História Common Denominator - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 9.662
Palavras 3.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Youre a monster!


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 13 - Youre a monster!

  - Merda! - murmurei, sentindo o Sol queimar meu rosto.

Pisquei algumas vezes, até acostumar com a claridade, e levantei, indo até a cortina da varanda e a fechando. Virei-me, olhando por todo o quarto e parei em Justin que dormia esparramado na cama. Voltei à cama e me senti com cuidado para não acorda-lo. Olhei no pequeno relógio na mesinha de cabeceira, 08h50min. Bufei entediada. Estava presa, não podia sair e caminhar por ai, respirar ar puro. Isso é sufocante! Rodei meu olhar por todo o quarto, em busca de algo interessante e o que mais me chamou a atenção foi o controle da TV. Fazia tempo que eu não assistia. Sentia falta disso. Não resisti e fui até ele, o peguei e liguei a TV de 42 polegadas na parede em frente à cama. Estava em um canal de esportes, o que não era de se admirar vindo dele, comecei a zapear os canais até chegar a um filme. Acho que era lançamento porque eu ainda não havia visto, e acho que já o vi em cartaz no cinema. Deixei ali mesmo. Era uma comédia. Vez ou outra eu ria baixo, para não acordar aquele ser ao meu lado e ter que parar de assistir. Eu já havia pegado o filme no meio, e ele estava quase no fim. De repente escutei uma risada ao meu lado e olhei para Justin assustada. Ele assistia junto a mim e eu, se quer, percebera.

  - Bom dia. - murmurei o encarando.

  - Oi. - murmurou me olhando. Até que ele fica fofo com essa carinha amassada.

  - Ta acordado há muito tempo? - perguntei olhando para a tela.

  - Mais ou menos. - deu de ombros.

  - Justin, acho que é melhor eu fazer um novo curativo no seu braço. - comentei.

  - Ta, depois que eu tomar banho. - falou se levantando.

Ele entrou no banheiro e eu voltei a minha atenção para a TV. O filme havia acabado e eu nem vi o final, que saco! Peguei o controle e zapeei os canais, parando na Warner, onde passava Two And A Half Man. Essa é a série preferida de Jazzy. Essa garota faz tanta falta no meu dia-a-dia. Sinto saudade de quando saiamos, ou das idiotices que ela dizia para me alegrar... Minha irmã.

  - Jazmyn Bieber, que falta você me faz. - murmurei rindo. - Jazmyn Bieber... Bieber... Justin Bieber... Bieber... Caralho! - falei espantada. - Não, mas a Jazzy nunca me contou que tinha um irmão mais velho. Mas... E se nem ela soubesse? Como eu demorei tanto para ligar os nomes? Não, não, isso impossível. É não é? Cara, mas isso é loucura, como eles seriam irmãos? Se bem que... É, até que eles se parecem. Cabelos, olhos, realmente, eles partilham alguns traços. - eu falava sozinha, ainda sem crer no que descobrira.

E do nada, meus pensamentos foram vagar por um local totalmente contrario ao que eu pensava. Meu aniversario. Daqui a dois dias eu completo 16 anos, e nem uma festa terei. Eu e Jazzy estávamos planejando algo tão grande e glamouroso, e agora eu o passarei, provavelmente, presa em um quartinho úmido e nojento com varias vadias. Que reviravolta. Nesse dia eu teria um presente especial, pelo qual eu aguardava por anos. Josh me pediria em namoro. Bom, eu nunca tive certeza, mas o que os amigos dele falavam era isso. Eu sempre fui apaixonada por ele, acho que desde que o vi pela primeira vez, também, não era diferente com nenhuma menina, afinal, quem resiste a um loiro alto de olho azul, totalmente charmoso e galanteador, capitão do time de basquete, forte, o cara dos sonhos de qualquer menina, e eu nunca fui diferente. Sonhava com o dia em que ele me pediria em namoro, mas sinceramente?! Eu nem ligo mais para isso. Nem sei o porquê, mas sei lá, ele perdeu a graça. Por incrível que pareça, homens românticos e fofos perderam a graça depois que eu conheci esse brutamonte. Sei lá, se tornou algo mais atraente. Não que eu goste dele, mas que é mais atraente... Ah é!

