História Common Denominator - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 10.826
Palavras 3.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Birthday...


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 14 - Birthday...

  - Justin! - gritei arranhando a garganta, sentindo-me fraca.

Passaram-se três dias e eu continuo presa nesse quarto, mas isso não é o pior. O pior é que estou todos esses dias sem comida ou água. Sim, aquele filho da puta esta me mantendo aqui trancafiada e sem nenhum tipo de alimento. Para não desmaiar estou tendo que beber água da pia do banheiro, o que é nojento. Meu estômago parece estar colado nas minhas costelas, e minha cabeça está ardendo demais. Eu já nem tenho mais voz, de tanto que gritei, mas parece que Justin não dá a mínima, sem contar naquela vadia que vem aqui diariamente zoar com a minha cara, mas não presta pra trazer um copo de água potável.

  - Justin, por favor. - bati na porta mais uma vez, sem força alguma.

Tudo estava girando, eu me sentia totalmente fraca e indisposta. Senti meu corpo ficar mais mole, e aos poucos fui perdendo a consciência, caindo no chão atrás da porta.

JUSTIN's POV.

  - Já mandei tu meter o pé da minha casa! Não te quero aqui filho da puta. - falei irritado ao babaca a minha frente.

  - Mais primo, foi meu pai que me mandou pra cá, pode ler ai. - falou petulante, insistindo no assunto, me deixando puto.

  - Caralho, não tenho tempo pra cuidar de pirralho! - bati com as duas mãos na mesa de vidro do meu escritório.

Matthew, meu primo para todos os efeitos, acaba de chegar a minha casa, dizendo que meu tio, um babaca irmão do meu pai que comanda tudo no Canadá, quer que ele fique um tempo comigo, para aprender sobre tudo, porque o pivete é um lerdo da porra. Eu nunca gostei da família do meu pai, são tudo um bando de sanguessugas e esse menino não deve ser diferente. Tem uma cara de sonso, mas não me engana, sei que ele não é tão idiota quanto o pai imagina.

Peguei a merda da carta novamente e passei meus olhos por ela, lendo tudo por cima, sem muitos detalhes. O que resumia a carta era que: meu tio não tem tempo para cuidar do pivete que é idiota demais para os negócios da família, e ele espera que eu dê um jeito nisso. Se ele não tem tempo, porque eu teria? Eu chefio algo muito maior que ele. Cuido de uma cidade enorme como Atlanta e mais varias cidades espalhadas pelo país, enquanto ele senta o cuzão gordo numa cadeira, se escondendo atrás de uma mesa, mandando laranjas fazerem os serviços sujos em seu nome. Eu não consigo ver esses incompetentes fazendo as coisas por mim, tem que ser eu mesmo indo e fazendo, talvez seja por isso que eu sou muito mais foda que ele e esse bando de bandidinho meia boca que fica atrás da mesa com o cu na mão.

  - Você fica. - tomei minha decisão. - Não se meta no meu caminho, não atrapalhe meus planos, não se meta em nada, não abra a boca. - falei levantando e saindo a sua frente, o mesmo apenas assentiu com a cabeça baixa. Mané!

Subimos as escadas, e começamos a andar pelo corredor.

  - Justin, por favor! - escutei uma batida fraca vinda do quarto em que Allyson estava presa, junto a alguns muxoxos.

  - O que é isso? - Matthew perguntou com os olhos arregalados.

  - Nada que te interesse. - respondi rude.

Já fazia três dias que a menina estava presa ali, sem comida e sem água, acho que já estava na hora de soltá-la. Tenho que admitir que ta difícil encontrar outra buceta como a dela. A mina consegue me enlouquecer de uma maneira diferente e insana, que me deixa totalmente vidrado nela. Seu corpo, suas curvas, seus movimentos puros que são sexys sem ela perceber. Essa garota é incrível. Pena que é tão cheia de si. Tudo bem que isso a deixa, de alguma forma, mais gostosa e irresistível que o normal, mas ela tem que entender que ninguém me desafia. Muito menos na frente dos meus amigos. Velho, quando eu a vi lá, dando sorrisinhos, toda entrosada com eles senti vontade de dar um tiro na testa de cada um ali. E quando Chris a defendeu senti meu sangue ferver de vontade de socar a cara daquele babaca. Eu não entendo o que está acontecendo comigo, ela está me enfeitiçando.

