História Com amor, Lua - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Amor, Bts, Cartas, Namjoon, Rap Monster, Suga, Yoongi
Visualizações 5
Palavras 1.291
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oier!
Não tenho nada a declarar desse cap, apenas leiam ksksks
Nos vemos lá ebaixo.
Boa leitura

Capítulo 6 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Com amor, Lua - Capítulo 6 - Capítulo 4

Querido amigo, 
A semana que passou após aquela festa, foi um completo tédio, sério. Todos estavam loucos com as provas finais e se matando de estudar, até Min Yoongi estudou e ele nunca estuda. Bem, sexta-feira foi um completo caos na escola quando as provas terminaram, todos saíram correndo e um tumulto se formou a frente do colégio. 
Juro que tentei seguir um caminho normal para voltar para casa, mas não sei porque aquele parque quase desértico me atraía até aquele mesmo lugar, embaixo da mesma árvore, na mesma sombra. Fui até lá, só que eu queria mudar um pouco as coisas, em vez de sentar em me deitei. Está bem, sei que não faz muita diferença, mas mesmo assim eu quis fazer. Acho que fiquei durante uns quinze minutos deitada enquanto ouvia o vento e sentia a grama fazendo uma cócega leve em meu rosto. Pela primeira vez tudo estava calmo, havia paz e nenhum barulho humano em volta. 
Em Seul todos os meus momentos eram assim. Eu sempre aí para o telhado da minha casa e passava as tardes lá, geralmente eu fazia isso quando estava puta com o mundo. Agora, eu faço isso para me fechar do mundo. Mesmo eu não querendo admitir, Nam tem razão, eu não posso ficar o tempo todo excluindo todo mundo que tente ser meu amigo, ou que quer algo a mais comigo. Sem perceber, uma lágrima ousada correu sobre meu rosto e caiu na grama. Não a limpei, pois sabia que ninguém estaria ali. Levantei e fiquei sentada de com as pernas cruzadas. Em um ato mal pensado liguei para Moon e perguntei se tinha alguma festa hoje, ele falou que não teria mas que se eu quisesse ir na casa dele estaria tudo bem. Era perceptível a malícia em seu tom e as segundas e terceiras intenções em suas risadinhas. O que era para ser uma conversa rápida, acabou por se estender por umas duas horas. Rimos e fizemos piadinhas tão idiotas quanto nos. Ainda não entendi como nos tornamos amigos tão rápido e ganhamos tanta intimidade tão rápido. 
Confesso que enrolei um pouco no caminho para ir até a sua casa, eu estava com medo. Não que eu planejasse fazer aquilo, até porque eu parei de romantizar a primeira vez, mas eu tinha medo de que alguma coisa desse errado entre Yoongi e Nam. Eu não queria acabar com a amizade deles. 
Ele me recebeu com uma casa ecoando jazz antigo e um copo de whiskey na mão. Estava uma cena até engraçada de ser ver, ele parecia ser um velho de setenta anos rico. Não pude deixar de rir com essa cena e aparentemente ele também. Assim que entrei na casa, ele me ofereceu um gole de uma bebida que eu nem sabia o nome. Foi aí novamente que eu comecei a “errar”, eu aceitei. Eu bebi, pela primeira vez eu senti o gosto do álcool descer rasgando a minha garganta. 
Me permiti fazer isso por querer viver a minha vida ao máximo, eu quero saber o que eu posso fazer, quais são os meus limites. 
Até então, tudo parecia estar ganhando movimento e por algum santo motivo eu ria de tudo o que acontecia, tudo. Eu não tinha controle sobre mim, eu não sabia nada, eu não era nada naquele momento. Só estava o vivendo como se fosse a última noite da minha vida. Lembro que como a música ainda soava quando ele me puxou pelo braço e começou uma dança desajeitada e engraçada, deve ter sido uma das cenas mais engraçadas daquela noite. 
Depois de tudo isso nos jogamos no chão, completamente suados e ofegantes no chão. Eu estava com a minha cabeça deitada em seu braço e olhando para cima, enquanto ele olhava incessantemente para mim, quando eu virei a cabeça para o lado, ele acariciou meu rosto e me trouxe para mais perto. Sei que não estava em minha melhor condição, mas eu realmente achei isso muito estranho. 
