da arvore. Vê o que tem lá. Pega o que você não usa mais e joga fora. Pega a caixa papelão e vá!

Peguei a caixa, coloco os álbuns adentro por alguns instantes e fui descendo ao quintal. Naquele mesmo instante que apareci na sala, a porta da cozinha é aberta e acabo ouvindo vozes; do Erik e de outra pessoa. Curiosa, como sou, fui ver quem era: Malik. Zayn Malik. Ele entra na minha casa rindo e ao me olhar sorri.

—Olá, Blue. —Diz. Apenas assento com a mão.

—Ele só veio fazer o trabalho comigo aqui em casa. —Erik fala. Provavelmente, pensou que fiquei me questionando por que Malik estava ali. Mas, apenas deu os ombros. E voltei ao meu caminho para os fundos. Minha mãe sorri passando por mim.

Abro a porta de vidro e encaro a arvore. Coloquei a caixa na grama, suspirei.

De repente acabo ouvindo gritos me assustando. Era a voz de minha mãe. Corri para ver o que era.

— Por que você não me avisou que iria trazer seu amigo, Erik? —Diz toda alterada.

— Foi de última hora mãe. —Erik fica envergonhado. —Vamos apenas fazer um trabalho, nada de mais. Não tem com o que se preocupar. —Erik tentou a acalmar. O que estava acontecendo?

—Me preocupar? Por que não fazem numa biblioteca? Ou qualquer outro lugar?

—Mãe...

— Tira seu amigo de casa, agora! —Ela surtou de vez? Estava expulsando Zayn de nossa casa? Qual era o problema de fazerem um trabalho? —Francamente, Erik. Seu amigo podia ver a situação de Jacob. 

—E qual é o problema? —Meu irmão tentou se defender.

— Que ele iria ficar falando para os outros amigos da situação do seu irmão. Você quer que os outros fiquem comentando sobre ele na sua escola? As pessoas gostam de uma boa fofoca. E só isso que sabem fazer. Ficar comentando sobre a vida dos outros. Tira ele daqui!

Zayn estava saindo naquele mesmo momento, assustado. Erik e eu sentíamos envergonhados. Qual era a necessidade daquilo? Nenhuma!

Minha mãe chorava em um dos cantos, fazendo drama. Não posso acreditar que ela realmente fez aquilo. Meu Deus! Que situação horrível.

Sai dos meus pensamentos, quando vi alguém correndo pelos fundos da casa. Olhei para fora e vi. Oh não! Não! Não! Ele ouviu. Ele ouviu os gritos. Ele ouvir nós falando sobre ele. Como se sentia? Não sabia. Por quê? Por que corria? 

— O que está acontecendo? —Ouvi a voz do meu pai.

—Jacob está fugindo! —Anuncio.

— O quê?! —Minha mãe tira a mão do rosto. Não fiz outra coisa, além de correr atrás de meu irmão.

Onde ele estava indo? Por que fugia? Vi que o mesmo acabou caindo no gramado tentei apressar mais os meus passos. Estaria chorando? Oh, Deus! Meu irmão. Meu irmão caçula.

Naquele instante era eu que estava chorando. Chorando de tristeza. Jacob consegue se levantar e volta a correr— será que ele se feriu? Oh! Não quero nem pensar nisso.

—Jacob! —Ouço alguém gritar atrás de mim.

Infelizmente, meu irmão não fez nada. Não sei se me ouviu, ou fingiu que não ouviu. Tentei me apressar mais. Infelizmente, meu irmão sai de minha vista. No momento que pus meus pés no meio da rua, acabo me assustando quando ouvi um carro buzinando para mim. Com o susto acabei caindo no chão e o carro seguiu caminho, já a pessoa que estava adentro do automóvel gritou comigo chamando-me de louca. 

Louca mesmo! Louca de preocupação. 

Por que meu irmão fez aquilo? E se acontecer alguma coisa com ele? Sem pensar duas vezes, gritei.