  - Ta me escutando, caralho? - Justin gritou, tirando-me dos meus pensamentos.

  - Oi? Desculpa, fala.

  - Era pra essa porra estar sangrando? - perguntou, apontando para o curativo.

  - Ahh, acho que sim. Sei lá. - dei de ombros.

  - Como assim, você acha?

  - Desculpa, mas infelizmente eu não sou médica, e nem pretendo ser.

  - Ta, ta, agora cuida dessa merda logo! - mandou sentando-se a cama.

Pelo amor de Deus, que cara grosso!

Levantei e fui até o banheiro pegar a maletinha de primeiros socorros e em minutos refiz o curativo. Justin foi se trocar e logo estava de volta.

  - Vai ficar ai? - perguntou rude e eu bufei.

  - Não. - falei me levantando e indo até ele.

Saímos do quarto e graças a Deus não tinha homens nos corredores, na verdade, a muito que eu não vejo homens no corredor.

  - Justin, porque não tem mais aquele monte de homens aqui no corredor? - curiosidade...

  - Eles só ficam por aqui durante a troca das vadias. - falou seco.

  - Ah. - dei de ombros. - Justin, tem como arrumar alguma roupa para mim? Eu não me sinto bem circulando pela casa assim. - murmurei abraçando meu próprio corpo.

  - Depois mando te trazerem algo. - falou indiferente.

  - Ah, e por enquanto vou ficar andando assim pela casa? Não vou não, pode arrumar alguma coisa para mim. - falei parando no meio do caminho.

  - Já vai começar? Pode abaixar essa bola ai. - falou nervoso. - Eu já falei que daqui a pouco mando alguém dar um jeito nisso.

  - Mas, eu falei que quero agora. Cassete, eu já te falei que não sou que nem essas vadias, eu não gosto de andar por ai pelada. - insisti e ele fechou o punho.

  - Olha, não é porque eu vou te deixar ficar aqui hoje, que você tem que começar a ser irritante. - falou tentando manter a calma, o que eu até achei engraçado, ser calmo não fazia seu gênero.

  - Mais Justin, eu não posso ficar andando pela casa assim. - apontei para o meu corpo. - Eu tenho vergonha. - tentei soar inocente, não sei se convenci.

  - Ellen! - ele gritou e saiu andando, e claro que eu o segui.

Eu estranhei ele chamar a vadia loira, mas não questionei nada.

  - Ellen! - gritou novamente enquanto descíamos as escadas e logo a figura daquela coisa apareceu na nossa frente.

  - Jus? - sorriu maliciosa, porém o desfez assim que me viu. - Você? - fez cara de nojo.

 - Eu. - afirmei, sorrindo falsa.

  - Ellen, arrume uma troca de roupa sua para a Allyson. - Justin mandou arrogante como sempre.

  - Troca de roupa para que?

  - Faça o que eu mando e não questione. - falou sério.

Ela assentiu e ia subindo as escadas quando eu resolvi tirar só mais um pouco com a cara dela. Deixa-la com raiva é algo realmente bom.

  - Ahh, e, por favor, algo descente, se você tiver alguma, claro. - sorri falsa e ela retribuiu bufando.

Até que era legal irritá-la. Justin revirou os olhos balançando a cabeça negativamente e eu ri fraco, continuando a segui-lo.

  - Justin, você vai me deixar ficar por quê? - perguntei curiosa.

  - Eu não sei mexer com isso. - apontou para o seu braço e sentou a mesa, na sala de jantar, que estava arrumadinha e cheia de coisa gostosa.

Eu não sabia se sentava ou se ficava em pé. Se eu sentar com certeza ele xingará, e se eu continuar em pé ficarei com cara de idiota. Quando fiz menção de fazer algo Ellen apareceu no local com as roupas em mãos.

  - Aqui. - jogou as mesmas em cima de mim, e eu tive que agradecer aquela vadia mentalmente por ter me salvado de cometer algum ato falho.

Resolvi não dizer nada a Justin e subi até seu quarto, onde pude me trocar e já aproveitei para por sua camiseta para lavar. Respirei fundo vendo minhas roupas no enorme espelho que havia dentro do seu closet. Foi um milagre aquele shortinho passar por minhas coxas. E ela ainda me trouxe um top rosa claro que - Senhor! -, é minúsculo e apertado. Com certeza fez para provocar! Suspirei alto, prendendo meu cabelo em um rabo de cavalo alto e passei as mãos pelo meu rosto, onde algumas lagrimas desciam, contornando todos os meus traços.

