História Com você Carl Grimes|2 - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, Sabrina Carpenter, The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Tags Carl Grimes, Chandler Riggs, Sabrina Carpenter, The Walking Dead
Exibições 218
Palavras 1.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HIIII BABYYYYYYYYYYYYSSS
PODEM PIRAR COM ESSE CAP, TÁ?

Capítulo 11 - Confessa...


VICTÓRIA RHEE

O afaste agora!

É o que eu deveria fazer, mas não consigo. Por mais que tento dizer a mim mesma de que deveria o odiar pelos seus atos, meu coração continua a ser teimoso.

Vagarosamente, Carl retira sua mão que estava sobre a minha, e aquele gesto foi o suficiente para que, eu também tirasse minha mão da sua boca. Aquela boca. Droga.

- Agora eu tive certeza. – Ele disse, mas não estava irritado como antes. Ele olhou no fundo dos meus olhos, e como se estivesse se livrando de algum pensamento, balançou a cabeça. E depois, se virou de costas para que eu pudesse finalmente trata-las.

Ainda existia algum sentimento por mim a não ser ódio? Eu ainda tinha o seu coração? Acho que são perguntas que não terão respostas rápidas, talvez elas nunca tenham respostas.

Comecei a tratar de suas costas, que estavam bem ferradas por sinal. Sangue escorria das feridas que acabaram de serem feitas, mas o problema não foi muito sério. – Você não vai andar direito por um bom tempo. – Expliquei, e ele apenas continuou da mesma maneira que estava. Ele não se mexia quando o álcool tocava suas feridas, não se mexia quando meus dedos tocavam as feridas. Acho que Carl acabou ficando forte depois de tudo, pena que ainda não sabe aproveitar sua força.

Quando terminei, ouvimos tiros vindos do lado de fora. Eric acordou na hora, e eu fui até a janela ver o que estava acontecendo. Era Elisa, e ela estava sozinha, rodeada por zumbis. Sem excitar, saí do hospital com armas em mãos e, comecei a matar todos que estavam prontos para ataca-la. Elisa correu em minha direção se desviando dos zumbis, e por fim, a levei de volta para o hospital. Desta vez, pusemos uma maca na porta para que nenhum zumbi entrasse.

- O que estava fazendo sozinha por aí? – Perguntei, a examinando para ter certeza de que não haviam a mordido ou arranhado. – Ficou louca?

- Rick me disse que você estaria aqui.  Eu quis vir atrás de você. – Ela explicou, a abracei.

- Onde estão os outros? – Perguntei. – Onde estão Maggie e Arthur?

- Eles estão escondidos em alguma casa. – Respondeu. – De onde vieram esses zumbis? O portão foi aberto?

Respirei fundo e acariciei seus cabelos. – Algumas pessoas morreram aqui, e se transformaram. É só mais uma maneira de tentarem nos matar.

- Ah, meu Deus, onde está Tyler? – Ela olhou pela janela. – Preciso saber onde ele está, Vic. Eu não sei o que eu faria se ele estivesse morto...

A abracei novamente. – Sei exatamente o que você está sentindo, amor. Mas tenho certeza de que ele está bem. Não se preocupe com isso, tá bom? – E ela assentiu. Talvez não esteja tão confiante assim, mas ela precisa saber que neste mundo você pode perder tudo por causa de seus inimigos. Sejam eles seres humanos, ou zumbis que tentam arrancar pedaços de sua pele.

- Precisamos sair daqui e ajudar os outros. – Falei, observando os zumbis lá fora.

- Não, você não vai sair. – Eric falou. – Temos que ficar todos juntos, senão não vamos sobreviver.

- E se essa porta não aguentar? – Elisa perguntou.

O silencio se fez presente. Eu não havia pensado nessa possibilidade. Na verdade, eu não havia pensado em nada. Dentro da minha cabeça, eu tentava arrumar uma ideia para todos ficarem vivos.

- Podemos ir pelo teto. – Carl respondeu, tentando de alguma forma levantar. Elisa foi em sua direção e o ajudou a ficar de pé. – Venham.

Fui até Eric e o ajudei a seguir Carl. Com muito esforço, conseguimos entrar em uma minúscula sala que eu nem sabia da existência. Elisa pegou uma escada que estava escorada em uma parede, e a pôs no lugar certo para subirmos ao sótão.

- Eu não sabia que aqui tinha sótão. – Eric falou.

