História Common Denominator - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 3.884
Palavras 3.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Enjoy!

Capítulo 34 - Encontro


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 34 - Encontro

Allyson Mallette's P.O.V.

Acordei no dia seguinte e minha mãe não estava mais na cama comigo. Levantei, quase chorando. Aquela cama era dos deuses. Eu sentia falta dela. Nunca dormi tão bem como nessa noite.

Tomei um banho e demorei a achar uma roupa. Eu realmente havia engordado. Elas estavam mais agarradas e algumas mal passavam nos seios.

  - Mamãe, minhas roupas não cabem direito! - comentei, entrando na cozinha.

  - Bom dia. - ela riu. - Sinceramente, estou te achando melhor. - comentou e eu sorri agradecendo.

  - Mas preciso emagrecer.

Abri a geladeira, começando a pegar o suco de laranja e o leite e deixando na bancada da cozinha, como fazíamos antigamente.

  - Já está na hora do almoço. - ela disse e eu ri.

  - Jura?

  - Aham. Mas eu deixei seus ovos e o bacon no micro-ondas.

Segundo o relógio, eram três e vinte da tarde.

  - Você devia ter me acordado. - falei, mordendo o bacon, que graças ao micro-ondas estava morno.

Comi tudo rapidamente. Era a melhor comida do mundo.

  - Mamãe, eu te amo e amo a sua comida. - a abracei por trás. Ela estava preparando algo. - Torta? - ela assentiu. - Deus, te amo ainda mais! - beijei seu rosto e ela riu. - Daqui a pouco Jazmyn vem?

  - Acho que sim.

  - Liga e confirma?

  - Para que, filha? É certeza.

  - Por favor, mãe! - pedi, correndo para a sala, aonde peguei o telefone fixo e levei de volta para a cozinha, já chamando no celular de Jazmyn e no viva-voz. Era três e quarenta, ela devia ter acabado de sair da escola.

  - Tia Pattie? - sua voz ecoou pelo telefone e eu me segurei para não gritar que eu estava de volta.

  - Oi, querida, tudo bem?

  - Ah... Tudo, né? - parecia cabisbaixa. - E a senhora?

  - Estou ótima! - a voz de minha mãe transparecia isso. - Só estou ligando para saber se você vem hoje. Estou preparando uma torta.

  - Torta? Torta de Frango da tia Pattie? É claro que vou! - falou animada e eu ri. - Tem alguém ai com a senhora?

  - Ah... Sim! - neguei com a cabeça, pedindo-a para não contar. - Uma visita. Nada de mais. - enruguei a testa e mamãe riu. - Te espero aqui.

  - Daqui a pouco, tia.

Justin Bieber's P.O.V.

Revirei-me na cama enorme e abri os olhos. O quarto estava escuro, e o relógio na cabeceira marcava meio-dia. Bufei. Estava tarde, mas eu não queria me levantar. Continuei na cama e logo voltei a dormir. Acordei novamente com o meu celular tocando e tinha a certeza de que era Charles. Aquele cuzão. Passei a mão pela cama, procurando-o. Ele estava debaixo do travesseiro de Allyson.

  - Inferno! - falei, lembrando-me dela e o atendi. - Charles, não irei sair hoje. - respondi de imediato, e uma risada veio do outro lado. Arqueei uma sobrancelha.

  - Acho que não sou o Charles.

  - Ah... Jazmyn. Oi.

  - E ai, maninho? Como está?

  - Bem. - menti. - E você?

  - To legal. Te liguei para saber se você quer ir comigo visitar a tia Pattie. Ela sempre fica feliz em te ver.

  - E como ela está?

  - Me pareceu bem por telefone.

  - Que horas?

  - Você pode vir me buscar? Estou sem carro.

  - Hã... Tudo bem, mas acho que vou demorar um pouco.

  - Não, está tudo bem. Eu ainda tenho um enorme trabalho de Ética social para terminar. Estarei na biblioteca até você chegar.

  - Okay. Te vejo daqui a pouco.

Desliguei o celular e gemi de frustração. Não queria sair de casa hoje. Para ser sincero, eu não sentia vontade de sair de casa há uma semana. E essa casa era um puta tédio do caralho. Agora eu entendia como Allyson se sentia. Ficar ali não era bom. E tendo que olhar para a cara de Matthew era ainda pior. Aquele cara era um idiota. Um babaca. Deve ser por isso que meu tio o despachou. Passava o dia todo vegetando no sofá, e de noite saía. Era um imprestável.