  - Seu quarto. - falei apontando para a porta a nossa frente e Matthew entrou na mesma.

  - Valeu.

  - Tanto faz. - dei as costas, voltando a andar pelo corredor até o quarto que Allyson estava.

Já estava na hora de tira-la dali. Peguei a chave no meu bolso, que sempre andava comigo, e destranquei a porta. Empurrei-a e senti algo a bloqueando. Enfiei meu corpo no vão e forcei um pouco mais a mesma, mas parei assim que vi Allyson ali.

Ela parecia dormir, ou sei lá. Com um pouco de esforço consegui entrar e fiquei de joelhos ao seu lado, pegando sua cabeça e sustentando em meus braços.

  - Allyson? - dei um tapinha de leve em seu rosto. Ela se quer mexeu-se. - Allyson, porra! - falei a chacoalhando, mas ela continuou intacta. - Caralho! Porra Ally, o que aconteceu contigo! - perguntei exasperado, mesmo sabendo que não teria respostas.

Eu tentava acorda-la de todos os jeitos, mas não dava. Ajeitei-a em meus braços, pegando-a no colo e a levei até a cama.

  - Rose! - chamei apertando o botão que é ligado a cozinha, todos os quartos tinham um.

  - Sim, senhor Bieber.

  - Chama aquele médico que é amigo seu rápido! - mandei.

  - O que houve?

  - A Allyson desmaiou. Chama logo a porra do médico! - falei nervoso e ela assentiu com um murmúrio. - Ally! - gritei a chacoalhando, tentando receber alguma reação, mas nada.

Será que eu matei a menina? Cara, não posso ter feito isso. Três dias sem comida matam alguém? Obvio que não.

  - Senhor Bieber, ele já está a caminho. - Rose entrou no quarto.

Bufei andando de um lado para o outro esperando a porra do médico chegar. Eu estava preocupado. Não me pergunte o porquê, nem eu sabia. Sentia meu coração acelerado vendo-a ali. Seus lábios estavam sem cor, ela estava gelada e não reagia a nenhum estimulo, tanto meu quanto de Rose que ficava ao seu lado acariciando seus cabelos. Ela parecia estar morta.

  - Patrão, o médico chegou. - um dos seguranças apareceu com o velho careca e barrigudo na porta.

  - Ela ta ali. - falei rude, apontando para a cama, e ele seguiu rápido até ela. - Pode vazar. - falei ao segurança que permanecia na porta. - O que ela tem? - perguntei, voltando para perto deles.

  - Bom, digamos que ela está desnutrida. Ficou muito tempo sem água ou comida? - perguntou nos fitando e eu assenti.

  - Sim, uns três dias. - falei simplesmente e ele me olhou um pouco assustado, mas voltou a checar alguma coisa escrita no papel em suas mãos.

  - Ela precisará de repouso, alimentar-se de duas em duas horas, já que seu organismo está fraco ela poderá ter alguma reação, como vomito, mas é normal, não se preocupem. O desmaio foi algo normal. Caso ela volte a desmaiar, levem-na para um hospital. Daqui a pouco ela irá acordar a alimentem e deem bastante liquido que ela ficará bem. - prescreveu tudo em um papel e entregou-o a Rose.

Após mais algumas palavras o médico foi embora, e eu resolvi sair dali. Não tinha mais o que fazer. Daqui a pouco ela acordará e ficará boa. Pelo menos eu sei que não matei a menina. Rose ficou lá, esperando que ela acordasse e encarregada de cuidar para que ela se alimentasse. A verdade é que eu estava louco para que ela acordasse para poder foder. Pode soar estranho, mas ninguém se compara a ela na minha cama. Ninguém consegue me levar à loucura como ela faz. Ninguém consegue me fazer ficar duro em segundos, como ela consegue. Eu preciso fode-la, e não passará de hoje.

ALLYSON’s POV.

Senti meu corpo todo doer, como se eu tivesse sido moída por um rolo compressor. Minha cabeça girava, e eu lutava para poder abrir os olhos. Senti novamente a dor no estomago. Fome. Eu me sentia fraca demais para me mexer. Forcei-me a abrir os olhos, piscando varias vezes em seguida, tentando me acostumar com a pouca claridade do quarto. Levantei minha cabeça devagar, sentindo tudo girar, me fazendo deitar novamente.