Eu não conseguia entender como podia estar vivendo assim numa boa com o cara que me sequestrou e me estuprou. Nesse momento eu não conseguia saber se fazia isso para sobreviver aqui dentro, ou se era por que eu realmente queria. Eu já não me entendia. Eu precisava tanto fugir daqui, mas ao mesmo tempo sentia que algo me prendia a essa merda de lugar, a essa merda homem, a essa merda de vida. Tudo estava uma completa merda!

Resolvi parar de chorar e bancar a menininha frágil e descer, para encarar aquele cara. Eu precisava encarar meus sentimentos, meus medos, meus problemas. Eu precisava ser forte, e não essa pirralha chorona.

Respirei fundo e voltei ao banheiro do quarto de Justin, onde lavei meu rosto e tomei coragem para descer. Sai do quarto e desci as escadas, seguindo para o mesmo lugar onde estava há minutos atrás. Arrependi-me, já que o que encontrei não me agradou muito.

   - Isso vadia, chupa direitinho. - Justin murmurava com a cabeça jogada para trás, olhos fechados e mãos ajudando Ellen com os movimentos debaixo da mesa.

Aquilo era nojento.

Graças a Deus nenhum dos dois percebeu minha presença e eu consegui sair dali sorrateiramente. Voltei à sala e sentei-me no sofá, aonde dava visão perfeita de uma porta de vidro que dava para o jardim. Parecia tão bonito. Acho que Justin demoraria bastante naquela sala de jantar. Levantei e, em passos lentos, comecei a caminhar até a porta.

  - Allyson?! - chamaram e eu pulei de susto. Estava tão entretida com a porta que nem vi alguém entrar na sala. Virei-me para trás e vi Chris, Ryan e Chaz parados e me comendo com os olhos. Homens!

  - Meninos. - sorri para eles. - Tudo bem?

  - Sim. - responderam em uníssono e logo Chris, que tinha mais “intimidade” comigo, continuou. - Fazendo o que aqui?

  - O Justin me mandou ficar para cuidar do braço dele, pelo menos enquanto precisar de curativo. - expliquei e ele assentiu.

  - E onde ele está agora? - Chaz perguntou.

  - Na sala de jantar. - falei e eles começaram a seguir, porém eu os parei. - Se eu fosse vocês, não iria até lá. - aconselhei e eles me olharam com os cenhos franzidos. - Digamos que Justin está ocupado.

  - Ahh Bieber safado! - Chaz falou e eu ri, assim como os outros. - Vamos ficar esperando aqui então. - completou e se jogou no sofá.

Ryan e Chris fizeram o mesmo, se jogando no resto dos sofás livres. Encaminhei-me até uma poltrona no canto, de frente para eles e me sentei, com “perna de índio”.

  - O que aconteceu com o Drew? - Ryan quebrou o silencio que reinava entre nós há alguns minutos.

  - Ahh, nada demais, ele levou um tiro de raspão no braço, mas pegou na jaqueta. Não foi tão grave. - dei de ombros.

  - E você cuidou dele. - Chaz falou em tom malicioso e foi impossível não rir com a cara de cachorrão que ele fez.

  - Cara, essa sua expressão de cafetão é assustadora. - falei ainda rindo e os meninos me acompanharam.

  - Chaz o putão! - Chris zombou e ele lhe mandou o dedo do meio.

  - Meu estilo faz sucesso nas noites. As cachorras caem matando em cima do papai aqui. - gabou-se.

Eu não me aguentava de tanto rir com eles. Até Ryan que era o mais reservado entrou na brincadeira e começou a zoar com os meninos. Eles eram divertidíssimos, e safados também. Eu já havia até mudado de lugar, agora estava ao lado de Chaz, que me jogava cantadas baratas a todo momento.

  - Não Chaz, meu pai não é padeiro. - falei rindo.

  - Mas, mesmo assim você é um sonho. - piscou e eu gargalhei.

  - Cara, que cantada ruim do caralho! - Ryan falou rindo.

  - É esse seu método de chegar nas ‘minas’? - Chris zombou.

