História Common Denominator - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 4.917
Palavras 3.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hm.. Não sei o que dizer a vocês, então, apenas aproveitem o capitulo que foi dividido em duas partes!

Capítulo 29 - Trauma - First Part


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 29 - Trauma - First Part

Allyson Mallette's POV

  - Rose, eu acho que hoje Justin vai vir jantar, então, eu estava pensando em... Sabe, planejar algo. Eu mesma cozinhar, não sei... O que acha?

  - Acho ótimo, menina! Faz tempo que não o vejo comer uma boa comida.

  - Ele nunca está em casa! - reclamei, fazendo-a rir.

  - Bom, a cozinha é sua. Diga do que precisa.

  - Eu não sei do que ele gosta. - mordi o lábio, apreensiva.

  - Macarrão sempre irá conquistar o estômago dele. - respondeu rindo e eu sorri.

  - Ótimo! É isso que vou preparar.

...

  - Você pode ficar de olho no forno para mim? Só o queijo gratinar um pouco.

  - Vá se arrumar e não se preocupe.

Assenti, tirando o avental e saindo da cozinha. Peguei meu celular - que Justin devolvera por medo de que algo acontecesse e eu não tivesse como falar com ele - no bolso e disquei o número de seu celular.

  - Ally, aconteceu algo? - sua voz estava em alerta.

  - Não, amor. - mordi o lábio, praguejando-me novamente por chamá-lo assim, mas ele não pareceu se importar. - Eu apenas quero saber se você vai demorar?

  - Não sei, Allyson... Não sei.

  - Ah, por favor! Vem logo para casa!

  - Vou ver! - seu tom de voz rude como sempre. Respirei fundo, tentando não me irritar e jogar tudo o que tinha preparado no lixo.

  - Tudo bem, Bieber. Tente vir logo. - pedi, desligando em seguida.

Eu ainda não sabia por que tentar ser romântica com ele. Quer dizer... Com Justin, a única coisa que funcionava era o sexo. Eu orava para que ele não chegasse todo irritado e estragasse o clima que criei.

...

  - Rose, pode ir se deitar.

  - Mas você vai ficar aqui sozinha, menina?

  - Não se preocupe, ele vai chega logo. - sorri de lado, olhando para o relógio.

Era óbvio que ele não chegaria logo. Já eram 00:00hrs! Meia-noite e nada dele aparecer. Eu estava toda produzida, com uma bela travessa de macarrão com queijo no forno, um ótimo vinho no gelo - que a essas horas já era água -, e rosas se estendiam pela extensão da sala de jantar - mesmas que eu tive o trabalho de colher e despetalar porque não podia sair -, mas nada dele aparecer ou mandar uma mensagem dizendo que não chegaria cedo.

  - Tudo bem. Boa noite. - sorriu, deixando a sala de jantar.

Estava sentada a mesa, observando como as chamas das velas dançavam, produzindo sombras nas enormes paredes brancas. Aos poucos, a cera ia queimando, deixando a vela menor. Eu observava cada passo. Reencostei-me na cadeira aveludada da mesa e agradeci por Ellen não estar mais morando aqui, pois ela zombaria eternamente daquilo.

Então, meu beijo com Matthew veio em minha mente, voltando com mil vezes mais intensidade. Eu me senti como se flutuasse em nuvens branquinhas. Como se ele me elevasse. Era tão sereno e carinhoso sua boca sobre a minha. Não era como os beijos de Justin, que sempre ascendiam uma chama dentro de mim. Eram aveludados. Era a Justin que eu amava, era ele que conseguira todos os mais diversos sentimentos dentro de mim, mas Matt ainda sim despertava algo. Algo que eu não sabia explicar.

Meus olhos pesaram e eu senti minha cabeça tombar sobre meus braços na mesa, e eu me deixei dormir.

Justin Drew Bieber's POV

Abri a porta de casa e a primeira coisa que fiz foi ir até o bar para me servir um copo de whisky. Hoje o dia havia sido puxado. Coloquei o gelo e servi um pouco do líquido e então percebi a fraca luz vinda da sala de jantar.

Franzi o cenho, levando o copo a boca, e caminhei em direção ao pequeno feixe de luz. Allyson estava ali, dormindo debruçada sobre a mesa bem posta. O chão infetado com pétalas de rosas e as velas mal se mantinham acesas. Torci o nariz com aquele cheiro de flor.

Ally estava bem vestida, e, provavelmente, planejara toda aquela coisa para mim. Claro, por que ela me ligaria no fim do dia para me perguntar que horas eu chegaria? Droga!

