História Common Denominator - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 11.560
Palavras 4.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aee, capitulo quente, do jeito que vcs gostam! Aproveitem!!!

Capítulo 10 - Eu mando em você....


JUSTIN’s POV.

 

  - Dude, ta ficando cada vez mais difícil chegar a uma pista, que inferno! - reclamei me jogando no sofá do meu escritório.

  - Ele parece um rato, se esconde e ninguém consegue achar. - Ryan falou e eu assenti.

  - Alguma noticia do Julian, Chris?

  - Até agora nada, parece que esse cara não existe. - Falou concentrado no Notebook a sua frente. - Eu já tentei rastrear alguma das ligações estranhas que você vem recebendo, mas eles são espertos demais para não destruir o celular. Nem Ryan conseguiu. - falou.

Ryan é o inteligente do grupo, quem manja de computadores, quem invade os sistemas dos bancos, quem descobre as senhas, e se nem ele conseguiu achar, é porque o negocio tá difícil. Os homens do Tom são espertos demais para deixar rastros, deixando tudo mais difícil para mim. Esse Julian parece um homem invisível, nunca conseguimos chegar a ele. Tom já conseguiu melar com vários esquemas meus, e isso me deixa irritado, já perdi milhões nessa brincadeirinha idiota dele, sem falar que quase fui preso varias vezes. Ele está sempre me perseguindo e tentando me matar, para ficar com o que eu e meu pai conseguimos aqui em Atlanta.

  - Drew, tu precisa esfriar um pouco a cabeça. Nós vamos achar esse cara, mas também temos que pensar nos nossos lances, e ainda tem seu aniversario chegando ai. - Chaz falou.

  - Eu sei, mas man, eu não consigo parar de pensar que esse desgraçado pode saber de tudo que fazemos, enquanto nós ficamos no escuro, buscando por pistas inexistentes.

  - Nem tanto assim. - Chris disse e todos voltaram a atenção á ele. - Acho que eu posso saber onde o Tom está.

  - Como assim porra? - perguntei impaciente.

  - Aqui. - falou virando o notebook para nós. - Eu estava vendo um jornal um dia desses e vi isso, mas não quis falar nada antes de ter certeza. Ele deve estar no meio dessa morte. Olha ele aqui sorrindo. - falou apontando para um canto da tela, onde mostrava a cara de deboche do filho da puta.

  - E onde é isso? - perguntei impaciente.

  - É... - ele arregalou os olhos. - Num bairro luxuoso que fica há quinze minutos daqui. - falou.

  - Droga! Ele está do nosso lado! Vai, vamos lá, esse filho da puta vai aprender a não brincar com um Bieber. - falei levantando.

  - Justin, não! Nós vamos ter que planejar melhor isso ai. Olha aqui. - falou e eu fui até ele. - Ta vendo aqui na foto, esses caras? - assenti. - Todos já foram nossos capangas, mas que sumiram misteriosamente. Lembra?

  - Claro! Estão com o filho da puta.

  - E podem ter alguém aqui dentro também. - Chaz falou e Chris assentiu.

  - Nós vamos ter que tomar mais cuidado a partir de agora. - Jaden se pronunciou. - Ele deve estar sabendo de todos os nossos lances.

  - E até sabermos o que ele realmente quer, é melhor ficarmos na nossa. Vou mandar homens da nossa confiança para vigiá-lo e nos manter informados. - Ryan falou. - Calma cara, nós vamos pegá-lo.

  - Eu quero a cabeça desse arrombado na minha parede. - falei entre dentes fechando os punhos. - Preciso saber quem é o desgraçado que está passando informações nossas para ele. - passei as mãos no cabelo, tentando pensar em quem poderia estar me traindo.

  - Bieber, vamos fuder, que a melhor coisa que você faz no momento. - Ellen entrou no escritório.

  - Ihh ta escutando atrás das portas agora? - Jaden falou e eu ela negou, sorrindo.

  - A voz de vocês dá para escutar a quilômetros de distancia. - falou. - Vem bebê, agora eu cuido de você. - ela disse sorrindo maliciosa para mim e sentou no meu colo, começando a beijar meu pescoço.

  - Espera a gente sair pelo menos né? - Chris zoou.

Escutei a porta bater e estávamos a sós.

