História Committed Destination - Capítulo 23


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Categorias Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Nash Grier, Personagens Originais
Tags Committed Destination, Magcon
Exibições 30
Palavras 1.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura <3

Capítulo 23 - Recíproco


Fanfic / Fanfiction Committed Destination - Capítulo 23 - Recíproco

“Ainda que haja noite no coração, vale a pena sorrir para que haja estrelas na escuridão.”

Arnaldo Alvaro Padovani

 

Já tinha recebido alta a alguns dias, como Nash tinha prometido, ele mesmo foi me buscar para irmos embora e ainda me levou outro pedaço de pudim. Podemos dizer que tenho uma relação muito boa com doces, principalmente pudim, o que me fez ganhar alguns doces nos dias que se seguiram, o que me deixava um pouco melhor. Vamos dizer que ultimamente tenho vontade de fazer algumas coisas que sempre sonhei em fazer, como algumas da minha lista de desejos.

Mais cedo naquele dia, decidimos ir a cidade fazer tatuagens, claro que não podia fazer, mas o que valia era a intenção. Passei a tarde com Nash, Cameron e Shawn escolhendo o que cada um iria tatuar e vendo algumas coisas aleatórias, como sempre fazíamos.

– Vocês estão prontos? – questionou Nash assim que entramos na estúdio – Por que eu não estou!

Olhei para o mesmo que estava com uma cara não muito boa – Relaxa, Nash, nem vai doer!

– Claro que vai, Malina, vi uns vídeos em que as pessoas choravam de dor e saia sangue e tudo mais! – começou a falar e fazer algumas caretas que me fizeram rir.

– Meu Deus, Grier, se acalme! – disse Dallas rindo – Aonde vamos fazer não vai doer, ok? Para de se comportar como uma moça e seja homem!

– Isso ai, cara – assegurou Shawn dando tapinhas nas costas do mesmo – Agora vamos logo, estou ansioso!

Como combinado todos entramos na sala para ver a tatuagem de cada um, Nash começou a dizer que não iria fazer e acabou ficando por segundo, deixando Shawn ir primeiro. O mais velho escolheu algo um pouco mais detalhado e demorou um pouquinho mais do que o combinado, o que me fez ter boas fotos do mesmo. Meia hora depois e o mesmo estava rindo das caretas que fez durante o processo.

– Meu Deus, me manda essa, Mah – apontou para a foto que logo foi enviada.

Logo foi a vez de Nash que ficou reclamando de não querer ir e dando mil desculpas de que não tinha certeza sobre o desenho a ser feito. Depois de muito esforço das nossas partes ele acabou cedendo e sentou na cadeira de rosto fechado, bufou fazendo bico e me olhou.

– Não me olhe desta forma, Nash – reprovei desviando o olhar.

– Desculpe.

Olhei para Cameron ao meu lado que não parava de olhar o celular, o mesmo digitava freneticamente e nem ao menos piscava, estranhei seu comportamento tão repentino pois o mesmo não tem o costume de ficar muito tempo com o aparelho na mão.

– Cam? – balbuciei tentando chamar sua atenção, sem conseguir – Cameron!

O moreno arregalou os olhos em minha direção e arqueou as sobrancelhas – O que foi?

– O que você tem hoje? Não sai desse celular – afirmei olhando em seus olhos.

– Nada, não é nada, meu amor – balbuciou guardando o celular no bolso e chegando mais perto de mim – Tudo bem? Quer algo?

– Estou bem – murmurei olhando Nash se lamentando para Shawn ao seu lado – Apenas queria saber por que está tão viciado nesse celular, você não é assim.

Desviei os olhos para os dele que apenas deu de ombros me abraçando de lado, revirei os olhos em sua direção e encostei a cabeça em seu ombro. Menos de meia hora depois Nash saiu da cadeira vivo, dizendo que nunca mais queria entrar em um lugar assim e ver agulhas na vida. Dramático.

– Sua vez, Cameron.

– Da próxima vez te coloco naquela cadeira no meu lugar, Malina Grier – ameaçou o de olhos azuis – O que quer fazer depois que sairmos daqui?

