História Columbine - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Agatha, Bullying, Cherie, Colorado, Columbine, Drama, Dylan Klebold, Eric Harris, Massacre, Massacre De Columbine, Romance, Suspense, Violencia
Visualizações 52
Palavras 2.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OOOLÁ WORLD! Como vocês estão? Espero que muito bem rs
geeenty, vocês não imaginam o quão feliz eu tô neste momento! dfjafkaj, tudo isso por causa dos novos favoritos e pelo crush rs
mds, ele é tipo uma versão masculina de mim ~foi o que as minhas amigas disseram~ e eu tô confiante de que vai dar certo hehehe
eeeenfim, muito obrigada pelos comentários do cap anterior, eu amei cada um do fundo do meu coração de cocaína sz
eu queria pedir a ajuda de vocês para uma coisa... vocês conhecem alguém que faz capas para fanfic? se sim, por favor me passem o contatinho dessa pessoa, porque tô louca pra dar um UP na nossa história sz
GENTY, CONSEGUI FAZER A PLAYLIST NO SPOTIFY! VOU DEIXAR O LINK NAS NOTAS FINAIS S2
esse capítulo ficou um pouco depressivo, mas a vida é assim né... nem tudo são flores u.u
espero que gostem e caso achem essa história digna, manda pra um amigo ou algo assim, porque na minha opinião todos deveriam ler algo relacionado ao bullying...
perdoem qualquer erro ortográfico ou troca de palavras, eu tô meio que nas nuvens de tanto conversar com o crush ~que ainda não sabe quem sou eu rs~
eu recomendo que coloquem músicas tristes para ouvirem durante a leitura...
vamo que vamo!
boa leitura sz

Capítulo 20 - Dylan Klebold


Fanfic / Fanfiction Columbine - Capítulo 20 - Dylan Klebold

— Para qual lugar está me levando? — finalmente perguntei depois de 5 minutos silenciosos.

— Para a 9351 Cougar Road, Littleton, Colorado 80127. — sorriu ao terminar de falar.

— V-você quer dizer que... — balbuciei.

— Sim. — seu sorriso aumentou — Estamos chegando à residência dos Klebold’s.

— Por que estamos indo até lá?

— Porque você precisa conversar com Dylan. Você mesma disse há algo de errado naquela história. Agora você irá descobrir o que é.

— Eu falei isso, mas não queria dizer que eu pretendia ir até a casa de Dylan e perguntar o que há de errado com ele. — protestei.

— Isso faz parte da missão, logo você saberá. — deu uma piscadela e continuou a sorrir.

Sempre me surpreendi com a distância da casa dos Klebold em relação à cidade. Li uma vez que Susan e Tom Klebold acharam o local perfeito para criar seus filhos, visto que era longe da atmosfera urbana e cercada pela natureza.

Quando estávamos na rodovia, já consegui avistar a linda casa. Abri a boca, impressionada com a beleza da construção e tia Agatha riu da minha reação; A ruiva estacionou o carro próximo ao portão da entrada e me olhou atenta.

— Chegamos. — ela pegou a travessa de vidro e me entregou — Entregue isso a Sue, ela vai gostar, e diga que eu os fiz como agradecimento.

— Você a conhece?

— Digamos que já nos encontramos algumas vezes e ela me ajudou com alguns clientes...

— Você não vai entrar? — indaguei e ela negou com a cabeça — Por quê?

— Porque estou muito ocupada com o trabalho — abriu ainda mais os olhos — Assim como você, eu tenho que manter o meu disfarce nessa missão.

Bufei e passei a mão pelo cabelo. Tia Agatha só pode estar zoando com a minha cara.

— O.K. — aceitei sem emoção.

— Boa sorte, querida Cherie. — suas palavras estavam carregadas de carinho. Beijei sua bochecha e saí do carro.

Agatha não perdeu tempo e se afastou rapidamente. Observo a curiosa travessa e concluo que nela há cookies. A ruiva é mesmo uma chef de cozinha, ainda me pergunto como é possível que não tenha participado do MasterChef e ganhado.

— Seja firme, Cherie. — falei sozinha.

