História Common Denominator - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Bandido, Bieber, Demi, Demi Lovato, Denominador Comum, Inimigos, Justin, Justin Bieber, Lovato, Prostituição, Sexo, Vadia
Visualizações 3.006
Palavras 5.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ai meu Deus, eu nem explicar o que estou sentindo neste exato momento. Meu coração está acelerado de tão ansiosa e animada que eu estou. Gente, eu estou aqui depois de tanto tempo (e põe tanto nisso, hein?!).
Eu estou falando sério quando digo que estou tremendo. Eu consegui terminar um capítulo, meu Deus! Eu estou tão feliz de finalmente ter voltado... Bom, eu não vou falar tanto aqui, mas, por favor, leiam as notas finais, okay?
Revisei o capítulo, mas muitos erros podem ter passado despercebidos, desculpem-me!
AHHHHH EU AMO VOCÊS, BOA LEITURA!!!!

Capítulo 38 - I Need You


Fanfic / Fanfiction Common Denominator - Capítulo 38 - I Need You

Allyson Mallette's POV

  - Entra e arrasa, amiga. Por favor, passe nessa prova. - assentindo, bati continência para Jazmyn e ela sorriu, beijando minha bochecha.

Entrei na sala e todos os meus professores se encontravam ali, esperando por mim. Eles iriam aplicar as partes da prova separadamente, acarretando por fim em uma prova enorme, com cinco matérias principais e redação. No mínimo três horas de prova. Seria cansativo, mas era para aquilo que eu vinha me preparando há semanas.

Acenei com a cabeça para eles, em sinal de respeito, e me dirigi à cadeira designada para mim. O diretor, Mr. Butler, sorriu para mim e assumiu sua posição de líder, explicando-me como funcionaria a prova, suas regras e orientações como mestre. Assentia a cada palavra, prestando atenção, cheia de ansiedade. Assim que a primeira prova foi entregue em minhas mãos, respirei fundo e comecei. Inglês/português* era fácil perto de todo o conteúdo das outras disciplinas. Em geral, não acho que fui tão mal. A próxima prova era de Geografia, e aquela me pegava bonito. Eu sempre fui péssima nesta matéria, fazia o suficiente para poder passar na média, e o professor também não ia com a minha cara, vai se saber o porquê. De qualquer jeito, eu não esperava uma nota muito boa naquela prova. Respirava fundo, sentindo que meu futuro estava, literalmente, em minhas mãos naquele momento. Eu precisava recuperar e poder passar de ano de uma vez. Demorar na escola não era algo ao qual eu poderia me dar o luxo. No momento, eu precisava concluir tudo rapidamente. Mesmo sabendo que a barriga, hora ou outra apareceria. Eu ficava com medo de que o pouco de barriga que eu tinha significasse que algo estava errado com o bebê, mas preferia não pensar nisso. Não agora. Após quase uma hora para completar a prova de geografia, finalmente pude passar para a próxima. Meio caminho já estava andado. A professora de álgebra veio até mim com sua extensa prova e sorriu. Murmurou "boa sorte" e voltou ao seu lugar. Passei o olho por toda a primeira página e senti vontade de chorar. Eu com certeza era de humanas. Não era possível que todos aqueles números e letras juntos dessem em alguma coisa. Suspirei e tentei relembrar tudo o que eu estudara. Todas as fórmulas extravagantes, os números inacabáveis... Eu sabia pouco e torcia para que aquilo fosse o suficiente para uma boa nota. Eu rezava baixinho enquanto colocava números e mais números no papel, sem saber se estava fazendo da maneira correta. Eu era uma negação com números em geral: matemática, química, física. Todas essas matérias eram as mais complicadas para mim. Respirei fundo, antes de passar para a próxima, quase uma hora e meia depois. Nas próximas matérias eu tentava manter-me centrada e focada nos papéis a minha frente, pois era o necessário no momento. E quando eu finalmente pude pegar a última prova, de ética e cidadania, senti meus ombros relaxarem. Aquela matéria nem mesmo precisava ser estudada. A respondi com facilidade, e assim que a entreguei fechei os olhos e sorri. Eu tinha feito um bom trabalho.

Agradeci a cada um dos professores e principalmente a Mr. Butler por terem me dado a chance de recuperar o que havia perdido e de dar o meu melhor ali naquela sala. Jazmyn me esperava sentada no chão da prova, com a cabeça pendida para o lado, quase dormindo. Assim que escutou o barulho da porta se abrindo, levantou-se em um pulo e me olhou apreensiva.

  - E ai?

  - Os resultados só saem na semana que vem. - comentei, enquanto caminhávamos juntas.

  - Mas você acha que foi bem?

  - Eu acho que fiz bem. - sorri animada e ela sorriu grandiosamente abraçando-me.

  - Eu sabia! Nós vamos terminar juntas.

  - Ou não, não é mesmo? Quer dizer, eu estou de quase cinco meses... Só mais quatro meses. Eu terei que abandonar a escola. - murmurei. - No fim, meu esforço...

  - Calada! Não fale do que não sabe, hm? Nenhum esforço que temos é em vão.

