História Common Denominator - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 4.217
Palavras 3.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ENJOY!

Capítulo 35 - Goodbye


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 35 - Goodbye

Allyson Mallette's P.O.V.

Os dias passavam rapidamente. Jazzy já estava de férias e ficava comigo enquanto eu recebia visitas atrás de visitas. Gente que me viu nascer estava na cidade para me ver (usando-me como desculpa para viajar, tenho certeza); meus amigos lotavam a casa todas as tardes. As pessoas da escola vinham dizer o como aquele lugar não era o mesmo sem eu, diziam que as líderes não eram as mesmas.  Até mesmo alguns professores vieram. A sensação de ter feito falta era boa e constrangedora ao mesmo tempo.

Minha mãe não saia de cima de mim, e minha avó e meu avô estavam na cidade para cuidar de mim e conhecer Justin. Eu não estava presente no momento, mas mamãe disse que foi legal. Minha avó também se emocionou e eu até podia imaginar a cena. Justin era sortudo de ter a minha família. Ele vinha aqui quase todos os dias e Pattie adorava. Eu me perguntava se ele não tinha nada para fazer da vida. Quer dizer, ele nunca parava em casa e agora vive aqui, como se fosse um desocupado. E ainda mentia com a cara lavada para minha mãe. Nossa mãe. Eu precisava me acostumar com isso. Era muito estranho ter um irmão depois de tanto tempo; e mais estranho ainda ter Justin como meu irmão. Era inevitável a presença das lembranças de nós dois, principalmente quando ele estava tão perto a todo o momento. Quando você termina um relacionamento, geralmente seu ex não está sempre do seu lado; deixando mais fácil esquecê-lo. Agora, é torturante. Quando Jazmyn não está aqui, eu simplesmente saio de casa e dou um pulo no meu antigo estúdio de dança. Eles me acolhiam e lá era o único lugar aonde eu tinha espaço para dançar. Agora não tinha mais um estúdio, e meu quarto era pequeno. Na sala eu esbarraria na estante e derrubaria todos os cacarecos de Dona Pattie.

Quando eu voltava para casa, Justin geralmente estava lá, então eu subia e enrolava o quanto podia no banho, para não ver a cara dele, e na hora da janta saía para comer com alguns amigos. Então eu encontrava Jazzy e nós voltávamos juntas para casa. Eu não parava em casa um segundo. Mamãe também estava trabalhando mais nos últimos tempos, porque havia sido promovida; estava em casa dia sim, dia não.

Um dia desses, a policia veio até em casa, após tanto furdunço por minha volta. Eu implorei a Pattie para não contar nada, e então me passei por ingrata, dizendo que fugi sozinha. Eles não pareceram convencidos, mas era a minha versão e não podiam contestar. Mas tirando isso eu estava feliz. Mais feliz do que nunca. Eu tinha minha liberdade, meus amigos, minha vida.

A campainha tocou e eu já podia adivinhar quem era. Aquele encosto. Deixei a campainha tocar, pensando em fingir que não estava em casa. Mamãe não estava e eu podia muito bem não estar também. Após alguns minutos ele desistiu e eu sorri. Graças a Deus, porque eu não estava mais com cabeça para ser simpática com o homem ao qual eu queria esganar. Eu sentia tanto ódio dele, que não podia evitar o desejo sanguinário que surgia em mim a cada segundo que ele respirava. O nojo por ele era muito maior que qualquer atração que pudesse existir.

Pulei do sofá ao ouvir um barulho vindo da cozinha e corri para ver.

  - Justin! - gritei, vendo-o mexendo na fechadura quebrada da porta dos fundos.

  - Sabia que estava em casa.

  - Seu idiota, olha o que você fez! - acusei, apontando a porta.

  - Depois eu mando alguém vir arrumar. - deu de ombros.

  - Ah, claro! O poderoso Justin Bieber vai mandar um de seus subordinados cumprir suas ordens, óbvio! - revirei os olhos. - Saia da minha casa, por favor!

  - Pattie não vai gostar de saber que você me expulsou.

  - Ah! - gritei irritada, voltando para a sala e desligando a TV. Ele veio atrás e a ligou de novo. - Sai!

