História Columbine - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Agatha, Bullying, Cherie, Colorado, Columbine, Drama, Dylan Klebold, Eric Harris, Massacre, Massacre De Columbine, Romance, Suspense, Violencia
Visualizações 64
Palavras 2.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OOOLÁ, MUNDO!
Como vocês estão?? Espero que bem heksfjdha
GALERA, ME DESCULPEM PELA DEMORA! Sério, estive muito cheia nos últimos dias e fiquei com uma falta de criatividade enorme! até que eu finalmente tomei vergonha na cara e tô postando o cap que já tava pronto kasdfjas
genty, deu merda com aquele crush lixo... mas eu não to nem ligando kdsfafsdf digamos que agora eu esteja em outra vibe muito melhor e que realmente se importa comigo sz (pelo menos eu acho e.e)
sexta-feira (08 de setembro) foi o meu niver de 18! Eu comemorei em grande estilo kdjfha
dia 11 de setembro foi aniversário de Dylan Klebold... foi horrível o que ele fez, mas ele não deixa de ser uma pessoa...
enfim, me desculpem mesmo pela demora... quase um mês, bicho!
EU TO MEGA FELIZ PELOS NOVOS FAVORITOS! PASSAMOS DOS 80 FAV!!!! MDS, VOCÊS SÃO DEMAIS S2
todos vocês estão guardados no meu core sz
perdoem qualquer erro de ortografia ou troca de palavras... essas coisas acontecem (e meu pc não tá colaborando comigo e fica desligando quase toda hora u.u)
Enfim, espero que gostem do cap!
boa leitura!

Capítulo 22 - Neon Angels On The Road


Fanfic / Fanfiction Columbine - Capítulo 22 - Neon Angels On The Road

O que posso dizer sobre Filosofia? Não é difícil quando você estuda, ela só se torna um problema quando a professora te odeia como é o meu caso. Aquela mulher queria ferrar com a minha vida de propósito, mas eu consegui vencê-la no seu próprio jogo.

Acredito que Eric ainda não saiba dos boatos sobre Jake e a garota misteriosa, o que é bom. Não sei nem por que estou com medo de que ele saiba, uma vez que estamos muito bem — até demais.

Atualmente, estou à procura de Harris, que pediu para me ver antes que a última aula acabasse. Onde, diabos, aquele garoto se meteu? Encosto-me na parede perto de uma porta qualquer quando sinto alguém me puxar para dentro da salinha, que julgo ser a do zelador.

— Achei que não viesse mais. — Eric disse olhando para a minha boca. 

— Você não especificou o lugar para eu te encontrar. — joguei a mochila no chão e andei apressadamente até ele para beijá-lo com fervor. Eric me empurrou contra a parede e correspondeu arduamente, além de apertar a minha cintura.

Depois de alguns segundos naquela posição, o puxo pela camiseta e sento em algumas caixas para ficar quase na mesma altura que ele. Pouso minhas mãos em seu tronco, enquanto as suas acariciavam as minhas coxas. A sensação de sentir sua boca com a minha é uma das mais extraordinárias já sentidas por mim.

As mãos dele subiram pelo meu corpo até chegarem à minha nuca, diminuindo a intensidade do beijo. Aproveitei a situação para fazer uma trilha de beijos até o seu pescoço, onde eu dou um chupão. Afasto o meu rosto para olhá-lo e acabo sorrindo vitoriosa.

— Acha que vai ficar assim, é? — estreitou os olhos.

Com certa brutalidade, tirou o meu cabelo do pescoço e abaixou a gola do suéter; Começou a beijar sutilmente a área até dar um chupão capaz de fazer meu corpo arrepiar completamente.

— Desgraçado! — exclamo.

— Shhh. Você não quer que nos descubram aqui ou quer?

— Claro que não. — sorri maliciosamente e voltei a beijá-lo.

Suas mãos foram para a minha cintura, onde a apertou novamente. Mordi seu lábio inferior e arranhei um pouco a sua nuca. Depois de certo tempo, nos afastamos para recuperar o fôlego e ficamos olhando apenas um para o outro como se não houvesse mais nada no universo.

— Acho melhor sairmos antes que o zelador venha. — falei calmamente após certo tempo.

— Espera. — fechou os olhos com força.

— O que foi? — pergunto preocupada.

— É que... — apertou os olhos ainda mais e aquilo me deixou um pouco nervosa — Meu pau está duro.

— Que susto, seu idiota! — ri e empurrei sutilmente o seu ombro — Faça-o voltar ao normal.

— Estou tentando, mas é difícil quando olho para você, por isso, não seja gostosa. — ele virou o rosto e colocou as mãos no quadril na tentativa de se concentrar. Levantei os ombros, sem saber o que fazer e continuei a rir daquela situação — Fala alguma coisa que não seja excitante.

— Tudo bem... — pensei por alguns segundos e me lembrei do que Alanna havia me falado uma vez quando estávamos no banheiro — O que é NBK? — perguntei e Eric riu.

— É a abreviação do nome de um filme. Ele se chama Natural Born Killers. — explicou.