Assenti, pois não queria entrar em assuntos pesados quando eu mesma estava tão leve.

Era um sábado a tarde, quase anoitecia no momento, e a escola estava vazia. Apenas podíamos ouvir nossas próprias vozes e respirações.

  - Que tal comemorarmos?

  - Um enorme sundae de baunilha com cobertura dupla de chocolate e confeitos coloridos. Mais uma cereja para decorar. - falei animada, quase podendo sentir aquele gosto em minha boca.

  - Okay. - ela sorriu.

No meio do corredor, encontramos com a senhora que cuidava do refeitório da escola e ela se matava carregando um pesado saco preto de lixo, quase caindo pelos corredores. Ela já era de idade, então aquele tipo de serviço devia ser pesado.

  - Tia! Tia! - Jazzy correu até ela parando-a. - Tia, por que está carregando isso. Parece pesado de longe. - comentou, tomando o saco das mãos da senhora, que sorriu agradecendo.

  - É a vida, querida. Acho que a idade já não me permite muito, como antigamente. - comentou saudosa, tocando meu braço.

  - Nós levamos para a senhora, não se preocupe. - falei e Jazmyn concordou. - Pode voltar. - toquei seu ombro, sorrindo de leve e ela assentiu.

  - Obrigada, minhas filhas. Que Deus abençoe essas crianças saudáveis e com uma vida toda pela frente. - pediu, antes de voltar seu caminho para o refeitório.

Eu e Jazzy nos entre olhamos e rimos, enquanto eu pegava um dos lados do saco grande e fedorento, e a ajudava a levar até a parte de trás da escola, no beco que dava nas lixeiras. Com um pouco mais de força, nós conseguimos colocar aquele saco na lixeira. Virei para Jazmyn e sorri.

  - Vamos?

Ela assentiu e me agarrou pelo braço, íamos dar uma volta. Em questão de segundos, a única coisa que vi foi um carro invadir a rua deserta e sem saída, vindo rápido em nossa direção. O carro veio em nossa direção, cada vez mais rápido. Olhei para trás, dando de cara com um muro de tijolos que dava para o fundo do nosso colégio. Ao meu lado, era perceptível as mãos de Jazmyn tremendo. Eu não conseguia pensar. Queria proteger Jazmyn. Eu queria poder proteger eles. Não me perdoaria se algo acontecesse a qualquer um dos três. Justin veio a minha mente: sorrindo e maravilhosamente lindo. Mamãe veio em seguida: abraçando-me, completamente esplêndida. À medida que o carro se aproximava, meus lábios se abriam e fechavam rapidamente em uma reza silenciosa, e então, meu corpo foi lançado para algum lugar e eu caí em cima de Jazmyn. 

O diretor Butler apareceu com uma arma em punhos e eu quase o vi ser esmagado contra a parede pelo carro. Foi por muito pouco mesmo. No entanto, o carro freou quase em cima dele, derrubando-o, e o motorista parecia enfurecido. Eu nunca conseguiria me esquecer do rosto daquele homem. Ele era um monstro. Tinha o rosto deformado, provavelmente por brigas, e aparentava ser muito grande. Meus pelos arrepiaram-se quando seu olhar pousou em mim e passou por todo o meu corpo, como se analisasse algo. Quando Mr. Butler levantou-se, pronto para invadir o carro do homem, o mesmo deu ré e em segundos ele sumia pela rua seguinte.

  - Jazzy, por favor, você está bem? - pedi desesperadamente para que ela me respondesse logo, pois ela permanecia de olhos fechados, deitada. Estava me assustando. Olhei para o nosso diretor, parado, uma arma em punhos, completamente familiarizado com aquele tipo de situação. Era como se tivesse feito aquilo a vida toda, e naquele momento eu não duvidava.

 - Allyson, já acabou? - Jazmyn parecia realmente assustada, ela nunca passara por algo como aquilo em sua vida, assim como eu.

  - Ah, meu Deus, Jazmyn, você realmente me assustou! - exclamei nervosa. - Está tudo bem?

  - Realmente não é comigo que estou preocupada! O que foi aquilo? Ele queria nos matar!

  - Eu não tenho certeza, mas tenho uma leve desconfiança. -murmurei, olhando diretamente para nosso diretor. Ele assentiu como se entendesse o que eu queria dizer. Então, Mr. Butler era realmente quem eu imaginava.

  - Primeiro, vamos a um hospital, tudo bem?

Ele nos levou rapidamente para dentro da escola e em minutos estávamos em seu carro, em direção ao hospital mais próximo. Durante o percurso, ele ligou para Ryan e lhe contou por cima o ocorrido, talvez para que nós não escutássemos a conversa, e o pediu para se dirigir ao hospital, pois precisavam conversar.

 

 

  - Allyson, você passa primeiro, tudo bem? Eu estou legal, mas você precisa se precaver.

