História Como 60 Quadrinhos - Capítulo 3


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Categorias Apenas Um Show
Personagens Benson, CJ, Eileen, Fantasmão, Margaret, Mordecai, Musculoso, Pairulito, Rigby, Saltitão, Starla, Thomas
Tags Apenas Um Show, Lemon, Morby, Mordecai, Regular Show, Rigby, Yaoi
Exibições 46
Palavras 2.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Não irei: Sua visita


Pov's Mordecai

Olhei o teto de meu quarto admirando aqueles belos e mal feitos rabiscos, mas uma forma de tirar a atenção é uma mão atrevida em meu abdômen, coloquei minhas pernas para fora da cama e me sentei na cabeceira olhando fixamente para o espelho pendurado no alto da porta de entrada do cômodo, eu realmente estava um porre, minha cara totalmente inchada, sem condições de trabalhar hoje com este estado.

-Nwa- virei a cabeça para observar "Margarete adormecida", bufei e andei para o banheiro, tranquei a porta e me despejei na banheira, respirando pelo alivio da água tomar conta do meu corpo e tirando este cheiro horroroso de álcool.

Pov's Momo or Nuna(Autora)

........¹.......²........³.......

-PUTA QUE PARIU!- os arranhões marcados por Margarete nas horas intimas fizeram efeito naquele momento prazeroso na água, após terminar seu doloroso banho, Mordecai se aproximou do espelho se xingando por dentro pela dor que ele deixastes Margarete fazer, marcas profundas e vermelhas bem desenhadas destacam em suas costas, com certeza aquilo faria algumas cicatrizes. Se encaixou direito na roupa e saiu do quarto para saciar sua fome.

^o^

Naquela tarde, abriu-se a porta de um Bianco S 1979, um homem  bem vestido com uma corte inglesa desceu no estacionamento 13G  com sua maleta de madeira em mãos, um olhar de desgosto que observava aquela alta latitude do prédio DrawMarks, seguranças fecharam a porta ficando em posição ao lado do misterioso homem albino.

-Cessem homens, não há ninguém me perseguindo neste momento, estou livre de aberrações.- os seguranças rebaixaram suas HK MP5, alguns de distanciando mais do patrão para ficar atrás como prevenção.

A porta automática abriu-se para o homem que riu ao entrar na empresa, foi se aproximando da funcionaria bancaria e lhe entregou um bilhete de observação, ela o sedio a passagem, mas de mãos abertas, ligou para o 14¹ andar apreensiva e assustada, alguém atendeu a linha, respirou fundo perdendo o homem de vista, pronunciou.

-Senhor Benson, Skips está indo em seu cômodo neste momento.- pronunciou nervosa.

-O quê?!

-Desculpe-me por não nega-lo a entrar, mas eu estava apreensiva, não sabia o que fazer.

-Tudo bem, darei um jeito, podes ligar para Mordecai urgentemente e coloca-lo em minha linha?- pronunciou.

-Certo, farei isto. 

>.<

Mordecai saiu apressado de casa agoniado com a chamada do gerente, beijou a boca de Margarete como despedida e se foi em rumo da empresa, o metrô demorou horas para chegar, sentou esperando o retorno da ligação de Rigby, ainda estava se sentindo culpado por tudo que passou na semana passada, desde aquele dia não havia visto Rigby na empresa, ficou mandando seus designers por E-mail e não estavam nada bons, alguns borrados e outros mau feitos, algo estava acontecendo e Mordecai estava mais preocupado depois de ver pingos retos nos desenhos, será que era cinzas de cigarro? Sorriu desconsolado que sua folga estava sendo interrompida por maus bocados e acabaria trabalhando no dia em que estava um porre.

Após subir as escadas do prédio DrawsMarks, Mordecai mordeu o lábio após ler a mensagem de Rigby: Não irei.
             Simplesmente isto, respirou para a angustia. Passando pela porta de madeira à pinho, observou um homem albino próximo de Benson que movia suas mãos entrelaçadas freneticamente, cabisbaixo. O homem via os desenhos com desgosto, após ouvir o barulho da porta o homem o encarou com nojo.