  - Vou cuidar muito bem de você. - falou tomando meus lábios.

Nós nos beijamos com fúria, como todos os nossos beijos, minhas mãos apalpavam seu corpo, a fazendo arfar. Ela rebolou em meu colo, pressionando sua bunda em meu pau o fazendo se animar. Rasguei o fino pano da sua blusa minúscula, deixando seus seios, cobertos pelo sutiã a mostra.

  - Chefe. - baterão na porta e eu bufei.

Tirei-a do meu colo e fui até a porta. Abri, deixando um pequeno vão vendo o babaca me olhar com medo.

  - O que foi porra? - perguntei irritado.

  - As vadias, elas estão brigando. - ele falou e eu o olhei fazendo pouco caso. - E nós não estamos conseguindo separar. - completou.

   - Incompetentes. - gritei irritado.

  - Volta logo bebê, vou ficar te esperando. - Ellen falou tirando seu sutiã, deixando os peitos a mostra, e o girando no ar.

Sai com ele, sem camiseta mesmo e segui até os quartos secretos. Mais esses merdas não prestam para nada mesmo, nem separar uma briga de mulheres não conseguem. Ainda interrompem o meu sexo por causa disso. Parei de frente ao quarto, onde a porta estava aberta e já podia escutar os gritos daquele bando de galinha. Adentrei o mesmo me surpreendendo ao ver quem brigava.

  - E agora vadia? Cadê as suas amiguinhas para te defender? - Allyson gritava em cima de uma loira. - Agora você vai aprender a não se meter comigo. - falou e virou um tapa na cara da menina, seguido de vários outros. A garota tentou puxar o cabelo da morena, mas não obteve muito sucesso. - Nunca mais venha se criar pra cima de mim! - Allyson gritou e dessa vez ela virou um soco. Eu estava me divertindo vendo aquilo, não é que a novinha briga bem. Kyara gritava tentando tirar ela de cima da loira, mas a morena parecia estar possuída. - Eu vou acabar com a sua raça biscate!

  - Me solta sua maluca! - a loira gritou arranhando o rosto de Ally, a fazendo afrouxar um pouco as pernas dos lados do corpo da menina, deixando-a virar e ficar por cima. - Eu sou melhor que você garota, não mexe comigo. - a loira estava se achando por ter conseguido virar aquilo a seu favor.

As duas rodavam pelo chão uma batendo na outra e estava chegando a ser cansativo. Allyson batia feito homem e a loira tentava puxar o cabelo e meter a unha na morena. Eu já estava ficando entediado. Elas tinham atrapalhado a minha foda para isso?

  - Vamos parar com essa patifaria! - gritei assustando a todas, que nem tinham me visto ali. - Vai, para já com isso! - fiz sinal para que dois seguranças as separassem.

Com muito custo um deles conseguiu tirar Allyson de cima da loira, Caroline, acho.

  - Me solta caralho, eu vou acabar com essa pirralha! - Caroline se debatia.

  - Vem então vadia! - Allyson gritou tentando se soltar.

  - Chega as duas! - gritei as fazendo parar.

Caminhei até mais perto delas e sorri ao ver a cara da loira, bem mais deformada do que a de Allyson, não sei por que, mas aquilo me deu orgulho da virgenzinha.

  - Me solta! - Allyson gritou tentando se soltar dos braços do segurança. - Vai me solta, eu não vou mais sujar minhas mãos. - parecia mais calma.

Fiz sinal para que eles as soltassem e assim eles fizeram.

  - Eu quero saber o que ta acontecendo aqui! - falei arrogante.

  - Essa pirralha ai quer se criar para cima de mim. - Caroline falou tentando ir para cima de Ally, mas eu a impedi. - Lugar de criança é na creche. - falou debochada.

Allyson apenas riu passando as mãos pelos cabelos, os jogando para trás, e tenho que admitir, ela ficou muito sexy bravinha. Cara, essa garota é um furacão.

  - E de piranha no rio, o que faz aqui então? - perguntou provocativa e a loira bufou.