—Jacob! —Um braço me puxa e encaro os olhos castanhos de meu pai. Abraçamo-nos, ali mesmo. —Não vou mais para a festa de Niall, vou ficar. Pode ter acontecido alguma coisa com Jacob. Não! Não! Não quero pensar dessa maneira.

—Não! —Ele diz, colocando as duas mãos no meu ombro, me segurando fortemente. —Você vai. Eu dou o meu jeito. Nós vamos encontrar ele.

—Mas...

—Você e seus amigos estão trabalhando nisso há muito tempo. É mais que justos vocês se divertirem. Falo isso por experiência própria, Blue. —Assinto e choro mais ainda. Novamente, o abracei.

Olho preocupada para ele. Suspiro. Não queria acreditar que aquilo estava acontecendo. Assinto com a cabeça e volto para casa. Quando cheguei à sala, vejo a minha mão chorando mais ainda. Ela não me encara. Deve estar se sentindo péssima depois da cena que fez.

Não dei discorda pelos choros dela. Não a perdoei. E não estive ao lado dela. Os gritos. Aquilo fora ridículo.  

Subi a escada e fui para meu quarto. Mal entrei e já ouvia o meu celular tocando. Bufei. Não tinha nem um minuto de sossego. Peguei meu celular e atendi a ligação. 

—Alo.

Srta. Reynard?

—Quem está falando?

Aqui é Michael Styles. — É o pai de Harry. Por que ele estava ligando para mim. —Desculpa, estar ligando há essa hora, mas, meu filho vai sair hoje. Haverá uma festa de aniversario de um dos amigos dele. —Deduzi que fosse o Niall. — Você vai leva-lo, certo?

Oh, Deus! Mas já? Tão cedo? O que vou fazer?

Minhas mãos tremiam de calafrios, por causa da mentira. No momento que olhei para trás, vi Erik passando direto do meu quarto.

—Um segundo, Sr. Styles. —Falei e andei correndo até Erik. —Vai à festa de Niall?

— Como você tem coragem de ir, sabendo que nosso irmão está lá fora, cego, com medo?! —Grita comigo.

—O nosso pai deixou a gente ir. —Okay, aquilo foi meio mentira.  Entretanto, precisava de Erik, mas que tudo naquele momento.

—Ele deixou?

—Sim. Disse que vai dar um jeito de procurar por Jacob. Provavelmente, vai ligar para a policia. —Falo e ele me encara de baixo para cima. Por fim, suspirou.

—Tudo bem. —Sorriu fraco.

—Okay, só para avisar nós vamos pegar o Harry na casa dele. —Falei e não o encarei, mas assim que desviei o olhar, pude ouvir um barulho do quarto dele e o mesmo ainda resmunga. Sorri vitoriosa. —Sr. Styles eu vou.

Era de noite, tinha se passando meia hora desde a festa começou. E a gente, mal tinha chego à casa da família Styles. Erik parou o carro e ficou olhando para a casa, surpreso.

Tiro o sinto.

—Abre a porta de trás e o porta-malas. —Falo e ele saiu, fazendo o que pedi. Enquanto isso vou direto para a casa dos fundos, que é onde Harry dormia.

Abri e vou direto para o quarto dele. Entretanto, percebi que Harry não estava sozinho. Tinha alguém com ele. Diante dos meus olhos, reparo num cara mais velho. Já o tinha visto antes. Aquele era o Michael Styles? Oh, Deus!

Os olhos verdes dele desviaram do filho para mim. Michael Styles me encara e esboça u, sorriso branco.

—Srta. Reynard? — Ele pergunta.

Pisco várias vezes.

—Sim. —Respondi com... dificuldade?

—Harry está pronto. —Diz, e eu, apenas assinto. Foi ai então, que Michael vira a cadeira de rodas de Harry para mim.

