História Common Denominator - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 10.846
Palavras 4.749
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Dance with Me?!


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 15 - Dance with Me?!

  - Allyson! - escutei Justin gritar, fazendo-me pular do banquinho onde eu estava sentada junto a Matt. Pois é, já estávamos meio íntimos. - Quem te mandou sair do quarto? - perguntou vindo até nós. - E o que você está fazendo com esse babaca? - perguntou rude, referindo-se ao menino á minha frente.

  - Justin, por favor, não começa tudo de novo. - pedi cansada com o modo como ele me tratava. - Eu apenas quis respirar um pouco de ar puro, estava um pouco tonta. - expliquei-me e ele respirou fundo. - E o Matt apareceu aqui...

  - Matt? - interrompeu-me. - Já estão íntimos desse jeito?

  - Ela é alguma coisa sua, para você ter que tomar satisfação de tudo que ela faz? - Matthew se intrometeu, fazendo Justin rir.

  - Allyson, entra. - mandou ignorando o primo. Dá para acreditar que Matt é primo desse ogro? Eles são totalmente diferentes. Um sabe tratar uma mulher do jeito que tem que ser, o outro acha que mulher é um objeto descartável.

  - Ta. - murmurei me levantando. - Até depois. - sorri de lado ao moreno que retribuiu o sorriso, fazendo Justin bufar e me arrastar para longe dali. - Nossa tudo isso é ciúme? - brinquei e ele me olhou com aquele sorrisinho debochado.

  - Ciúme de uma vadia? Acho que não. - riu debochado me jogando dentro do quarto. - Eu mandei trazerem roupas para você. - apontou para um monte de roupas em cima da cama. - Você não vai mais descer para o quartinho. - sorri abertamente ao ouvi-lo falar aqui.

  - Porque decidiu isso? - perguntei enquanto mexia nas varias peças em cima da cama.

  - O médico disse que seu organismo está fraco, você precisa descansar e comer direito. - deu de ombros e eu sorri mais abertamente ainda.

  - Acho que alguém está preocupado com a vadia. - cantarolei o olhando de canto de olho.

  - Você só morre... - se aproximou, puxando-me pela cintura, colando nossos corpos. - Pelas minhas mãos. - sussurrou colando nossos lábios.

Sua língua passou por meus lábios pedindo passagem, cedida rapidamente por mim. O beijo dele não tem como negar. Passei minhas mãos por seu pescoço, erguendo um pouco mais os pés - sim eu precisava erguer os pés para beija-lo, minha altura não é algo admirável -, e o trazendo mais para mim. Suas mãos apertavam minha cintura, acho que para garantir que eu não fugiria, e logo deram impulso para que eu enroscasse minhas pernas em sua cintura, e assim eu fiz. Senti minhas costas prensarem-se contra algo duro, parede presumo, e seus beijos começaram a descer por meu pescoço.

  - Justin, não... Eu quero tomar um banho, estou cansada. - falei tentando afasta-lo de mim. - Para. - dei um tapa em sua cabeça e ele parou me olhando confuso. - Você não tem mais o que fazer? - perguntei me soltando dele e passando as mãos pelos meus lábios inchados.

  - Mais tarde eu volto. - falou dando um tapa estalado em minha bunda, me fazendo revirar os olhos. Babaca!

Escutei a porta bater atrás de mim e suspirei aliviada, acho que se depender dele passamos o dia trancados em um quarto transando. Que horror! Ta, nem é tão ruim, mas também não é disso que alguém sobrevive né?!

Voltei minha atenção para as roupas. Não é que elas eram bonitas? Sinceramente? Eu não acredito muito nisso de médico disse issomédico disse aquilo, pra mim ele me quer por perto, e isso é um ótimo começo! Sim eu estava animada com isso. Devo ser algum tipo de psicopata. Só pode!

