História Common Denominator - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 13.119
Palavras 3.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores!!

Primeiramente, obrigada por cada favorito e comentário, 11 só no prólogo! Obrigada =)
Segundo, algumas advertências para esse capitulo:

- Contém palavreado chulo.
- Violência, morte.
- Estupro, sequestro de mulheres.

Ok, o negócio acima foi meio idiota, mas apenas avisando. Esse capitulo será meio... Forte. Acho que essa é a palavra certa. Me desculpem se não sair bom, mas eu nunca escrevi uma fic assim.

Link da roupa da Ally estará nas notas finais...
Acho que é só, BOA LEITURA A TODOS!

Capítulo 2 - Why me?


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 2 - Why me?

Atlanta, Geórgia, EUA - 9, fevereiro, 2013 - Noite anterior...

ALLYSON MALLETTE's POV.

 

  - Ally, a Dona Maria perguntou se você pode levar a Andy amanhã para a escola, já que não terá o primeiro tempo. - minha mãe perguntou entrando em casa.

  - Claro mãe. - sorri e voltei a prestar atenção na TV.

Deixe eu me apresentar. Meu nome é Allyson Mallette, tenho 15, quase 16, anos, moro em Atlanta com a minha mãe Patricia Lynn Mallette. Ela é administradora de uma empresa de cosméticos. Não tenho pai, nunca ouvi falar nele.

Olhei no relógio, já eram 00h48min. Melhor ir dormir, amanhã tenho que acordar cedo. Desliguei a TV e subi pro meu quarto. Peguei meu celular e havia duas chamadas perdidas, de 10 minutos atrás. Era de Jazzy. Retornei.

  - Ally! - gritou.

  - Jazzy! - gritei a imitando e rindo. - Me ligou por quê?

  - Nossa, que delicadeza. - falou debochada. - Só queria dar boa noite.

  - Ok, boa noite Jazmyn Bieber! - falei rindo.

  - Nossa amanhã tenho que te contar uma mega bafo. - falou afobada, típico dela.

  - O que? Conta agora. - pedi ansiosa.

  - Não, amanhã te falo. Boa noite minha vadia! - falou e desligou. Vaca!

Ela sempre faz isso. Deitei, pus o celular debaixo do travesseiro e apaguei o abajur. Cobri-me e fechei os olhos, sentindo o sono chegar.

  - Você não pode fugir vadia! - uma voz gritava.

Eu corria, e sentia minhas pernas fraquejarem, mas eu não podia parar. Alguém me seguia, mas eu não conseguia ver seu rosto, apenas escutava sua voz. Ela era rouca e dava medo. Ela impunha poder e respeito. Parei de correr ao chegar a um penhasco. O vento chicoteava meu rosto fazendo meus cabelos voarem. Meu coração estava acelerado e eu suava frio. Minha cabeça doía e eu tentava gritar, mas a voz não saía. A cada segundo sentia que minha vida corria mais perigo. Olhei para trás e o causador dos meus medos estava perto. Não tinha opção. Teria que me jogar. Olhei para baixo e pude ver as ondas se quebrando sobre as pedras, e aquilo me deu mais pavor. Apenas fechei meus olhos e dei impulso para frente. Meu corpo caía lentamente e eu sentia o frio na barriga. De repente senti meu corpo ser puxado e se chocar em algo. Abri meus olhos e sorri abertamente vendo aquela pessoa a minha frente. Ele sorria feliz e me olhava com ternura.

  - Que saudades de você anjo. - ele falou próximo aos meus lábios. 

Suas mãos seguravam firme minha cintura, como se tivesse medo que eu fugisse, envolvi meus braços em seu pescoço e nos aproximamos.

   - Ally. Ally. - abri os olhos assustada. - Está tudo bem? - minha mãe perguntou.

Sentei na cama, ainda confusa com o sonho e passei as mãos pos meus cabelos.

  - Você esta suando e estava se revirando na cama. - ela passou as mãos por meu rosto.

  - Eu... Eu estava tendo um pesadelo, que se transformou em um lindo sonho. - falei.

  - Como?

  - Deixa quieto. - balancei a cabeça. - Que horas são?

  - 08h40min. Levanta ou se atrasa.

  - Valeu. - sorri levantando.