  - Tô legal aqui. Sabia que aquela mansão é muito caída? Aposto que sabe, não? - arqueou uma sobrancelha, sorrindo de escárnio e eu bufei. Ele se jogou no sofá e pegou o controle.

  - O que você quer de mim?

  - Nada, irmãzinha. Quer dizer, nada que você esteja a fim de me oferecer, ou estou enganado.

  - Você sabe que só está fazendo meu nojo por você aumentar, não é? - perguntei irritada e sua expressão debochada pareceu murchar. - Por que não desiste? Aposto que você tem coisas melhores para fazer do que ficar me enchendo o saco. Já não percebeu que não quero nada com você? Somo irmãos, gracinha. Esqueça tudo o que já tivemos, pelo seu próprio bem. - falei tudo em um tom casual, como se o que tivemos nunca tivesse tido alguma importância.

  - Allyson... - ele pareceu sem palavras.

Dei as costas e subi as escadas para me trocar. Eu não ficaria em casa com ele. Iria para a casa de alguém, há essas horas a praça do bairro deve este cheia de gente. Nem que eu tivesse que falar com os postes, em casa eu não ficaria.

Peguei o primeiro short larguinho que vi e me espremi nele. Odiava ter que controlar a boca. Estava com as pernas um pouco moles e maiores, e uma grande banhazinha na barriga que incomodava bastante. Tinha sorte de ter shorts mais largos nas pernas. Agora eles não ficavam mais tão largos nas coxas, mas não as esmagavam como os outros. Pesquei uma camiseta feminina larga, com o desenho da Estatua da Liberdade, e coloquei uma rasteirinha dourada, estilo gladiador. Peguei meu perfume e espirrei um pouco na nuca e nos pulsos, passei um gloss sabor morango delicioso e o rímel, porque estava com uma cara de sonsa insuportável. Deixei meus cabelos do jeito que estavam num rabo de cavalo.

Respirei fundo quando estava no topo da escada e desci. Fui obrigada a passar na sala para pegar meu celular - que ganhara da minha tia do interior do país. Ele estava ali, sentado no sofá e fixou seus olhos em mim quando entrei.

  - Vai sair?

  - É óbvio. - revirei os olhos, irritada com seu tom de voz manso. Sonso!

  - Você anda saindo de mais.

  - E o problema é de quem? Seu? - fui rude e não achei que exagerei; não depois do que ele me fez passar.

  - Pattie se incomoda com isso.

  - Pattie não se incomoda com isso. Se não, viria falar comigo. Para você, pode parecer novidade, mas nessa casa nós sempre fomos muito sinceras uma com a outra. Pelo menos até você entrar em nossas vidas e atrapalhar tudo. - ele suspirou.

  - Desculpe.

  - Para qual de suas merdas? São tantas. - ele fechou o punho. Justin não se segurava tanto, e eu levei aquilo como minha deixa para sair. - Faça o favor de arrumar uma delas antes de Pattie chegar. - falei, referido-me a porta da cozinha e segui para a porta.

Antes que eu colocasse minha mão na maçaneta, meu braço foi bruscamente puxado para trás e eu fiquei de cara com Justin, que me olhou nos olhos e me empurrou para a porta, grudando em mim e tomando meus lábios. Foi um beijo selvagem e voraz. Suas mãos prenderam as minhas, impedindo-me de lutar. Permaneci dura durante o beijo, sentindo seu corpo junto do meu freneticamente. Ele tentava obter uma reação minha, mas a única coisa que conseguiu foi uma mordida nos lábios; uma mordida forte e que o fez se afastar de súbito.

Vendo-o passar a mão na boca, limpei a minha com nojo.

  - Nunca... Nunca mais chegue perto de mim. - gritei, sentindo lágrimas salgadas rolarem por meu rosto. - Eu... Irmãos! - gritei a palavra para ver se entrava em sua cabeça. - Irmãos! - berrei novamente, sentindo minha garganta arder. - Eu te odeio. - sussurrei, olhando dentro de seus olhos. - Você está destruindo minha vida.

Busquei a maçaneta atrás de mim, sem tirar os olhos dos dele. Ele parecia ferido. Seus olhos estavam molhados, e eu não podia acreditar naquela cena patética. Ele não chorava. E também não podia me achar tão ingênua para acreditar naquilo. Abri a porta e me joguei para o lado de fora, tentando fugir o mais rápido possível dele. Permaneci na varanda até me acalmar. Eu tremia de raiva, ódio. Tinha ainda mais nojo de mim por não impedir aquilo.