— Certo... Alanna me disse uma vez que você falava sobre fazer um NBK. O que queria dizer com essa expressão? — o confrontei. 

— Por que quer tanto saber? — percebi que ele ficou tenso. Acho que estou chegando perto da entrada do Mundinho Harris.

— Curiosidade... — respondo com naturalidade. O rapaz, desconfiado, me analisou por instantes e ficou pensativo. “Será que fui muito hostil?”, me perguntei.

— Um dia você saberá. — falou de forma sombria. Eric olhou o seu relógio de pulso e pareceu surpreso com o que viu — Eu tenho que ir. Preciso resolver algumas coisas com Dylan.

— Você anda passando muito tempo com Dylan... Vou começar a sentir ciúmes dele. — cruzei os braços e fiquei em pé.

— Não se preocupe, loirinha. — colocou suas mãos na minha cintura — Eu sou apenas seu. — deu uma piscadela e um beijo rápido.

Fiquei um pouco sem estruturas ao ouvir aquilo e só consegui sorrir abertamente. Eric pegou sua mochila do chão e antes de sair acenou.

"Um dia você saberá"... Aquela frase ficou circulando pela minha mente como um carro sem freio. Ele falou indiretamente do massacre, isso é óbvio.

Olho o meu relógio e me assusto com a hora. Preciso ir antes que me atrase para aquele maldito ensaio. Peguei minha mochila e saí rapidamente daquela salinha. Ando o mais rápido possível até o auditório e me surpreendo ao encontrar Alanna com Joseph.

— Oi. — falei com um sorriso.

— O que aconteceu com você? — Alanna perguntou — Sua boca parece estar borrada de batom.

— E parece que passou um furacão no seu cabelo. — Joseph completou. Arregalo os olhos e tento me arrumar o máximo que consigo. “Meu Deus! Eu deveria ao menos ter passado no banheiro antes de vir”, pensei.

— Eu estava comendo um bolinho de baunilha e nem notei que borrei o batom. — tentei disfarçar.

— Acredito que você estava "comendo", mas não acho que tenha sido um bolinho... Talvez algo parecido com uma banana. — Joseph falou e eu senti meu rosto começar a corar violentamente.

— Joseph! — Alanna repreendeu o amigo — Não liga pra ele, Cherie.

Ri sem graça e me despeço deles para ir até onde o pessoal da banda estava. Para a minha surpresa, Kristi Epling também estava com eles.

— O que você está fazendo aqui? — perguntou surpresa.

— Eu sou a nova guitarrista principal. — respondi e sorri. Seu rosto começou a ficar avermelhado e meu sorriso apenas aumentou.

— Finalmente você chegou. — um rapaz com uma guitarra comemorou — Eu me chamo Ian Walter, o responsável pelo Clube de Música e líder da banda, aquela é a Sandy Birk, a deusa da bateria, — apontou para a garota que rodava uma baqueta na mão. Eu sei tocar bateria e rodar a baqueta na mão é algo difícil — aquele é o Charlie Wilson, o tecladista, e essa é a Kristi Epling, a nossa querida baixista. O diretor me avisou que viria. Cherie, não é?

— Sim. — sorri.

— Ótimo. Escolheu a música para a sua demonstração? Preciso disso para avaliar o que você precisa melhorar. — assenti e peguei a fita cassete com a música que eu iria tocar. 

— Onde tem um reprodutor de fita? — perguntei, enquanto colocava a minha mochila em um canto do auditório. Ian pegou o aparelho e o colocou no meio do palco — Eu vou tocar acompanhando a fita. Tem algum problema?

— Não, para falar a verdade é uma ideia bem inteligente. — sorriu — A sua guitarra está bem ali. — apontou para a Fender preta — Quando estiver pronta pode me falar que eu vou apertar o play.

O pessoal da banda saiu do palco e eu me senti um pouco nervosa por estar sozinha naquele palco. Caminho até a guitarra, a coloco em mim e noto o quão pesada é. Vou para perto do microfone e avisto algumas pessoas observando tudo.

— Tudo pronto? — Ian perguntou e eu assenti. O rapaz apertou o play e eu comecei a tocar.

Eu acompanhei o som da bateria e me concentrei apenas no que tinha que fazer. A música Neon Angels On The Road, conhecida também como Música Assassina, é uma das mais difíceis das The Runaways por dois motivos: o solo é muito rápido e é quase impossível conseguir cantar sem desafinar. O som pesado e firme da minha guitarra invadiu o ambiente e um sorriso de satisfação brotou no meu rosto, já que eu estava acertando os riffs. A voz da cantora surgiu e, do nada, alguém interrompe a minha demonstração:

— Eu acho que talvez fique mais melódico se ela cantar. — Kristi disse alto — Acho que isso já seria um teste duplo: o de canto e guitarra.

Olhei para ela de forma assassina e um sorriso surgiu em seu rosto. A minha vontade era de jogar Kristi pela janela.

— Mas essa música é muito difícil. — disse Charlie.

— Se ela não estiver preparada para isso, então não poderá ficar na banda. — a garota disse e pareceu convencer a todos. Revirei os olhos e cocei a garganta.

