História Com amor, Eu - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amizade, Casamento, Família, Gravidez, Romance, Traição
Exibições 3
Palavras 382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Como eu já havia dito nas minhas outras histórias, aqui está "Com amor, Eu"!!!
Espero que gostem e não se desesperem se eu demorar a postar mais do que o normal (estou numa época bem movimentada na vida ><). Prometo fazer o máximo para atualizar ao mesmo tempo no Wattpad e aqui!
Por enquanto, já postei até o capítulo 5 e vou tentar colocar tudo aqui ainda hoje, ok?
Beijos! *3* *3* *3*

Capítulo 1 - Prólogo


       A menina terminou de escrever a última frase na última linha do seu diário e sorriu.
       Estava feito.
       Seu trabalho que já durava cerca de um mês estava terminado.
       Ela ajeitou uma mecha do seu cabelo ruivo ondulado atrás da orelha e trancou o cadeado do pequeno volume com a chave minúscula que estava presa a um chaveiro em formato de livro. Depois, prendeu a argola do mesmo no próprio cadeado - o que seria imensamente arriscado, não fosse seu verdadeiro objetivo.
       Com seus cintilantes olhos verde-escuros, analisou o interior do veículo - por todo lado havia pessoas dormindo, ouvindo música ou mexendo no celular, tentando encontrar um passatempo enquanto não chegavam aos seus destinos - e caminhou para os fundos dele, onde haviam cinco bancos, um ao lado do outro, que seriam o esconderijo ideal para seu tesouro.
       Ainda sorrindo, a menina abaixou-se e colocou seu diário debaixo do último banco do lado esquerdo, fazendo-o ficar preso entre as duas pernas próximas à parede. Uma segurança tão temporária quanto ela queria.
       Quando ergueu-se, percebeu que o veículo se aproximava do ponto onde desceria e apressou-se em pegar sua mochila escolar, que pareceu mais leve que o normal por causa de sua euforia.
       Em silêncio, mas ainda com um sorriso que fazia as sardas em suas bochechas brilharem, a menina entregou a passagem para o motorista e desceu do veículo, seguindo o fluxo de passageiros que também desceria na agência de ônibus.
       Enquanto ela desviava-se das pessoas que tentavam subir no mesmo transporte em que antes ela estivera, sentiu uma estranha pontada em seu peito, um pressentimento.
       Ignorando a estranha sensação, ela seguiu em frente na calçada gasta e despedaçada até chegar na faixa de pedestres que teria que atravessar para chegar à sua escola.
       Observou atentamente os dois lados da rua e aguardou enquanto um microônibus escolar parava para deixá-la passar, como deveria ser.
       Quando a menina passou do par de faixas amarelas pintadas no meio da pista, ouviu um motor rugir à sua esquerda e parou, surpresa. Um motoqueiro sem capacete e parecendo meio tonto surgiu de trás do microônibus em uma velocidade nada aceitável para as ruas de uma cidade.
       Quando o terror nos olhos dele se igualou ao que viu nos olhos dela, já era tarde demais.

❤❤❤



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