No entanto, ver Pattie poderia me animar, talvez. Pelo jeito de Jazmyn, Allyson ainda não voltara para casa. Christian me disse que ela estava tentando criar coragem para encontrar a mãe, e também não me permitiu ir até seu apartamento para vê-la. Saber que ela estava na casa dele me deixava ainda mais perturbado.

Eu nem podia acreditar que Allyson se fora. Era tão comum tê-la aqui comigo, que agora era a pior coisa do mundo não acordar com ela ao meu lado. Eu não escutava mais a sua voz me irritando - e isso sim era irritante. Eu não a encontrava dançando toda feliz e extremamente sexy quando chegava de algum lugar, e não tinha seu corpo durante toda a noite, fazendo loucuras e me fazendo tremer de tesão. Era horrível. E eu nunca pensei que me sentiria assim. Nunca pensei que sentiria a sua falta. Agora me sinto um idiota, filho da puta, egoísta. Se eu a amasse, teria contado a verdade ou a deixado ir, sem pensar no risco que isso implicaria para mim.

Bufei pela milésima vez e resolvi deixar a viadisse de lado e me levantar.

Tomei um banho, me arrumei e tentei parecer melhor do que realmente estava. Dava para enganar. Escolhi uma das chaves dos meus carros e sai de casa após os protestos de Rose por eu não estar comendo direito há dias, mantinha-me apenas com a bebida, e ela estava sendo eficiente em me deixar de pé.

Em pouco mais de uma hora eu estava no centro da cidade, e mais um pouco na escola de Jazmyn, mesma escola de Allyson. Disquei seu número para avisar que estava ali, mas não precisei ligar. Ela estava na porta da escola, com um cara. Analisei de longe, enquanto eles conversavam, e cheguei a conclusão de que ele era mais velho, talvez estivesse no terceiro ano, ou até na faculdade; e estava sendo muito abusivo. Suas mãos desceram da cintura de Jazzy para sua bunda enquanto se beijavam, e ela riu levemente, o que me disse que eles já deviam ter avançado o nível daquele lance. Ou iriam avançar. Há, mas aquele desgraçado não tiraria proveito da minha irmã.

Sai do carro com meus óculos e caminhei até eles. Parei ao lado do casalsinho afetuoso e forcei a garganta, chamando suas atenções, e tirei meus óculos.

  - Justin! - Jazzy sorriu, um pouco vermelha. - Hã... Esse é Jason, meu, hã... Namorado. - ele estendeu a mão para que eu apertasse e eu fiz assim, colocando um pouco de força.

  - Justin, irmão dela. - murmurei, mantendo meu olhar no dele.

  - Hã... Você é Justin? Justin Bieber? - parecia impressionado e eu bufei. O idiota me conhecia. Droga! - Cara...

  - Precisamos ir. - o cortei rapidamente, antes que dissesse mais alguma merda e o enviei um olhar raivoso. Ele pareceu entender.

  - Foi um prazer. - respondeu. - Até mais, baby. - beijou-a rapidamente e saiu.

  - Hm... Vamos? - agradeci por Jazmyn não perceber que ele me conhecia. Eu não a queria envolvida, nem Pattie. Já bastava Allyson.

  - Vamos. - acenei com a cabeça.

  - Acredita que minha mãe mandou meu carro para a revisão? Cara, ferrou minha vida. - reclamou indignada. - E para piorar, minha mesada acabou e ela não quer me adiantar nada. "Você precisa ter responsabilidade, sua inconsequente!". - imitou sua mãe e eu ri. - Tia Pattie está fazendo torta. Torta de frango. É uma das melhores coisas que já comi na vida.

Ela continuou falando e eu lhe respondia às vezes, quando era necessário. Jazmyn falava o suficiente por nós dois. Assim que estacionei na frente, Jazmyn pulou para fora e correu para a porta. A segui e logo Pattie abriu, e seu sorriso se alargou a me ver.

  - Jazmyn, querida. - abraçou e beijou minha irmã. - Faça um favor e vá até a cozinha pegar a torta e a traga até a sala. - pediu e Jazmyn assentiu. Então, Pattie veio até mim e me abraçou. - Oh, querido. Estava com saudades. - me abraçou forte e eu retribui.

Um grito veio da cozinha e eu me alarmei, levando a mão para a parte de trás da calça, porém, Pattie sorriu.

  - Allyson voltou.