Ela saiu do quarto e eu fui fazer minha higiene. Depois de escovar os dentes fui procurar uma roupa. Coloquei uma calça jeans, bem colada ao corpo e escura, pus um top preto, um pouco exagerado para escola, mas para a líder de torcida que é popular e tem que manter a pose está ótimo, não? Calcei meus saltos, indispensáveis. Peguei minha mochila e coloquei meus cadernos, um livro de romance qualquer, que a professora de literatura nos obriga a ler sempre, e minha agenda. Passei um pouco de maquiagem, apenas uma base e rímel, e um batom cor da boca. Olhei-me no espelho e estava bom. Ás vezes eu me sentia esquisita por ter que usar aquelas roupas, um tanto vulgares, de manha e para ir para a escola, mas, como Jazzy diz, eu sou a capitã das lideres de torcida, tenho que estar chamativa e glamourosa a todo momento, chega a ser cansativo, se bem que... Chamar a atenção daqueles garotos todos é legal, e digamos que eu e Jazzy sabemos bem como fazer isso. Pus a mochila nas costas, rindo dos meus pensamentos tolos e desci. Minha mãe estava sentada á mesa, tomando café.

Sentei-me ao seu lado e peguei uma torrada. Passei manteiga e mordi.

  - Nossa que fome. - falei de boca cheia e ela riu.

  - Percebi. Fiz aquele bolo que você gosta.

Sorri. Bolo de cenoura com cobertura de chocolate geladinho, e com a cobertura durinha... Nossa é dos deuses.  Servi-me de um pedaço grande de bolo e um copo de leite com chocolate.

  - Você está linda meu amor. - comentou e eu sorri agradecendo.

 Olhei no relógio. 09h10min.

  - Tenho que ir mãe. - falei enfiando o último pedaço de bolo na boca. - Até amanhã. Te amo. - beijei sua testa.

  - Até amanhã. - falou rindo do meu jeito desajeitado. - Me liga assim que chegar a sua tia.

  - Ok... Beijos.

  - Te amo! - ela gritou.

  - Também Dona Patricia! - gritei em resposta, saindo de casa.

Segui até a casa verde de frente a minha e bati na porta.

  - Ally! - Andy gritou assim que abriu a porta.

  - Oi linda, vamos? - ela assentiu e entrou correndo para dar um beijo na avó e pegar a mochila.

Andy é neta da minha vizinha, Dona Maria, e eu sempre a levo na escola. Ela é muito fofa, tem seis aninhos. Ela saiu correndo e pegou em minha mão. Seguimos para a sua escola, que ficava a 10 minutos de casa, conversando e brincando. A escola era de frente a pracinha, onde havia um parquinho e era lotado de pirralhinhos. Ficamos esperando dar 09h35min brincando com mais algumas crianças. Já falei a quão criança eu sou? Pois bem, falo agora, sou muito criança! Amo ficar cuidando de crianças e brincar com elas. É muito revigorante. Assim que deu o horário a deixei ali e fui caminhar pela pracinha, esperando Jazzy que marcou de me encontrar aqui.

  - Fica quietinha e vem comigo. - alguém me agarrou por trás e tapou minha boca.

Comecei a me debater e tentei gritar, mas ele era mais forte.

  - Quieta ou morre. - falou e pos um pano no meu nariz. Tudo foi apagando e de repente não vi mais nada.

 

JUSTIN BIEBER's POV.

 

  - Me de um motivo, apenas um, para que eu vá embora e não te apague agora. - mandei destravando a arma em minha mão.

  - Eu... Eu tenho família. Por favor, tenha piedade. - falou chorando.

  - Família? - perguntei rindo. - Fala sério.

  - Sim. - afirmou nervoso.

  - Que pena... Não me convenceu. Boa sorte no inferno. - falei rindo e apertei o gatilho, fazendo com que seu corpo sem vida caísse aos meus pés. - Suma com esse merda. - mandei aos meus homens presentes no local e eles assentiram amedrontados.

Sai daquele beco horrível e segui em direção ao meu carro. Dei partida no mesmo e meti o pé em direção a minha casa. Em poucos minutos estava lá. Estacionei o carro na garagem e adentrei a mesma. Segui direto para o meu escritório. James me esperava lá.

  - O que quer aqui? - perguntei rude me sentando a mesa e começando a mexer em alguns papéis com as trajetórias de fuga do próximo roubo.

  - Dia de novas vadias lembra? - lembrou-me.