Preferi não discutir com Jazmyn e apenas acenei com cabeça, fazendo o que ela pediu. O médico que me atendeu, por sorte, não revelou ao nosso responsável minha situação, e me disse estar tudo bem com meus filhos. Uma onda de alívio invadiu meu corpo e eu quase chorei. Agradeci ao médico, trocando agora de lugar com Jazmyn. Avisei-a que iria até a lanchonete, comprar algo para nós duas, mas na verdade estava indo procurar Mr. Butler e o filho. Sim, ele era pai de Ryan. Eu realmente não desconfiara por ser algo quase impossível uma coincidência dessas, mas realmente era verdade. Os encontrei em um canto do hospital e assim que me deixei ser vista por eles, Ryan deixou de lado sua postura seria que mantinha ao falar com o pai, e correu até mim, o rosto coberto de preocupação.

  - Está tudo bem? - assenti. Eu estava realmente feliz em vê-lo novamente. Ryan era uma pessoa tão boa, e eu sentia falta de sua presença, por mais que não fossemos tão próximos quanto eu e Christian.

   - Ah, eu estava com saudades! - resmunguei, o abraçando forte.

Ele pareceu um pouco surpreso, nós realmente não éramos tão próximos assim.

  - Desculpe por isso. - ele falou baixo, afastando-me um pouco para olhar em meus olhos. - Nós vamos resolver.

  - Isso é coisa dele? - Ryan assentiu. - Nós estamos em perigo, não estamos? Cadê o Justin?

  - Justin sumiu, e é exatamente por isso que Tom atacou vocês. Nós todos sentimos muito. Era exatamente isso que Justin queria evitar, mas Tom está fazendo isso para tentar trazê-lo de volta. Ele está tentando deixar Justin encurralado.

  - Justin já sabe disso?

  - Não, eu não posso entrar em contato com ele. O único que tem seu telefone é Jaden, e ele não quer me passar.

Ryan parecia angustiado. Ele estava perdido sem Justin ali. Justin era o centro de tudo aquilo. Aquelas coisas só aconteciam por causa dele e somente ele tinha o controle para poder fazer que elas pararem. 

  - Allyson! - afastei-me rapidamente de Ryan, vendo Jazmyn correr até mim, a garota parecia desesperada, seu celular estava grudado em sua orelha.

  - O que foi?

  - Minha mãe, ela também sofreu um acidente. - sua voz ficou fraca e lenta enquanto ela pronunciava essa frase e eu senti meu coração pesar.

Ele não estava vindo atrás de mim e Jazmyn apenas. Ele estava vindo atrás de todos que tivesse uma possível ligação com Justin. Procurei pelo olhar de Ryan, para poder saber se aquilo era algo que estava acabando ou prestes a começar e pude perceber que situação não era boa.

  - Minha mãe. - sussurrei audível o suficiente para que todos eles pudessem me escutar. - Tom já sabe dela, não sabe? - perguntei para Ryan, e meu tom de voz sairá desesperado. Ele apenas me deu as costas e saiu correndo.

Todo o meu corpo vibrou, em alerta. Estávamos sob ataque.

Puxei meu celular do bolso, discando o número um na discagem rápida, e logo estava tentando desesperadamente falar com minha mãe.

  - O celular dela está dando caixa postal.

  - Minha mãe esta sendo trazida para esse mesmo hospital. - Jazmyn me avisou e eu assenti ainda muito perdida com o que estava acontecendo. Eu nunca passei por uma situação como essa. O que eu fazia? Como agiria? Como conseguiria falar com a minha mãe?

  - Allyson, olhe. - Jazmyn, apontou a entrada do hospital, a qual parecia ser preenchida com diversas macas chegando.

Parecia uma situação de emergência. Os médicos gritavam, coordenando o mais rápido possível os novos pacientes para as alas de acordo com a gravidade de cada ferimento. Eu não podia saber o que era exatamente, mas arriscava incêndio. Havia membros do corpo de bombeiros ali, e no meio de toda a bagunça, avistei Ryan novamente no meio de toda aquela algazarra, seu rosto apático, parecia desesperado. Senti meu coração disparar ao vê-lo ali. Algo estava errado. E eu sentia que era minha mãe que estava ali no meio.

  - Ryan! - chamei por seu nome, correndo para o seu lado. - Minha mãe...

  - Allyson, por favor, agora não.

  - Minha mãe esta aqui, não está? - perguntei desesperada, sentindo as pequenas gotas de lágrimas tomarem conta de minhas bochechas.

  - Ally, agora não. Não é bom que você fique aqui no meio.

Eu não o escutei. Eu não podia escutá-lo. Minha mãe estava ali e eu não tinha tempo a perder com proibições. Eu precisava saber que estava tudo bem. Se algo tivesse acontecido a ela... Eu nunca perdoaria Tom.

Minhas pernas movimentavam-se sozinhas entre a multidão de pacientes e de acompanhantes que chegavam ao hospital, pedindo por notícias. Eu precisava saber que minha mãe não havia sofrido nada grave. Busquei por ela com os olhos, mas era difícil achá-la no meio de tanta gente. Procurei por Ryan, para ver se ele a encontrava, mas ele continuava a conversar com um homem grande e robusto, que parecia ter saído de quadrinhos de ação. Minha respiração estava ficando mais pesada e eu sentia a fina camada de suor descer por minha testa e têmporas, até meu pescoço e costas. Eu estava nervosa. Tremendo. Ansiosa. Eu queria saber que minha mãe estava bem. Eu queria não ter visto Ryan ali no meio.