Senti meu coração bater mais forte e minhas mãos suavam. Porra! Viado!

Allyson Mallette's P.O.V.

Respirei fundo quando a campainha tocou e Pattie sorriu para mim, beijando meu rosto.

  - Está na hora.

Fiquei na cozinha, esperando por Jazmyn. Estava nervosa. Queria vê-la logo. Estava sentada na ilha da cozinha, comendo torta. Estava ótima, mas passava por minha boca e descia por minha garganta quase automaticamente. Escutei os passos se aproximando e então, alguém parou na porta. Virei-me lentamente, e um grito cortou o ar. Jazmyn estava parada de frente a mim, suas mãos na boca, lágrimas nos olhos.

  - Você! - gritou.

  - Eu! - gritei de volta e ela correu para me abraçar. Seus braços passaram por mim tão forte que pensei que meus pulmões iriam parar. Fechei os olhos, sentindo seu perfume e a agarrei mais forte. Jazmyn estava ao meu lado novamente.

  - Eu te amo. - falei, sentindo as lágrimas quentes e salgadas por meu rosto. Ela fungou.

  - Eu sou uma vadia, desgraçada! - gritou com tom de culpa, largando-me. - Nunca mais irei te deixar! Nunca me abandone de novo! Eu passei noites acordada. Eu chorei. Eu orei por você. Nunca se afaste a ponto de que eu não possa te proteger. Eu me senti um lixo, Allyson. Eu não te protegi. Desculpe-me. - me puxou para um abraço novamente.

  - Eu senti tanto a sua falta. - solucei e ela fez o mesmo. - A culpa não foi sua.

  - Eu também senti a sua, Allyson. Muita mesmo.

Passamos minutos incontáveis chorando, abraçadas uma a outra, jurando nunca mais nos separarmos, prometendo que cuidaríamos uma da outra.

  - Meninas. - Pattie apareceu na cozinha e nós nos afastamos, secando o rosto. - É tão bom vê-las juntas novamente. - sorrimos uma para a outra e Jazmyn me abraçou. Ela era maior que eu, então eu parecia uma criança.

  - Allyson e Torta da tia Pattie. Não tem coisa melhor. - ela disse animada.

  - É, não deve ter mesmo. - arregalei os olhos.

Eu conhecida aquela voz, e sabia quem estava atrás de nós. Não! Eu senti meu estômago revirar.

  - Justin! - Jazmyn sorriu animada. - Allyson, você tem que conhecer uma pessoa.

Ela me obrigou a virar e minha mãe foi para o lado de Justin. Abri os olhos, que até então eu não percebera que fechei, e o encontrei. Ele estava normal. Quer dizer, normal na medida Justin Drew Bieber, pois o normal dele é o nível Deus grego para reles mortais. Sua aparência não estava tão ruim, mas tinha olheiras debaixo dos olhos e a barba estava por fazer. Ele sorriu abertamente para mim, observando-me dos pés a cabeça. Inferno! Tudo o que eu menos queria era me encontrar com ele. Eu não queria ver a cara dele na minha frente. Estava com nojo.

  - Esse é Justin Bieber, seu irmão. - Pattie tinha seus olhos brilhando.

 - Ah, e é meu irmão também. - Jazmyn falou, ainda mais animada, porém me olhando cuidadosamente. Por seu olhar, eu podia perceber que Justin nunca fora tão secreto para ela. Talvez ela já soubesse da existência dele.

  - Hã... Oi. - forcei um sorriso, eu precisava parecer simpática e surpresa. - Irmão de nós duas. Que conhecidência, meu Deus! - gaguejei, tentando parecer o mais surpresa possível. - Queria que tivéssemos descoberto isso antes. - ele sorriu, aquele sorrisinho cafajeste de sempre, e acenou.

  - Tudo ocorre no seu tempo. - falou e eu revirei os olhos, mas me arrependi assim que vi o olhar de minha mãe. Ela queria que nos déssemos bem, e eu precisava fazer isso. Justin também não era o único culpado em tudo. Droga! Justin riu levemente.

  - É um prazer conhecer meu irmão, finalmente. - conclui, abraçando ainda mais Jazmyn, era como se ela me protegesse contra os olhares de Justin.

Por fim, mamãe quis que comêssemos todos juntos, então levamos as coisas para a sala de jantar. Eu e Jazzy fomos buscar as jarras de suco, quando ela me parou antes de voltarmos.