Cara, aquele jeitinho marrento da Ally estava me excitando. Seus lábios estavam vermelhos, e ela os mordia repetidas vezes, ela passava as mãos pelos cabelos freneticamente, os jogando para trás de maneira sensual, seu peito subia e descia, mas ela mantinha aquele sorrisinho sarcástico no rosto, e seu olhar de superioridade, como se fosse melhor que a vadia a sua frente, e realmente era. Eu precisava foder, e ia ser com ela. Sem me importar com aquele bando de galinha ali ao nosso redor a peguei pelo braço a sai dali do quarto a puxando, deixando todas com cara de idiota, mas foda-se, a casa é minha, e quem manda nessa porra toda sou eu.

  - Para onde está me levando? - falou tentando se soltar.

Digitei a senha no compartimento na parede e logo ela começou a se mover. Assim que saímos dali e eu a tranquei novamente, subi com ela para o meu quarto.

  - Sabia que você fica muito sexy nervosinha? - perguntei a jogando na cama, ela não disse nada, apenas sorriu mordendo o lábio inferior. - Safada. - falei dando um tapa em sua coxa e a puxando mais para perto de mim.

ALLYSON’s POV

Puxei sua nuca colando nossos lábios com voracidade, nossas línguas travavam uma guerra gostosa e sexy, que estava me deixando louca. Depois da minha “primeira vez” com ele eu ando sedenta, nunca tinha sentido uma coisa dessas. Virei ficando por cima dele e nossos olhos se cruzaram, foi estranho o que eu senti, mas decidi ignorar e tomei seus lábios para mim novamente, em um beijo mais calmo que o outro, mas cheio de desejo e luxuria. Sem quebrar o beijo suas mãos ágeis tiraram o casaco que eu usava que era dele, mas, acho que ele não percebeu, e o resto da pouca roupa que eu usava, deixando-me apenas com uma lingerie roxa, ele trocou de posição novamente, tomando as rédeas da coisa e desceu beijos por meu pescoço, dando fracas mordidinhas ali, até chegar em meus seios, ele tirou meu sutiã o jogando em qualquer canto do quarto e começou a brincar com eles, passei minhas mãos por seu tórax desnudo, arranhando-o de leve, até chegar a barra da sua calça, a desabotoei com as mãos e a desci com os pés, enquanto sentia aquelas caricias gostosas que Justin fazia, mordi o lábio vendo o volume enorme que estava se formando ali. Kyara havia me falado mais ou menos como isso funciona e falou que proporciona um prazer exorbitante a eles, bom, eu já o masturbei, agora vamos avançar um pouquinho mais as coisas. Troquei novamente de posição ficando por cima e comecei a descer beijos pelo seu abdômen definido até chegar a sua cueca, abaixei-a, fazendo com que seu pau pulasse para fora ereto, e levei minha mão até ele. Comecei com movimentos lentos e fracos, Justin observava tudo atentamente, com seus olhos presos aos meus, lentamente levei minha boca até ali e beijei a cabeçinha, me lembrando de algumas coisas que Jazzy havia me falado, o escutei arfar e sorri, beijei a extensão do seu pênis, logo tomando aquilo com a boca. Eu o chupava e masturbava o que não cabia na boca, sendo incentivada por seus gemidos roucos. Senti as veias de seu pau engrossar em minhas mãos e segundos depois ele liberar o seu liquido. Levantei minha cabeça o olhando e lambendo os lábios e ele riu.

  - Você não presta. - ele disse me puxando para cima e ficando por cima de mim.

Justin desceu por meu pescoço, ombros e barriga, beijos quentes que deixavam minha pele em erupção. Senti meu corpo todo tremer ao senti-lo abrir minhas pernas, com aquele jeito meio bruto dele, e beijar minha virilha.

JUSTIN’s POV.

Comecei a brincar com ela, enquanto a mesma tentava conter seus gemidos com vergonha. Ally é tão diferente das outras que chegam aqui e já fazem tudo sem vergonha ou pudor. Ela é tão frágil, mas sempre se demonstrando forte e determinada, isso é algo que a deixa ainda mais sexy e eu mais sedento por ela. Senti seu corpo estremecer e chupei seu clitóris com certa força, fazendo-a gemer alto meu nome e liberar-se. Ela é deliciosa, perfeitamente deliciosa. Eu já não aguentava mais, precisava fode-la. A ajeitei melhor na cama peguei um pacote de camisinha que tinha em cima da Mesinha ao lado da cama, a colocando, e me posicionei no meio de suas pernas, a penetrando de uma só vez e fundo. Ally deu um impulso para trás e deixou um gemido alto e manhoso escapar de seus lábios, me deixando mais louco. Eu entocava com força e ela gemia pedindo por mais, me levando ao delírio, aquela garota é incrível.