Passo pelo portão aberto e começo uma pequena caminhada até a entrada principal. Observo algumas árvores secas perto da entrada e aprecio a combinação da natureza com a casa. O vento traiçoeiro tocava os galhos secos, criando uma melodia calma e relaxante.

Aproximo-me e bato na porta três vezes. "Espero que não me achem estranha. Tia Agatha nem me deu a chance de poder trocar de roupa ou tomar um banho", pensei. A porta foi aberta por uma mulher de sorriso singelo e reconfortante: Susan Klebold. Ela, dentre os pais dos atiradores, foi a que mais se expôs.

Fiquei extremamente comovida com sua declaração na primeira entrevista dela desde a carnificina. Susan declarou que rezou para seu filho morrer e que, se pudesse, teria o impedido de sair de casa naquela manhã para ter uma conversa e saber se havia algo de errado, já que estava estranhando o comportamento do filho dias antes do massacre.

A mulher diante de mim sorriu e me olhou de cima para baixo. Seus cabelos castanhos estão encostando-se aos ombros e sua expressão é de leveza. Depois de alguns instantes, percebo que estou a encarando sem parar. Pigarreei e saí do transe.

— Olá, posso ajudá-la? — perguntou.

— Olá, eu sou sobrinha da Agatha Pesavento.

— Ah, Agatha! Claro, ela me disse que tinha uma sobrinha. Entre. — ela abriu passagem e eu adentrei.

A casa é ainda mais bonita por dentro. Tentei não parecer muito impressionada para que Susan não me estranhe.

— Tia Agatha mandou isso para a senhora. — estendi à travessa e Susan a pegou.

— Qual o seu nome? — perguntou, enquanto ia até a cozinha e guardava o que lhe entreguei.

— Cherie Austen. Agatha me disse que se chama Susan e que é a mãe do Dylan.

— Acertou — sorriu — Quer alguma coisa para beber?

— Eu aceito água, se não for incômodo. Minha tia não me deixou nem beber água antes de sairmos de casa. — mas que porra eu acabei de falar? "Cherie, pelo amor de Deus, se controle!", minha mente alertou.

— O.K. Pode se sentar. — disse, após rir, e eu obedeci.

Alguns instantes depois, a mãe de Dylan ressurgiu com o copo de água; Bebi o conteúdo e lhe entreguei o copo.

— Posso saber por que Agatha não veio? — sentou-se a minha frente e voltou a sorrir.

— Ela disse que estava atarefada. Pediu até desculpas por não comparecer. Mas a questão é que eu vim fazer uma visita a Dylan. — sorri sem graça — Estudamos juntos...

— Acho que ele falou de você algumas vezes, mas não me recordo do assunto... — ela me olhou pensativa e fez muxoxo — Bom, o Dylan ainda não chegou, mas se quiser você pode esperá-lo no quarto dele.

— Ah, eu não quero ser inconveniente.

— Imagina! — me interrompeu — Ele já está chegando, acredito que não irá demorar.

— Se é assim, então tudo bem. — sorri.

Susan me levou até o quarto de Dylan, o qual fica no segundo andar, e eu me surpreendi com a decoração do cômodo: posters de diversas bandas — dos quais só consegui reconhecer um do Marilyn Manson —, junto com posters de diferentes bebidas alcoólicas e outro de uma mulher com biquíni de leopardo. Há também placas de sinalização — aquelas que ficam nas ruas —, fotos de baseball e um sinal de "PG-13" — uma classificação para filmes —, provavelmente roubado de um cinema.

— Dylan queria pintar todo o quarto de preto, mas eu não permiti. — Susan disse repentinamente — Então chegamos a um acordo e ele teve que se contentar com aquela — apontou para uma região do quarto — área perto da janela.

— Entendo. Minha mãe também não permitiria isso. — dou uma risada fraca.

— Não consigo entender a paixão dos jovens por essa cor. — riu — Enfim, vou deixá-la sozinha se não se importar. Caso precise de algo é só me chamar.

— O.K. Obrigada, senhora Klebold. — agradeci.

— Pode me chamar de Sue.

— Certo... Obrigada, Sue. — sorri e ela correspondeu.