Harry Styles estava lindo. Absolutamente lindo. Isso não pode negar. Ele vestia roupas da moda antiga e ainda uma peruca. A me ver, me encara de baixo para cima, depois fica confuso.

—Você não está fantasiada. —Ele diz.

Olho para as minhas roupas. Realmente, não. Apenas vestia algo simples; calça jeans justa, blusa branca sem mangas e um tênis. O cabelo penteado e solto, deixando-o cair sobre meu ombro. Encaro-me no espelho e vejo minha maquiagem básica, lápis de olhos, base e batom. Não gosto de encher minha cara com muito pó, mas respeito de quem gosta.

—Estou sim. —Minto. Harry ergue uma das sobrancelhas, não acreditando em mim.

—Ah é? Quem? —Pergunta desconfiado.

—Robbie. —Falei a primeira coisa que veio em mente: Meu segundo nome.

—Quem diabos é Robbie?  

—Robbie é uma cantora... Brasileira. —Respondo. Minto mais uma vez. Senhor! Minhas mentiras não vão me levar em nada. — E você?

—The Beatles. —Responde. — Uma das minhas bandas favoritas.

—Okay. —Coloco minhas mãos no bolso da calça. —Vamos? Já está pronto?

Antes mesmo de ele responder, a porta da cozinha é aberta. Encaro Anne. Uma das mãos estava com um celular. Ela sorri e dá uma “boa tarde” em seguida. Nem parecia mais aquela mulher que me recusou a trabalhar na casa dela. Anne vai até o filho.

 

—Oh, filho você está lindo. —Ajoelha na frente de Harry. —Vamos tirar uma foto, eu, você e eu pai. Blue, por favor, tira a foto! —Entrega-me o celular.

—Mãe... —Anne ignora o filho.

Posiciono a câmera para tirar a foto. Percebi pela tela do celular que Harry não abria nenhum sorriso. Estava todo mal-humorado e insatisfeito.

—Vamos, Harry. Sorri! —Falo. Anne belisca o filho de lado e Harry abre um sorriso forçado. 

Tiro algumas fotos. E devolvo o celular de volta.

Pego a cadeira de rodas e começo-o a empurra-lo para fora.

—Tenham uma boa noite e se divirtam. —Despedimos deles e fomos até o carro de Erik. Quando chegamos, acabo ouvindo uma música alta. 

Abro a porta e meu irmão se assusta.

—Oh, imbecil. —Ele me encara. —Me ajuda, aqui.

—Erik? —Harry diz olhando para mim e depois desviou. —Bem, que vocês se parecem.

—Nós somos irmãos gêmeos. —Comento.

Com a ajuda de Erik, conseguimos colocar Harry no carro. Coloquei a cadeira de rodas no porta-malas e seguimos caminho para a festa.

Por volta de mais ou menos vinte minutos chegamos ao salão. Estava completamente lotado. Algumas pessoas ainda tinham acabado de chegar e obviamente todos estavam de fantasia. As grandes maiorias das pessoas estavam fantasiados.

Arrumamos tudo para Harry, novamente. O empurro até a portaria, onde tinha no máximo três guardas. Sim, Niall pediu aos pais dele poder contratar apenas um, mais se deu percebido, foram três.

—Nomes, por favor! —Um deles fala comigo.

—Blue Reynard, uma das organizadoras, e, esses dois estão comigo. Harry Styles e Erik Reynard.

—Podem entrar. 

Entramos. Oh Meu Deus! Cheio. O salão estava completamente cheio, o que chega até a assustar um pouco. Grande maioria, colegas de escola. O ambiente cheirava a fumaça, iluminado por luz neons de diversas cores. Mesas enormes perto das paredes cheios de petiscos. O barman, cheio de bebidas alcoólicas, por fim, a banda 5 seconds Of Summer que estavam aproveitando a festa se divertindo no meio de todos, pois antes de dar meia noite, até as altas horas da madrugada, vão ficar tocando. Antes DJ animava a festa. 