Segui para o banheiro, tomaria outro banho. Não sei o porquê, mas eu estava suada. Separei uma roupa qualquer e a coloquei em cima da pia do banheiro, junto à toalha. Entrei debaixo da água quentinha e meu corpo inteiro se arrepiou. Fiquei lá por longos minutos, até sentir meus dedos começarem a virar uvas passas. Sequei-me e me vesti, depois resolvi comer alguma coisa. Fiz um coque mal feito e sai do quarto. A casa estava silenciosa, me deu até medo. Olhei por uma janela e já estava escuro. Desci as escadas em passos silenciosos e as luzes estavam todas apagadas.

Aff pensei que a casa de um criminoso ficasse acesa até mais tarde.

Ri dos meus pensamentos idiotas e segui até a cozinha. Liguei a luz e caminhei até a enorme geladeira de inox. Ela estava cheia. Sorri feito uma criança ao ver o monte de besteira. Peguei um lanche pronto e coloquei no micro-ondas, enquanto ficava esperando ele ficar pronto peguei um copo e enchi com coca-cola. Assim que ele apitou o peguei e logo já havia o devorado. Depois de deixar tudo arrumado, sem vestígios de que eu passei por ali, sai para andar pela casa.

Caminhava por entre os corredores calmamente, tentando não fazer um ruído se quer, e até que estava conseguindo. Naquela casa tinha muitos quartinhos desocupados, achava um desperdício uma casa daquele tamanho apenas para um homem.

Já estava andando pela casa a um tempinho e não achava nada de interessante para fazer ou fuçar. Estava começando a ficar entediada. Olhei para a ultima porta de um dos enormes corredores e respirei fundo, desapontada. Caminhei até ela e empurrei a porta devagar, e sorri abertamente com o que vi.

  - Um estúdio de dança! - gritei empolgada, e tapei minha boca logo em seguida.

Olhei para os lados, para ter certeza de que ninguém estava me vendo, e entrei, encostando a porta atrás de mim.

Cara, isso é incrível!

Caminhei empolgada pelo enorme lugar, observando cada mínimo detalhe. Aquilo só podia ser para me salvar! Em cima de um banquinho tinha uma caixa de som com um iPhone preto conectado, me empolguei e fui até ali, mexendo na lista de musicas. Sim, elas eram boas. Eu precisava dançar! Olhei para minhas roupas no enorme espelho que tinha ali e fiz uma careta, precisava trocar. Sai dali e corri pelo corredor, subindo até o “meu” quarto. Fucei entre as roupas e achei uma perfeita para que eu pudesse dançar nesse friozinho. Troquei-me e coloquei um Vans que ele tinha deixado ali também -eu realmente me apaixonei pelos Vans -, e desci correndo, tentando ser o mais silenciosa possível, passei antes pela cozinha e enchi uma garrafinha que achei jogada dentro de um dos armários, de água.

Assim que entrei na sala, sorri abertamente, sentindo-me um pouco mais livre. Andei até a caixinha de som e escolhi uma musica apenas para começar a me aquecer. Fazia muito tempo que eu não dançava de verdade. Ria sozinha, ás vezes, me lembrando de quando eu e a galera saiamos para dançar e zoar pela noite. Nós tirávamos muita onda zoando as pessoas, dançávamos nas praças e no meio da rua. Aquilo era perfeito! Aos poucos fui me soltando e logo senti a musica guiar meu corpo.

Bang começou a tocar e eu sorri me lembrando da coreografia (1). Logo eu estava dançando como se nunca tivesse parado. Aquilo era revigorante.  Sentia meus pés deslizarem pelo chão de madeira. Like A Boy começou e meu corpo foi levado (2).

  - Ahh como isso é bom! - gritei empolgada, dando alguns pulinhos no ar.

Conforme as musicas iam trocando eu ia acompanhando o ritmo, ora lento ora rápido. Eu parecia não me cansar. Estava adaptada a dançar por horas. Parei respirando fundo, nem sabia há quanto tempo estava ali, já havia dançado varias musicas. Caminhei até a garrafinha de água e peguei-a, não conseguia tirar o sorriso do meu rosto.