Sue saiu e me deixou sozinha no cômodo. Encontro o frigobar/geladeira que o rapaz provavelmente havia ganhado de aniversário e uma mesinha, onde ele certamente estuda. Aproximo-me dela e noto algumas folhas sob a mesma. Isso seria invasão de privacidade? Bom, os papéis já estão expostos, então acho que não tem problema se eu der uma olhada rápida.

Estico a cabeça e consigo ler parte do conteúdo: é o famoso poema que Dylan escreveu para uma garota que todos acreditam certamente ser Marla Foust. E realmente é para ela! Pesquisei uma vez que Marla foi uma das paixões não correspondidas de Klebold. Espera um instante! Por que, raios, ele estaria lendo esse poema outra vez?

Ouço a porta da sala bater e me assusto com o ruído; Me afasto rapidamente da mesa e sento em sua cama. Começo a mexer meus dedos compulsivamente e mordo o lábio inferior.

Escuto algumas vozes e, logo depois, passos em direção ao quarto. Respirei fundo e tentei relaxar mentalmente. Dylan surgiu no cômodo e pareceu não entender a situação.

— Cherie, o que faz aqui? — Dylan fechou a porta e voltou-se para mim.

— Preciso conversar com você. Ou melhor, você precisa conversar comigo. — falei séria e me levantei. Passei por ele e comecei a observar os posters novamente.

— Do que está falando? — perguntou. Ele jogou a bolsa em um chão do quarto e sentou na cadeira que fica em frente à mesinha.

— Estou falando sobre você e Alanna. Ela pode ter se contentado com a sua desculpazinha esfarrapada, mas tem algo que não se encaixa. — cruzei os braços e o olhei. Dylan passou a mão pelo cabelo e continuou calado — Você acha que eu não percebi o que você está passando?

— O quê? O que exatamente você acha que estou passando? — franziu o cenho. Coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha e suspirei.

— Não sou como os outros, Dylan. Sempre gosto de olhar os detalhes de cada um e sei reconhecer uma pessoa deprimida, porque, acredite se quiser, eu já fui assim. Eu sei como é se sentir assim e achar que ninguém gosta de você verdadeiramente. — ele engoliu seco e olhou para o chão — Também sei como é se sentir inútil e achar que tudo o que eu faço ou já fiz é uma grande perda de tempo...

— Como sabe? — perguntou com cautela — Como tem tanta certeza de que estou passando por isso? — dei uma risada fraca e me sentei outra vez em sua cama.

— Você é muito parecido comigo... A diferença é que eu consegui me curar antes que chegasse ao mesmo estado em que você está agora.

— Se curar do quê? — questionou.

— Da depressão. — respondi rapidamente.

— Você não entenderia... — passou a mão pelo cabelo novamente e me lançou um olhar ponderado.

— Pois bem, eu estou aqui justamente para te entender. — umedeci os lábios e respirei fundo — Vamos fazer o seguinte: você me conta o que está sentindo e eu apenas te escuto.

— Por que eu faria isso?

— Porque eu sou a única pessoa neste instante que está aqui apenas para te escutar. — retruquei. Ele me olhou por longos instantes e parece não se convencer de aquilo era o certo a se fazer — Quando eu tinha 14 anos, tive uma amiga que era a melhor, porém, ela era insegura e sempre estava triste. Praticava a automutilação e até tentou se matar. — percebi que ele prestou bastante atenção nessa parte — E sabe qual foi a única coisa que ela disse quando perguntaram o motivo de tudo aquilo? — ele balançou a cabeça em negação — "Eu sou uma garota triste e tão insignificante que poucos notaram o que estava havendo comigo. Posso estar sorrindo em um momento, mas por dentro estou chorando. Eu daria tudo por uma pessoa que pudesse me ouvir. Só queria isso: ser ouvida. Eu me sinto como se eu fosse a última garota da Terra; Tão sozinha, fadada a viver de forma insignificante e que ninguém se importa". Na época eu não consegui reparar o quão triste ela estava e me sinto culpada até hoje por ter ignorado algo que estava na minha cara.

— Ela morreu?