  - Ih, vai se fuder pivete! - Chaz xingou, fazendo-me rir.

  - É, deixem o menino em paz. - falei o protegendo, mas caindo na gargalhada logo em seguida.

  - Ótimo jeito de me ajudar, Allyson. - falou bravo.

Antes que eu pudesse responder algo àquela voz rouca e autoritária ecoou atrás de nós, me fazendo tirar os pés de cima de Chaz e me sentar direito no sofá, assustada. Senti vontade de rir de mim mesma.

  - Que porra ta acontecendo aqui? - perguntou com tom de voz irritado.

  - Nem parece que acabou de foder. - Chaz falou comentou e todos riram menos Justin, claro.

  - O que vocês estão fazendo aqui? - perguntou ignorando as brincadeiras anteriores.

  - Trabalhando, ué! - Chris falou.

  - E o trabalho de vocês é dar trela pra vadia? - perguntou rude.

  - Não, espera... Você está se referindo a mim? - perguntei o encarando incrédula.

  - Tem outra na sala? - perguntou debochado e a vaca que estava atrás dele riu.

  - Não, tem apenas uma, e ela está atrás de você. - sorri falsa á ela que me fuzilou com o olhar.

  - Ae Drew, temos algumas coisas para resolver. - Ryan se intrometeu no meio, assim que viu que Justin estava prestes a me dar um belo e estalado tapa no rosto.

Mas, se dessa vez ele fizesse isso novamente eu também bateria. Não quero nem saber, eu também meteria a mão nessa carinha de anjo falso dele. Não fui criada para ser saco de pancadas de ninguém. Se ele quer alguém para bater e xingar, que contrate alguém ou chame uma das varias vadias que existem nessa casa. Ele me olhou nervoso e balançou a cabeça, indicando que os meninos fossem para algum outro lugar, presumo que escritório.

  - Vai indo que eu já vou. - falou com um tom de voz mandão e medonho. Pude ver um enorme sorriso nascer nos lábios daquela filha da puta!

  - Se cuida baixinha. - Chris falou, sorrindo de lado para mim, e eu retribui.

  - Mantenham a calma, vocês dois. - Chaz falou, dando leves toques no topo da minha cabeça, me fazendo sorrir.

Ryan apenas sorriu, mexendo a cabeça levemente, para mim e eu sorri em resposta. Esses garotos são legais.

  - A vadia vai ficar? - perguntei assim que os meninos saíram e a loira continuou parada, feito estatua, atrás de Justin.

  - Ellen, sobe! - Justin mandou entre dentes e ela obedeceu sem pestanejar. É por isso que esse babaca acha que é o rei da cocada preta. Ninguém se opõe a ele, ninguém diz que ele está errado ou que ele não pode fazer algo. Ninguém tem coragem de dizer não á ele. Isso o faz sentir-se no poder. Sentir-se o fodão. Cara, isso é completamente errado. - Olha aqui... - falou se aproximando de mim e segurou meu queixo forte, parecia que queria quebra-lo. - Ninguém se cria pra cima de mim, saco? Eu não quero te ver de papo com os meus amigos, não quero que você me responda, não quero que abra a boca. Já estou cansado de você achando que pode se fazer pra cima de mim e bancar a bonitona. Aqui, seu reinado acabou princesa. Não te quero mais fora daquele quartinho a não ser para abrir essas lindas perninhas que você tem. - falou e soltou meu rosto brutalmente, fazendo-me vira-lo.

  - Quem você pensa que é para me tratar desse jeito? Eu já te falei que não sou nenhuma dessas vadias que fazem tudo que você quer. Se estou aqui é porque sou obrigada, não porque quero. Não tenho que te obedecer.

Eu não tive nem tempo de raciocinar, meu rosto foi acertado em cheio por sua mão enorme, me fazendo virar e me apoiar no sofá para não cair no chão. Acho que aquilo foi a gota d’ água para mim. Um segundo depois eu já tinha levantado e voei para cima dele.

  - Porque você está fazendo isso comigo? Porque você está acabando com a minha vida? - eu gritava desesperada enquanto tentava inutilmente acerta-lo com algum de meus socos e tapas. - Eu te odeio! - gritei enquanto sentia meu rosto se novamente acertado por um tapa e dessa vez fui ao chão, sentindo as lagrimas inundarem meu rosto. O olhei com repulsa e ele se mantinha frio sem expressão. - Você é um monstro. - murmurei sentindo meu rosto formigar.