  - Awn Justin, mais rápido! - pediu e assim eu fiz.

 

ALLYSON’s POV.

Eu estava completamente isenta de todos os meus atos naquele momento, a única coisa que eu queria era que ele me fodesse. Eu não conseguia controlar os gemidos altos e necessitados que eu deixasse escapar, assim como ele. Contorci-me em cima da cama, sentindo aquela corrente elétrica gostosa, e me liberei, lambuzando seu pau com o meu gozo, sendo seguida, segundos depois, por ele. Justin foi diminuindo os movimentos, completamente exausto, assim como eu, e caiu ao meu lado ofegante. Nossas respirações ofegantes eram as únicas coisas que podiam ser ouvidas pelo enorme quarto, e por incrível que pareça, eu queria mais. Assim que minha respiração se controlou, assim como a dele, me virei de lado, e fiquei o encarando. Justin é... Perfeito. Pois é, apensar de tudo, ele é perfeito. Ele virou para mim e sorriu. Justin sorri muito pouco, acho que se eu o vi assim foi uma ou duas vezes, e eu acho seu sorriso encantador. Meio que por impulso e muita vontade, colei nossos lábios de forma lenta. Invadi sua boca com a minha língua, explorando cada parte. Suas mãos foram até a minha cintura e o beijo começou a ficar mais quente. Sentei em sua cintura e ele se endireitou, ficando com as costas certas na cabeceira da cama. Rebolei em seu colo e pude o sentir começar a ganhar vida.

  - Mais um round? - perguntou com o sorriso mais travesso e malicioso do mundo.

Retribui seu sorriso da melhor maneira possível e juntei nossos lábios novamente. Justin me mantinha presa a seu corpo, colada, fazendo meus seios ficarem esmagados em seu peito. Levantei minha cintura milimetricamente e sentei em seu colo, causando a penetração, tirando gemidos de ambos. Entrei e sai lentamente, causando impaciência em Justin, me fazendo rir. Ele segurou forte em minha cintura, me auxiliando nos movimentos. Nossos corpos quentes pareciam soltar faíscas, meus seios balançavam freneticamente no mesmo movimento que meu corpo fazia. Aquela posição era melhor, eu me sentia no controle, uma coisa meio nova quando se trata de Justin Bieber. A cada segundo ficava ainda melhor, logo eu cheguei ao meu ápice novamente, junto a ele. Agora eu estava exausta, havia me acabado. Cai ao lado de Justin e me surpreendi ao ser puxada por ele para deitar em seu peito, que subia e descia de acordo com a sua respiração. Agora, a única coisa que eu temia era o modo que ele agiria. Seria como da ultima vez na qual ele me mandaria de volta ao quarto sem se quer dirigir uma palavra a mim? Eu sinceramente espero que não.

  - Você me surpreende mais a cada dia. - ele murmurou com a voz rouca, me fazendo sorrir.

  - É você também não é ruim. - dei de ombros, apoiando meu queixo na minha mão repousada em seu peito, o observando.

  - Eu não sou ruim? - perguntou indignado. - Eu sou incrível. - gabou-se e eu ri negando com a cabeça.

  - Bieber, Bieber, você confia demais no seu taco. - falei de maneira provocadora, como se duvidasse do que ele dizia.

  - Se quiser eu posso te mostrar agora mesmo. - falou ficando por cima de mim, em um tom provocativo e eu sorri maliciosa.

...

  - Acho que agora eu cansei. - Justin disse, jogando-se ao meu lado.

Acho que tínhamos repetido a dose varias e varias vezes, tanto que já era de noite. Cara, ele é insaciável.

  - Só agora Justin? - perguntei tentando regularizar a respiração.

  - Acho que agora você pode dizer que eu sou o cara mais foda que você já viu. Te fiz gozar mais de dez vezes em um único dia. - falou virando para mim e mexendo as sobrancelhas de maneira engraçada.

  - Por que se importa tanto com que eu admita? - perguntei rindo.