Olho para o lado e vejo que Erik não estava mais por perto. Deixando-me sozinha com o Harry. Meu Deus!

Ouso a voz de Harry, gritando. E o encaro. Aproximo meu rosto no dele, e o mesmo repete o que tinha dito.

—Quero beber! Vamos ao Barman.

Assinto e levo-o até lá. Quando chegamos, reparei em alguém familiar. Niall. Ele estava conversando com alguns amigos, bebendo. Ele sorri a me ver, e ainda se despede dos garotos, vindo à minha direção me abraçar. Sinto o cheio de bebida. Porra! Niall Horan já estava bêbado.

—Já está bêbado? —Pergunto e ele assente. —Mal completou dezoito. —Brinco e ele rir

—Ai, Jason. —Niall chama olhando ao barman. —Dois uísques! —Pede. O barman foi logo pegando a garrafa de bebida, expondo dois copos pequenos em cima da bancada e os enche. Niall pega os dois e entrega um a mim. —Bebe. Vamos, Blue! No três. —Ri. — Um... Dois... Três. —No ultimo segundo, bebo tudo direto.

Senti aquele gosto entranho sobre minha garganta, esquentando. Em seguida faço uma cara nem um pouco amigável, o que faz aquela bicha loiro, mas conhecida como Niall, rir de mim. Com vontade, dei uma leve batida no rosto dele. Quando, Niall virou o rosto, acabei vendo o Harry afastado, bebendo cerveja e olhando para mim e meu amigo. Nossos olhares se cruzaram, ele vira o rosto e ficou olhando para o resto do povo dançando.  Fingindo que não aconteceu nada. 

—Por que não me contou que era o Harry? —Pergunto a Niall.

—Harry está aqui? —Fica curioso e aponto a Harry atrás dele. Niall vira o rosto e vê o amigo sentado, sozinho e bebendo. —Por que não teria graça, se eu contar. Agora, vai lá o anima. Ele precisa se divertir. Foi cinco dias de tortura. —Comenta.

Deduzo que aqueles cinco dias de tortura, como “aqueles cinco dias preso no hospital”.  Niall se despede de mim e vai ao outro grupo de amigos, iniciar uma conversa. Peço apenas uma água ao barman, o pedido ao ser entregue vou até Harry e sento do lado dele. Pego meu celular e visualizo uma mensagem de Giovanna. 

Gio: Cadê você? Já chegou? Onde você está?

Eu: Oi. Cheguei. Estou perto do Barman.

Gio: Estou surpresa. É você mesma? Sentada perto do Styles? Repito: Harry Styles.

Eu: Yep

—Não precisa ficar perto de mim. —Ouço Harry falar comigo. O encaro confusa. —Não precisa ficar sentada comigo.

—Por que não sentaria? —Perguntei inocente.

— Você intendeu, Reynard. Não se faz de burra.

— Qual é o seu problema? Vai me morder por acaso? —Brinco e ele revira os olhos.

—Sei que quer se divertir. Não precisa ficar sentada a festa toda. —Diz e deu um gole na cerveja. Então, olho para todo aquele povo da escola fantasiados, dançando na pista. Grande maioria: bêbados.

No meio da multidão, acabo reconhecendo Giovanna fantasiada de alguma cantora que desconheço. Ela faz sinais com as mãos, para eu ir até ela. Então, mando mensagem. 

Eu: Vou ficar aqui com ele. 

A encaro vê que a mesma olha para tela do celular, após receber a mensagem. Revira os olhos e mostra um dedo do meio para mim, virando o rosto em seguida.

— Não ligo. —Falo sem pensar. Assustei-me quando Harry bateu com força a cerveja sobre a mesa.

—Então, eu vou. —Fala. 

—Ah é? —Pergunto sarcástica. —Como? — Eu vou para o inferno depois dessa? Não deveria ter falado aquilo.