  - Não se esforce Allyson. - Senti mãos segurarem meus braços, impedindo-me de levantar.

Olhei para o lado, tendo a visão de Rose, sorrindo levemente com os finos lábios.

  - Você está muito fraca, querida. - explicou, soltando-me. - Já venho, irei pegar a sopa que preparei, está lá embaixo. - sorriu levantando-se da poltrona onde estava. Franzi o cenho, confusa com o que estava acontecendo. - Já explicarei. - falou como se lesse meus pensamentos e eu assenti ainda fraca.

Ela saiu do quarto, e eu me ajeitei na cama. Meu estômago roncou alto, o que me fez rir fraco e fazer uma careta. Minha boca estava seca, precisava de água. Atrevi-me a colocar o pé no chão, mas tudo girou e eu caí sentada na cama novamente. Saco!

  - Voltei! - anunciou entrando com uma bandeja com varias coisas. Aquilo fez meu estômago se alegrar. - Coma bastante. - pediu, colocando a mesma em meu colo com cuidado. - Precisa de bastante nutrientes para sustentar esse corpão incrível. - completou, fazendo-me rir.

  - Obrigada. - murmurei com a voz áspera, por conta da garganta seca.

A primeira coisa que fiz foi tomar um grande gole do suco de laranja que ela trouxera. Aquilo foi como um estopim para a minha fome de leão. Eu devorava tudo com gula, como se nunca tivesse visto comida na minha frente. Em minutos, os frios, frutas, pães, dentre vários outros alimentos, estavam no fim. Eu me sentia mais forte.

  - Nossa isso estava muito bom. - comentei tomando um ultimo gole de suco. Se quer as migalhas se salvaram.

  - Que bom que comeu, agora precisa descansar. - falou carinhosa. Sentia falta de carinho, atenção.

  - Cadê o Justin? - perguntei repentinamente, sem querer, juro!

  - Depois que viu que você estava melhor, saiu para resolver algumas coisas. - falou ajeitando meus travesseiros.

  - Ahh... - murmurei acomodando-me melhor na cama. - Espero que ele não apareça por aqui. - falei rancorosa.

Eu tinha ódio dele. Sentia-me raivosa, e sabia que se ele aparecesse aqui eu não me responsabilizava por qualquer ato meu. Eu precisava voltar para casa. Precisava sair daqui. Eu necessitava de um pouco de carinho, paz, amor... Eu queria um abraço, alguém que pudesse me dizer que tudo ficaria bem. Não queria mais viver com Justin, muito menos cogitar a ideia de poder sentir algo por ele, por mais insano que fosse. Eu precisava manter-me sã. Sabia que mais um pouco naquele lugar, com Justin daquele jeito, ficaria louca. Talvez estivesse começando a ficar. Afinal, quem em sã consciência pensaria que pudesse estar criando laços com aquele imbecil? Realmente eu devia estar ficando maluca.

Rose deixou-me sozinha no quarto, e pediu para que eu descansasse, mas o que eu realmente precisava era de roupa limpas. Eu tomava banho enquanto estava presa aqui, mas sempre colocava as mesmas roupas, eu me sentia suja. Não me sentia cansada. Pelo contrario, estava me sentindo até muito bem disposta.

  - Fiquei sabendo que acordou. - escutei aquela voz, que me fez virar automaticamente de frente para a porta. Justin estava parado ali, apoiado ao batente, com aquele sorrisinho sarcástico nos lábios, observando-me. Eu odiava aquele sorrisinho. Apesar de sexy, mostrava o quanto ele não ligava para nada.

  - Vai embora. - pedi virando-me novamente, e levando o cobertor até a cabeça, cobrindo meu corpo todo, num ato totalmente infantil. 

  - Eu estou na minha casa. - sabia que ele continuava com aquele sorrisinho nos lábios. Argg que ódio!

  - Então me deixei ir embora. - falei com a voz abafada pelo cobertor.

  - Pequena Allyson. - sua voz transbordava sarcasmo. - Uma vez aqui, aqui para sempre. - lembrou-me daquela estupidez.

  - Isso é estupidez da sua parte! - falei irritada sentando na cama. Arrependi-me ao vê-lo parado ao meu lado. - Por favor, eu não aguento mais isso. Se não quer me mandar de volta para casa... Mate-me. - falei aquilo com certa incerteza na voz.