– Quero comer sorvete e ir a livraria, mas se quiser pode ir embora com Shawn e Cameron, acho que vou demorar para achar um bom livro – comentei pegando meu celular para ver as mensagens.

– Sozinha não, Mali – advertiu Shawn sentando do meu lado direito – Você pode passar mal de novo, as pessoas não vão saber o que fazer e não queremos hospital , uhn? – arqueou uma sobrancelha em minha direção.

– Tá bom, vou comer sorvete e vocês procuram meu livro, tá? É um não muito conhecido, mas acho que vocês acham, né? – olhei para os dois que assentiram rapidamente – Vou mandar o nome por mensagem.

Shawn e Nash começaram a procurar o livros em todos os sites de livraria que encontraram enquanto conversava com Christopher por mensagem.

– Pronto, já podemos ir! – ouvimos Cameron dizer enquanto arrumava a manga da jaqueta.

Olhamos os três em sua direção – Malina vai ir comer sorvete, eu e Nash vamos comprar um livro para ela.

– E você? – questionei em sua direção.

– Vou contigo? – questionou.

Saímos do estúdio logo em direção ao centro que era ali perto, os dois meninos se despediram e saíram correndo em direção ao outro lado da rua. Ameaçava chover em breve o que estragava meus planos de ir ao parque mais tarde com Sky e Malibu.

– Pensa demais e fala de menos, meu amor.

– Certas coisas não precisam ser ditas, apenas – murmurei olhando minhas botas.

Avistei a sorveteria mais a frente, faltava apenas alguns metros quando começou a chuviscar.

– No três? – questionei olhando Dallas.

– No três! – confirmou pegando minha mão.

Contamos até três e saímos correndo, a chuva começou a aumentar rápido, as calçadas formavam poças enormes de água e as pessoas abriam seus guarda-chuvas rapidamente. O som dos passos na água eram a única coisa que ouvia além das nossas risadas ao tentar desviar da água ou das pessoas em nosso caminho.

Puxei Cameron para o lado bem na hora em que um carro passou jogando água aonde estávamos. Encostei na parede do lugar, era a sorveteria na esquina, olhei para Dallas que começou a rir junto comigo.

– Você ainda não me mostrou sua tatuagem, meu amor – disse enquanto ria e tomava fôlego.

– Quer mesmo ver agora? Deve estar ruim de ver por causa do curativo – comentou respirando fundo e olhando para os lados – Podemos tomar sorvete antes, coloco até MM’s se quiser.

– Quero MM’s e calda de chocolate.

– Coloco até flocos do Frozen se quiser, é só pedir! – comentou rindo ao lembrar do filme.

– Ei, eram bonitinhos e tinha até o Olaf, ok? Ele é fofo e gosta de abraços! – defendi o pobre Olaf que vimos na saída do cinema.

O mesmo assentiu rapidamente e me deu um beijo demorado, acariciou meu rosto logo depois de me deixar um selinho na testa.

– Pronta? – arqueou uma sobrancelha em minha direção e logo assenti – Tem certeza?

– Sim!

– Mesmo?

– Para com isso, mostra logo, menino! – fiz cara de brava para ele.

– Era só para ter certeza, calma! – enrolou subindo a manga da jaqueta – Mas é sério mesmo?

– Meu Deus, vou te chutar Cameron! – perdi a paciência e puxei logo a manga – Vou te bater até parar de se... – parei de falar quando li o que estava escrito em seu braço – Mas... É... Não fez isso, amor – desviei os olhos para os dele e voltei para a tatuagem.

– Achei que iria gostar, afinal não para de repetir palavra desde não sei quando – comentou baixinho, sorrindo.

– Desde que Will disse que me amava quando era pequena – murmurei – e desde que...

– Disse que me amava, Mali – olhou nos meus olhos – E sabe que é recíproco, não sabe?

– Claro que sei – sorri abraçando o mesmo pelo pescoço e lhe dando um beijo.

Recíproco é a melhor tatuagem que já vi.



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