  - Você dança bem. - virei para trás com os olhos arregalados, vendo Justin parado na porta.

  - Há quanto tempo esta ai? - perguntei passando a mão no cabelo, o afastando do meu rosto. Meu coque já havia se desfeito.

  - Vi você passar correndo pela sala e quis saber o que estava fazendo. - deu de ombros entrando de vez na sala.

  - Ahh... Tudo bem né?! - perguntei insegura coçando a nuca.

  - Desde que não tome muita liberdade... Tudo bem. - aquilo era tudo o que eu queria ouvir. Não pude evitar sorrir.

  - Obrigada. - falei empolgada. - Dançar me deixa bem. - revelei sorrindo e indo até o celular novamente e colocando I Should Have Kissed You.

Comecei a dançar assim que a musica soou pelo local. Olhava para Justin vez ou outra, vendo seu olhar vidrado em mim.

  - Sabe dançar? - perguntei indo até ele e selei nossos lábios rapidamente, e me apoiei em seu peito.

  - Eu sou Justin Bieber, sei fazer de tudo. - falou convencido e eu ri duvidando me afastando e indo até a caixa de som. - Esta duvidando?  - perguntou rindo, eu nunca vi Justin rindo de verdade, sua risada era gostosa.

  - Prove! - apertei o play e fui até o meio da sala e o chamei com o dedo e ele riu vindo até mim, fazendo alguns passos engraçados, me fazendo rir e jogar a cabeça para trás. Girei com os braços abertos e depois os coloquei em cima da cabeça, mexendo a cintura e o olhando por cima do ombro, como se o desafiasse. Ele assentiu rindo e vindo até mim dançando Dougie*. - Só isso? Até eu sei fazer o Dougie! - ri, fazendo o passo também. - Vamos, me prove que sabe fazer melhor!

  - Eu sou o melhor, não preciso provar nada para ninguém. - falou convencido.

  - Pra mim, você está com medo. - dei de ombros.

  - Não tenho medo de nada.

  - Não é o que está parecendo!

Ele riu debochado e logo começou a fazer alguns passos.

  - Eu sou o melhor! - afirmou vindo até mim deslizando os pés pelo chão. Ok, aquilo era legal.

Justin era confiante, isso o fazia ser o melhor. Ele sabia o que estava fazendo. Ok, ele dança muito bem (3). Agora ele tinha começado a falar minha língua! Que isso... Parece que dançando ele fica ainda mais gostoso, caralho! Ele parecia uma pluma deslizando, seus passos eram até que ensaiados. Ele fez o moonwalker, vindo para trás e parou do meu lado, virou e me puxou pela cintura, colando nossos corpos.

  - Admita... Eu sou o melhor. - sussurrou próximo ao meu ouvido e mordeu o lóbulo.

  - Convencido. - mordi o lábio dele, puxando-o para mim.

Soltei-me de Justin e voltei a dançar. Ficamos ali dançando e se beijando por um bom tempo. Eu não tinha noção do tempo.

  - Assim. - falei mostrando um passo para ele e o mesmo repetiu, de primeira. - Depois... - demonstrei o passo e ele repetiu, mas bem zoado. - Assim não! - repreendi rindo e dando um leve empurrão em seu ombro.

  - Não tenho culpa se a professora é ruim. - falou rindo.

  - Eu sou ruim? - perguntei indignada. - Você que não sabe dançar, não bote a culpa em mim. - debochei e ele começou a fazer um passo bem ridículo, me fazendo se contorcer de tanto rir.

  - Viu eu sou um gênio da dança. - debochou passando as mãos pelo cabelo. - Eu tenho Swag!

  - Percebi! - exclamei rindo dele.

Nunca imaginei que Justin pudesse ser alguém tão divertido, engraçado, brincalhão... Sabe, sem aquela coisa de “eu posso te matar a qualquer momento”.

  - Porque está me olhando desse jeito?- perguntou.