-Você fez estes malditos desenhos?- fechou os olhos e sentou-se perto do alto homem, abriu os olhos, suas pupilas roxas se transpareceram para Benson, calmo disse.

-Não xingue esses designers dessa forma, você não tem liberdade para pronunciar isto diante de uma arte.

-Como ousa falar assim comigo? Sabes quem sou?

-Independente de quem eres, isto não é seu para dar suas opiniões sem permissão do desenhista, pena que ele não está presente para aceitar isto.- o homem se dilatou sobre Mordecai, os seguranças avançaram juntos, segurou seu braço direito e o estendeu fazendo Mordecai levantar-se e o encarar nos olhos.

-Como é bem atrevido não? Não sabes quem sou e se pronuncia assim diante de mim, acha que tem a liberdade para isto? eu poderia lhe demitir, sabes?- Mordecai mordeu os lábios.

-Não respondi o de seu interesse? Eu não desenhei esta bela arte, e o próprio criador não estás presente.

-Estou decepcionado Benson com seus funcionários, que fardos são, como seu ser.- o homem o soltou, pegou seus pertences e saiu com seus seguranças atrás, Mordecai respirou, juntou os papéis com os belos desenhos de Rigby, ficou admirando aquilo, sentindo a mão de Benson em um de seus ombros, deu a atenção para o patrão.

-Ele desenha bem, não é mesmo?- Mordecai concordou dobrando os desenhos e colocando sobre a gigantesca mesa de Benson, se sentou e suspirou com as mãos apoiadas sob a cabeça.- Aconteceu algo?

Se sentiu desconfortável com aquela forma que Benson tocou no assunto, fechou mais as pernas e se endireitou na mesa, ainda com as mãos no rosto.

-Briguei com Rigby no metrô à uma semana atrás, e acho que a causa de ele não vir é por minha culpa.- fechou os lábios fortemente e continuou.- Se eu não tivesse falado aquilo, nada disso aconteceria, uma briga idiota, fui desonesto, e desonrado como amigo de emprego, não ajudei em suas dificuldades, só reclamava por seu belo trabalho só por causa do orgulho e da inveja, sou desprezível.- fechou as mãos em punhos, e observou Benson cheio de dor.- Não sei mas o que fazer...já liguei, já mandei mensagem e nada de ele me dizer algo, exceto "Não irei ou Não direi".

-Se isto não resolve, porquê não o visita?

-Será o certo?

-Sim, claro, seja honesto dessa vez.- Benson tirou a poeira de um de seus álbuns.

-Uma pergunta, quem era aquele homem?- se levantou ajeitando sua bolsa costal.

-Um dos secretários de correias de empresas, foi ele que que me ajudou a abrir este meu sonho, sem ele nada teria.- seu rosto fechou.- Ele queria o formulário de conduta que fiz contra ele, estava bem zangado quando chegou aqui.

-COMO É?! Porque fez isto se foi ele que fundou essa empresa?- ajeito-se na cadeira curioso com o assunto.

-Shhhhh!- Benson sinalizou silêncio com o dedo indicador nos seus lábios.- Não diga em voz alta!- Mordecai avançou para perto do patrão incrédulo.

-Mas patrão, e sua mulher sabe disso?!- Benson negou, antes de pronunciar, foi interrompido por Thomas que entrou no cômodo com algumas papeladas.- Mais tarde terminamos esta conversa, vá logo e faça o que deve fazer, agora!

-Certo!

◊◊

A cafeteira entrava em ebulição, Rigby estava sentado com uma expressão solitária, relia os roteiros e nada de ideias vinham na mente, parecia confuso com as características dos personagens.

-Um homem lula sem ventosas e cego? Um Yiete mutante verde? O que passa na cabeça daquele cara? Gêmeos siameses do mal?! O quê? Como irei desenhar uma forma de eles andarem? Faço eles se rastejarem?!