  - Claro. - sorri malicioso. - Onde estão?

  - No galpão. - falou.

  - Ok, agora vaza. - mandei e assim ele fez.

O dia de novas vadias é quando James e mais alguns capangas meus saem à procura de novas garotas para as minhas boates. Eu, claro, tenho que aprovar todas. Levantei e coloquei o revólver na cintura. Segui até o galpão, que fica na parte de trás de casa.

Havia alguns seguranças na porta, para que garantissem que nenhuma fugisse. Adentrei o local cheio de mulheres gostosas e com medo. Loiras, morenas, ruivas, japonesas, asiáticas, de todos os tipos. Todas me olharam com uma expressão de medo, com certeza já ouviram falar de mim.

  - E ae dude. - Fiz um toque com Ryan, meu braço direito. - Só mina gostosa. - sorrimos com malícia para as piranhas.

Segui até elas, que se encontrava em fila, ou algo assim.

- Cada uma diga o nome e a idade! - gritei as assustando, o que me vez rir maldosamente.

Parei de frente a primeira, uma ruivinha bunduda que tinha medo no olhar e chorava.

  - Pamela, 18 anos. - falou, assenti e passei para a próxima.

Era engraçado ver todas gaguejando e chorando. Aquilo parecia um quartel de minas gostosas prontas para foder. Cheguei a uma morena perfeita. Uma bunda grande, seios avantajados, cabelos cumpridos e escuros, rosto angelical, sem muita maquiagem, uma puta de uma mulher e a mais comportada dali, pelo menos nas roupas, se bem que ela usava um top preto, com uma jaqueta por cima, que nossa, estava me deixando de pau duro, seus peitos estavam pulando para fora, e aquilo só me deu mais vontade de prova-la, porém seu olhar não transmitia medo, pelo contrário ela me encarou. Eu não gostei disso.

  - Nome e idade. - mandei.

  - Allyson, 15 anos. - falou com voz um pouco vacilante, ótimo.

Aquela mulher a minha frente, dona de todo aquele corpo, tinha 15 anos? Nunca!

Balancei a cabeça, desconfiado e segui.

Depois de falar com todas, mandei leva-las para um quartinho. Onde ficarão até que as vadias que não quero mais desocupem o quarto oficial.

 

ALLYSON's POV.

 

Onde eu estou? O que esta acontecendo? Quem são essas pessoas? Várias perguntas rondavam minha mente. Nesse momento me encontro presa em um quartinho cheio de garotas desesperadas. Encolhi-me em um canto e ali fiquei. Eu queria minha casa, minha mãe, meus amigos. Deixei uma lágrima escapar, mas não! Eu não serei fraca. A todo o momento vinha a minha mente aquele cara do galpão. Sua voz... Eu a conhecia. Não conseguia reconhecer, mas sei que já ouvi. Aquele lugar era sombrio. Era escuro, mofado, as paredes eram pretas e úmidas, tudo cheirava a desespero, e pelo que pude perceber todas sabiam no que estávamos metidas. Todas conheciam aquele cara dos olhos inesquecíveis, menos eu, que estava boiando ali. Pensei em perguntar a alguém, mas preferi ficar na minha. Aonde foi parar minha mochila? Será que a jogaram fora? Ai que droga! Não aguento mais ficar aqui! Foi eu completar meu pensamento que a porta foi aberta, revelando um cara lindo. Loirinho, de porte forte, alto olhos claros. Realmente lindo.

  - Allyson. - Chamou me fazendo gelar.

Levantei, aparentando segurança e caminhei até ele, fazendo um barulho ensurdecedor do meu sapato batendo sobre o chão.

  - Venha comigo. - falou grosso, o que me fez estremecer.

Forte Ally, mantenha-se forte! Sem fraquejar ou demonstrar medo. Fria! O segui de cabeça erguida. Não posso mostrar que estou com medo, é isso que eles querem. Subimos uma escadaria gigantesca e seguimos por um corredor até um quarto.

  - Entra! - me empurrou, me fazendo cair no chão.

  - Desgraçado. - murmurei levantando do chão.

  - Se senta! - mandaram me fazendo olhar para frente.

Era ele, o cara do galpão. Ele estava sem camisa, com uma calça jeans, que mostrava a cueca, e um supra roxo. Seu abdômen era definido, e ele tinha várias tatuagens. O cara é lindo. Parece um anjinho. Cabelos loiros escuros, olhos cor de mel, totalmente inesquecíveis, corpo definido, boca sedutora. Tudo nele era sedutor e convidativo. Sentei-me na cadeira que ele apontou e fiquei o encarando, sem mostrar medo.