  - Ahh, nada. - sorri, balançando a cabeça. - Estou cansada. - falei, me sentando no chão.

  - Finalmente! - exclamou se jogando deitado no chão, ao meu lado. - Pensei que nunca cansasse.

  - Estou acostumada há dançar o dia inteiro. Não me canso fácil. - falei e ficamos em um silencio gostoso. - Justin, porque tem essa sala? - perguntei após alguns minutos observando o teto branco do lugar.

  - Não sei, acho que quando meu pai comprou a casa já tinha. - deu de ombros.

  - Mas você usa? Tinha até a caixa de som.

  - Usava para outras coisas. - me olhou, sorrindo malicioso.

  - Ai que nojo! Vou sair daqui.

  - To zoando. - riu da minha careta. - Eu vinha aqui quando era menor, por isso a caixa.

  - Ahh... Esse lugar é legal, um bom “presente” de aniversario. - falei fazendo aspas no presente, já que não era bem isso.

  - Presente?

  - É meu aniversario é hoje.

  - Quantos anos?

  - 16.

  - Hm... - falou e ficou pensativo. - Bem que podíamos comemorar.

  - Estou cansada. - neguei me levantando, pronta para sair do estúdio, quando ele puxou a ponta do meu dedo, tentando me levar para o chão, junto a ele, mas não cai e ele me olhou frustrado. - Mais não tem cérebro. - murmurei.

  - Oi? Eu escutei bem? - falou se levantando e eu comecei a dar passos para trás. - Quem não tem cérebro, Allyson? - perguntou com um tom de voz maníaco. Continuei andando para trás, segurando o riso, mas bati na parede e ele me encurralou, colocando um braço de cada lado da minha cabeça. - Repete. - mandou baixo, roçando nossos lábios e eu senti meu corpo estremecer com a proximidade. - Vamos vadia.

  - Justin... Você não tem cérebro. - repeti e fugi dele, saindo por debaixo do seu braço e sai correndo da sala.

  - Vadia! - escutei ele gritar, e logo seus passos estava atrás de mim. - Você sabe que não pode fugir, certo? - sua voz estava próxima.

Mais que inferno, eu estou correndo e ele andando, e mesmo assim ele consegue me alcançar rapidamente.

Ao tentar subir as escadas, meu ritmo, consequentemente, diminuiu, o que o ajudou a chegar mais perto.

  - Justin, para de me perseguir. - pedi manhosa, sentindo meu corpo começar a cansar. Escutei seus passos cessarem e sorri aliviada, parando e colocando as mãos nos joelhos, para regularizar a respiração.

  - Eu disse que não podia fugir. - senti meu corpo todo se eriçar ao escuta-lo dizer isso em meu ouvido, me puxando pela cintura, colando nossos corpos.

  - Inferno. - murmurei e ele riu, deixando sua respiração quente bater em minha nuca.

  - Agora, que tal comemorarmos? - perguntou beijando meu pescoço. Era meio que impossível dizer não a esse homem.

Ele me virou brutalmente, e colou nossos lábios. Nossas línguas se enroscavam apressadamente, e eu gemia a cada vez que ele a sugava. Justin deu impulso, fazendo-me enroscar minhas pernas em sua cintura. Ele começou a caminhar comigo pelo corredor, batendo nas paredes, minhas costas doíam um pouco, mas nada comparado aos seus lábios em meu pescoço, beijando, chupando e mordiscando. Uma de suas mãos, que estava em minha bunda, foi até a maçaneta da porta de um dos quartos, e rapidamente estávamos dentro do mesmo, derrubando as coisas e batendo nas paredes. Justin me jogou na cama e veio para cima de mim, enquanto tirava minha blusa, deixando-me apenas com um top azul e a calça de moletom. Seus lábios percorriam toda a extensão do meu corpo deixando beijos, mordidas e chupões pelo mesmo, fazendo-me arfar baixo. Logo eu estava apenas de calcinha, e Justin se divertia dando atenção aos meus seios enrijecidos.

...