  - Allyson! - um grito de Jazmyn chamou minha atenção para uma das últimas macas entrando no local, e de onde eu estava pude ver cabelos negros e longos espalhados e cobertos por uma camada de cinzas, o rosto manchado de preto. Seus braços pareciam queimados, mas eu nunca poderia avaliar e dizer o grau dos ferimentos. Mamãe estava desacordada. Havia manchas de sangue por seu corpo e sua roupa parecia ter sido mastigada pelo fogo. Senti minhas pernas fraquejarem e meu corpo ser amparado por algum enfermeiro. Eu tentei chamar por ela, eu queria que seus lindos olhos azuis se abrissem e focassem diretamente em mim, mas minha voz parecia ausente e mamãe não esboçava reação alguma.

Ali, nos braços de tal enfermeiro, eu vi aquela desordem aos poucos ir cessando e meus músculos irem perdendo a força, enquanto eu podia ver Jazmyn muito assustada comigo, e Ryan preocupado com o que estava acontecendo em geral. O mundo parecia estar mudo, e as pessoas estavam um pouco lentas, mas eu não perdera minha consciência. Eu sabia de tudo o que estava acontecendo.

  - Allyson...?

  - Eu... Eu estou bem. - murmurei. - A minha mãe. Eu preciso que me falem que ela está bem.

  - Não sabemos nem uma noticia sobre isso. Desculpe. - Ryan murmurou, olhando ao redor, parecia perdido. – Eu já volto.

Passou-se um bom tempo até que ele retornasse, informando-nos que precisava sair. Eu entendia que ele estava indo encontrar-se com os meninos. Pouco depois, Erin chegou ao hospital andando, sem grandes machucados, no entanto, com um grande susto para guardar na memória. Senti-me um pouco melhor sabendo que Erin não havia sido gravemente ferida e que agora Jazmyn tinha sua mãe em seus braços. Ambas permaneceram ali, ao meu lado, enquanto eu esperava por algum tipo de noticia. Por conta do grande número de pessoas que acabaram indo para a ala de emergência, os médicos corriam para todos os lados como loucos e nenhum deles pensavam ao menos em parar para tentar me dar alguma informação concreta sobre o estado da minha mãe. Com a demora, eu começava a pensar que seu estado estava a ponto crítico, e tinha medo de perdê-la.

Três horas depois, eu já não tinha mais lágrimas para chorar e meu corpo estava cansado demais para exigir por qualquer coisa. Eu só queria minha mãe ali comigo. Foi quando, finalmente, um médico aparentava estar mais tranquilo, possibilitando minha aproximação, sem me ignorar completamente.

  - Patricia Mallette, 39 anos. – informei, esperando que ele checasse a prancheta em suas mãos.

  - Ah, sim. – ele murmurou, apontando um dos nomes da enorme lista. – Ela foi a última pessoa a ser retirada do local, inalando, assim, muita fumaça. Nós a mantivemos em observações, realizando inalações constantemente, e no momento ela já está consciente, sem maiores riscos. A senhorita pode me seguir, por favor. – assenti, sem questionar mais nada.

Assim que entrei com ele na ala de emergência, mantive minha cabeça reta, sem olhar para os lados, pois tinha pessoas que haviam sido queimadas e eu não consegui olhar sem sentir uma enorme vontade de chorar. Assim que pude localizar minha mãe, corri para ela, sem me importar com o médico me olhando torto. Envolvi meus braços ao redor de seu corpo pequeno e a abracei com toda a força contida em mim. Todo o meu desespero esvaia-se ali, sendo confortada por seus braços.

  - A senhora está bem, mamãe? – perguntei, olhando por todo o seu corpo.

  - Não se preocupe, querida. Tudo não passou de um grande susto. – ela sorriu para mim e eu me senti extremamente agradecida de ver aquele sorriso. Eu estava tão feliz de vê-la bem.

  - O que aconteceu, Pattie? – Erin aparecera atrás de mim, com Jazmyn perdurada em seu braço. Jazmyn também parecia ter levado um grande susto com a notícia do acidente da sua mãe. Enquanto Erin levava um pequeno ponto na testa, Jazmyn estava ao seu lado, apavorada, segurando fortemente sua mão.

  - Um incêndio começou do nada no escritório. De repente, a sala da copiadora começou a pegar fogo e em questão de segundos um caminho de fogo até nossas mesas começou e eu não me lembro de muita coisa. Todos estavam correndo demais, e gritando desesperados, mas eu estava à procura de Evans. Ele estava na sala da copiadora quando o incêndio começou e sumiu logo após. No final, ele foi um dos primeiros a conseguir sair. Eu só saí, pois alguém entrou e me puxou para si, antes que o corpo de bombeiros chegasse. Se eu tivesse inalado um pouco mais de fumaça, não sei o que poderia ter acontecido. – sussurrou a última parte, olhando para mim e me abraçando novamente.