  - Allyson, eu não sei o que aconteceu nesse tempo, e quero muito que me conte, mas irei respeitar seu espaço. Eu sei o como deve ter sido duro para você, tanto quanto foi para nós, e não quero entrar nesse assunto hoje, então... Não precisa se sentir forçada ou nada do tipo, tudo bem? Conte quando achar que pode. - Ela segurava minha mão e eu senti meus olhos arder. Jazmyn era uma pessoa muito boa e não merecia nem a mim nem a Justin em sua vida.

  - Obrigada, Jazmyn. Você não sabe o quanto isso é importante.

Ela sorriu, me puxando de volta com ela.

Justin fez questão de se sentar a minha frente na mesa. Minha - ou nossa - mãe sentou a minha direita e Jazmyn a minha esquerda, sempre segurando minha mão.

  - Eu comecei um curso de cinema. - Jazzy contou, e eu a encarei animada, no entanto eu estava desconfortável com Justin me olhando.

  - Jura?

  - Mamãe achou que eu precisava pensar em outra coisa. E depois que eu vi aquele professor, fui obrigada a concordar. - ri.

Ela continuou a falar e eu ria como nunca. Jazmyn não me pediu para explicar o que houve enquanto eu estive longe, apenas se esforçou para me fazer rir. Era como se Justin não estivesse ali. Estava mudo. Porém, seu olhar intenso me incomodava. Não sei como Pattie e Jazmyn não perceberam.

  - Aquela vaca me tirou do grupo. - falou irritada quando perguntei sobre as líderes. - Disse que eu só atrapalharia daquele jeito.

  - Nunca gostei dela! E não era para ela assumir; era para você. Quem votou nela?

  - Boa parte da turma. - deu de ombros. - Ela usou seu desaparecimento para conseguir a simpatia de todos. Você sabe que aquela escola te coloca em um pedestal. - falou e eu balancei a cabeça. Não era tão verdade assim.

  - Afinal, de quem ela é filha mesmo? - minha mãe se gabou e eu ri.

  - Falando nisso, tia, que gene esse seu, hein? Vamos ser sinceras, meu irmão é gato pra caramba - Justin riu, como se já não se achasse demais.

  - Não acho tudo isso. - comentei e Justin riu alto. Depois, lançou-me aquele sorriso de quem diz "você sabe que é mentira".

  - Não fique com ciúme, Ally! - Jazzy brincou. - Você também é uma deusa. Seu pai devia ser um pedaço de mau caminho, hein, tia?! - piscou e mamãe riu.

  - Com certeza era.

Minha mãe nunca falava muito de meu pai. Eu o via em poucas fotos de quando eu era menor, mas ele foi embora quando eu ainda era muito pequena, então não me lembrava de nada sobre ele. Era como se eu não o conhecesse, apesar de saber que ele existiu. Ele a deixara e ela evitava lembrar. Depois dele era raro vê-la com mais alguém.

  - Voltando à escola - voltei minha atenção a Jazmyn. - Eu repeti o ano, certo? - mamãe e Jazmyn assentiram. - Posso continuar na torcida mesmo assim?

  - Claro, o diretor sabe que você não repetiu porque quis.

  - Então, considere-se parte do grupo novamente porque Allyson Mallette voltou, e aquela vadia se arrependerá do momento que assumiu meu posto.

  - É assim que se fala! A rainha voltou, vadias! - Jazmyn gritou, se jogando em mim novamente.

Engatamos em falar da regional de líderes, e da temporada de futebol. Ela contou-me sobre as coreografias que A Vadia montava, e juntas pensamos em mais coisas. Mamãe nos olhava com brilho nos olhos, feliz por me ver de volta. Já o olhar de Justin eu não poderia descrever. Tinha algo nele, e eu não sabia decifrar. Era uma incógnita.

 

A noite chegou a um piscar de olhos, e me vi livre de Justin. Ele foi embora mantendo sempre uma distancia segura entre nós. Por mais que parecesse que queria pular em cima de mim e deixar-me nua.  Suas mãos tocaram-me por segundos quando nos despedimos, e foi o suficiente para que eu quisesse subir e tomar um longo banho para limpar toda a minha sujeira. Respirei fundo, prendendo o ar, e só o soltei quando ele saiu da minha casa.

Jazmyn resolveu dormir em casa, e Tia Erin não se opôs. Também disse que viria me ver assim que possível. Subimos para o quarto mais de meia noite, e eu lhe emprestei um pijama. Nos deitamos juntas, uma de frente para a outra, com a TV ligada em uma comédia romântica.