  - Awwn, Justin! - gemi alto, o sentindo explorar-me mais fundo. - Mais... Mais rápido. - pedi entre gemidos.

Suas entocadas eram fundas e rápidas, de maneira prazerosa para ambos. Eu sentia o calor de nossos corpos quase entrando em erupção. Sua respiração estava pesada, misturando-se com a minha, entre gemidos altos de ambas as partes. Meus cabelos estavam colados em minha testa, devido ao suor.

  - Porra Allyson! - Justin gemeu, tomando meus lábios para si em um beijo voraz e desajeitado.

Minhas unhas arranhavam sua costa fortemente, eu não conseguia nem pensar se aquilo estava machucando ou não. Justin enterrou sua cabeça na curvatura do meu pescoço, deixando sua respiração descontrolada bater contra o mesmo, causando-me arrepios intensos. 

  - Eu... - não consegui formular a frase, se quer. Senti meu ápice chegar, atingindo-me em cheio, me deixando meio boba e mole. Fechei os olhos sentindo aquela sensação maravilhosa tomar conta de cada fibra de meu corpo, enquanto Justin entocando em mim em um ritmo menos frenético que antes, buscando atingir o seu clímax. Com mais algumas entocadas pude sentir seu liquido se espalhado por dentro de mim e ele cair exausto em cima de mim, controlando seu peso para não me machucar. Seus lábios macios depositaram um pequeno e singelo beijo em meu pescoço (estranho vindo do Bieber), e ele saiu de dentro de mim, deitando ao meu lado na cama e me puxou para deitar em seu peito, o que me fez sorrir. Passei meus braços por sua cintura, escutando nossas respirações voltarem ao normal aos poucos. - Preciso de um banho. - falei, me sentando na cama com o lençol cobrindo meu corpo.

Levantei enrolando-me naquele pedaço de pano de ceda branca, e caminhei o arrastando até o banheiro, escutando algumas graçinhas de Justin. Soltei o ar que ao menos percebera que prendia de forma pesada e soltei o lençol, o deixando cair no chão aos meus pés. Liguei a banheira, joguei alguns sais ali dentro, e deixei-a enchendo. Parei de frente ao espelho e me apoiei no gelado mármore branco, observando as marcas pelo meu corpo. Aquilo, de algum modo, me fez sorrir em satisfação. Meu pescoço continha grandes marcas arroxeadas, meus seios algumas marcas vermelhas, daquelas que ficam no momento, mas, que desaparecem logo, assim como pelo resto do corpo.

De alguma maneira aquilo me fazia se sentir bem. Era bom saber que Justin me fez dele. Eu me sentia diferente. Não me pergunte como.

Passei os dedos levemente pelo local onde ele beijou e sorri. Foi algo tão puro. Não sei explicar, mas me fez sentir tudo tremendo dentro de mim. Abalou, literalmente, todas as minhas estruturas.

Eu não sei como é possível, mas eu acho que... Acho que estou me apaixonando.

Despertei assim que escutei a porta do banheiro se abrindo e Justin refletir no espelho, logo atrás de mim, com um sorriso lindo nos lábios.

  - Parece que fiz um bom trabalho. - comentou orgulhoso, observando meu corpo. Ri pelo nariz balançando a cabeça negativamente e caminhei até a banheira, fechando o registro. Coloquei as pontas do meu dedo dentro, checando a temperatura, estava perfeita. Prendi meus cabelos em um coque frouxo no topo da cabeça e entrei ali dentro, sentindo uma onda de calmaria passar por todo o meu corpo. Ergui meu olhar, vendo Justin parado me observando e sorri de lado, sentindo-me envergonhada. 

  - Não vai entrar? - perguntei e ele pareceu acordar de um tipo de transe.

JUSTIN’s POV.

Como alguém conseguia ser tão... Diferente?

Allyson era, e muito. Seu jeito, sua voz, seu corpo... Eu não por que, mas ela é como um imã. Uma droga na qual eu e viciei muito rápido. Eu não conseguia explicar o que sentia ao estar com ela, só era algo diferente.

