História Common Denominator - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 7.965
Palavras 1.979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


NOTAS FINAIS *--*

Capítulo 23 - The Other Side Of History


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 23 - The Other Side Of History

JAZMYN BIEBER's POV

  - Tudo de novo! - Camile mandou e nós começamos a coreografia novamente.

Aquilo estava horrível! Camile não merecia liderar as cheerleaders, não tinha experiência e era nojenta. Não a suportava, apenas continuava por pontos extras. Torcer perdera a graça há muito tempo; tudo era sem cor sem ela.

Allyson fazia tudo funcionar em perfeita sintonia, fazia aquilo com amor e da melhor maneira possível. Seus passos eram criativos, inovadores e chamativos. Agora, Camile copia parte deles de outras escolas e parte das coreografias antigas de Allyson. Nosso time estava de mal a pior; tudo naquela escola estava ruim, sem animo, sem vida.

Ela era uma pessoa amada por todos, não era apenas porque era popular e tinha tudo e todos aos seus pés, mas sim por ser simpática com todos, até as pessoas que eram zoados. Ela não tinha esse preconceito estúpido contra Nerds ou algo assim, todos eram iguais de fato. Isso acabava se espalhando, levando outras pessoas a fazerem o mesmo, e assim nossa escola se dava bem por completa e tudo por causa dela.

Agora estamos vivendo em um completo caos. Brigas que sempre aconteciam hoje são mais frequentes e o nível de bullying aumentou muito. Todos nós sentimos o seu desaparecimento; uns de forma mais contida, outros exageradamente, como eu.

  - Jazzy! - escutei o grito estridente de Camile e em seguida Joane foi ao chão.

  - Oh meu Deus, Joane! Desculpe-me. - pedi vendo que a culpa era minha. Estava desatenta e nada de bom sairia dali comigo assim. - Camile, eu preciso ir embora, nada bom sairá se eu continuar assim. Amanhã estarei melhor. - falei, caminhando em direção ao vestiário feminino, sem dar atenção aos gritos indignados dela.

Troquei-me em minutos e guardei o uniforme na mochila. Joguei a mochila nos ombros e sai, dando de cara com Camile e suas duas amiguinhas me esperando.

  - Você está fora do grupo. - foi direta e eu lhe encarei perplexa.

  - Está maluca? Eu praticamente criei essa merda de grupo.

  - Mas só está nos atrapalhando ultimamente, desculpe. - sorriu falsa.

Meu sangue ferveu em minhas veias, meu rosto queimava; vermelho, com certeza.

  - Escuta aqui, vadia! Se não fosse por mim e por Allyson, essa porra toda não teria o reconhecimento que tem. Se não fosse por nós, não seriamos respeitados e temidos como somos. Se somos reconhecidos como os melhores, pode ter certeza que não é por sua culpa e sim a de Allyson. E não vou sair. Se estiver tão incomodada, saí você.

Passei por ela, deixado-a de boca aberta, junto a suas cachorrinhas, e segui para a porta do ginásio. Fiz sinal para Jason que jogava basquete junto com seu time e ele assentiu já sabendo o que era. Aquilo era normal acontecer, eu nunca ficava até o final do treino.

Peguei as chaves em meu bolso e desativei o alarme do meu Audi.

Estava cedo demais para que eu fosse buscar meu irmãozinho na escolinha, então resolvi passar em uma sorveteria. A nossa preferida. Eu nunca poderia imaginar que, se algo acontecesse à Allyson, eu ficaria tão mal. Eu estava quase entrando em depressão. Sentia que a culpa era minha. Eu devia ter chegado mais cedo naquela pracinha e não ter a deixado sozinha. Se eu estivesse lá, ela estaria aqui. Não me conformava com isso.

Tia Pattie estava sofrendo muito. Sua única filha foi levada de si, a dor era enorme.

Suspirei, fazendo meu pedido e me sentei à mesa. Logo a garçonete apareceu trazendo-me a taça de tamanho médio.

Sabe quando sua vida se transforma em algo vazio, nada passa de uma enorme noite vazia e num puro breu? Quando tudo é posto de lado, tanto suas prioridades quanto as coisas mais idiotas que um ser humano poderia fazer, mas que de qualquer jeito era importante para você? Se sente perdida, sem rumo na vida. Depois que ela sumiu, essas sensações me predominam. É algo... Ruim. Ruim, mas eu me sentiria culpada se não o sentisse. Demonstraria que eu não tenho sentimentos, e isso não é possível tratando-se de Allyson Mallette, minha melhor amiga, irmã, desde pequena.