— Tudo bem, eu canto. — falei, por fim. Só farei isso porque tia Agatha me disse que essa é a minha única chance de ficar nesse colégio.

Bufei de raiva e fechei os olhos. Nem a própria Cherie Currie conseguia cantar direito, porque aquela música não se encaixava na sua extensão vocal, imagine eu! Abri os olhos devagar e comprimi os lábios. Alanna e Joseph me encaravam esperançosos e com sorrisos reconfortantes. "Não pense que vai dar errado... Tome cuidado apenas com as notas mais altas da música", minha mente dizia.

— Pode colocar de novo. — mandei e Ian obedeceu.

Toquei novamente a introdução, olhei para Kristi e respirei fundo antes de começar a cantar:

 

 

 

No one here gets out alive

Pushing power in overdrive

Cobra kings wet and wild

Love the devil that's in your smile

 

(Ninguém aqui sai vivo

Empurrando o acelerador na ultrapassagem

Reis Cobra molhados e selvagens

O amor do diabo que está em seu sorriso)

 

 

 

Umedeci os lábios e me preparei para o refrão, o qual é a parte que eu mais me embolo na hora de cantar:

 

 

 

Let me tell you what we been doing

Neon angels on the road to ruin

Let me tell you what we been doing

Neon angels on the road to ruin

 

(Vou te dizer o que estamos fazendo

Anjos de neon na estrada para a perdição

Vou te dizer o que estamos fazendo

Anjos de neon na estrada para a perdição)

 

 

 

Uma parte difícil se foi! Sorri aliviada por não ter errado, embora o trecho mais árduo da canção venha a seguir. Fechei os olhos e tentei cantar afinada.

 

 

 

Everybody who's ever on fire

Now's the time for our desire

 

(Tudo mundo que está em chamas

Agora é a hora do nosso desejo)

 

 

 

Sem querer, acabei desafinando um pouco nas duas últimas palavras. Puta que pariu! Kristi deu um sorriso enorme e riu da situação. Cantei o refrão como se nada tivesse acontecido e me preparei para a minha carta na manga: o famoso solo de guitarra assassino. Ao terminar o refrão me afastei do microfone e comecei a tocar aquele solo maravilhoso.

Todos que estavam presentes arregalaram os olhos e um sorriso enorme tomou conta do meu rosto. Kristi estava com a boca entreaberta e seus olhos arregalados. "Toma essa, queridinha", pensei. Flexionei um pouco os joelhos e me aprofundei ainda mais no solo. Balancei a cabeça no ritmo e mordi o lábio inferior; Endireitei-me e umedeci os lábios pra cantar outro verso da canção:

 

 

 

Highways hard in this modern world

Battered boys and shattered girls

Leather bombers that rule on the streets

Setting fires and living heat

 

(Caminhos difíceis neste mundo moderno

Maltratando meninas e meninos

Bombardeiros de couro que regem as ruas

Preparando o fogo e vivendo o calor)

 

 

 

Após essa parte, cantei o refrão pela última vez e quando veio o solo de bateria, respirei fundo e toquei o mesmo riff do início. Assim que a música terminou pude respirar fundo e relaxar.

— Uau! — Charlie disse impressionado.

— Você definitivamente está na banda. — Ian sorriu. 

— Ótimo! — comemorei e olhei para Kristi, que parecia não estar conformada.

— Ensaiamos todas as sextas depois da aula. — o líder disse, chamando a minha atenção.

— Tudo bem. — assenti.

— Vamos te passar o que geralmente tocamos e as partituras. — Charlie pegou algumas folhas e as analisou.

O restante do ensaio foi divertido. Kristi tentava me alfinetar, mas eu sempre tinha uma resposta à altura. Na hora da saída, eu dei carona para Alanna e a mesma parecia animada com o fim de semana.

— Acho que Dylan vai estar melhor. — falei, enquanto parava em frente à casa da garota.

— Por que tem tanta certeza? 

— Intuição feminina. — sorri — Você vai com o Eric amanhã?

— Não sei... Vou falar com ele hoje à noite sobre isso. — disse pensativa.

— Qualquer coisa pode falar comigo e eu passo aqui para te buscar.

— Sério? — assenti e ela sorriu — Eu iria achar muito melhor!

— Certo, eu passo aqui umas 11hrs. Tudo bem?

— Sim. Obrigada pela carona. — sorriu — Tchau! 

Acenei e logo me afastei dali. Passei olhando para a casa de Eric e respirei fundo. Algo me diz que esse fim de semana vai ser muito interessante...


Notas Finais


O QUE ACHARAM?? COMENTEM!!
CHERIC TÁ VIVO, PORRA! kfhjsdfa, desculpem, eu me empolgo pra caramba com eles hehe
Kristi sendo Kristi, nojo

LINK DA APRESENTAÇÃO DA CHERIE: https://www.youtube.com/watch?v=25hmT8phNsw

Espero que tenham gostado! Vou me esforçar ao máximo pra postar o próximo capítulo logo!
Muuuito obrigada por terem paciência! Amo vocês pra caralho!
Beeeeeeeeeijos s2


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