Diferente... Essa é a palavra que descreve ela e tudo que a envolve. Eu nunca tinha rido tanto como ri hoje com ela. Era como se eu não fosse o Justin Bieber, o fodão, que comanda tudo e que coloca medo no merda que for. Eu era um Justin alegre, coisa que não sou há tempos... Na verdade, acho que nunca fui alegre ou feliz, mas ela está conseguindo mudar isso. É como se ela me fizesse mais forte, e isso é estranho.

Sinto que ela está se tornando algo a mais que uma vadia ou um sexo fixo, mas isso é impossível, já que ela só está aqui á um mês. Para falar a verdade, isso é impossível quando se trata de mim. Eu nunca senti nada por mulher alguma, e não é agora que sentirei por uma pirralha!

Eu acompanhava cada gesto despreocupado seu.

  - Não vai entrar? - sua voz me fez despertar para a vida e lembrar que tinha que sair.

  - Preciso sair. - murmurei, indo até o Box e ligando o chuveiro.

  - De madrugada? - perguntou, virando seu pescoço para me olhar.

  - Sim. - assenti, entrando debaixo da água fria.

  - Justin, são três da manhã, o que você tem para fazer na rua há essas horas? - perguntou.

  - Trabalho. - murmurei, passando o sabonete por meu corpo.

Eu tinha que pagar a propina pros vermes, antes que atrasasse e eu me fodesse bonito nas mãos desses merdas.

  - Trabalho? - perguntou desconfiada.

  - Trabalho. - repeti enfiando a cabeça debaixo d’ água, tirando logo em seguida. - Agora fica na sua e não enche o saco.

  - Aposto que vai atrás de alguma puta por ai. - murmurou, com o tom de voz visivelmente irritado. - Galinha. - calma, é isso mesmo? Eu estou presenciando uma cena de ciúme? Ahh faça-me um favor!

  - Allyson, você não é nada minha para ter ciúme a essa altura do campeonato. Aquieta esse fogo ai. - mandei.

Desliguei o chuveiro a escutando bufar.

  - Eu? Ciúme? De você? - perguntou incrédula. - Nunca. - riu sarcástica, saindo da banheira e vindo até onde eu estava pegando um roupão e o colocando.

   - Então porque está enchendo o meu saco?

  - Por que... Ué... Só acho que é muito tarde para que você saia á trabalho, nada de mais. - deu de ombros saindo do banheiro, me fazendo rir fraco e a seguir.

Deixei-a ali no quarto se trocando e fui até o meu, me trocando rapidamente, já estava atrasado. Passei a toalha por meus cabelos os secando e deixando meio bagunçados mesmo e úmidos. Passei meu perfume e peguei minha arma, colocando-a na parte de trás da calça. Sai do quarto e passei no de Ally, mas ela não estava ali. Estranhei e segui até o piso de baixo, encontrando-a lá, sorrindo com aquele viadinho do Matthew.

  - Allyson, não mandei você sair do quarto. - falei sem fitá-la, olhava direto para o filho da puta ao seu lado que encarava suas pernas descaradamente.

Ela me encarou confusa e incrédula ao mesmo tempo. Ok, eu realmente devo estar exagerando, mas não a quero perto desse babaca.

  - Eu queria ver TV. - falou apontando para a mesma, ligada em algum canal de culinária. - Não estou com sono.

  - Assistisse no meu quarto. - falei e ela deu de ombros. - E você, - apontei para Matthew, que me olhou com os olhos levemente arregalados. - venha comigo.

  - Para onde?

  - Você veio aqui para aprender, não veio? - ele assentiu rapidamente. - Então. - bufei. - Vamos logo. - falei impaciente, percebendo meu celular vibrar em meu bolso. - Dois minutos para se trocar. - falei o vendo subir as escadas. Peguei o celular em meu bolso e o atendi, esperando Jaden falar do outro lado da linha.