  - Você sabe que eu não faria isso. - riu sem humor. - Nunca desperdiçaria uma mulher tão boa na cama. Mulher não... Menina. - olhou para mim debochado. 

  - Como você pode ser tão...

  - Gostoso? - riu sarcástico, continuando minha frase que ficara no ar.

  - Nojento. - corrigi e ele riu.

Fitei milímetro por milímetro de seu rosto. Era como se ele tivesse sido desenhado por Deus, mas convivido com o Demônio. Justin parecia um sonho á primeira vista. Mas um pesadelo assim que passa á conhecê-lo. Ele enganaria qualquer ser nesse mundo com essa carinha de santo. Quem imaginaria que por debaixo de toda aquela pele de cordeiro existiria um lobo-mal? Comparação infantil, mas verdadeira.

  - Me deixe sair desse inferno. - murmurei de cabeça baixa.

  - Você é minha. - respondeu tocando meu rosto, fazendo-me olha-lo. - Nunca mais sairá, aceite. - sussurrou próximo a meus lábios.

  - Eu não quero isso. - minha voz saiu quase inaudível. Senti nossos lábios roçarem um ao outro.

  - Você não tem que querer. - sussurrou antes de beijar-me.

Seus lábios macios e carnudos pressionavam os meus de uma forma rude. Não sei explicar ao certo como era, apenas não tinha nenhum tipo de gentileza. Sua língua passava por meus lábios em busca de permissão, mas eu não cedia, não podia ceder. Suas mãos desceram para minha cintura, apertando ali fortemente, fazendo abrir uma pequena brecha entre meus lábios, o suficiente para que ele pudesse dar inicio a um beijo de verdade. Eu queria lutar contra aquilo. Não queria entregar-me mais a ele. Não queria mais ser tocada por ele. Pelo menos era o que meu cérebro dizia, mas meu corpo reagia de forma contrária. Eu sentia que era daquilo que eu precisava, era aquilo que me faria esquecer de todo o mal que ele próprio me causara. Isso não era justo, meu próprio corpo me traia!

Senti seu corpo pressionar contra o meu, fazendo-me deitar no colchão de molas. O ar nos fez falta, nos fazendo desgrudar nossos lábios. Justin começou a descer beijos por toda extensão de meu pescoço, causando arrepios por todo o meu corpo. Eu não conseguia negar, por mais que meu cérebro mandasse comandos que me impedissem de cometer o ato. Era como se ele controla-se meu corpo. Eu me sentia uma boneca sendo movida pelo desejo e por ele.

Justin chupava meu pescoço, e mordiscava ás vezes, me fazendo arfar pesadamente. Senti o fino top - mesmo que Ellen me emprestará á três dias atrás - ser rasgado, deixando meus seios enrijecidos ao seu dispor. Seu membro roçava em minha coxa totalmente ereto, com apenas alguns segundos. Justin segurou meus seios com suas mãos, beijando um de cada vez, e tomando o direito com sua boca, enquanto beliscava o outro, vez ou outra, entre apertos deliciosos. Sentia minha intimidade gotejar, e soltava pequenos gemidos vez ou outra. Justin sabia muito bem o que fazia. Sabia levar qualquer mulher em sua cama aos céus.

Levei minhas mãos até a barra de sua camiseta, e as subi, sendo ajudada por ele para tirá-la completamente. Ele desabotoou o short jeans que eu vestia e o desceu, deixando-me apenas com uma calcinha vermelho sangue. Eu nem precisei me manifestar, em segundo Justin já estava sem sua calça jeans, e sem sua boxer preta, deixando sua ereção totalmente a mostra para mim. Mordi os lábios. Ele voltou para cima de mim, traçando um caminho quente por minha barriga, até chegar a meu ventre. Minha calcinha virou trapo em segundos, me deixando mais molhada. Justin me excitava de maneira absurda.

Ele me olhava com puro desejo estampado em seu olhar, seu sorriso sapeca denunciava o quanto ele me queria. Acho que eu não estava diferente. Necessitava dele, necessitava dele dentro de mim. Ele podia perceber isso.

  - Jus... Justin! - gemi alto ao senti-lo beliscar meu clitóris. Seu dedão começou a massagea-lo de maneira prazerosa

  - Gemi pra mim, Allyson. Geme meu nome! - mandou dando um tapa ardido em minha coxa, me olhando com cara de maníaco.