Ajeitou sua blusa e afogou o cigarro em uma caixa de fósforos.

-Isto vai me matar um dia.- deixou os roteiros sobre a mesinha, e começou a ver o jornal local no tempo em que continuava fumando. O sinal falhou, a tela ficou um cinza embaçado, resmungou algo e tentou ajustar a TV. Ligou para o funcionário do 5ª andar, que atendeu depois de 11 chamadas. 

-A TV falhou, pode consertar? –  se sentou no sofá colocando suas curtas pernas no braço do móvel.

-Desculpe cidadão, o tempo chuvoso hoje pode “rolar” raios, não iremos arriscar os aparelhos, seria caro pagar as contas cortadas dos aparelhos.

-Como é? –  perguntou chateado.

-Desculpe cidadão, só recebo ordens.

Agradeceu e desligou, levantou-se e arrumou a bagunça e se deitou no quarto, abraçado com um dos seus travesseiros que na base estava pintado a frase: Super Power.

Recebeu mais uma mensagem de Mordecai no celular da empresa, resolveu negar, seu relacionamento com Mordecai era pouco provável que conseguiria ergue-la mais, estava fraco demais sentimentalmente que qualquer discussão o levaria aos prantos, já era pesado levar mentiras dos outros e chorar no meio de todos, e não aguentaria nada com pressões, e uma coisa que deves saber, Rigby odiava chorar, e era isto que acontecia, ele chorava naquele momento, seu travesseiro sendo alagado pelas águas que escorriam de seu olhos, permanecia imóvel e frágil naquela cama. O peso de todo que fazia errado o machucava, sozinho naquele apartamento escuro, sem sinal de vida, só ele ali naquele cômodo, nem sua família se importa consigo, só Don seu irmão que ligava de vez em quando para dar um bom dia ou um boa noite. Se sentia solitário naquele apartamento

◊◊

Pov’s Mordecai

Falava com Benson no telefone tentando me guiar no cominho para casa de Rigby, e ainda pensei em mandar mensagens para avisar que estava indo em sua residência, mas a última mensagem que mandei não foi respondida , então não arriscarei, segui em frente chegando à um prédio alto e comum, nove andares e um belo jardim cercado ao redor no edifício, o tempo nublado destacava as luzes dos portes. Entrei ansioso com o que viria, e pensava uma forma de me desculpar com ele.

Pov’s Momo ar Nuna(Autora)

Subia os degraus, pensava em não exorar para Rigby o perdoa-lo, mas , mas ser honesto e se desculpar era o suficiente.

A supervisora indicou o sétimo andar, porta 148, quarto de Rigby. Para no porta tentando raciocinar o que iria dizer, tocou a campainha que e nada, tocou várias vezes, bateu na porta e ligou para o telefone da residência que estava pregado na parede ao lado da porta e nenhuma resposta, tentou abrir a porta e estava destrancada.

-Que descuidado. –  adentrou no apartamento.

Era uma residência de bom tamanho, dividida em 5 pequenos cômodos, uma parede que em sua frente tinha um mesa e uma lamparina do teto que dividia a cozinha-lavadeira (lavanderia e cozinha) do banheiro, no canto direito tinha duas portas, vasculhou, era uma salinha, onde parecia ser onde Rigby trabalhava, vários cômodos com livros e gibis famosos e uma mesa grande com todos os tipos de materiais,  após sair, observou a sala de estar, um sofá encostado da parede esquerda com um tapete felpudo vermelho com uma TV em frente sobre a parede direita, perto da sala de trabalho, um lugar confortável, olhou para a mesinha da sala que obtinha sobre ela uma xícara de café e biscoitos de chocolate (preferido do Rigby rsrs) e uma caixa de fósforos sob uma caixa de cigarros, suspirou cansado lembrando do seu vício. Adentrou o outro cômodo, com a surpresa de ver Rigby deitado, abraçado com um travesseiro, em um sono profundo vestido com uma blusa duas vezes maior que seu corpo, tentou não rir do jeito que se veste quando está em casa, o celular piscava várias vezes na pequena cômodo, provavelmente suas mensagens não respondidas.