  - O que vocês querem? - perguntei quebrando o silêncio.

  - Calada. - mandou.

  - Quem você pensa que é para me mandar calar a boca garoto? - perguntei o olhando com raiva e ele riu sem humor.

  - É melhor abaixar a bola vadia. - mandou.

  - Vadia não querido. Não sou sua mãe. - sorri falsa.

Ele veio até mim e deferiu um tapa em meu rosto. O tapa ardeu, ardeu muito, mas eu não fiz nada. Apenas esfreguei o local e o encarei. Ri sem humor.

  - Você não sabe com quem esta se metendo, não é? - ele falou raivoso.

  - Com um idiota que acha que manda em tudo? - perguntei e recebi outro tapa ardido.

Ele pegou meu cabelo e me arrastou pelo quarto.

  - Eu sou Justin Bieber, biscate. - puxou mais forte.

  - E eu com isso? - perguntei.

Meus olhos estavam marejados, mas eu não me permitiria chorar.

  - Você não me conhece? - Perguntou espantado, me jogando contra a parede.

Fiz careta devido à dor do baque, mas não chorei.

  - Só procuro conhecer quem me interessa. - falei me levantando com um pouco de dificuldade.

  - Então esta na hora de saber quem é Justin Bieber. - sorriu maniacamente, e confesso que fiquei com medo. - Nunca me desafie. - me deu um soco, me fazendo cair. - Nunca me desobedeça. - chutou minha barriga. - Nunca tente ser mais esperta que eu. - Me deu mais um chute. Parecia que meu corpo estava passando por um rolo compressor. - Quando eu disser, abra as pernas, você TEM que abrir. - puxou meu rosto e apertou minhas bochechas. - Eu faço o que quiser com você... VADIA. - cuspiu em meu rosto.

Eu o encarava com raiva, uma lágrima, inevitável, desceu por meu rosto e ele sorriu vitorioso. Tentei me levantar, mas meu corpo ardia. Senti algo quente escorrendo por meu rosto, passei a mão no canto da minha boca e ela sangrava, assim como meu supercílio. Ele puxou meu braço com brutalidade, me fazendo levantar.

  - Agora, vamos ver se você sabe foder. - falou junto a meus lábios.

Tentei fugir do seu beijo, mas ele era mais forte, e me beijou a força. Sua língua invadiu minha boca agressivamente. Sem pensar duas vezes mordi sua língua e ele me soltou.

  - Filha da Puta! - gritou.

Não resisti, ri fraco, sentindo uma dor nas costelas. Foi hilário vê-lo com a língua para fora, parecendo um cachorro.

  - Idiota. - murmurei com a voz fraca.

Ele veio até mim e pegou meus cabelos me puxando até a cama. Ele me jogou brutamente nela e subiu em cima de mim, começou a beijar meu pescoço, e às vezes chupava, mordia e lambia.

  - Para. - tentei empurra-lo.

  - Quietinha. - mandou, mas eu não podia ficar quieta, estava prestes a ser estrupada.

Eu me debatia e tentava o empurrar, mas ele nem se movia.

  - Para, por favor. - pedi novamente.

A verdade é que sou virgem. Tenho 15 anos, e não quero perder a minha honra com um bandido nojento. Tudo bem que ele é lindo, mas é repugnante. Como qualquer garota que se preze, eu quero perde-la com alguém que eu ame, e que me ame também. Para muitas isso é besteira, e é acreditar em contos de fadas, como Jazzy diz, mas não. É apenas desejar ser amada de verdade, e não perder por perder. Eu sei que pode ser confuso, mas sei que vocês me entendem.

  - Para! - gritei novamente.

  - A menininha é virgem? - ele perguntou sarcástico.

  - Por favor, não faz isso comigo. - senti algumas lágrimas escaparem por meu rosto.

  - Você tem que aprender que nem tudo é como você quer princesa. - beijou meu queixo. - Agora abaixa a bola e relaxa.