  - E eles já sabem o que causou o incêndio? – Jazmyn perguntou.

Mamãe demorou a responder aquela questão. Seus olhos encontraram-se com os de Erin, por mais que fora por poucos segundos. Eu pude ver certa comunicação ali. Ambas foram mulher de Jeremy e provavelmente sabia o que aquilo significava.

Os freios do carro de Erin haviam sido cortados. De manhã tudo estava certo, então ela estava voltando do serviço e nada mais funcionava. O carro não atendia a seu comando. Sua sorte foi passar por um lixão no momento. Ela conseguiu guiar o carro para as grandes montanhas de lixo, atropelando um portão de arames, resultando em pequenos cortes nas pernas e braços.

Ambos os acidentes eram muito suspeitos. Elas ainda não sabiam do nosso acidente. Eu e Jazmyn, por troca de olhares, concordamos em manter aquilo em segredo. Por mais que Jazmyn não soubesse metade de toda a história, ela sabia o que Justin fazia, e sabia também que aquilo tudo estava relacionado. O que significava que poderia se repetir. Os acidentes poderiam ser causados novamente, desta vez, ainda pior. Eu tinha medo de algo acontecesse a alguma de nós. Eu sabia que o que precisávamos era de Justin ali. Eu sabia disso. E após meses, eu iria passar por cima do meu orgulho e o chamaria. Nós precisávamos dele.

Após uma hora ali, mamãe recebeu alta. Optamos por dividir um taxi com Erin e Jazmyn. Quando chegamos em casa, tratei de cuidar de minha mãe. Ultimamente, nós não estávamos tão unidas, eu me sentia culpada. Esperei que ela tomasse banho, enquanto preparava uma sopa. Foi inevitável não lembrar-me de Justin mais uma vez durante o preparo. Aquela sopa fez parte do momento em que começamos a nos aproximar, a primeira vez que ele me pediu para dormir com ele. Respirei fundo, passando a mão por minha barriga. Como eu queria contar para ele que iriamos ter um filho. Um não, dois. No entanto, sabia que sua reação não seria das melhores.

Espantei aqueles pensamentos e terminei a sopa, colocando-a em uma tigela e levando-a para o quarto. Mamãe estava saindo do chuveiro. Após ela se trocar, sentei-me com ela e, enquanto assistíamos a um programa de comédia coreano pelo youtube que havíamos achado por acaso, ela comeu o que lhe preparei. Ouvir as risadas de mamãe trazia-me animo. Ela deitou a cabeça em minhas pernas e enquanto eu acariciava seus cabelos, ela adormeceu. Provavelmente estava cansada de todos os acontecimentos do dia de hoje.

Permaneci mais alguns minutos ao seu lado, até escutar meu celular tocar. Coloquei sua cabeça sobre o travesseiro e peguei o celular rapidamente, saindo do quarto. Era Christian. Eu havia lhe mandado uma mensagem mais cedo.

  - Você está bem? – ele estava com seu tom de voz preocupado e completamente sério.

  - Sim, estou, mas preciso de você. – falei rápido, não tínhamos tempo a perder naquele momento. – Por favor.

  - Hã... Em meia hora estou ai.

  - Obrigada.

Tomei um banho no tempo que tive e coloquei uma roupa confortável. Prendi meus cabelos em um rabo de cavalo, calcei meus tênis e puxei meu celular, descendo em seguida, silenciosamente. Não demorou a que Christian chegasse. Ele não precisou descer do carro, eu apenas entrei.

  - Vamos até Jaden. – falei séria, enquanto colocava o sinto.

  - Como?

  - Jaden. O único idiota que sabe o paradeiro de Justin.

Christian não questionou o que falei, apenas seguiu até onde, creio eu, Jaden estava.

Não demorou quase nada até que parássemos de frente a uma boate e logo presumi que fosse alguma das de Justin. Christian me olhou, parecendo esperar alguma coisa. Provavelmente uma explicação. Eu não lhe ofereci uma. Logo ele saberia o que eu queria. Sorri para ele e desci do carro, caminhando para a entrada. Chegando a porta, um segurança enorme barrou minha entrada. O encarei de cima a baixo e respirei fundo. Antes que eu abrisse minha boca, Christian apareceu atrás de mim e deve ter feito algum sinal para que a parede humana me liberasse, pois o mesmo saiu rapidamente do meu caminho. Segui para dentro e me permiti alguns segundos para apreciar a decoração do local.

Cada boate de Justin parecia ter um toque diferente. Essa era inspirada no oriente, mais focado na China. O ambiente era escuro, mesmo de dia, e havia lanternas chinesas, aquelas como balões, iluminando o caminho de entrada até o bar. Tudo tinha um toque vermelho, sempre focando na provocação. Mais para o fundo, conforme você ia adentrando o local, havia um palco de madeira, contendo dois pole dances. Havia caixas de som sofisticadas no teto, tão sofisticadas que quase eram imperceptíveis. Era um local bem agradável, apesar de ser uma boate.

