História Com certeza Sonserina? - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Franco Longbottom, Horácio Slughorn, Lílian Evans, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Órion Black, Personagens Originais, Regulus Black, Remo Lupin, Rita Skeeter, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Walburga Black
Tags Colegial, Drama, Harry Potter, Sirius Black
Exibições 25
Palavras 1.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim, eu sei que tinha falado semana passada e que estou atrasada, mas...por favor, não atirem pedras em mim! Eu estava ainda mais atrasada no meu blog do que estava com a fanfic (pois é, imagina a situação kk) e tinha as provas e o sono e tudo mais, mas...estou aqui! E, para compensar vocês, eu TALVEZ poste dois capítulos hoje, porque já estou com umas ideiaspro próximo! Agora, fiquem com mais um capítulo! Espero que gostem!
Nos vemos nas notas finais! Beijos de framboesa <3

Capítulo 8 - Um novo servo?


Fanfic / Fanfiction Com certeza Sonserina? - Capítulo 8 - Um novo servo?

Na cozinha, todos já estavam arrumados, o pai de Sirius até mesmo pronto para o trabalho, ao que tudo indicava, apenas esperavam por ele. Walburga usava um vestido e sapatos com um salto baixo combinando, ambos de um verde aveludado, o conjunto formado pelo colar e pelo par de brincos de pérolas se destacando contra sua pele ligeiramente bronzeada. Orion com o mesmo terno marrom de sempre, a gravata da mesma cor, a camiseta social branca e os sapatos pretos engraxados. Régulo vestia uma capa preta simples. O olhar venenoso e os lábios cerrados em desgosto como a única coisa comum a todos eles, enquanto Sirius se sentia cada vez mais deslocado ainda em seu pijama listrado e com os cabelos despenteados, os olhos vermelhos e o rosto amassado de quem acabara de se levantar.

  Por um instante, ninguém pronunciou uma palavra sequer, o ar frio e pesado, todos sem mover nenhum músculo, o som dos ponteiros se movendo no relógio preso à parede como o único indicador de que o tempo não parara. Enfim, Orion pigarreou, limpando a garganta, e sugeriu, apontando uma cadeira para Sirius:

  -Sente-se, por favor. – O menino obedeceu. – Dormiu bem, Bela Adormecida? – A ironia em sua voz tão maldosa que Sirius quase esperava ver um gota de veneno deslizar pelo queixo do pai.

  -Muito bem, obrigado. – O garoto mentia descaradamente, dando um bocejo falso para fingir ter acabado de acordar.

  -Jura? Bem, enquanto a senhorita tirava o seu sono da beleza, eu, sua mãe e até mesmo seu irmão, te esperávamos para termos uma conversinha. Como se já não fosse o suficiente entrar para a Grifinória -  e nesse momento ele soltou uma risada seca e sarcástica- chegou ao meu conhecimento que você parece fazer muito sucesso nessa casa! Poderia ter se tornado mais próximo de algumas das famílias mais tradicionais do mundo bruxo! Por mais que nenhum deles fosse digno da nossa família, afinal, se o fossem, estariam na Sonserina, eu ao menos teria algo para me consolar. Mesmo que você tivesse encontrado a chave do sucesso numa casa inimiga a nossa, se tivesse usado esse sucesso sabiamente, eu poderia considerar  hipótese de você não ser uma decepção total! – Toda a sua calma forçada se fora, o mais velho agora berrava, vermelho e com uma veia latejando, saltada na têmpora enquanto Sirius se encolhia minimamente. – Mas você fez isso? Não! Pelo contrário, se envolveu com má companhia, gente de nível risivelmente inferior ao nosso, ao que tudo indica, principalmente um tal de...

  Nessa hora, o Black mais velho foi interrompido pelo som altíssimo de uma, não, várias corujas batendo no vidro com seus bicos. Irritadiço, ele abriu a janela, uma horda delas entrou, jogando todas as cartas sobre o seu colo e, no mesmo instante que as aves se foram, ele pegou os envelopes, afim de distribuí-los de acordo com seus respectivos donos, mas sorriu ao ler o nome inscrito no primeiro da pilha. Não era um sorriso bonito.

  -Ora, ora! Eu não estava prestes a falar justamente sobre ele? Veja, Sirius, veja quem te enviou uma carta! – Ele virou o envelope, deixando o nome de Tiago à mostra no local do remetente. – Tiago...Humm... Eu sabia que era um Potter! Me diga, Sirius, você realmente acha que os Potter merecem um Black como amigo? Tudo bem que é um Black inferior, grifinório, traidor do sangue, mas ainda assim...

  Sirius não respondeu. Estava roxo de raiva e sentia vontade de xingar o pai dos piores nomes, bem como o irmão, que ria baixinho, mas nada saía. Nem uma ofensa nem um pedido de desculpas, sua garganta parecia ter travado, quase como se tivesse perdido a voz e sufocasse. Fosse o que fosse a resposta que o pai esperava, ele não a teria.