Eu já deveria ter lhe dito que não gostava disso, e se não disse ela deveria saber. Que idiotice!

  - Allyson. - murmurei, balançando seus ombros. - Ally. - chamei novamente, balançando com um pouco mais de força.

  - Justin? - sussurrou, sua voz baixa e seus olhos meio fechados.

  - Hey, acorde.

  - Oh, acho que peguei no sono. - se levantou, coçando os olhos e os borrando com maquiagem. - Que horas são? - pensei em mentir para aliviar minha barra e dizer que não passavam da meia noite, mas não adiantaria.

  - Cinco e meia da madrugada.

  - Ah... - parecia decepcionada. Ela devia ter passado o dia planejando isso. - Eu vou subir e me deitar. Se estiver com fome, tem uma travessa de macarrão com queijo no forno. - falou calma. Calma demais. Allyson não era assim. Ela era explosiva, uma bomba relógio pronta para explodir a qualquer deslize meu. - Bom dia e aproveite a comida. - falou, selou nossos lábios e saiu do cômodo.

Pisquei e resolvi deixar quieto, não valia a pena ir atrás dela agora para lhe pedir desculpas por algo que eu não tinha a mínima culpa.

Allyson Mallette's POV

Justin é um idiota! Passei a porra do meu dia inteiro na cozinha preparando aquela comida e toda a surpresa para ele chegar ao amanhecer. Eu desistia de tentar criar um clima romântico para nós. Com ele não existia isso. Com quem eu pensava que estava lidando? Ele era Justin Bieber: o babaca sem coração. Bom... Ele era carinhoso, às vezes. Do jeito dele, mas era. Mas isso não mudava o fato de que eu estava puta por ele ter feito essa sacanagem comigo.

Entrei no quarto, seguindo diretamente para o banheiro. Despi-me e entrei debaixo d' água, deixando que os jatos quentes me relaxassem. Demorei alguns longos minutos e não obtive ao menos sinal de Justin. Ele só podia estar tentando me evitar, cansado de brigas. Mas eu não iria brigar. Não iria fazer nada. Também estava cansada. Também não queria mais brigas. Tudo o que eu precisava era ver o mundo lá fora, porém, isso ele também não faria.

Sai do banheiro, vesti apenas uma camisola transparente, e, talvez, minha intenção era atiçá-lo. Enfiei-me debaixo da coberta e em pouco tempo senti meus olhos pesarem e cai no sono.

 

  - Allyson, por que está usando essa camisola? Não era mais fácil dormir pelada? - resmunguei, sentindo Justin ao meu lado na cama. - Eu estou duro. - falou, seu tom malicioso, e eu resmunguei novamente, porém me colei mais a ele, que estava atrás de mim, pressionando sua ereção, como se fosse algo inocente. - Caralho! - sussurrou e me puxou mais, movendo os quadris. Porra, era para eu provocar! Ele investia os quadris contra minhas nádegas, apertando minha cintura. Começou a subir a camisola, sem parar de investir sua ereção coberta por um pano fino, que eu achava ser a cueca, contra a minha bunda, agora desnuda. Eu estava nua, a camisola empapuçada a cima de meus seios. Sua mão passou por meu corpo, apertou meu seio e eu gemi baixo, ainda com os olhos fechados. Ele desceu por minha barriga, sua mão áspera e gostosa por meu corpo. Senti seus dedos em minha intimidade e mordi o lábio. - Eu adoro sua boceta. - sussurrou, chupando meu pescoço. - Quero enfiar meu pau em você. Sua vadia provocadora. - xingou-me para provocar e eu permaneci quieta. Ele estava querendo reações. Seus dedos continuaram a me tocar e eu soltava pequenos muxoxos, que eram impossíveis de segurar. Sua ereção em minha bunda.  Eu estava prestes a gozar, meu lábio em uma situação crítica, sangrando, para que não escapassem gemidos altos. Isso era o que mais irritava Justin: o fato que não ouvir meus gemidos. Ele amava saber que me levava à loucura. Seus dedos em um movimento frenético, voraz. - Gema, Ally! - mandou, sua voz grossa e autoritária. - Quero ouvir seus gemidos. Alto! - continuei em silencio, sentindo seus dedos entrarem e saírem de mim. Forcei meus olhos fechados, mordendo ainda mais meu lábio, sentindo Justin chupar meu pescoço, seus dedos frenéticos, seu pau contra minha bunda, e aquela corrente elétrica passar por mim. Cheguei ao meu orgasmo e Justin foi brusco ao tirar seus dedos de mim e chupar.