Não precisei de muito para encontra Jaden conversando com o que parecia ser um fornecedor. Meus passos, mesmo que de tênis, eram altos e claros, o que chamou a atenção dele. Seus olhos estavam arregalados a me ver ali, parada a sua frente.

  - Patroa. Quer dizer... Allyson. – sua postura parecia estar mais ereta e ele parecia na defensiva. Eu não havia dito uma palavra, mas ele provavelmente já sabia sobre que vim tratar com ele. Seus olhos moveram-se para Christian e então, de volta para mim. – Vamos ao escritório.

Esperei que ele despachasse o homem e então o segui ao segundo andar. O escritório era um espaço luxuoso, com uma vista privilegiada tanto da boate lá embaixo quanto do que parecia ser o camarote, de frente para o mesmo. A decoração era neutra, ainda mantendo um pouco da cultura oriental, e não continha muitos móveis. Era algo bem diferente do que eu poderia dizer que imaginava. Eu pensava em algo mais luxuoso.

Balancei a cabeça levemente, focando no que viera falar com ele e o mirei. Ele ainda parecia um pouco desconfortável com a minha presença.

  - Deixe-me poupar seu tempo – começou. – Eu não sei onde Justin está. – suas mãos batucavam a mesa de vidro nervosamente.

  - Seus dedos, nem seus amigos dizem o mesmo. – comentei, cruzando meus braços. – Receio que você não saiba o que ocorreu hoje, ou estou enganada. – ele assentiu. – Nós fomos atacados, Jaden. Eu, minha mãe, Jazmyn e Erin. Mamãe e Erin sofreram acidentes um tanto quanto curiosos. – olhei em seus olhos e continuei: - Um incêndio repentino em um local que acabara de receber a inspeção do corpo de bombeiros, e um freio estourado repentinamente.

  - Isso fora coincidência, Allyson. Não se engane criando situações na sua cabecinha. – tentou parecer superior. Senti meus músculos tencionarem. Eu estava morrendo de raiva.

  - Um carro ser jogado sobre eu e Jazmyn fora pura coincidência. Nós podíamos ter morrido e você me diz que foi coincidência? Todos sabem quem foi e você quer me dizer que fora coincidência? – minha voz estava elevada e eu sentia lagrimas de ódio caírem por meu rosto. Ele permaneceu em silencio absoluto, olhando para qualquer coisa que não fosse eu rosto ou o de Christian. - Você acha que tudo isso foi coincidência, Jaden? Você realmente acha que foi uma coincidência? - gritei, sentindo lágrimas desesperadas descerem por meu rosto.

- Desculpe, eu não tenho permissão para...

- Vá para o inferno, você e essa porra de permissão! - falei furiosamente, cortando-o no meio da desculpa esfarrapada que me daria, e me virei para Christian: - Acho que sei como contatar Justin.

Christian estava atônito. Ele assentiu, saindo logo depois de mim da sala. Desci as escadas e fiz o caminho para fora daquele lugar sem ao menos ver o que estava a minha frente. Eu estava com ódio. Estava com medo. Se Justin não voltasse agora, Tom nos atacaria de novo e eu não poderia permitir que minha mãe ou qualquer outra pessoa fosse machucada por algo que não era nossa culpa. Isso tinha haver com Jeremy. Tinha haver com Justin. Em momento algum momento Justin teria que assumir tudo novamente.

Pedi para Christian me levar até a mansão de Justin e ele pareceu realmente surpreso com meu pedido, eu também estava. Eu não queria mais pisar naquele lugar. Eu não queria reviver tudo aquilo, no entanto, era necessário. Levou mais de uma hora para chegarmos ao local e desta vez eu estava prestando atenção para onde íamos. Era um local realmente afastado. Eu nunca teria fugido de lá sozinha. Tinha uma ponte para chegar ao local, tinha um rio e tinha muito mato. Para achar o lugar, havia uma pequena estrada de terra realmente escondida no acostamento de uma avenida muito pouco movimentada. Fiquei imaginando como Lucas havia me trazido de volta em uma noite passada. Assim que o carro de Christian parou de frente àquela mansão, senti calafrios atravessarem todo o meu corpo. Desci do carro, observando cada um dos seguranças que rodeavam a casa. Alguns me eram familiares, outros nem tanto.

Adentrei a mansão após minutos parada de frente a mesma. Era a primeira vez que eu pisava aqui desde ter literalmente fugido com Christian. Senti um arrepio assim que pisei naquela sala e diversas imagens de nós dois ali invadiram minha mente. Nem todas as lembranças eram boas. Na verdade, boa parte delas não era. Fechei os olhos e senti um leve chute em minha barriga. Respirei fundo, segurando algumas lágrimas, e segui meu caminho até o escritório de Justin. Pensei que encontraria a porta fechada, mas não foi assim. Ela se abriu com um mínimo toque. Tudo ali dentro parecia igual há meses atrás. Torci para que o que eu procurava também estivesse ali. Caminhei até a mesa de vidro vazia e me sentei na cadeira posicionada atrás dela. Suspirei, torcendo para abrir aquela gaveta o achar. Digitei a senha no pequeno espaço disponível ali e espiei dentro da mesma. Um mínimo sorriso se formou em meus lábios ao constatar que o celular ainda estava ali. Lembrei-me do dia em que Justin mostrou-me aquele aparelho.