— Não, conseguiram reverter à situação e ela melhorou. Eu sei que você não pensa assim, — menti — mas estou fazendo isso pela Alanna. — e para impedir um massacre — Ela disse que você mudou e eu tenho a impressão de que seja esse o motivo.

Dylan aparentou pensar sobre o que falar e me analisou por intermináveis minutos. "Acho que fui invasiva demais... Mas que merda! É melhor sair antes que o clima fique mais estranho", pensei.

— Já vi que você não quer uma ouvinte, então tudo bem. Vou embora. — levantei devagar e, para a minha surpresa, Dylan segura a minha mão e suspira alto. Um pequeno sorriso surgiu em mim, mas tive que guardá-lo para não estragar o momento. Voltei para o meu lugar e fiquei calada, somente esperando ele se abrir.

— Bom... Eu não sei exatamente como explicar isso, mas é como se eu sentisse que ninguém gosta de mim de verdade. Nenhum amigo. É como se eu soubesse que no fim eles irão me abandonar. — pude sentir a melancolia em sua voz e seu rosto deu lugar a uma expressão triste — Às vezes sinto que sou tão fracassado e que a minha família sabe disso, mas tenta disfarçar só para eu não notar. Mas eles sabem. Eu sinto tanta raiva disso... Sinto raiva por todos estarem me enganando. Podem achar que eu não percebo, mas tenho plena consciência. Além do mais, eu odeio que riam de mim e é como se em todo o lugar que eu vou tem alguém rindo de mim... Acham que eu não noto, mas é claro que eu noto. — apertou os punhos, mas depois relaxou.

— E sobre a Alanna... — continuou — Antes dela aparecer, eu estava apaixonado por outra garota. Escrevi alguns poemas, mas tudo terminou como sempre terminava: eu sendo rejeitado. Eu só desejava que alguém me amasse, desejava amor e aceitação em um indivíduo a quem eu poderia chamar de minha alma gêmea. E então a Alanna apareceu. — um sorriso triste apareceu em seu rosto — Eu me senti diferente, como se eu finalmente tivesse encontrado a pessoa certa. No entanto, depois da apresentação polêmica dela, os Jocks começaram a me perseguir... E a minha única alternativa foi romper com ela, porque eu sabia como aquele capítulo terminaria: Alanna iria se cansar daquela situação e me deixaria...

— Mas você ainda gosta dela. — complementei e ele deu uma risada fraca.

— Sim... Na conversa que tivemos ontem, não imagina o quão difícil foi mentir para ela. — confessou — Mas eu não posso voltar com ela... Se isso acontecer, os Jocks pegarão no meu pé mais do que de costume. — suspirou.

— É realmente uma situação complicada... Alanna ficou arrasada com a conversa de ontem. Ela estava pensando que você a odiava.

— O quê? — perguntou exaltado.

— Relaxa, eu consegui tirar isso da cabeça dela... Mas acho que ela nunca vai superar você. — apoiei meus braços nas pernas e o encarei fixamente — Quando somos jovens e acontece algo em nossas vidas sempre pensamos que é o fim do mundo, mas não é. É apenas um recomeço. Eu sei que pra você nada tem tanto sentido agora, você acredita que perdeu todas as lutas, além de estar sem esperança e sentindo-se como um fracassado, entretanto, não significa que tudo está acabado. Basta fechar os olhos e insistir... Eu sei que está difícil agora, mas isso estava predestinado a acontecer, porque a vida não é para ser fácil, pois se fosse, ela não teria graça. São tempos difíceis para os sonhadores. — sorri sem mostrar os dentes e levantei sutilmente os ombros — Sei que é fácil falar, mas a vida é mais que isso... Não pare de viver só porque uma parte dela não deu certo. Só não deu, porque não era pra ser. E não seja injusto com sua família e amigos... Eles nunca irão te abandonar, principalmente a sua família. E como amiga posso lhe garantir que nunca irei te abandonar no final. — sorri. Dylan sorriu e olhou para o chão.