  - Não gemeu? - perguntou risonho. - Tenho o dia todo. - deu de ombros, deixando-me deitada de costas, olhando para o teto, e montou em mim. Olhei para ele com a sobrancelha arqueada, e o mesmo sorriu. Seu sorriso torto e cheio de malícia. Filho da puta. Em segundos ele estava sem sua cueca e seu pau dentro de mim, fazendo-me morder o lábio com toda a força que podia. Caralho, eu acabaria com ele se continuasse assim. Ele começou a me penetrar forte, tomando minha boca com a sua vez ou outra, exigindo meus gemidos, mas eu não gemia. Era idiotice minha. Eu estava com raiva dele; de sua prepotência.

Sentia-me ir aos céus e voltar.

...

  - Por que está chateada comigo? - Justin perguntou, aquietando-se ao meu lado após horas. Eu estava com a respiração entre cortada, sentia meu corpo dolorido, e tinha vontade de matá-lo por ter me feito gemer.

  - Não estou chateada com você. - menti.

  - Jura? Então, você segura o gemidos sempre? Não me lembro disso. - debochou. - Pelo contrário.

  - Não estou chateada com você, moleque.

  - Allyson, não pense que está falando com seus amiguinhos estúpidos. - resmungou e eu bufei. Ele me olhou e, em um movimento brusco, pegou em minhas bochechas, apertando-as e obrigando-me a olha-lo.

  - Está doendo, solte-me.

  - É por causa de hoje cedo? - perguntou, olhando-me como se estivesse me analisando. - A culpa não foi minha.

  - Justin, me solta, seu idiota! - puxei meu rosto bruscamente de suas mãos. - Não estou chateada, não estou com raiva, nem nada parecido.

  - Tudo bem. Foda-se você! - deu de ombros, levantando-se da cama. Ri sem humor, me cobrindo com o cobertor até o pescoço. - Estranha. - resmungou, entrando no banheiro.

  - Idiota! - xinguei baixo, sozinha no quarto.

Agora que ele já gozou e está satisfeito eu sou a estranha. Justin estava brincando comigo.

  - Eu quero ir embora. - murmurei, assim que o vi sair do banheiro com uma toalha na cintura.

  - Não começa com isso de novo. Não estou com paciência, nem tempo.

  - Você nunca tem tempo. - bufei, deitando novamente no colchão. - Eu só quero ver minha mãe. E Jazmyn.

  - Allyson...

  - Eu sei. - suspirei. - Não posso sair agora.

  - Isso.

  - Você acha que eles já me deram como morta? - perguntei e o vi hesitar em silêncio. - Provavelmente eu já devo até ter uma sepultura em meu nome. Eles não devem mais ter, ao menos, esperança.

  - Não fale besteira, Allyson.

  - Eu estou sozinha no mundo.

  - Cala a boca.

  - Você não entende o que é viver rodeado de gente e de repente não ter mais ninguém, e ainda ter que se sentir um lixo nas mãos de uma pessoa que não te valoriza. - ele bufou, revirando os olhos, e entrou no closet. - Eu só queria um abraço. Um único abraço. Matthew, pelo menos, é carinhoso comigo. Mas ele não está aqui. - reclamei, enfiando a cara no travesseiro.

  - Allyson, sua voz está irritando. - falou e eu senti meus olhos arderem.

  - Ai, meu Deus! Estou entrando em depressão. - falei chorosa. - Estou declinando na vida. Nem sei em que mês estamos. Que dia é hoje?

Senti as lágrimas cobrirem meu rosto e funguei, soluçando. Eu queria alguém comigo. Precisava de um abraço, de palavras amorosas. Não queria sexo. Isso não me fazia me sentir mais acolhida e, sim, me faziam se sentir como uma vadia. Ele está me tratando como lixo.

  - Final de junho. Está mais tranquila? - debochou e eu chorei ainda mais. Eu não sabia por que estava assim. Acho que estava chorando tudo que não chorava há meses.

  - Eu já perdi o ano escolar. Repeti o ano. Todas as ótimas notas e todas as atividades extracurriculares para uma boa faculdade foram jogadas no lixo. Adeus faculdade de psicologia. - falei, sendo mais dramática que o normal, Justin soltou um riso nasalado. - Adeus futura cobertura em Los Angeles. Festas badaladas com a Jazzy, homens gostosos...

  - Allyson...

  - Minha vida é uma merda. Tudo de ruim acontece comigo. Por que você não podia sequestrar outra pessoa? Por que tinha que ser eu? Era para eu estar num avião para Miami agora! - chorei ao me lembrar de minha viajem de férias pelos dezesseis anos. Eu também a perdi. Eu só sabia chorar.