  - Ae Justin, já estou te esperando na estrada de terra. - falou.

  - Tudo bem, chego em quinze minutos. - falei, desligando em seguida.

  - O que vai fazer? - Allyson perguntou, sentando-se no apoio de cabeça do sofá.

  - Trabalhar. - falei como se fosse obvio, já não tinha falado isso a ela?

  - Que tipo de trabalho. - explicou, revirando os olhos.

  - Não te interessa. - fui grosso.

Não queria que ela soubesse de nada, ela não precisava se meter em nada. A única coisa que ela tinha que fazer era abrir as pernas.

  - Grosso. - bufou, cruzando os braços na altura dos seios. Ri indo até ela, e colocando minhas mãos em sua coxa descoberta pelo pequeno short de seda. - Não me toca. - murmurou entre dentes, virando o rosto quando fiz menção te beijá-la.

  - Ficou brava? - perguntei rindo. - Para de frescura. - mandei segurando seu queijo e forçando ela a me olhar, fazendo-a morder os lábios, nervosa.

  - Você é um idiota, sabia? - falou emburrada, tentando soltar-se de mim.

  - E você uma vadia. - sussurrei próximo aos seus lábios carnudos e vermelhinhos.

Colei nossos lábios, pedindo passagem em seguida, negada pela mesma. Desci minhas mãos até sua cintura, apertando-a fortemente, o que, consequentemente, a fez ceder passagem, iniciando mais um de nossos beijos fervorosos. Enrosquei uma de minhas mãos em seu cabelo puxando seu rosto para mim, enquanto a mesma cedeu e envolveu seus braços em meu pescoço, me puxando para mais perto. Suguei sua língua, fazendo-a arfar durante o beijo. A mesma desceu sua mão até minha bunda a apertando, fazendo-me rir entre o beijo.

  - Licença. - Josh forçou uma tosse, nos fazendo se separar e eu revirar os olhos, enquanto Allyson corava levemente.

  - Tchau. - Ally falou sorrindo de lado, fazendo-me sorrir também.

Apertei suas bochechas, depositando um selinho no biquinho formado e me virei para Matt que nos encarava.

  - Vamos. - falei, seguindo até a porta. - Cuida pra ninguém entrar, ou sair da casa. - mandei a Peter, chefe da segurança.

  - Pode deixar patrão.

Andei até a garagem, e resolvi ir com a Range Rover. Adentrei a mesma, seguido de Matthew w larguei, em direção a onde Jaden estava. Não demorou nem dez minutos e logo eu estava parando na estreita estrada de terra, onde Jaden me aguardava escorado em seu Corvette vermelho. Parei logo atrás, pulando para fora do carro e ativado o alarme em seguida.

  - Ae Drew! - cumprimentou-me assim que me viu, fazendo um toque. - Quem é o mauricinho? - perguntou, referindo-se a Matthew.

  - Matthew, meu primo. - dei de ombros e ele fez um aceno de cabeça, cumprimentando o mesmo. - Aonde vai ser dessa vez? - perguntei.

  - Na velha estação de trem. - falou, checando o horário em seu relógio de pulso. - Vamos... Daqui a pouco eles dão as caras. - falou abrindo a porta do seu carro.

Dei a volta, abrindo a porta e logo Matthew entrou, acomodando-se no banco de trás e eu no do carona. Jaden deu partida, arrancando. O caminho todo ele foi me informando sobre as situações das minhas boates, fazia um tempo que eu não colava lá, precisava dar as caras para botar ordem naquela porra. Após minutos estávamos parados perto de uma enorme árvore, esperando a viatura da policia apontar no final da rua.

  - O dinheiro. - pedi, assim que vi o carro aproximar-se lentamente de nós, e logo o pacote estava em minhas mãos. Desci do carro e mandei Matthew me seguir, para observar como acontecia, odiava ter que carregar esse merda atrás de mim. Assim que parei de frente a viatura os dois policiais saíram do carro com as mãos na arma, tentando me intimidar. A única coisa que fiz foi rir debochado. - Toma. - joguei o pacote em direção deles.