◊◊

Rigby acordou com uma dor de cabeça tremenda pelo barulho estrondoso dos trovões, se sentou na cama cansado, saiu do quarto para beber uma água quando se deu conta a luz do seu escritório estar ligada, se dirigia a sala se arrependendo.

-Acordou? – Mordecai olhou se aproximando com alguns gibis. -Não queria te acordar, então para tirar o tédio eu li um de seus gibis. –  entregou as papeladas para Rigby. -Não sabia que gostava de Thunders pirata, são bem legais até.  

-O que faz aqui?!- gritou furioso.

-Queria conversar, mas civilizadamente, pode ser? –  se sentou no sofá.

-Como entrou aqui?

-A porta estava aberta então aproveitei para entrar, como você é descuidado rapaz.

-Sobre o que quer conversar? –  se sentou no tapeta cruzando suas pernas de uma forma infantil.

-Primeiro antes de tudo, porque não respondeu minhas mensagens?

-Eu estava dormindo. –  mentiu.

-Nós precisávamos de sua ajuda, um cara mutante apareceu hoje mais cedo odiando seus designers.

-Sério? -  se retraiu depois da crítica, ficou com um mal-estar no estômago.

-Sério, até Benson ficou calado diante dele, ele queria o formulário de conduta que Benson fez contra ele.

-Espera, Benson fez uma conduta contra este homem? Mas porquê?

-Isto é um mistério.

Estavam conversando tão naturalmente como se nada estivesse acontecido, para Rigby, a melhor opção é fugir, mas para Mordecai era o contrário.

-Bem... vamos logo para o principal. –  se ajeitou no sofá passando as mãos nos cabelos tintados de azul-escuro. -Sobre semana passada eu queria pedir desculpas pelo que fiz. -  Rigby o olhou sem expressão alguma, continuou. -Queria especialmente ser honesto contigo, falei coisas horríveis que incentivam a cometer suicídio, pois saiba que eu ficaria pior do que estou agora sobre nós. Seus desenhos são incríveis, eu sei que são, mas se continuarem assim a empresa vai por água abaixo, isto tudo é minha culpa? Me fale.

Rigby massageou seus dedos tentando encontrar algo plausível para dizer à Mordecai.

-Passei muitos anos com estes sentimentos insertos despois que minha mãe me abandonou, estou tão desprevenido de tudo que até mesmo poucas coisas me magoam, me trazem a solidão e não quero está assim para sempre, então tento me focar nos desenhos, que é algo que gosto de fazer, me distrai bastante, mas não tendo incentivo até nisto eu não consigo forçar para tenta, e você foi um dos que me prejudicou, não consigo mais ter inspirações para continuar, desenhar não está sendo mais um de meus fortes.-  olhou para Mordecai de uma forma dolorosa falou. -Deve estar gritando de alegria por eu desistir do cargo.

-Como assim Rigby? Você vai deixar a empresa?!

-Não estou servindo para nada, não é mesmo? Até mesmo os outros acham ruim meu trabalho então o jeito é desistir não é verdade?   

Mordecai partiu-se ao meio ao ouvir aquelas palavras, então tudo aquilo, toda aquela dor que ele estava sentido era culpa dele mesmo?


Notas Finais


Olá pessoinhas, eu sei, eu também estou me odiando por demorar tanto para mandar os capítulos, mas bem...está ai! Resolvi organizar os dias que irei mandar os capítulos, irei mandar nas Quartas e Sábados! Desta vez não tem falta!
Então, o que acharam? O que acontecerá depois disso?!
Há muitas surpresas ainda nesta fanfic, e a principal, quem é o homem mutante que Mordecai mencionou?
Bem, irão ver de acordo com os capítulos que mandar! Obrigado por ler.
Beijos!


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