— Eu sei que pode parecer bobagem, — prossegui — mas quero tentar uma coisa com você. É um tipo de coisa que eu faço quando estou me sentindo para baixo ou triste. Eu preciso que você olhe para mim e respire fundo. — Dylan se endireitou na cadeira e fez o que eu pedi — Agora feche seus olhos e deixe-os bem fechados. — tentei suavizar a voz o máximo possível e Dylan obedeceu — Pense naquilo que te atormenta ou te deixa deprimido e deseje que tudo vá embora... Deseje quantas vezes achar necessário que tudo vai embora. — percebo que Dylan realmente está se esforçando e não posso deixar de sorrir vitoriosa — Agora abra seus olhos, deixe-os bem abertos... Está tudo bem agora e observe tudo que te aflige sumindo dia após dia.

Klebold abriu os seus olhos e me fitou atentamente. Suas íris azuis são mais lindas do que imaginei que seriam. Um sorriso tímido surgiu em seu rosto e eu pude respirar um pouco aliviada. Eu espero que tenha funcionado... Embora isso não seja o suficiente para impedir um massacre.

— Se sente melhor? — perguntei.

— Acho que sim... Você tinha razão, eu precisava de uma ouvinte. — disse sem graça e eu ri. Olhei meu relógio de pulso e concluo que já está na hora de ir embora.

— Eu fico feliz com isso. — estiquei minha mão e afaguei seu braço — Sempre que precisar de alguém para conversar, eu estarei aqui. Vamos fazer o seguinte: tudo o que conversamos aqui fica apenas entre nós. O.K?

— Tudo bem. — concordou.

— Ótimo. — sorri — Bom, eu tenho que ir.

— Eu posso te levar se quiser. — disse.

— Não precisa. Eu quero caminhar um pouco para espairecer. — me levantei e o abracei de lado mesmo ele estando sentado — Não se esqueça do que eu falei. — o balancei de leve e ele riu.

— Vou tentar. — Dylan ia se levantar, mas eu o impedi.

— Não se incomode, eu conheço a saída. Fique pensando no que eu falei. — caminhei até a porta, acenei e sorri — Até amanhã, Dylan.

— Até amanhã, Cherie. — acenou e sorriu.

Fechei a porta e respirei fundo. Sorri abertamente e passei a mão pelo cabelo. Enquanto descia as escadas, observo Sue sentada no sofá lendo um livro. Dar aqueles conselhos não é o bastante... Dylan precisa de uma ajuda profissional para curar sua depressão profunda.

Ao terminar a descida, observo dois gatos próximos ao sofá. Provavelmente são Rocky e Lucy, os gatos da família Klebold. Aproximei-me de Sue e a mesma sorriu a me ver.

— Já vai? — perguntou.

— É... Minha tia está me esperando. — comprimi os lábios — Sue, eu não quero parecer pretensiosa ou algo do tipo, mas pelo que a tia Agatha me falou, você é uma boa mãe e tenta fazer o possível por seus filhos... Bom, eu só quero dizer que o Dylan, assim como qualquer adolescente, tem inseguranças e isso não pode ser ignorado.

— O que quer dizer? — perguntou sem entender.

— Só estou tentando dizer que ele precisa ser ouvido. Tenta conversar mais com ele... Dylan precisa desabafar uma vez ou outra. Pelo que percebi, ele está muito deprimido. Tente só saber o que se passa no mundo dele. — falei séria — Ele é muito legal... — sorri e caminhei até a porta — Acho que é isso... Obrigada pela atenção.

Acenei e saí da casa dos Klebold’s. Encostei minha cabeça na porta e respirei fundo.

— Eu espero que dê certo... — falei sozinha.


Notas Finais


E AI?? O QUE ACHARAM?? COMENTEM!!
Ah, como eu queria que isso realmente tivesse acontecido na vida real...
Eu chorei enquanto escrevia ;-; sorry por qualquer coisa

LINK DA PLAYLIST: https://open.spotify.com/user/22iamol7vsee7palgp2k2gr7i/playlist/7e9ZssKbUIVtvV2tSaf521

Dylan realmente tinha problemas sérios e isso não deve ser ignorado... se você conhece alguém com problemas parecidos, não o ignore! ajude-o antes que seja tarde demais.
enfim, espero que tenham gostado sz
até a próxima semana!
beeeeeeijos s2 amo todos vocês !


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