Harry olha para os lados como se estivesse procurando por alguém. Até que o olhar dele recaiu sobre uma garota do terceiro ano.

— Hey, Jennifer. —Harry chama uma loira de olhos verdes, Sim, loira de olhos verdes e ela ainda vestia tomai-a de caia, que marcava as curvas do corpo. Não usava nenhuma fantasia. Nada contra pessoas daquele jeito. Mas, eu não era uma garota que chegava a ser ou vestia coisas como aquela.  Tirei meu olhar daquela garota e fico mexendo no celular.

—Oi, Harry. — A ouço falar. —Não sei o que aconteceu, mas deve ser horrível não ter mais uma das pernas. — Será que sente mesmo? Por que acho isso uma verdadeira mentira.

—Não sinta. Poderia pegar uma bebida para mim, por favor! — Por que simplesmente não conseguia o ignorar? Porra! Serio mesmo que ele iria fazer aquilo? Bem ao meu lado? Um babaca. Harry Styles era um babaca.

A loira volta com duas cervejas em mãos. E volto a olhar para meu celular. Deveria ter ficado em casa mesmo. Foi uma péssima ideia de estar ali. Em vez de ficar sentada naquela cadeira, podia estar procurando por Jacob, mas não, me sentia uma verdadeira trouxa estando na companhia de Harry. Aonde ele estava querendo provar sua masculinidade, pegando a garota.

Masculinidade? Isso não é e nunca será masculinidade. Aquilo era atitude de um babaca.

Com o canto do olhar, vi que a garota estava sentada no colo dele e ainda ficavam olhando para a boca um do outro. Eles estavam prestes a se beijarem. Então, aquilo para Harry Styles era se divertir?

Fechei meus olhos e punhos.

— Só não estou num bom dia, okay? —Bato na mesa e o casal fica assustados, me encaram. — Não me sinto bem, Harry. Vai em frente. Vai se divertir seu babaca.

Levantei da cadeira impaciente. Não posso acreditar que vou cuidar de um crítino. Era aquilo ou “adeus” a faculdade do sonho. E preferia lutar do que perder por algo tão precioso, para mim. 

Estava prestes a sair perto deles. Quando vi alguém correndo na minha direção. Era apenas Erik. Ao se aproximar perto de mim, vi seus olhos vermelhos.

— Temos que ir embora! —Ele diz.

—Por quê?

— O pai acabou de ligar para mim. Encontraram Jacob. —Meu coração palpitava desesperadamente e de nervosíssimo. —Só que... Ele sofreu um acidente. 

[...]

Eu chorava que nem uma louca. Não conseguia dar nem um mínimo paço naquele corredor de hospital, quase vazio.

Aqui era uma tortura, para mim. Estava louca. Preocupada. Quase morrendo por dentro. Não! Recusava-me a acreditar naquilo. Meu irmãozinho. Naquele hospital, de volta depois de anos. E eu achava que não era mais preciso.

Começo a andar pequenos paços. Ao aparecer no outro corredor, vou até a primeira porta e viro a maçaneta. Encontrando meus pais; minha mãe aos choros e meu pai tentando a consola-la. Meu olhar recai sobre a maca, vendo Jacob desacordado a graves feridas. 


Notas Finais


Eu tenho coração, sim! Haushaush
Uma das minhas amigas leu esse capitulo antes de ser postada, e comentou que eu não tenho coração.
E ai o que acharam? Amaram? Odiaram? Quero opiniões. Quero saber do que estão achando.
Não me esqueçam de me avisar por qualquer erro ortográfico.

Meu twitter: https://twitter.com/Carolin40111972
Playlist da fic: http://www.deezer.com/br/playlist/3291214526
Vou começar a recomendar livros. LIVROS SÃO MARAVILHOSOS! Já leram Harry Potter?
Vão ler é muito BOM!
Música do capitulo: https://www.youtube.com/watch?v=0-7IHOXkiV8


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