Dois tapas no mesmo lugar. Aquilo ficaria marcado.

  - Vai, levanta daí filha da puta! - ele gritou, me erguendo pelos cabelos. - Vamos voltar para onde você nunca deveria ter saído. - falou me arrastando pela sala.

  - Hey Justin! - escutei a voz de Chris. - Para com isso irmão, solta a mina! - falou tentando intervir, mas Justin estava possesso. Eu apenas chorava feito uma idiota. Eu me sentia fraca a derrotada. - Justin, caralho! Solta a Ally. - falou, dessa vez parando na nossa frente e puxando o braço de Justin, o fazendo me soltar, e eu cai no chão totalmente fraca. - Hey, você esta bem? - perguntou agachando á minha frente e segurou meu queixo, fazendo-me olha-lo. - Você ta legal, Ally?

Balancei a cabeça, sentindo mais um soluço sair e eu me entreguei de vez ao choro. Senti seus braços me rodearem e senti paz. Como alguém que trabalha na mesma coisa que Justin, tem a mesma criação, mesmos costumes, pode ser tão diferente? Eu não podia entender.

  - Solta ela, Christian! - Justin mandou.

  - Cara, olha o estado dela. - Chris falou me ajudando a levantar. Isso é porque ele não me viu quando eu levei aquela surra e fui estrupada.

  - Ela é minha, eu faço o que quiser com ela. - Justin era indiferente, como se nada daquilo o atingi-se, e realmente não deveria.

  - Eu não sou sua. - murmurei entre dentes e ele ameaçou me bater novamente, mas Christian o impediu colocando-se a minha frente.

  - Para com isso, Bieber. - Chris falou exaltado.

  - Christian, vai procurar algo para fazer e deixa que das minhas coisas cuido eu. - Justin mandou, começando a ficar irritado, e pronto para partir pra cima do loirinho a minha frente.

  - Chris, pode deixar. Não quero que brigue com ele ou se machuque por minha culpa. - murmurei indo para o lado daquele psicopata.

  - Não encoste mais um dedo nela, entendeu? - Chris falou, peitando Justin que o fuzilou, mas ignorou e seguiu comigo até a escada.

  - Para onde está me levando? - perguntei, mas ele me ignorou. Bufei baixo e permiti-me ser levada.

  - Entra ai. - mandou me empurrando brutalmente para dentro de uma das portas do enorme corredor e pegou a chave de dentro do mesmo. - Fique quietinha. - falou fechando a porta e a trancando.

Inferno!

  - Eu te odeio seu desgraçado! - gritei irritada esmurrando a porta com todas as minhas forças. - Droga, droga, droga! - gritei extravasando minha raiva.

Escorreguei encostada na porta, até sentir que já estava sentada no chão e enterrei minha cabeça no joelho.

Quem esse idiota pensa que é para me tratar assim? Que inferno!


Notas Finais


Roupa Ally (não troquei os nomes dessa vez) - http://www.polyvore.com/for_common_denominator/set?id=87722424
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Hey pessoas! Tudo bem?! Espero que sim, mas em fim... Espero que tenham gostado do capitulo... Sei que minha fic é meio bipolar, mas eu quero o Justin assim... Um personagem louco, bipolar, que uma hora esta bem e na outra só Deus sabe. Eu quero fazê-lo diferente, e para isso a coitada da Allyson terá que sofrer um pouquinho :/
Eu não quero que essa fic tenha romance, pelo menos não bastante - que deixe a fic água com açúcar -. Espero que vocês se acostumem com esse jeito Bieber de ser...
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Obrigada pelos comentários e favoritos. LEITORAS NOVAS, MEUS AMORES, SEJAM BEM VINDAS! Desculpem não responder os comentários, mas eu leio todos ok?
E para quem lê Forbidden Love, logo eu atualizo ela, até agora não consegui ter uma ideia que preste para ela, e não posso escrever uma merda de capitulo, mas fiquem tranquilas, daqui a pouco tem capitulo fresquinho!

Beijos meus amores, qualquer coisa, meu twitter (mudei o user) - @swagsofjusten


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