Quando vi que estava mais calma, e as lágrimas já não rolavam por meu rosto abusivamente, desci os degraus e corri pela rua, tentando chegar mais longe. Enquanto parava em uma lanchonete para comprar um suco de maracujá, liguei para Christian. Era a única pessoa com quem eu poderia contar. Ele era o único que sabia de toda a história. Pedi que me encontrasse na praça.

Ela estava mesmo lotada com o pessoal do bairro.

  - Ally! - Mark correu até mim e me abraçou. - Estamos combinando de ir ao cinema, topa? - o pessoal me encarou com ansiedade.

  - Qual é, Mark! Ela não anda com a plebe! - Gabe brincou, fazendo todos rirem.

  - E ae, gata? - Samantha perguntou, olhando-me de cima a baixo. Ela era lésbica, e não escondia isso de ninguém. Nem o seu interesse por mim tentava disfarçar, o fato de sua namorada estar do seu lado não mudava nada.

  - Foi mal, eu combinei com um amigo. - dei de ombros.

  - Não falei? - Gabe riu. - Mas, nosso encontro amanhã a noite...?

  - Só nos seus sonhos. - pisquei e ele fez cara de cachorrinho.

  - Vale sempre tentar. - ri. Todos ali zoavam demais. Eles eram incríveis.

Agradeci aos céus quando o carro de Chris dobrou a esquina, meia hora depois. Todos pararam para observar a Ferrari se aproximando, e eu queria xingá-lo por não ser discreto. E quis arrancar seu pescoço quando ele desceu do carro, lindo e charmoso, e veio até mim. A fofoca chegaria aos ouvidos de minha mãe logo.

  - Pequena. - sorriu, confortando-me, e me abraçou. - Tudo bem? - murmurou.

Acenei com a cabeça e olhei ao redor, vendo o olhar curioso de todos em nós. Ele percebeu e me puxou pela mão.

  - Tchau, galera. - acenei, e eles fizeram o mesmo, boquiabertos a me ver entrando naquele carro, com aquele cara, que com certeza parecia mais velho que eu. Por mais que tivesse carinha de bebê, Christian parecia um universitário.

  - Aonde quer ir? - perguntou dando partida.

  - Para o lugar mais calmo e longe que conhecer.

Justin Bieber's P.O.V.

Pelos trinta minutos seguintes ao acontecido, permaneci parado no mesmo lugar, do mesmo jeito e com a mente em silêncio. Não sabia o que pensar, nem como agir. Tudo o que eu vira tinha sido o suficiente para mim. O suficiente para me fazer entender que Allyson... Estava se afastando mais de mim. E que eu precisava fazer o mesmo. Eu a amava, mas meu sentimento não era correto. E nem era conivente com quem eu era. Eu não era assim. Tudo estava indo longe demais. Eu precisava voltar a ser eu mesmo. Precisava focar em mim e em meus objetivos. Allyson não era e nem seria minha.

Quando fiz minhas pernas obedecerem aos comandos que meu cérebro enviava, subi as escadas e entrei no quarto de Allyson. Era a primeira vez que eu entrava ali. O quarto parecia comum para alguém da sua idade. Tinha roupas espalhadas, fotos e mais fotos, um cheiro doce do perfume que ela usava. Fios de notebook, carregadores e mais aparelhos eletrônicos estavam jogados numa mesinha, e alguns DVDs e CDs também. A TV estava desligada, e nela tinha alguns colantes grudados. A cama estava bagunçada, Jazmyn havia dormido aqui com ela essa noite. Suspirei, balançando a cabeça. Eu sentia falta de Allyson.

Como de uma hora para a outra, todo o sentimento que ela tinha podia ter se transformado em ódio? Seus olhos estavam vazios quando ela me olhou. Suas palavras eram duras. Não era como se algum sentimento bom tivesse existido ali dentro algum dia. Eu sei que esconder dela não foi a coisa mais inteligente a se fazer, mas se ela sentisse algo, não morreria tão fácil. A garota que com um jeito meigo e irritante me fez de Rei da Foda me tornar esse viado, com certeza estava ali em algum lugar. A pirralha sexy e sedutora como o inferno, que me prendera a uma cama, com certeza estava ali ainda.