Meu celular vibrou em cima da mesinha e eu pus o sorvete de lado, atendendo-o em seguida.

  - Tia Pattie? - estranhei a ver o nome dela na tela de chamada. - Está tudo bem?

  - Oi, querida. Tudo bem?

  - Sim, ótimo. E com a senhora?

  - Você sabe como é difícil. - sua voz soava chorosa.

  - Eu sei. Mas, se acalme tudo ficará bem.

  - Os policais, eles me ligaram hoje. Disse que têm uma notícia importante e a voz do homem não estava boa. Tinha dó.

  - Não... Não deve ser nada demais. - murmurei com a voz cheia de medo.

  - Por favor, venha em casa hoje, depois das quatro. Eles irão vir e não quero estar sozinha.

  - Não, claro que estarei ai. Vou pegar Jaxon na escola e depois vou prai.

  - Obrigada, Jazmyn. Não sei o que faria sem você me apoiando.

  - É minha obrigação. - murmurei. - Cuidarei da senhora, prometo. Beijos.

  - Beijos. - assim encerramos a ligação.

Deixei o resto do sorvete ali, junto ao dinheiro, e sai. Já estava na hora de pegar Jaxon na escola. Em minutos eu estava de frente a mesma que já se encontrava com os portões abertos, dando passagem a milhares de mães e filhos apressados para aulas de balé, karatê, piano e mais um monte de coisas. Adentrei a mesma e parei na porta da classe, logo o ser loiro pulou em meu colo.

  - Jazzy, Jazzy! - beijou meu rosto

Murmurei algo em despedida a professora e sai, o levando comigo para o carro enquanto sua boca não parava de se mexer um único segundo. O ajeitei na cadeirinha no banco de trás, e tomei meu lugar no banco do motorista. Ele ia falando e cantando as musicas animada que tocavam na radio enquanto eu apenas sorria. Jaxon é a melhor coisa que eu tenho, ele e Dona Erin. O pequeno, seis aninhos, me fazia sorrir quando ninguém mais o fazia, eu o admirava por isso. Crescemos sem pai... Bom, na verdade, ele vinha nos visitar; eu convivi mais com ele, já que o mesmo morreu pouco depois de Jaxon nascer. Ele trazia dinheiro, brinquedos e várias outras coisas. Duas ou três vezes no ano. Isso não era ser um pai presente, mas servia. Ele viajava demais a trabalho. Amsterdã, Austrália, China, Brasil. Não me lembro de ao certo o tanto de vezes que ele nos disse aonde ia. Dizia-nos que o que fazia era emocionante, mas nunca do que se tratava.

Estacionei de frente a nossa casa, não valeria a pena guardar o carro na frente de casa. Desci e peguei Jaxon no banco de trás, entrando em casa em seguida.

  - Sobe e já vai diretamente para o chuveiro! - mandei, pondo Jaxon no chão e dando um leve tapinha em sua bundinha. Ele saiu correndo e eu segui para a cozinha, onde esquentei o almoço que minha mãe deixara pronto na geladeira. Servi a massa nos dois pratos dispostos sobre a ilha da cozinha e subi para ver se Jaxon não destruirá o banheiro. Seu quarto estava impecável e ele terminava de vestir o uniforme do seu time se futebol. Suas perninhas curtas correram até o pente na mesinha e ele parou de frente ao espelho em seguida. O modo como ele cuidava daquele cabelo e penteava para trás, deixando-os alinhados e certinhos, era a coisa mais fofa do mundo.

  - E ae gatão, ta pronto?

  - Só falta o perfume. - falou borrifando o mesmo. - To pronto pra pegar as minas, Jazzy. - não resisti e gargalhei.

  - Ai, menino, você não presta!

Assim que ele terminou de se arrumar descemos e almoçamos. Estávamos um pouco atrasados, mas resolvi não apressá-lo.

Deixei-o na aulinha de futebol e segui direto para a casa de Pattie. Chegaria um pouco atrasada, mas não via problemas. Parei de frente a sua casa e a viatura dos policiais já estava parada ali. Peguei minha bolsa e a joguei em meus ombros, saindo do carro e acionando o alarme. Passe a mão por meus cabelos e respirei fundo, pressionando a campainha. Logo Pattie abriu a porta e sorriu tristonha para mim.