- Era meu esconderijo. – Carl disse. Por um momento, fiquei curiosa. Porque Carl teria um esconderijo no hospital? Não há tantos outros lugares para isso?

- A Vic sobe primeiro. – Elisa falou, já segurando a escada. – Desculpa, mas eu não tenho força para puxa-los.

Assenti e em seguida comecei a subir pela escada enferrujada. Quando cheguei lá em cima, observei o lugar vazio e sombrio que estava. Havia algumas coisas escritas na parede, algumas latas de tinta escoradas no canto, e havia também uma janela embaçada.

- Sua vez, Eric. – Elisa disse, e com muita dificuldade, conseguimos coloca-lo. – Carl, você agora.

Estendi minha mão para pega-lo, mas ele hesitou, balançou a cabeça, e pegou minha mão. Ele fazia cara de dor, mas não desistiu, e quando chegou aqui em cima, pude ver o sangue que jorrava de suas costas. As feridas só estavam piorando.

Em seguida, Elisa subiu. Todos ficamos em silencio por algum tempo, talvez tentando pensar em alguma solução de sairmos daqui.

- Escuta, você fiquem aqui. – Ordenei. – Depois que tudo acabar, eu volto para buscar vocês.

- Você não vai conseguir sair com tantos deles lá fora. – Carl falou, e sorriu ironicamente. E era assim que o Carl de antes estava retornando aos poucos.

- Pelo menos vou tentar. – Falei e me preparei para descer.

- Vic, toma cuidado, tá? – Elisa segurou meu rosto. – E, por favor, se você o ver lá fora, não deixe que essas coisas o peguem. – Seu olhar de preocupação era tão potente. Ela poderia enfrentar tudo lá ora para que pudesse salvar a vida de seu amado, talvez um amor reciproco, mas era um amor.

- Farei tudo o que eu puder, Elisa. – Beijei sua testa. – Mais tarde você vai estar conversando com ele, você vai ver. – E em seguida, desci a escada, pronta para enfrentar tudo e todos que passassem pelo meu caminho.

CARL GRIMES

Depois que Victória saiu, Elisa escorou suas costas na parede e, nem por um momento, eu vi a esperança desaparecer de seu olhar. Eric olhava pela janela, talvez a procura de uma salvação. Seu braço não escorria mais sangue, mas era nítido a dor em seus olhos.

- Carl? – Elisa me chamou, me acordando dos meus devaneios. – vai ficar tudo bem, não é?

Eu não conseguia mais agir com Elisa como agira antigamente. Ela continua a mesma menina, linda e doce, sempre cheia de esperança, mas acho que não temos a mesma conexão que tínhamos antes. Talvez pela separação...

- Vai ficar. – Tentei ser o mais convincente possível. Eu não queria mentir, mas também não queria estragar com toda aquela esperança. Sou tão pessimista que chega doer, eu sei, talvez isso também seja parte do pacote em ter de conviver com Carl Grimes. O grande idiota Carl Grimes.

- Vocês ainda não se resolveram, né? – Ela perguntou, mudando de assunto totalmente. E senti meu coração falhar. Minutos atrás, eu estava preso nos olhos da Vic, e como se meu coração não quisesse ouvir os comandos do meu cérebro, não me deixou afasta-la. Não posso negar que senti alguma coisa, talvez não seja tão forte quanto antes, mas senti.

E não quero sentir!

Victória é minha fraqueza, e na minha mente, elimina-la seria bem melhor do que conviver com a confusão de meus sentimentos. Eu quero odiá-la, talvez não quero mata-la, mas quero a afastada de mim. E meu coração ainda insiste... Não sei o que quero...

- É, seu silencio já respondeu minha pergunta. – Elisa falou, se aproximou e me abraçou. Surpreendentemente, retribui de bom grado. – Pode dizer o que você quiser, Carl. – Ela falou, ainda abraçada a mim. – Diga. Confessa...

- Eu... – Era minha tentativa de dizer algo. Por que é tão difícil dizer uma única frase? Porque essa confusão logo agora? Porque não posso seguir sozinho?

- Diga, Carl. – Elisa insistiu mais uma vez. Ela tocou meu coração, e por instinto, uma lagrima rolou.

- Eu a quero. Meu Deus, como quero Victória! 

 


Notas Finais


Eu sei que vocês podem estar confusos com toda essa mudança, mas você sabem que o amor deles era forte! Não tem como esquecer como eles se amavam! Então é claro que vai restar alguma coisa... Eu só queria explicar kkk
Beijos, até o próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...