  - Está tudo aqui? - um deles perguntou.

  - Alguma vez já falhei com vocês? - perguntei sério, colocando as mãos nos bolsos da calça jeans. - Pode conferir se quiser. - dei de ombros.

O gordo careca conferiu e balançou a cabeça, como se falasse que tudo estava certo e então eu dei as costas, voltando para o carro.

  - Bieber. - escutei-o me chamar e parei, sem me virar. - Vê se dessa vez não abusa da sorte. - avisou e eu ri voltando a caminhar em direção ao carro.

  - Próximo. - Jaden deu partida, seguindo para o próximo ponto.

...

Já estava começando a amanhecer, e havíamos acabado de pagar propina para os policiais do nosso ultimo bairro. Jaden parou na estrada de terra e eu peguei meu carro de novo, logo dando partida para casa. Estava exausto, precisa dormir. Assim que estacionei, descemos e entramos em casa. Tudo estava escuro e a única coisa que iluminava a sala era a TV ligada em um filme. Matthew desejou boa noite - ignorado por mim-, e subiu, enquanto eu fui desligar a TV, dando de cara com Allyson dormindo no sofá. Ri do modo jogado que ela estava e desliguei a TV, caminhando até ela e passando um braço por suas pernas e o outro apoiei em sua cabeça, embalando-a como um bebê. Subi as escadas e segui para o meu quarto. Acomodei-a na cama e depois fui me trocar. Coloquei uma calça de moletom e deitei-me na cama, ao seu lado. Passei a coberta por nossos corpos e virei de barriga para baixo, caindo no sono em questão de segundos. 


Notas Finais


1ª roupa da Ally - http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_168/set?id=87780908
2ª roupa da Ally (dança) - http://www.polyvore.com/dance_with_me/set?id=81087526
3ª roupa da ally (pijama) - http://www.polyvore.com/justin_bieber/set?id=90099351
(1) - http://www.youtube.com/watch?v=JmvFyOOINc0
(2) - http://www.youtube.com/watch?feature=fvwp&v=uPdhKogF-_k&NR=1 (A PARTIR DOS 30 SEGUNDOS)
(3) - http://www.youtube.com/watch?v=m64vmqWzCtM (A PARTIR DOS 35 SEGUNDOS)
*Dougie - é aquele famoso passo que o Justin faz, colocando a mão atrás da cabeça, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=rKyoq5L1YIY
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Hey amoras!
Desculpem a demora para postar, eu estava totalmente sem ideia, e desculpem pelo capitulo mais ou menos que eu trouxe para vocês! Eu não conseguia pensar em nada, e essa ideia surgiu quando eu estava vendo os videos da Chachi dançando. Eu simplesmente sou apaixonada por dança, apesar de não ter coordenação motora para isso, e ela é uma das melhores dançarinas que eu já vi em ação. Imaginem a Ally na parte de dança como ela. E claro, eu tinha que colocar meu menino dançando né?! O Bieber dançando é um luxo que só, não tem como esquecer dele, e ajudou muito em um momento mais "íntimo" dos dois. O que acharam? Eu espero que tenham gostado... E o Justin dando os primeiros sinais de ciúmes, que bonitinho gente!
Em fim, espero que vocês tenham se agradado com o capitulo grande que preparei, e tentarei postar rapidamente o próximo, mas não prometo pq eu realmente ando muito sem ideia e deprê ultimamente, então... Nunca se sabe né? E para quem lê FL eu atualizarei, só não tenho previsão da data, mas prometo que será logo. Beijos minhas delicias, me visitem no meu twitter, blog e site da Polyvore (pequeno vicio)...
TT: https://twitter.com/swagsofjusten
Blog: http://kidrauhlfanfictions.blogspot.com.br/ (logo eu postarei uma fic extra, apenas lá, então se quiserem seguir e esperar um pouquinho...)
Polyvore: http://sarakatrina.polyvore.com/


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