  - Oi, tia.

  - Venha querida, entre.

  - Perdi algo?

  - Não, eles iriam começar a falar nesse instante.

  - Ótimo. - sorri de lado.

Ela passou os braços por meu corpo, me abraçando de lado e me guiou para a sala, onde dois policiais a aguardavam sentados, enquanto tomavam uma xícara de café.

  - Pronto, podemos começar. - Pattie disse, sentando-se comigo no sofá de frente aos homens.

  - Boa tarde. - cumprimentei e eles apenas acenaram com a cabeça.

  - Bom, senhora, o assunto é obvio. - Pattie assentiu já deixando uma lágrima cair.

  - A minha menina. Acharam alguma pista? Já sabem onde ela está? - disparou ansiosa por algo novo.

  - Desculpe, mas... - o homem negro e grande hesitou. - Até agora, nada foi achado. E já se passaram quatro meses, provavelmente... Sua filha pode estar...

  - Não! - Pattie levantou, deixando seu rosto se inundar de lágrimas. - Por favor, isso não é possível! Eu sinto. Minha filha não está morta, vocês têm que continuar com as buscas.

  - Tia. - toquei seu ombro.

  - Não, Jazmyn, eu sinto que ela está viva, você não? - eu sentia a angústia em sua voz e aquilo me dilacerava por dentro.

  - Me desculpe Dona Patricia, mas é o regulamento. Sentidos muito, mas, com todo esse tempo, Allyson já deve estar morta. Presumimos que ela tenha sido vitima de algum pedófilo atuante na região.

  - Mas...

  - Me desculpe. - o loiro a interrompeu, se levantando e logo o outro fez o mesmo. - Agora precisamos ir, temos que proteger a cidade. - colocou um sorriso orgulhoso nos lábios, mesmo que Tia Pattie fez questão de tirar.

  - Se vocês protegessem mesmo essa merda de cidade, com certeza minha filha estaria aqui comigo, em nossa casa. - murmurou entre dentes, deixando mais lágrimas caírem por seu rosto. - Saiam da minha casa, por favor. - pediu, caindo sentada no sofá.

Os acompanhei até a porta, e logo estava apenas eu e Pattie ali. Ela chorava como um bebê e eu tentava consolá-la. Ela repetia várias vezes que sentia que Ally estava viva e que tudo aquilo era uma injustiça. Eu apenas a abraçava, pois não sabia o que dizer ou como agir. Eu sentia falta de Allyson mais que tudo, porém estava começando a desacreditar que ela poderia voltar. Já se passaram tantos meses. Agora, tudo o que nos restava eram as lembranças. As ótimas lembranças, as quais nunca irei me esquecer.

 

PATTIE MALLETTEs POV.

Assim que Jazmyn foi embora, resolvi subir e tomar um banho. Eu me sentia péssima, por mais que sentisse bem no fundo que minha menina estava viva. Isso mantinha minha fé intacta. Durante os meses que se passaram eu deixei tudo isso abalá-la, porém sabia que precisava me manter forte, não só por mim, mas também por ela. Já não me bastava ter perdido Justin, meu menininho, meu anjinho, eu também iria perder a minha princesa, minha boneca.

Passei de frente ao seu quarto e me privei de entrar e trazer à tona todas aquelas lembranças.

Ainda era difícil para mim me acostumar com a sua ausência e não ter mais suas piadinhas sobre meus namorados, ou sua risada logo cedo de manhã, enquanto comíamos seu bolo preferido e conversávamos. Tudo era doloroso...

Mas, eu sentia que esteja onde estiver ela está viva. Só queria saber se ela não está sofrendo. Saber que a minha menina está bem. Não suportaria que nenhuma coisa acontecesse a ela. 


Notas Finais


Hey!! Bom, como eu disse, voltava antes da hora se achasse o capitulo que estava no meu celular... eu consegui passar ele e ai está! Ele é pequeno, serve apenas para mostrar como está a vida dos amigos e familia da Allyson, sabe, para vcs saberem o que eles estão pensando... O próximo sai logo, só n]ao garanto se sai antes do natal, então FELIZ NATAL!!!!
Obrigada pelos comentários e favoritos, vcs são incríveis, eu não to respondendo eles, mas lei tds e sérios, vcs são demais!
Bom, até o próximo, bye!!


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