  - Eu sou o melhor e você precisa reconhecer isso. - falou como se fosse obvio.

  - Ok, eu admito, você é o melhor, mesmo eu não tendo me deitado com nenhum outro homem. - admiti rindo e ele sorriu abertamente. - Você devia sorrir mais vezes Justin. - comentei.

  - Por quê? - franziu o cenho.

  - Você tem um sorriso lindo. - falei e acho que corei, droga, o que está acontecendo?

  - Obrigada Allyson. - falou de maneira engraçada.

  - Ally, por favor, Allyson é esquisito. - pedi e ele assentiu.

  - Tanto faz. - deu de ombros. - Nossa to morrendo de fome. - comentou.

E é agora que ele me enxuta do quarto, como se eu fosse uma cadela sem dono. Sentei na cama, pronta para começar a me vestir.

  - Aonde você vai? - ele perguntou confuso e eu o encarei mais confusa ainda.

  - Ué, agora é a hora em que você me manda embora, como se eu realmente fosse uma vadia. - falei e ele riu.

  - Olha está aprendendo rápido enh?! - debochou e eu bufei. - Mas, se quiser, eu deixo você ficar. - falou e eu olhei para ele desconfiada. - Afinal, preciso que alguém cozinhe para mim, já que a minha empregada está de férias. - completou e eu balancei a cabeça rindo.

  - Agora, além de sua vadia, terei que servir de empregada? - perguntei debochada.

  - Bom mais ou menos isso. - deu de ombros. - Mas, sinceramente, acho que você não deve saber cozinhar, devia ganhar tudo na mão, então irei pedir uma pizza mesmo.

  - Bieber, Bieber... - ri sem humor. - Cuidado, eu posso te surpreender um dia. - murmurei de maneira sexy e ele sorriu malicioso.

  - Isso soou como uma ameaça, ou foi apenas da minha cabeça? - perguntou debochado.

  - Não sei quem entende dessas coisas é você. O que você achou? - perguntei debochada.

  - Não preciso me preocupar em relação a você. - falou convencido.

  - Pense como quiser. - ri fraco.

  - Preciso comer. - ele disse levantando e pegando sua cueca.

Fiz o mesmo, vestindo minha lingerie, seguida do meu short, camiseta e da blusa de frio dele.

  - Hey, isso ai é meu! - exclamou e eu ri.

  - Ontem estava frio, e mesmo você achando que não, eu sinto frio, então peguei emprestada. - sorri meiga.

  - Emprestado é quando se pede. - falou sério colocando a camiseta.

  - Justin, você é um ladrão de bancos, não deveria saber o significado de emprestado. - falei debochada e ele riu.

  - Algumas semanas aqui e já esta pensando assim? Acho que eu estou te fazendo muito bem. - falou e eu revirei os olhos.

  - Muito bem. - debochei.

Justin saiu do quarto e eu o segui. Pela primeira vez vi aquele corredor vazio, sem seguranças, sem nada. Chegamos à escada e eu desci dando pulinhos.

  - Cuidado pra criança não cair. - Justin debochou e eu lhe mostrei o dedo. - Que criança mal educada. - fingiu reprovar meu ato.

Terminamos de descer aquele monte de escada e eu o segui, já que não sabia exatamente nada daquele lugar. Ele parou perto do telefone na sala e pegou o mesmo, discando alguns números e eu me joguei no enorme sofá claro que tinha ali.

  - Jus, você me deixou... - a loira que me fez ir parar naquele lugar horrível apareceu na sala, mas parou de falar assim que me viu. - Acho que a piveta perdeu o rumo da espelunca aonde ela deveria estar. - sorriu sínica para mim. - Vou chamar o segurança. - falou já se virando para ir atrás de alguém, mas Justin a impediu.

  - Eu a mandei ficar. - ele disse serio e foi a minha vez de sorrir sínica, assim que ela me fuzilou com o olhar.

  - Jus, ela é uma vadia, deveria estar no quartinho.

  - Querida, não me confunda com você. - retruquei olhando para as minhas unhas azuis, que Kyara fizera. Ela tinha um curso de manicure ai e era realmente boa.

  - Olha aqui sua vadiazinha idiota, - ela parou na minha frente no sofá e eu apenas a olhei debaixo acima, voltando a olhar minha unha logo em seguida. - é bom você abaixar a bola, ou eu...