Eu não sabia o que pensar.

Puxei a corrente prata do meu bolso e observei o colar. Um dos diamantes inúteis que eu havia roubado de Tom estava ali. O maior deles. De qualquer jeito, o roubo havia o perturbado, e aquela era a marca registrada da afronta. Eu queria que ele ficasse com ela. Havia mandado fazerem uma corrente de prata e o colocarem nele. Segurei-o firme uma ultima vez, antes de colocá-lo na mesa de cabeceira do quarto e deixar o cômodo.

  - Jaden, mande um chaveiro para a casa da minha mãe. Venha junto e traga para mim meu passaporte e grana. Muita grana. Você sabe a combinação do cofre. Ah, e não se esqueça de trazer os diamantes, eles estão na biblioteca de casa.

  - Para quê que tu precisa do seu passaporte?

  - Não faça perguntas, apenas obedeça.

Finalizei a ligação e sentei no sofá, esperando por ele.

Logo eu estaria longe dali.

Allyson Mallette's P.O.V.

Respirei o ar puro das montanhas. A paisagem era linda. Permaneci em silêncio, tentando manter minha mente quieta. Não queria pensar, não queria agir. Apenas queria o silêncio.

Ficamos lá por minutos incontáveis.

  - Vai me dizer? - Chris tentava ser delicado, mas ele também não era uma flor.

  - Justin me beijou. - contei, ainda de olhos fechados. Não queria ver a reprovação em seu rosto.

  - Como foi? - sua voz permaneceu igual, apenas um pouco mais cautelosa.

  - Eu fiquei dura. Não retribui. Não consegui.

  - E o que fez depois?

  - Eu pirei. Enlouqueci. Gritei, chorei. Mas não vejo que outra reação poderia ter. Ele parece não entender, sabe? Tudo o que eu queria é que essa coisa toda acabasse.

  - Por que acha que ficou tão apavorada? Sinceramente.

  - Porque eu ainda sinto algo. Enquanto ele estava lá, me prensando contra a porta, prendendo-me, tentando desesperadamente extrair alguma reação de mim, eu só conseguia ver aquele Justin. O antigo. O de antes. O que não era meu irmão, apenas o maníaco por quem eu sentia um desejo louco. Aquilo me assustou muito. Esse foi o motivo pelo qual eu não retribuí. Mas então, no segundo seguinte eu abri os olhos e o vi ali, no hall de entrada da casa da minha mãe. Da nossa mãe. A realidade jogou um grande balde de água fria em mim, eu entrei em desespero e mordi-o. Eu ainda me sinto extremamente atraída por ele, e isso não é certo. Eu e Justin não podemos ter nada, não importa se ele quer... Ou se eu quero. Quando eu sinto isso, o que eu mais desejo é me afastar. Sinto nojo de mim mesma por não poder me desprender dele. Isso me faz afastá-lo e repudiá-lo.

Ele ficou em silêncio por um tempo. Talvez esperando que eu me abrisse ainda mais.  Só que eu não tinha um pensamento sequer que fosse concreto o suficiente para que eu pudesse expressar em voz alta. Minha cabeça era uma escuridão sem fim. Bagunçada. Desordenada. Barulhenta.

  - Como posso agir no meio disso? - questionei e ele sorriu levemente para mim.

  - A única que pode saber é você, Allyson. Eu não consigo ver você e Justin como irmãos, mas também não sei se o posso ver como seu amante. Justin e você são tão diferentes. E ao mesmo tempo tão parecidos...

  - Sabe, um dia desses, num dos raros momentos em que consegui ficar sozinha, eu tentei nos ver num futuro como irmãos, mas eu não consigo visualizar isso. É impossível. A única coisa que eu via era as fantasias que eu tinha de um futuro junto dele, quando estava presa naquela casa. Eu me senti tão suja. Corri para tomar um banho. - rimos. - Como se pudesse me limpar. Tosco, né?

Ele ficou comigo ali. Mesmo sem dizer nada, ele me confortava. Eu amava Christian por ser tão espirituoso. Por conseguir transmitir a paz que eu precisava. Deixamos anoitecer para voltar para casa. Ele me deixou na porta e partiu.