  - Awwn! Justin! - gemi alto, o sentindo me penetrar com dois dedos. Deus isso é incrível! - Owwn, mais rápido Justin! - pedi inclinando meu quadril, em busca de mais prazer. - Oh meu Deus! - eu estava perto do meu orgasmo.

Senti meu corpo aliviar-se em seus dedos e ele sorrir satisfeito. Puxei-o para cima e selei nossos lábios novamente, em mais um beijo árduo, cheio de desejo e luxuria. Virei nossos corpos, ficando por cima dele e desci minhas mãos por seu abdômen definido, arranhando-o de leve. Meus lábios desceram por seu pescoço, beijando-o e minhas mãos continuaram até chegar aonde queria. Seu pênis. Apertei-o de leve, o fazendo urrar de prazer. Lentamente escorreguei minha mão da base até a cabeçinha, apertando de leve com meu dedão.

  - Allyson, porra! - gemeu alto.

Repeti o ato novamente, e ele apertou os olhos. Comecei a punheta-lo enquanto descia meus beijos por todo o seu tronco. Justin gemia, tentando controlar-se. 

  - Gemi pra mim, Justin. Gemi. - perdi com a voz sensual, no pé de se ouvido, mordendo seu lóbulo.

  - Isso cachorra! - falou jogando a cabeça para traz.

Levei meus lábios até meu brinquedinho e parei com os movimentos, o encarando descaradamente.

  - Me chupa vadia. - Justin mandou, com aquele seu tom autoritário de sempre, me fazendo ficar molhada. Sorri safada, lançando um olhar provocativo a ele, e beijei toda a extensão de seu pau. Passei a língua pela cabecinha rosada, lambendo seu pré-gozo e abocanhei logo em seguida. - Isso vadia, chupa direitinho. - Justin mandou, com o tom de voz carregado de malicia. Olhei de relance o encontrando de olhos fechados, praguejando alguns palavrões, com a cabeça jogada para trás. Senti as veias de seu pênis engrossar e segundos depois ele explodiu em minha boca. Tirei minha boca dali, lambendo os lábios, tirando o excesso da sua porra dos mesmos e ele mordeu os lábios.

Suas mãos me puxaram para cima, colando nossos lábios e me fazendo sentar em sua cintura. Coloquei uma perna de cada lado de seu corpo, e rebolei em seu colo, reavivando seu amigo. Rebolei mais uma vez, intensamente, e ele sugou minha língua em resposta, apertando forte minha cintura. Podia senti-lo crescer embaixo de mim. Rebolei mais três vezes, e ele estava em pé, do jeito que eu gostava. Levantei minha cintura, e encaixei-me nele, causando a penetração, arrancando gemidos de ambas às partes.

Nossos lábios se desgrudaram, pela falta de ar, e eu o abracei forte, envolvendo seu pescoço com os braços, e arranhando suas costas, amassando meus seios em seu peito. Suas mãos me ajudavam nos movimentos, indo cada vez mais rápido. Nossos gemidos eram algo escandaloso. Meus cabelos grudaram em minha testa, por conta do suor. Os lábios de Justin começaram a distribuir mordidas por meu pescoço, me fazendo revirar os olhos.

Eu não queria que aquilo acabasse. Estava conseguindo esquecer dos problemas. Consegui esquecer até que ele é um ogro. A única coisa que valia ali era o momento. O quarto era tomado pelo barulho de nossos corpos febris encontrando-se. Minha respiração estava totalmente descontrolada, nem um pouco diferente da dele.

Senti meu corpo amolecer assim que meu clímax foi atingido. Justin inverteu nossas posições, e continuo entocando em mim por mais curtos minutos, até atingir seu orgasmo. Saiu de dentro de mim, deitando ao meu lado, todo esparramado e totalmente cansado.

  - Isso foi foda. - falou animado.

  - Sou uma idiota. - murmurei emburrada, após cair em si.

  - Uma idiota muito gostosa. - deu um tapa estalado em minha coxa.

  - Ai, caralho! - gritei esfregando o lugar. - Como eu posso ser tão estúpida? - perguntei a mim mesma, totalmente frustrada. 

  - Ally, para porra! Não adianta se martirizar por algo inevitável. Entrou aqui é pra fuder. - falou irritado, virando-se para o outro lado e puxando o lençol para si.

Em minutos podia ouvir sua respiração pesada.

Ótimo, ele dormiu!