  - Ou você o que? - perguntei me levantando, ficando frente a frente com ela.

  - Ou eu...

  - Ou você nada! - Justin gritou se intrometendo no meio. - Vaza daqui Ellen, e você abaixa sua bola ai. - falou e eu me deixei cair no sofá, com as mãos erguidas em forma de rendição.

  - Jus...

  - Vaza. - ele interrompeu a vadia loira antes que ela pudesse continuar e ela saiu bufando e batendo o pé.

  - Ela é sua namorada? - perguntei.

  - Eu sou Justin Bieber, não me prendo a ninguém. - convencido? Não, nem um pouco. - Ela só é mais uma vadia que se acha minha dona.

  - E porque não fica no quartinho, presa como todas as outras? - perguntei curiosa.

  - Não te interessa. - falou rude e eu revirei os olhos, o Justin estava voltando.

Ele se jogou no sofá, pos os pés em cima de mim e pegou o controle ligando a enorme TV que tinha ali.

  - Virei o que dessa vez? - perguntei debochada.

  - Calada e me faça uma massagem. - mandou e eu gargalhei.

  - Sério isso? Ahh faça-me o favor de crescer Justin. Não sou massagista. - falei séria e ele me encarou bravo. - O que foi?

  - Nada. - chacoalhou a cabeça.

Ele zapeou os canais até chegar a um de basquete e deixar lá, era Atlanta Hawks contra o New Orleans Hornets. O jogo já estava bem no finalzinho e Justin parecia concentrado, assim como eu. Meu time estava perdendo, e perdendo feio.

  - Caralho! - Justin gritou ao ver o cara lançando a bola, mas errando a cesta. - Seu pau no cú, se fosse eu teria acertado! - falou irritado.

  - Não, não perde agora, vai eu apostei! - falei me lembrando de que no dia anterior ao sequestro eu havia apostado com o meu primo que o Hawks acabaria com o Hornets. - Cem pratas porra! - falei irritada.

  - Daí você não vai conseguir acertar cuzão! - Justin falou irritado com o jogador que tentava fazer milagres e acertar do outro lado do mundo. - Eu avisei caralho, eu avisei! - falou irritado assim que o cara errou.

Eu estava vidrada no jogo, torcendo para que quando eu voltasse para casa tivesse uma graninha para recebem, mas ta complicado.

JUSTIN’s POV.

  - Ally, a campainha, vai pegar a pizza. - falei concentrado no jogo.

  - Justin, você está com fome, se vira, to ocupada. - falou e eu bufei levantando.

Que raio de mulher é essa que gosta de assistir jogos de basquete, e pior, que aposta? E que merda ta acontecendo comigo que estou deixando ela nessa folga toda? Só Deus. Abri a porta dando de cara com o menino da pizza.

  - $23,90. - falou e eu assenti pegando o dinheiro no meu bolso.

  - Acerta pelo menos mais uma caralho! - Ally gritou me fazendo rir.

  - Sua mulher gosta de basquete? Que sorte. A minha desliga a TV. - o menino falou enquanto eu pagava a pizza.

  - É... Ela é diferente. - comentei e ele assentiu. - Fica com o troco.

  - Tenha uma boa noite. - falou indo embora.

Voltei até o sofá com a pizza e depois fui até a cozinha pegar cerveja para mim e coca para ela. Quando voltei à sala Ally já devorava a pizza de mussarela.

  - Eu só como dessa. - falou tapando a boca, por conta de ela estar cheia e eu ri.

  - Toma. - entreguei a latinha de refrigerante a ela.

  - Coca? - perguntou e eu a encarei confuso. - Ahh, cerveja, melhor. - falou pegando a cerveja da minha mão e a abrindo.

  - Hey pirralha! - exclamei indignado.

  - Que foi? - perguntou me olhando com aquela carinha de puritana que comigo não cola.

  - Nada. - dei de ombros me sentando ao seu lado e tomando a garrafinha de suas mãos.

Aquela merda de jogo estava me irritando, mais que porra, não ia nem pra frente nem pra trás. Eu e Ally já estávamos quase entrando dentro daquela porra de TV para matar aqueles cuzões que nem jogar direito sabia.