FLASHBACK ON

Eu estava trancada em meu quarto, sentindo sozinha a dor da surra que havia levado. Havia passado dois dias desde a invasão dos homens de Tom, mas a dor dos ferimentos causados ainda me atormentava. Levantei-me rapidamente, sentindo uma imensa dor surgir em minha costela e caminhei para fora do quarto. Demorei longos minutos para chegar ao meu destino: a cozinha. Rose me viu e sorriu como se sentisse pena, e realmente eu deveria estar horrível. Pedi algo gelado para beber e ela o preparou rapidamente. Eu mal consegui colocar o copo na boca, pois Justin chegou e me puxou para seu escritório sem dizer nada.

  - Você podia ser um pouco mais gentil. – sussurrei, sentindo todo o meu corpo reclamar.

  - Desculpe. – murmurou sem olhar para mim. – Eu preciso te mostrar algo.

Assenti, mesmo sem que ele estivesse olhando para mim e me aproximei de sua mesa. Ele me chamou para mais perto. Atravessei a mesma e parei ao seu lado. Finalmente Justin me olhou e seu olhar não me agradou nem um pouco. Ele também sentia pena. Sorri para ele, mas aquilo também me causou um pouco de dor, principalmente nos cortes de meus lábios, o que acabou formando uma careta. Justin riu levemente, passando seu braço por minha cintura e puxando-me para seu colo. Aconcheguei-me junto do seu corpo quente, sentindo a macies do moletom que ele usava, e abracei sua cintura. Respirei fundo seu perfume, sentindo todo o meu corpo se acalmar lentamente e a dor passar a ser mero detalhe.

  - Desculpe-me. – falou mais uma vez, beijando o topo de minha cabeça. – Nunca mais, nada disso irá lhe acontecer. Eu te prometo. – assenti de leve.

  - Eu acredito em você. – o abracei mais forte. Ele me permitiu ficar ali mais do que eu esperava que ele pudesse aceitar. Permanecemos abraçados por longos minutos. Ele sempre beijando o topo de minha cabeça, apertando-me em seus braços. Momentos como aquele me faziam esquecer tudo o que eu sofria dentro dessa casa por causa dele. Eu queria que fossemos daquele jeito todos os dias. Eu odiava quando brigávamos, odiava quando ele agia como um maldito bastardo idiota e odiava ainda mais quando eu aceitava tudo de cabeça baixa. – O que queria me mostrar? – perguntei, levantando meu tronco até então colado ao seu.

  - Isso. – ele apontou para uma gaveta em sua mesa. Uma de suas mãos deixou meu corpo e foi até a gaveta. Seus dedos passaram pela madeira e repentinamente, para a minha surpresa, surgiu números como um holograma. Fiquei boba como uma criança descobrindo algo novo e Justin sorriu. Ele digitou alguns números, enquanto os ditava em voz altas para mim ouvir, e logo a gaveta se abriu lentamente. – Nunca se esqueça dessa senha. Nunca. – assenti rapidamente, como uma criancinha acatando uma ordem. Ele colocou sua mão dentro da gaveta e puxou dali um celular. Olhei confusa para ele. – Isso daqui será apenas nosso. Ele é programado para que as ligações caiam direto no meu celular. É via satélite; Ryan programou para mim. Você nunca mais ficará sem conseguir falar comigo. Será instantâneo. Nunca... Nunca nada parecido com o que aconteceu aqui se repetirá, está me ouvindo? Você sempre conseguirá falar comigo por aqui. – explicou e eu ouvi cada uma de suas palavras atentamente, sentindo meu coração perder algumas batidas.

  - Sempre conseguirei? – perguntei, pegando o celular em minhas mãos e o desbloqueando. Fiquei boquiaberta com a foto nossa que tinha ali. Dormíamos agarrados. Extremamente agarrados. Justin me abraçava, minha cabeça estava em seu peito e um de meus braços rodeava sua cintura fortemente, enquanto nossas pernas se entrelaçavam. Sorri com aquela foto.

  - Sempre. Enquanto você precisar de mim, eu sempre ficarei ao seu lado.

Sorri para ele, apertando um dos únicos botões de atalho que tinha ali. Em segundos seu celular tocou em cima de sua mesa e a mesma foto nossa apareceu na tela. Sorri satisfeita e ele riu.

  - De onde surgiu essa foto? – perguntei, acariciando levemente a tela.

Ele me abraçou novamente e beijou meu ombro. Aquele Justin estava me surpreendendo da melhor maneira possível. Seus dedos extremamente gelados entraram por debaixo do meu moletom e suavemente acariciavam minha pele quente. Um arrepio subiu por toda a minha espinha.

  - Chaz tirou um dia em que veio aqui e nos encontrou assim.

  - Ela é linda. – a admirei por mais alguns segundos.

  - Nós ficamos incrivelmente bem juntos. – ele disse e eu sorri.