Suas mãos passavam por todo o meu corpo me apertado. Com brutalidade ele retirou minha jaqueta e meu top, me deixando apenas com um outro top, mais fino, preto que cobria meus seios e a calça jeans. Suas mãos apalparam, fortemente, meus seios causando uma dor imensa. Ele rasgou o fino pano do top e o jogou em algum lugar do quarto. Vendo que eu já estava nua da cintura para cima, comecei a me mexer desesperada. Agora a pose de durona não existia mais. Eu estava chorando e implorando para que ele parasse.

  - Para de se mexer porra! - gritou e me deu um tapa.

Quanto mais eu me debatia maior era força na qual ele mordia e chupava meus seios. Aquilo era para ser prazeroso não?! Mas a única coisa que eu consigo sentir é dor e nojo. Nojo dele, nojo de mim mesma por não estar conseguindo fazer nada, nojo dos seus toques impróprios, da sua boca, do meu corpo. Nojo de tudo, nojo da vida. Droga! Por que eu tenho que ser tão azarada? Há essas horas era para eu estar na escola, junto a Jazzy, Melannie, Dana, John, Carter. Era para eu estar zoando e rindo, mas ao em vez disso fui sequestrada por um cara que não tem compaixão alguma, e estou sendo estrupada.

Eu já me encontrava sem calça, e agora sem calcinha. Ele encarou meu corpo nu a sua frente e mordeu os lábios, o que me deu mais nojo. O vi descer a calça e a cueca, deixando seu pênis à mostra. Ele me ajeitou na cama, da forma mais conveniente para ele, e me penetrou com uma imensa força. Parecia que tudo dentro de mim estava sendo rasgado, e virado de cabeça para baixo. Não pude evitar um grito, recebendo mais um tapa ardido. Fechei meus olhos, se lembrado de todas as coisas boas que aconteceram na minha vida, tentado não pensar na dor exorbitante que estava sentido. Agarrei o lençol com força o sentindo entocar mais forte. Eu mordia o lábio inferior com força para tentar evitar os meus berros de dor, tanto que já podia sentir o gosto de ferro do sangue. Aquilo era horrível. Após minutos naquela mesma repetição agonizante, senti seu líquido quente escorrer por minhas pernas, mas não liguei.

  - Pronto vadia. Gostou? - Justin perguntou sarcástico se levantando.

Fechei os olhos com raiva e vergonha. A minha vontade era de levantar e enforcar aquele filho da puta. Eu tenho dó da mãe deste ser. Tentei mover-me, mas meu corpo estava latejando.

  - Esta doendo muito. - resmunguei sentindo lágrimas rolarem por meu rosto.

  - Isso passa. - deu de ombros saindo do quarto.

E ali estava eu... Sozinha e machucada no quarto da casa dos meus pesadelos. Aos poucos fui me movendo e consegui me ajeitar na cama. Os lençóis estavam sujos de sangue, minhas roupas estavam jogadas pelo quarto e meu corpo estava todo cheio de hematomas. Lentamente me levantei, e cai no chão logo em seguida. Minhas pernas estavam fracas, no chão mesmo me arrastei pelo quarto até chegar à suíte. Cheguei perto da privada e me apoiei nela e me ergui, sentando na mesma. Passei os olhos pelo banheiro e avistei uma toalha. Esforcei-me e consegui ficar de pé. Entrei no Box e liguei o chuveiro, deixando a água quente cair sobre meu corpo. Senti meu corpo relaxar e a dor ir se dissipando aos poucos. Minhas pernas ainda estavam fracas, e doíam. Sentei no chão e abracei minhas pernas. Por que isso esta acontecendo comigo? Por que eu tenho que sofrer? Sou tão má assim? Que droga! Meu Deus, eu sempre tentei ser boa, e não cometer erros, e agora aqui estou eu. Toda estrupiada a mercê de um filho da puta.

 

Quantas vezes eu já não te pedi isso em vão, sem saber o que é a verdadeira dor? Por favor, me ajude senhor. Por favor.


Notas Finais


E então? Gostaram? Espero que sim!

ROUPA DA ALLY: http://www.polyvore.com/school/set?id=77920803

Ahh, para deixar claro, a Jazzy não sabe que é irmã do Justin, mas isso se desenrolará junto a fic.
Qualquer coisa, twitter, ask, ou qualquer outra coisa...

TWITTER: https://twitter.com/BieberSwag_FC_
ASK FM: http://ask.fm/BieberSwagFc

XOXO, a Garota das fics! ( que tosquisse gENTE kkkk')


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