  - Ta reclamando? Mete o pé!

  - Você vai deixar? - levantei rapidamente, sentando na cama.

  - Você teria coragem de ir embora? De... Se afastar? - parecia magoado. Mas Justin não ficava magoado. Ele, há minutos, estava me mandando se foder.

  - Eu te amo - comecei e ele ficou tenso. - Mas eu quero a minha mãe e estabilidade. Não aguento saber que a qualquer briga nossa você pode descer as escadas e achar uma sala cheia de opções, com mulheres mil vezes mais gostosas e experientes do que eu. Eu... Eu acho que estou de TPM. - suspirei e ele riu, vindo até mim.

  - Eu já te disse isso, e repito: estou com você e com mais ninguém. Você é gostosa pra caralho, Allyson! Pare de se desmerecer.

  - Quem faz isso é você, mantendo aquelas meninas lá embaixo. Eu sinto que é porque você não está satisfeito apenas comigo. - eu não sei quando, mas aquela conversa estava se tornando uma DR. - Não suporto a ideia de que quase vinte meninas vivem na mesma casa que eu e que a intenção inicial envolvia sexo também.

  - Elas são o problema? - perguntou com desdém.

  - São.

  - Tudo bem... Eu vou tomar alguma iniciativa.

  - Mas você vai mandar a Kyara e a Peyton para aqueles lugares ruins. - falei, minha voz como a de uma criança, e eu comecei a chorar novamente, jogando-me de cara no travesseiro. - Eu não quero ser a causadora disso.

  - Meu Deus, Allyson! Mas que inferno!

  - Não use a palavra inferno junto ao nome de Deus! - falei brava e ele gargalhou.

  - Ei, vem aqui, pirralha. - me chamou, puxando meu braço. Levantei-me, olhando para ele ainda fungando e o mesmo sorriu de lado. Ele passou o dedão sobre meu rosto, secando as lágrimas que caíam, e beijou a minha testa. Senti meu coração acelerar com essa pequena demonstração de carinho. Minha mãe sempre me disse que se um homem me beijasse na testa, era porque tinha respeito por mim. Isso me levou a perguntar se Justin me respeitava. - Allyson, você está neurótica. - olhou em meus olhos.

  - Não estou neurótica!

  - Me diga, o que quer?

  - Sair daqui. Eu só preciso ver gente. Eu não sei... Eu quero voltar a fazer o que fazia...

  - E o que você fazia?

  - Eu ia ao cinema umas duas vezes por semana, e nós comíamos no MC depois disso. Ia a uma livraria e comprava os livros que iria ler no mês. Eu comprava CDs depois ia para casa e escutava todos enquanto pulava na cama recém-arrumada de minha mãe. Eu... Só agia como todos os adolescentes agem. - murmurei, sentindo mais lágrimas caírem por meu rosto.

  - Tudo bem... Então, vá se arrumar. Nós vamos ao cinema. - falou e eu arregalei os olhos.

  - Mas...

  - Vamos a um cinema afastado. Ninguém te reconhecerá. - deu de ombros.

  - Você faria isso por mim? - perguntei, encantada com seu ato. Justin nunca faria isso. Ele nunca dá o braço a torcer, e agora estava abrindo uma brecha. Por mim.

  - Estou fazendo, não estou? - perguntou, seu tom um pouco ríspido, como o normal, e eu sorri de lado, passando minha mão por meu rosto.

  - Eu te amo. - falei, abraçando seu pescoço, e beijei sua bochecha. - Você não sabe como está me impedindo de enlouquecer.

  - Se não o fizesse, eu enlouqueceria. - deu de ombros.

Eu não podia acreditar que ele faria isso por mim. Nós teríamos um tipo de... Encontro? E eu iria ver gente. Caminhar em um shopping. Ver um filme qualquer. Distrair-me. Eu estava muito bipolar hoje, a um momento estava chorando, e agora estava sorrindo como boba. Eu, provavelmente, menstruaria amanhã. E ai seria a semana de mau humor de Justin. Ele ficava insuportável sem sexo. Ele também não aceitava o fato de que mulheres sangravam pela vagina uma vez por mês, e que isso ocorria durante quatro dias (no meu caso).

Terminei meu banho e sai do banheiro enrolada numa toalha. Ele não estava mais ali no quarto. Fui até o closet e sorri, vendo que a minha parte ali estava um pouco maior. Justin estava fazendo um enorme avanço em relação a nós e isso era... Incrível. Coloquei uma lingerie vermelha, uma calça jeans clara e uma blusinha de banda. Fiz uma maquiagem e caprichei um pouco mais, passando um delineador azul, lápis, rímel e um batom coral. Soltei meus cabelos do coque em que eles estavam e soltei um pouco dos cachos, deixando-os solto e jogado para um lado só. Calcei um coturno e peguei uma jaqueta, saindo do quarto.