  -O que foi? Porque não me responde? Não sabe a resposta? Realmente está tentando me convencer de que um só Black não vale mais do que toda a família desse tal de...Tiago? É esse mesmo o nome dele? Bem, vamos ver o que o Tiago tem pra te dizer, então!

  -Não! – Conseguiu berrar Sirius, o desespero que o assaltou quando o pai começou a abrir o envelope. – Isso..È-è...pessoal! – Ele gaguejava, tomado pela fúria e pela vergonha, mas o mais velho apenas ignorou.

  “Querido Sirius,

  Sei que não faz nem um dia que nos separamos, há dois estávamos prestando os exames finais em Hogwarts! Ainda me lembro de como Pedro estava preocupado com Feitiços, pedindo ajuda para Remo até tarde da noite, sem deixar o coitado dormir! Realmente, não sei como ele consegue, digo, o Pedro é legal, mas às vezes ele realmente irrita!

  Mas eu não escrevi essa carta pra falar mal do Pedro! A questão é que, embora faça tão pouco tempo que tenham começado as férias, já estou com saudades! A árvore aqui do jardim aqui de casa cresceu muito, parece aquela de Hogwarts, a que fica perto do lago, sabe? Ok, talvez esteja exagerando um pouco, mas ela me fez lembrar de você! De como a gente costumava ficar embaixo daquela árvore, eu brincando com o pomo, você falando besteira, Pedro se entupindo de doces e Remo lendo um livro qualquer ou se matando de estudar (realmente não entendo porque, ele sempre gabarita de qualquer jeito)!

  Você ia adorar aqui! Tudo bem que aqui deve ser bem menor que a sua casa, já que você é rico e tudo, mas cabe mais uma pessoa (desde que você não se importe em dividir o colchonete comigo)! Aqui bate muito sol e eu e o papai sempre jogamos quadribol, mamãe é fera no xadrez de bruxo e os biscoitos dela são uma delícia!

 Sim, eu estou fazendo propaganda, eu sei, mas é que realmente queria que você viesse para cá! Não as férias inteiras se não quiser, pode ser apenas uma semana! Meus pais gostaram muito de você, estão ansiosos para conhecer melhor! Até Avoada parece sentir sua falta! E eu  mais ainda!

Carinhosamente,

Pontas.

P.S.: Vou te escrever todo dia, por favor me responda o mais rápido possível, também. Ah, e não se esqueça do que te disse no trem! Vou sempre estar com você!”

  -Ah, que meigo! Ele está com saudades, mas vai sempre estar com você! Quando vai ser o casamento? Já tem data marcada? Espero que sim, afinal, ele já quer até dividir o colchonete e sabe como é, né? Sexo só depois do casamento! Essa uma semana na casa dele é o que? A lua de mel? Imagino que sim, já que os Potter não devem ter dinheiro para pagar nem um motel decente, muito menos uma viagem! – Régulo dizia, apertando a barriga de tanto rir.

  -Bom, se eu tinha alguma dúvida sobre os seus planos, Walburga, essas deixaram de existir! – Orion estava vermelho de raiva, mas também de vergonha, com nojo da própria prole. Começou a rasgar o envelope em milhares de pedacinhos, com a carta dentro.

  -Ei! Pare! Essa carta é minha! Você não pode rasgar assim! E como vou saber para que endereço enviar as cartas para Tiago? O endereço está no envelope! Para! E que plano é esse?

  -Quanto à sua primeira pergunta: você não vai mandar cartas. Nem para o garoto Potter nem para nenhum de seus amiguinhos nojentos! Quanto a segunda...Walburga, quer explicar?

  -Claro! – Ela sorriu de forma sombria, os caninos pontiagudos deixando-a com uma aparência ainda menos humana. – Já que não se comporta como um Black de verdade, vai ser tratado como o único ser fora de nossa linhagem que possa viver sob o nosso teto: a partir de agora, quem faz a faxina é você! Ah, e o Monstro vai te vigiar para se certificar de que esteja fazendo o serviço corretamente, sem usar magia alguma. Você vai ser como um novo elfo doméstico!

  Com um movimento leve de sua varinha, Walburga fez com que um espanador, uma vassoura e uma pá aparecessem ao lado de um Sirius estático que observava, paralisado pelo choque, o pai partir para o trabalho com os destroços das últimas notícias que teria de seu melhor amigo em meses nos bolsos.


Notas Finais


Bem, é isso por enquanto! O que vocês acharam? Comentem, por favor, isso ajuda demais! Podem criticar se quiserem, basta serem sinceros! Até o próximo capítulo! Beijinhos de hortelã ( porque a gente precisa ir mudando kk) <3


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