História Como Amar? - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Exibições 2
Palavras 1.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Não me matem! ;-;

Capítulo 3 - Yuke!- Part 2


Anteriormente:
-Quem é ele?- A de olhos verdes perguntou.
-É um conhecido. Essa é a minha irmã, Joana. Agora, vamos levar o Yuke daqui e rápido!

Alexia pov.s on.

Acordei com a Joana me chamando:
-Onee-Chan! Acorda!
-Tá bom, você ganhou. Já acordou Yuke?
-Já vou lá, só que você demora para se arrumar, então achei melhor acordar você primeiro.
-Tá já vou.

Depois dessa "conversa", vesti um jeans azul escuro, uma blusa estilo ‘’servo’’ uma jaqueta de couro cor de pele e um all-star azul escuro cano alto. Fui com meu cabelo solto, e passei um batom vermelho. Peguei minha bolsa e fui me embora, estávamos chegando perto, eu estava de fone de ouvido, ouvindo ‘’We don’t talk anymore’’ e conversando com a Joana.
-Como será que é aí?
-Num sei...-Eu respondi a ela.
-Yuke, fique quieto, me dê a mão.-Eu disse
-Num quero. –E Saiu correndo no meio da rua.
-Yuke!- E num instante vi um carro o atropelando.-Yuke!

Lágrimas quentes escorriam em meu rosto, eu vi um menino estranhamente familiar gritar:
-Chamem um médico!Rápido!
Reconheci aquele rosto, o menino do metrô! Naquele momento estava em choque, nem me lembrava do nome dele, mas me veio a cabeça rapidamente.
-Ro-Rodrigo?- O que me veio a mente foi perguntar tipo, o que tu ta fazendo aqui?, mas como eu sou muito educada, disse- Que fazes aqui?
-Indo pra escola.- Pergunta besta, resposta besta.
-Quem é ele?- A Joana que tava falando antes com a ambulância, chegou perto e disse.
-É um conhecido. Essa é a minha irmã, Joana. Agora, vamos levar o Yuke daqui e rápido!

Demorou em média, 10 minutos para a ambulância chegar. Como eu era a única parente registrada oficialmente, eu tive de ir junto e a Joana foi com o Pedro, o nosso motorista.
‘’Eu não posso perde-lo, não posso...’’ era o que vinha em minha mente. Eu ouvi a ambulância parar e os enfermeiros saíram com Yuke correndo, os seus batimentos estavam fracos, estava cheio de machucados. Eu simplesmente não podia perde-lo.

Liguei pra minha avó, ela disse que chegaria em 30:00 no mínimo e Joana já havia chegado. Ficamos em silencio, ai, como se fosse o dono do pedaço, quem aparece? O mesmo menino que tinha encontrado no metrô. O mesmo que se não estivesse aqui, Yuke estaria bem. Um ódio me invadiu por dentro. Mas aí eu lembrei que a culpa não era nem dele, nem do seu irmão. E sim minha, por não ter ficado atenta e vendo oque ele estava fazendo. Ele chegou perto e me perguntou:
-Como ele vai ficar?
Respondi quase não querendo abrir a boca:
-Os médicos ainda não deram notícias...-Eu comecei a chorar de novo.
-Calma, ele vai ficar bem.-Ele enxugou uma lágrima-Vai ficar bem...
-Obrigada pelo apoio.

Depois ficamos calados, a Joana chegou, me abraçou e ficou do meu lado. Até que o médico chegou e disse:
-Yuke Mikaze!

Eu me levantei. Yuke e eu temos “Mikaze” como o sobrenome do meu pai.
-Pode me acompanhar, senhorita?
Andei em direção a médica e muito calmamente, quase maternamente ela me disse:

-Ele vai sobreviver, só que está em coma.
Gelei; claro que havia ficado radiante pela noticia de que ele iria sobreviver, mas, por quanto tempo ele ficaria em coma?
-E quanto tempo ele vai ficar assim?
-Em média 3 meses.
Nessa hora, me imaginei ficar esses três meses sem alguém que eu fui quase uma mãe. Mas, pelo menos, ele iria ficar bem.
-Obrigada pela sua ajuda...-Tentei ler o nome no crachá.
-Nathália- Ela disse docilmente, tinha o mesmo nome de minha mãe.

-Muito obrigada, Nathália.

Cheguei perto da sala de espera e todos se levantaram.
-Ele vai ficar bem!-Suspirei aliviada.

Joana veio perto e me abraçou, Rodrigo e Carlos ficaram felizes e se ofereceram para pagar o tratamento. “Não precisa” sorri. Minha avó chegou pouco tempo depois. Dei as noticias a ela e fomos para casa, mas não sem antes olharmos ele. Rodrigo e Carlos também foram para casa deles. Acho que nenhum de nós íamos querer ir para a escola agora.

Quando chegamos em casa, Pari ,minha cachorrinha veio correndo e ficou no meu colo. Fui direto para o meu quarto, peguei meu celular e liguei em músicas. Ai, veio uma música que eu cantava pro Yuke: Talking to the moon do Bruno Mars. Eu ficaria 3 meses sem suas risadas e seus gritos, mais ele ia ficar bem...Ia ficar bem. Então, em plena 6 horas da tarde, eu deitei e dormi.

Joana pov.s On.

A Lexia parecia muito abalada. Eu tentava dar consolo. Mas ela quase perdeu o irmão dela, nosso irmão. Ela dormiu, eu fui ver ela depois. Será que ela ai querer ir a aula no outro dia? Decidi perguntar mais tarde , agora ela está triste e cansada. Eu separei duas roupas pra mim e para ela para irmos pra escola no outro dia. Depois fui dormir.
{Quebra de tempo}

-Onee-Chan, você quer ir a escola hoje?-Perguntei a ela durante o café da manhã
-...-Ela abaixou a cabeça e disse- Sim, Yuke gostaria que eu fosse.
-Gostaria não, quer, ele quer que você vá-Eu disse sorrindo de um jeito meio triste.
Então nos vestimos, ela com uma blusa de flanela azul com calça jeans e um tênis all-star cano alto e sua bolsa com seu celular. E eu com um vestido branco com borboletas azuis, uma meia-calça preta, um tênis de salto médio, minha bolsa e meu celular. Dessa vez, ela foi dirigindo com o carro do Pedro. Chegamos perto da universidade e entramos, nossa, aquele lugar era lindo e bem moderno, fomos para a primeira aula, “Artes Ecológicas”. Ela fez essa aula por que eu pedi, estou entre ser artista ou atleta. Já ela, quer ser escritora. Depois que nossa aula acabou, fomos para a aula de matemática. A professora era muito boa, gostamos muito dela. Não demorou muito tempo para que eu e a Lex encontramos o Carlos e o Rodrigo andando por aí. Nós simplesmente demos um oi e ficamos conversando, tentando escapar do assunto de ontem. Nós não achamos que a culpa seja deles e por isso, não queremos ficar estranhas.

-Bem, qual é a aula de vocês agora?-A Lex disse.
-Curso de fotografia.- O Rodrigo respondeu
-A nossa também-Eu disse, segurando vela- Vamos?
-Claro.- O Carlos falou.
Nós estávamos chegando perto, eu conversando com o Carlos e a Lex com o Rodrigo. Até que ouvimos uma voz por trás:

-AMOR!- Era uma menina de cabelos loiros e olhos azuis poucos mais escuros que o da Alexia.
-Vish, vai dar merda...- Carlos disse.
 Joana pov.s Off.


Notas Finais




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