Desci as escadas, procurando por Justin, mas ele não estava ali. Rose passava pano no chão da sala.

  - Rose, você viu o Justin?

  - Passou para o escritório, querida. Por que está tão bonita assim?

  - Ele me chamou para irmos ao cinema. - falei empolgada.

  - Jura?

  - Sim! Ele está progredindo tanto em nossa relação.

  - Fico feliz com isso.

  - Eu também. - sorri, seguindo pelo corredor. Parei na porta do escritório, ouvindo a voz de Justin lá de dentro.

  - O que quer? Não posso passar ai agora. E para quê precisa de mim? Não, não é nada importante, só vou sair com a Allyson. - senti meu rosto esquentar de raiva. - Tudo bem, Ellen. Eu vou passar ai. - a ligação foi finalizada e eu escutei sons de passos. Corri para a sala novamente, agradecendo aos meus sapatos por serem silenciosos, e com uma vontade imensa de chorar. Eu odeio TPM.

Rose me olhou com o cenho franzido, a me ver sentar num degrau da escada como se nada tivesse acontecido, e segundos depois Justin apareceu. Ele me olhou, sua expressão seria e impassível. Levantei-me e ele me observou de cima a baixo. A jaqueta em meus braços, os mesmos cruzados, dando mais volume aos meus seios. Mordeu o lábio inferior e pela sua cara eu já sabia que ia inventar alguma desculpa e dizer que nosso passeio tinha furado.

  - Ally...

  - Não acho que passeios assim, realmente, combinem com o nosso tipo de casal. Com você é mais essa coisa de submissão, não? Pode deixar, vou ficar aqui quietinha e trancada. - falei, sorrindo falsa, e segui para a porta que dava ao jardim.

Sai por ela, seguindo pelo gramado verde e um pouco descuidado, e caminhei até o quiosque aonde eu havia encontrado Matt pela primeira vez. Sentei encolhida em um banquinho e fiquei olhando para o enorme lago vazio.

Justin era um filho da puta, desgraçado! Como ele pode me trocar por aquela vadia nojenta. Não era possível que nem de longe ela nos daria sossego. Se tiver uma coisa que odeio, é o ciúmes, mas em relação a ela... Ah, não senti-lo era quase que impossível. Eu odiava admitir que ela era gostosa pra caralho, e que se eu fosse um homem, com certeza, comeria ela. E odiava ficar na incerteza de que Justin ia ou não se deitar com ela.

Ele não era acostumado a ser só de uma, e eu não mudaria essa regra. Eu sabia que ele podia muito bem não resistir a uma mulher como ela, e sabia que ela tinha todos os atrativos. Ela o conhecia muito bem, e ele devia se abrir com ela. Isso me deixava puta, pois ele não parecia confiar o suficiente em mim para se abrir e contar tudo o que o deixava apreensivo. Eu mal sabia de seu passado, seus segredos. Eu também não havia contado tanta coisa, mas havia contado os principais tópicos e os mais importantes. 


Notas Finais


Link roupa Allyson: http://www.polyvore.com/common_denominator_fanfic/set?id=128301136
Ei...! Eu sei... Eu não devia ter a pachorra de aparecer aqui assim, mas... Ah, não tenho boas explicações. Eu podia ter arrumado um tempo entre a rotina louca que eu estava tendo, os milhares de seminários, as semanas de provas, atividades diversas, mas eu simplesmente andava cansada demais. Odeio ter que acordar às 5 da manhã, pq sou do tipo de pessoa que depois dorme muito cedo. Eu entrei de férias semana passada - mais ou menos, na verdade -, mas ainda tive coisinhas para fazer. Esse capitulo está pronto ah... Acho que bons quatro meses. O problema é que na segunda parte (eu precisei dividir pq acho que esses capítulos de 7.000 palavras são extremamente cansativos, assim como eu falando aqui), eu não sabia se iria bater com o que eu queria para a fic, mas eu meio que consegui dar um jeito e até adiantarei a fic, se o que estou planejando der certo. Em fim, dessa vez, eu juro juradinho que não irá demorar. Hoje é segunda, então na sexta tem o próximo capitulo. Obrigada por cada comentário e favorito, e espero que vocês ainda consigam se lembrar do que está acontecendo nessa fanfiction de doido, pq, ultimamente, nem eu estou!

Beijos, beijos, obrigada e até sexta!


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