  - Não acredito nisso, que vergonha, velho! - Ally falou irritada assim que foi anunciado o fim do jogo, e o Hawks tiveram uma derrota histórica.

  - E ainda ganham para fazer isso. - comentei, jogando a borda da pizza na caixa já vazia.

  - Nossa, fazia tempo que eu não comia pizza e via o jogo. - ela comentou sorrindo. Seu sorriso é lindo. - Obrigada. - agradeceu e eu permaneci indiferente.

ALLYSON’s POV.

Pelo que vejo, Justin não é o tipo de pessoa que agradece, pede desculpas, ou diz um “de nada”. Vi que ele ficou meio desconfortável com o que eu disse, mas foi um simples “obrigado”, por que uma pessoa fica desconfortável com isso? Sem pensar cheguei mais perto dele e puxei sua nuca, trazendo seu rosto para perto do meu, e selei nossos lábios em um simples selinho, que mais uma vez fez meu corpo vibrar. Óbvio que ele não perdeu tempo e tratou de aprofundar o beijo pedindo passagem com a língua e eu cedi. As coisas começaram a esquentar novamente, mas eu não deixaria que nada acontecesse, não mais uma vez. Ele me puxou para o seu colo, me fazendo ficar com as pernas uma de cada lado do seu corpo, me deixando um pouco mais alta que ele, o que o fazia ficar com a cabeça inclinada para traz, enquanto eu me curvava para beija-lo. Justin enterrou suas mãos na minha bunda, apertando-a, e eu puxava seus cabelos de leve. Quando senti suas mãos gélidas entrarem debaixo da minha blusa e encostarem-se a minha pele quente, causando um pequeno choque, achei melhor quebrar o clima.

  - Acho melhor pararmos por aqui. - falei com dificuldade, sentindo seus lábios roçarem a pele do meu pescoço.

  - Não, eu gosto assim. - falou descendo mais os beijos.

  - Eu tenho que voltar para o quartinho. - falei tentando me afastar.

  - Eu falo à hora que você tem que voltar ou não. - subiu os beijos pelo meu rosto. - Eu mando em você. - sussurrou perto do meu ouvido, mordendo o lóbulo da minha orelha.

  - Justin, para, eu não tenho dono e nem quero transar. - falei arrogante pelo modo como ele falou, até parece que é meu dono ou algo assim, e me levantei do seu colo.

  - Ok, eu te levo. - falou e seu tom de voz tinha mudado completamente, agora era arrogante e nervoso, tudo por que eu não quero transar, uau!

Ele segurou forte no meu braço e saiu me arrastando pela sala, até chegar à parede que abre.

  - Hey, calma! - falei tentando me soltar. - Justin, ta doendo, me solta. - pedi, mas ele continuou me ignorando. - Justin! - falei o sentindo apertar mais.

Ele soltou meu braço para poder digitar o código de segurança e eu aproveitei para me afastar um pouco dele, vai que ele me bate de novo. Assim que a porta começou a se abrir eu corri para dentro, passando pelo vãozinho mesmo, antes que ele pegasse no meu braço de novo. Justin veio atrás de mim, e a sua cara não era nada boa, mas que inferno, ele ficou assim só porque eu não quis dar para ele? Ahh, vai se catar né meu filho. Caminhamos por aquele imenso corredor até, finalmente, chegar à porta do quarto.

  - Abram. - ele mandou aquele tom de voz rouca e sexy, que me deixou totalmente excitada, mas vamos deixar passar né? - Vai entra!

  - Justin, não fica bravo comigo tá?! - fiz a voz mais fofa que eu podia e a carinha mais meiga de todas. Cheguei bem perto dele e me apoiei em seu peito, depositando um beijo no canto de sua boca. - Bons sonhos. - sussurrei próximo ao seu ouvido e sorri marota para ele, me virando e entrando no quarto. 


Notas Finais


Hey pessoas! Espero que tenham gostado, e me desculpe se essa coisa de caçar o Tom ta ruim, mas infelizmente eu não penso como bandidos, nem nada parecido, espero que esteja dando certo... Em fim, obrigada por todos os comentários e favoritos, eu surtei demais, por isso estou aqui quebrando algumas regrinhas para postar! Beijos lindas, espero mais comentários!


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