  - Mamãe, cheguei!

  - Querida, estou terminando o jantar.

  - Tudo bem.

  - Como foi seu dia?

Fui para a cozinha, e meu olhar pousou primeiro na porta. Estava como se nunca tivesse sido arrombada.

  - Bom. Sai com uns amigos. - dei de ombros, pescando uma lata de refrigerante na geladeira.

  - Se quer emagrecer, devia parar com o refrigerante. - aconselhou.

  - Eu sei. - suspirei.

Jantamos juntas e depois avisei que iria dormir. Estava com meu corpo doendo e meus pés inchados. Devia ser por eu ter andado tanto para chegar àquele morro com Christian. Meus pés ficaram marcados da sandália. A água quente do banho foi a coisa mais relaxante do dia. Sentei no chão, ignorando todos os avisos da minha mãe que me diziam o como aquilo era nojento e ruim para a minha saúde: "banheiros não são limpos, nem os de nossa casa!" - lembrei-me dela me dizendo quando me achava deitada debaixo do chuveiro quando pequena. Toda a dor foi embora com a água, e saí quando me senti melhor. Vesti minhas roupas e dei uma esticada nos lençóis brancos e desarrumados da minha cama, enfiando-me debaixo dos cobertores. Virei de lado e a primeira coisa que vi foi uma pedra brilhando contra a luz da lua. Peguei o objeto em minha mão e acendi o abajur. Era um colar. Franzi o cenho. De quem era aquilo?

Passei os dedos pela corrente que brilhava em minha mão e fiquei encantada com a enorme pedra. Era lindo. Pensei em perguntar para minha mãe, mas a casa estava tão silenciosa que ela deveria estar dormindo. Eu demorei bastante no chuveiro. 

De algum modo, aquela pedra me alegrou um pouquinho, e me fez dormir sorrindo. Era confortante.


Notas Finais


Babeeees! Voltei rapidinho, e vou continuar assim, se Deus quiser! Ainda essa semana tentarei postar o próximo. Só não voltei antes pq esse ano está sendo mais puxando que o anterior. Essa é a segunda semana de aula e eu já tive dois seminários, alguns deveres de HTML, e amanhã tenho prova de física (estou completamente perdida nessa matéria gente!!!!). Em fim, vou tentar voltar até sábado, okay?

Obrigada pelos comentário fofos de vocês, são lindo e eu leio tudo, só não tô com tempo para poder responder todos eles, mas vou tentar responder pelo menos alguns. E o que são esses 1534 favoritos? Eu estou quase chorando aqui, sério, muito obrigada a todos.


E, gente, o que é esse filme do 50 tons???? Ao mesmo tempo em que eu achei um filme super precário, um pouco mal feito, não sei (só eu achei que tem coisas que acontecem muito de repente e outras parecem que só foram jogadas no filme?), eu simplesmente me apaixonei por ele (apesar de não conseguir olhar nas partes finais (quem assistiu deve saber de que parte estou falando), eu nunca permitiria aquilo, nem que o homem fosse o Justin e ele estivesse super mega ultra enfeitiçado por mim), e já assisti duas vezes (sim, matei aula para ir assistir pela segunda vez, mas foda-se). Minha mãe até ficou me ignorando pq ela não gostou de eu ter ido assistir isso, muito menos duas vezes (sim, eu conto para ela sobre quando mato aula, ou qualquer coisa assim). A trilha sonora é a melhor coisa que já ouvi (okay, exagerei um pouco, mas é muito boa), e o Jamie está ainda mais maravilhoso do que estava em Once Upon A Time (sim, eu assisto OUAT e sempre fui apaixonadinha pelo Graham). Eu tenho quase certeza que esse será um filme tipo Amizade Colorida (meu filme preferido ever) para mim, eu posso assistir mil vezes, decorar as falas, mas nunca vou me cansar. E admito, minha parte preferida do filme é o começo, quando ele sai para correr e ela tá andando no estacionamento, sabe? Agora me perguntem, qual o meu problema? E por que uma cena tão nada a ver é a minha preferida? Não sei, só sei que tem alguma coisa nessa cena que é o que me chama para o filme. - (Postei isso em Forbidden Love)


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