Bufei.

Levantei da cama, seguindo direto para o banheiro. Tomei um banho demorado, e sai me enrolando na toalha. Não tinha roupa. Recorri ao interfone que tinha no quarto - mesmo que tentei usar para me comunicar com alguém durante os três dias em que estive presa - e pedi a Rose, que me respondeu rapidamente, para trazer-me alguma roupa limpa. Após dez minutos no máximo, escutei-a bater na porta. Abri apenas uma frestinha, e peguei a roupa. Após vestir-me com a roupa até aceitável, resolvi dar uma volta pela casa.

Desci até a cozinha, onde Rose me preparou um ótimo lanche. Com certeza irei ficar uma baleia se ela continuar me mimando assim. Estava saindo dali quando parei de frente a um calendário. Hoje é dia cinco! Caralho, hoje é meu aniversario!

  - Parabéns para mim! - murmurei sem empolgação alguma.

Ótima maneira de comemorar um aniversario. Sequestrada!

Caminhei até o jardim que vi da ultima vez. Aquilo realmente era encantador. Alguns seguranças me olharam estranho, e até vieram até mim, porém recoaram assim que falei que tinha permissão. O que era mentira, mas eles não precisavam saber.

O jardim era composto por um rio - sim rio, como em uma chácara -, e uma linda floresta nos fundos. Eu havia me surpreendido. Tudo era florido e muito bem cuidado, a grama verdinha, e mais a frente havia um quiosque. Caminhei lentamente até a passarela que dava acesso ao quiosque, sentindo a leve brisa bater contra meu corpo. Aquilo era tão tranquilo, nem parecia que dentro daquela casa ocorria um filme de terror, no qual eu era protagonista.  Sentei em um banquinho que tinha ali, junto a uma pequena grade de madeira, e fiquei observando as miseras ondinhas que o vento causava no rio calmo. Podia ver os peixes nadando ali. Era como um paraíso.

Encolhi-me no banco, colando o joelho ao meu tronco, fechei os olhos, respirando fundo aquele ar puro, tentando levar meus pensamentos para outro mundo, e sorri. Soltei um pequeno sorriso de satisfação. Paz era o que eu precisava naquele momento.

  - Com licença. - uma voz suave ecoou em minhas costas, fazendo-me virar o rosto para observar a pessoa. - Posso sentar-me? - o garoto pediu educado e eu assenti sorrindo de lado.

Ele era baixinho, acho que pouco maior que eu. Era moreno, tinha lábios finos, ele impecável, olhos escuros e misteriosos. Era muito bonito. Eu o encarava sem se quer disfarçar.

  - Prazer, Matthew. - sorriu, estendendo a mão.

  - Allyson. - apertei-a sorrindo, e ele riu fraco me encarando.


Notas Finais


Roupa Allyson: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=88779703&.locale=pt-br
Matthew Bieber: http://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2012/12/josh-hutcherson-400x600.jpg
Twitter: https://twitter.com/swagsofjusten
Qualquer duvida com algum dos personagens é só falar nos comentários...
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Hey meus anjos... Bom, primeiramente, desculpem a demora. Não teve um motivo especifico, foi mais falta de criatividade e animo. Obrigada por cada comentário e favorito. Com 13 capítulos chegamos a 200 favoritos! Velho, eu estou muito animada! Bom, acho que devo avisar que o Matthew será importante na fic *--* Awwn, cara vcs se apaixonando pelo meu Christian no capitulo passado! Sério eu amo demais esse menino!
Bom, acho que não tenho muito o que falar do capitulo, certo? Como sempre, tudo termina em sexo... É assim que vai na maioria das vezes aqui na fic...
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Acho que não tenho muito mais o que falar, é isso... Ahhh eu queria pedir para que vocês passassem no meu blog, claro se tiverem tempo ou vontade. Lá vocês poderão conferir algumas das minhas próximas idéias, já que algumas eu começarei a postar lá primeiro. Eu ainda estou começando a postar essa fic lá, mas queria o apoio de vocês...Acessem e confiram a sinopse de DREAMS, uma das minha futuras fics... LINK DE KIDRAUHL FANFICTIONS > http://kidrauhlfanfictions.blogspot.com.br/ <

Agora acho que é só... BEIJOS MEUS AMORES, ESPERO VER BASTANTE COMETÁRIOS! AMO VOCÊS...


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