  - Concordo. – assenti, abrindo a câmera. Beijei sua bochecha, enquanto ele fazia uma careta meio risonha e disparei a câmera. – Esse é o nosso celular. – confirmei, tirando mais milhares de fotos com ele sempre sorrindo.

FLASHBACK OF.

Meus pensamentos todos se perturbaram ao ver aquela foto e todos aqueles pensamentos voltarem novamente para mim.

  - Não é hora de focar nisso. – sussurrei.

Desbloqueei o celular e meu dedo polegar foi direto ao atalho de ligação. Eu não sabia se Justin mantinha o mesmo numero, mas aquela era a minha última chance. O celular chamou. Chamou novamente. E mais uma vez. Outra e outra. Ele não atendia. Senti lágrimas de desespero descer por meu rosto e tentei mais uma vez. E outra. E outra. Eu liguei cerca de dez vezes, até que minha chamada foi atendida.

  - Alô, Justin? Por favor, é você, não é? - apertei o telefone em minhas mãos, engolindo o choro. Ele estava do outro lado, eu sabia que sim. - Esse é o nosso número de emergência lembra? Por favor. Você precisa voltar.

  - Não posso. - sua voz soou tão forte e determinada quanto nunca.

  - Por favor. Você precisa voltar. Você precisa nos proteger. Nós precisamos de você. - ele permaneceu em silêncio, sua respiração parecia acelerada. - Eu preciso de você, Justin. Eu preciso muito de você. Nós fomos atacadas.

  - Allyson, não posso. – sua voz estava mais abalada agora.

  - Eu estou com medo Justin. Eu preciso me sentir segura novamente. Você prometeu, Justin. Eu preciso de você! – falei aquelas palavras tão intensamente que podia sentir meu coração bater muito rápido em meu peito. Chegava a doer. E então, o outro lado ficou mudo e apenas a respiração pesada de Justin podia ser escutada. – Por favor...


Notas Finais


Link da musica que citei na capa do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=DOuhvBJqKVY (meus bebês, por favor, ouçam, mesmo que eu não tenha me inspirado nela para escrever o capitulo, apenas porque a musica é extremamente foda, assim como meu meninos, okay? E permitam-se se apaixonar, depois me contem o que acharam nos comentários)


AI AI AI AI! Como eu disse, ainda estou bem animada. Sobre o capitulo, o que acharam? Bem, como eu digo, cada capitulo é necessário para a fic, então, sem essa de "ah, eu não acredito que isso está acontecendo!" " Ah, eu vou parar de ler, está ficando tão clichê!", e essas coisas. Se Justin voltar, é porque ele tem de voltar, tudo bem?

Então, foram alguns longos meses, certo? Eu realmente andei ocupada em 2015... E agora, mesmo de férias, não tenho muito tempo sobrando, além das madrugadas, então, perdoem-me. 2015 foi um ano realmente cheio, tanto na parte pessoal quanto na de fã, não é mesmo? Para nós Belieber foi um ano incrível. Sinceramente, esse "novo" Justin me inspirou bastante, mesmo eu tendo ficado praticamente o ano inteiro sem postar. Esse capitulo saiu mais romântico do que eu previa, pois eu estou escutando o Purpose em loop por algumas horas a fio e a voz do Justin realmente me inspira ao romance.

Ah, e gente, uma coisa muito importante: OBRIGADA! Cara, mesmo com essa ausência cansativa, um quase hiatus para Common Denominator, alcançamos os 1800 favoritos! O que é isso? Meu coração está aquecido com tudo isso e isso me inspirou ainda mais a tentar meu melhor. Talvez o capitulo não esteja do agrado de vocês, já que não escrevo há um tempo minha escrita não está muito boa, mas eu fiz com carinho e dessa vez não estou achando tão bosta quanto estava achando os capítulos anteriores. Aliás, eu estava relendo alguns capítulos da fic e MEU DEUS, eu sempre fui muito infantil e sempre cometi erros horríveis... Portanto, desculpem-me por erros nesse e em futuros capítulos.

Eu provavelmente tinha muito mais o que falar a vocês, mas não quero escrever mais ainda aqui, portanto, mais uma vez, obrigada. Agradeço de coração a cada serzinho que ainda me acompanha e peço desculpas mais uma vez (nem se passar a minha vida pedindo desculpas não será o suficiente). Sei que pequei enormemente com vocês e tentarei me redimir. Ah, e nesse tempo eu acabei descobrindo algo mágico: AS ONE SHOTS (eu lia, mas comecei a escrever agora), e acabei fazendo um teste, desse teste saiu: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-super-junior-um-conto-de-ano-novo-4982374 ... Eu não sei se ficou boa, mas eu gostei, é um romancezinho clichê e fofinho de ano novo e por mais que não seja com o Justin, ainda acho que vale a pena perder uns minutinhos, ai vocês podem me contar se eu posso arriscar uma futura com o Justin ou não, okay?

ah, e Sah Gomes (mocinha do twitter), acha que mereço ser desculpada? hausajskajs
Até a próxima amores (espero que em menos de uma semana? Não prometo)


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