  - Eu já sabia de Justin. Papai me deixou uma carta. - confidenciou repentinamente e eu não pude deixar de pensar um “Eu sabia!”. - E eu sei o que ele realmente faz para viver. - Meu corpo gelou. - Olhe, não se assuste, por favor. Eu só acho que devo te dizer por que ele também é seu irmão. - assenti. - Sabe, tem todos aqueles rachas e baladas que eu ia sem você... E, bem, eu fique sabendo de muitas coisas. Justin, ele... Bom, ele tem um jeito próprio de ganhar a vida. - sussurrou, como se fosse um segredo, e riu levemente. Eu engasguei. - Ele rouba bancos. - comecei a tossir feito louca, engasgado com minha própria saliva. - Calma! Eu sei, tudo bem? É horrível. - Lamentou, acariciando minha mão. - Melhorou? - perguntou preocupada, após minha recuperação.

  - Jazmyn! Ele sabe que você sabe? - consegui perguntar, respirando fundo e tentando controlar o tremor que passava pelo meu corpo. Eu não tinha certeza do porque estava tão nervosa, talvez temesse por Jazmyn. Por ela estar nesse mundo mesmo sem saber. Qualquer um poderia saber que ela era filha de Jeremy Bieber, e agora com a aproximação de Justin, eu temia que Tom quisesse vir atrás dela ou de minha mãe.

  - Não! Ele está se fazendo passar por um bom menino. E eu não vou dedurar para Pattie. Não acho que seria saudável para ela...

Eu podia lhe contar que Pattie provavelmente não se espantaria com isso, apenas ficaria muito decepcionada. Mas uma explicação para isso levaria a ter que dizer que Jeremy era um homem horrível, e eu não podia destruir a imagem que ela tinha do pai. Jeremy parecia ter sido um pai diferente para ela do que foi para Justin. Eu só o vira uma vez, quando tinha sete ou oito anos, e não me lembrava de muitas coisas. Seu rosto era uma delas. Eu não sabia como ele era, não sabia se parecia com Justin ou com Jazmyn. De qualquer jeito, não sujaria qualquer que fosse a imagem que ela tivesse dele.

  - E vai deixá-lo pensar que não sabe?

  - Isso vai fazer diferença na vida dele? Acho que não. - deu de ombros, rindo

Ela estava certa. Nada fazia diferença para ele. Justin não se importava com ninguém. Nada faria diferença na vida dele.

  - Estou feliz em ter você de volta, Ally.

  - Estou feliz em estar de volta, Jazzy.


Notas Finais


Ei! Vou tentar ser direta:
1° - Me desculpem, meu computador parou de pegar no inicio das férias e voltou essa semana.
2º - O capitulo está ruim. Melhor falando, está uma MERDA! Eu esperava mais dele, por ser o grande encontro de Ally e Jazmyn, mas foi o que saiu e eu não queria enrolar ainda mais. Desculpem por isso também.
3º - Estou encurtando a fanfic, então, pelos próximos capítulos as coisas podem começar a andar mais rápido, e com menos detalhes do que eu planejava de inicio.

>> E eu queria agradecer a vocês, pois mesmo com as minhas demoras muitas de vocês não desistiram de mim, nem das minhas fanfics. Agradeço a cada um desses comentários (apesar de achar que, pelo numero de favoritos, podíamos ter ainda mais opiniões), e a cada novo favorito. Sei que metade de quem começou aqui comigo já não está mais acompanhando. De qualquer modo, espero que tenham gostado do capitulo.

No momento, estou morrendo de sono, pois comecei firme na escola essa semana e estou morrendo de cansaço. Então, vou parar de falar, esperar meu download do CD de Alto Astral se completar e ir dormir. Nem vou conseguir passar a madrugada no twitter, como eu tinha planejado para o aniversário do meu menino. Vocês acreditam que ele está fazendo 21? Eu não! Eu vi esse menino fazendo 16, meu Deus!

Em fim, boa noite, meninas(os) (ou bom dia, ou boa tarde, dependendo de quando você estiver lendo isso aqui) e obrigada :3

PS.: DESCULPEM QUALQUER ERRO DE GRAMÁTICA, EU ESTOU MEIO DORMINDO E NÃO REVISEI O CAPITULO (ESTOU A BASE DO CORRETOR DO WORD)


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