- O que você está fazendo? – perguntei com a voz alterada e rouca. Eu o encarei e vi em seus olhos a confusão, como se uma batalha interna estivesse sendo travada dentro dele. 
- Lua, posso fazer uma coisa? – perguntou se apoiando no cotovelo e ficando bem próximo do meu rosto. Nessa hora eu já não dava por mim, não sabia o que realmente estava acontecendo comigo ou com Moon. Ele esperou até eu assentir, tomou meu rosto em uma de suas mãos e lentamente aproximou seus lábios dos meus. Foi um beijo bem tímido e desajeitado, talvez por causa da bebida e a minha falta de experiência. Não me dei conta de quando suas mãos me exploravam e o beijo ficava mais indecente, naquela hora eu estava muito fodida, e quase literalmente no caso. Meu corpo sabia onde acabaria aquilo é eu estava tão fora de si que nem reparei, se quer me incomodei em estar beijando meu melhor amigo, que tinha nitidamente segundas intenções. 
Em um certo ponto, senti ele se levantar e me puxar novamente para o seu aperto. Tudo estava muito óbvio, mas a minha confusão interna continuava e eu não sabia mais o que era certo ou errado. Não conseguia nem ter a capacidade de falar se eu realmente queria aquilo ou não. Ele havia me pegado no colo e andado a passos cegos pela casa até chegar em seu quarto, fui jogada na cama e Nam continuou a me beijar de maneira afoita, como se fossemos os sobreviventes em um apocalipse zumbi. 
Eu queria saber o porquê dele estar fazendo aquilo comigo. Eu sou uma menina sem muitos atributos corporais, nem mesmo um rosto carismático eu tenho; muitas vezes eu sou taxada como brava ou temperamental. 
As carícias maliciosas dele se intensificaram ainda mais quando ele passou a explorar além de minhas roupas, mesmo sem retirá-las. Naquele ponto, eu fiquei diante de uma encruzilhada, dar um fim naquilo e possivelmente brigar com o Nam ou fazer e culpar a bebida. 
Eu nunca tinha sido tocada desse jeito antes, se quer sei o que é o tão famigerado “prazer”, mas eu não imaginava que eu precisasse ficar bêbada para que eu me soltasse. Ou talvez, eu só estava ainda aceitando aquilo para ter uma desculpa. De qualquer maneira, pensando agora, eu estava quase transando com o meu melhor amigo naquele momento; e eu tenho absoluta certeza que ele nem pensava que eu fosse virgem. Sim, paramos porque o pouco da consciência que restava nele o fez parar. 
- Por que você parou? – perguntei encarando o teto, ainda deitada na cama dele – Você poderia ter tido uma ótima noite, por que você não continuou? 
- Não achei que fosse justo fazer isso com você nesse estado. – sua voz estava trêmula como se tivesse acabado de pecar de uma maneira imperdoável – E eu não sabia que ninguém nunca havia feito isso com você. Para alguém de 17, isso já é normal. 
- A questão é essa, eu nunca fui normal. 
Quando eu já estava em casa e 100% racional, eu fiquei pensando se eu queria ou não isso. Afina, por que eu ainda não tinha feito isso antes? Tinham meninos igualmente bonitos em Seul também, e eu também tinha amigos meninos lá que vez ou outra eu tinha um momento a mais com eles. Então por que eu não havia feito nada? Acho que foi porque no fundo, bem lá no fundo mesmo, eu ainda tinha algum sentimento por Yoongi. Mesmo que eu beijasse outros, eu ainda me lembrava de nossos momentos nas poucas vezes que nos vimos pessoalmente a dois anos atrás. Eu sinceramente, o odeio por ter estragado o que poderia ter sido uma possível primeira vez sem sofrimento. 
Com amor,
Lua. 


Notas Finais


Então, é isso.
Não se esqueçam de favoritar e comentar o que vocês acharam, e lacem a campanha: não seja um leitor fantasma.
Kissus ^*^


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