História Como Conquistar Ele? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Colegial, Romance
Exibições 1
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


oi oi manas e manos, essa é minha primeira fanfic e eu realmente espero não deixar a desejar, por isso fiquem com esse meu bebê de ideia que eu amei demais!

Capítulo 1 - .welcome to my life


Desço as escadas rapidamente, visando contar a notícia para Gabriele o mais rápido possível. Parece que estou nervosa, o que, de fato, estou, mas não quero que as pessoas ao redor percebam isso, elas não podem saber.

Levam, aproximadamente, dois segundos para uma pessoa se apaixonar pela outra, acredito que ele não precisou nem de um terço deste tempo para me fazer cair em seus braços. Parece que foi ontem o dia que eu o vi pela primeira vez. Eu estava na escola, juntamente com Vitória, quando Zeus pareceu se irritar com sei lá quem e mandar a maior chuva do mundo para meu inferno pessoal, ou, cidade, se preferir. Inicialmente, eu achei que fosse tomar proveito da situação quando consegui roubar a bolacha da minha amiga enquanto ela estava ocupada observando – que nem retardada – os pingos de água que se chocavam fortemente com o chão, como se quisessem se vingar por algo, porém, meu proveito da situação foi no momento que eu esbarrei com ele enquanto corria da Vitória. Eu não fazia, nem faço, idéia do que ele estava fazendo lá naquele horário, eu tinha o visto poucas vezes pelos corredores do colégio, mas sabia que ele era bonito, só não enxergava aquilo tanto como quando comecei a enxergar naquele momento. Eu precisei de uma fração de segundo para me apaixonar por ele, para fazer com que ele virasse minha droga, meu vício. Eu senti que iria ao chão, mas não tinha certeza se era por causa do encontrão, ou da visão dele, só que, para minha sorte, ele passou seus braços ao meu redor, empurrando uma perna para cada lado das minhas, e me segurando como se tivesse medo de me perder. Sua cabeça se inclinou levemente em minha direção, fazendo com que um fio de seus cabelos negros escorregasse e pairasse sobre sua clavícula, lutei mentalmente para não acariciar seu rosto, seria estanho, considerando que eu nunca falei com ele na minha vida;

– Você está bem? – quando ouvi sua voz pela primeira vez meu corpo todo tremeu, foi como se um choque térmico me envolvesse, só que não era ruim, era extremamente bom, me agradava.

– Oh, claro, não te vi aí, me desculpe, mesmo, sou uma desastrada completa não sou? Eu quase te derrubava, ai meus Deus, e se você fraturasse alguma coisa? Eu seria a culpada.

– Calma – falou, segurando o riso diante da situação – eu estou bem, mas acho que sua bolacha resolveu embarcar no Titanic.

Segui seu olhar e vi a bolacha da Vitória largada, não muito longe de nós, mas distante o suficiente para ser consumida pela chuva, e não por mim, então, em um ato de desespero, eu corro desesperada e ignorando os gritos de cuidado do meu recém conhecido para perto da embalagem, mesmo com todo meu esforço, ela já estava encharcada, igual a mim, por isso me levantei e corri de volta para perto do garoto que me encarava risonho;

– Eu lhe avisei.

– Não posso confiar em estranhos – vejo enquanto ele arqueia a sobrancelha e, em seguida, me encara com a testa franzida.

– Você já me viu no intervalo!

– Sim, mas nunca conversei com você, como saberei que não é um psicopata?

– Bem, se ajudar, meu nome é Daniel, Daniel Rocha – se apresenta, mesmo imaginando que eu já saiba seu nome, e me estende a mão, como um comprimento.

– Prazer Daniel, eu sou a Marina, Marina Vieira – indago em quanto aperto sua mão e levanto um pouco o queixo para o encarar.

Os segundos seguintes são como flashs rápidos em minha memória, pois eu estava ocupada demais prestando atenção no momento, e não em como o narrar. Sinto sua mão impulsionar minhas costas, que mesmo que molhadas, ficam quentes ao seu toque, me empurrando em sua direção, me fazendo esbarrar com seu peitoral definido que se deixa ser sentido mesmo embaixo de sua blusa vermelha, arfo ao sentir, de fato, o contato físico que ele faz comigo ao se aproximar de minha orelha e sussurrar somente para mim;

– Espero segura-la mais vezes futuramente Marina.

Me perco dos meus pensamentos quando Gabriele me balança repentinas vezes para chamar minha atenção, viro rapidamente minha cabeça em sua direção o que me faz esbarrar em seu braço, me fazendo soltar um ruído – nada discreto – de dor;

– Você esta louca Gabi? Quase me mata de susto, assim nunca vou conquistar seu irmão né cria! – sim, você ouviu, ou leu, direito, minha melhor amiga é irmã do garoto que eu gosto, o que facilita um pouco as coisas, se você pensar por este lado.

– Desculpa Mari, mas você quase não acordava desse transe mulher, nós temos aula, e já estou roendo minhas unhas para saber o que te fez quase cair da escada enquanto vinha para cá!

– Foi ele Gabi, ele de novo, você acredita que finalmente ele e aquela víbora terminaram? – digo dando pulinhos de felicidade, o que me faz parecer um pouco infantil, mas não ligo para isso no momento.

– Marina Marina, óbvio que eu já sabia disto, ele mora lá em casa oh anta, eu ouvi cada grito que eles deram no quarto dele!

– E até quando você ia me esconder isso em dondoca? Achou que seria legal se eu tivesse um enfarte é? – falo só para zoar com ela um pouco.

– Nem brinca com isso sua lesada! Quem iria me ajudar com o Matheus se você morre-se?

– Continua com essa coisa de querer pegar meu melhor amigo é querida?

– Seria injusto se só você roubasse um homem meu!

– Fala mais alto que eu acho que o pessoal da China ainda não ouviu!

– Ok então, SERIA INJUSTO SE SÓ... – coloco minha mão em sua boca antes que ela fale mais merda do que já falou.

– Você esta louca? Acabou de chamar atenção de metade da escola – falo olhando ao redor do pátio onde a maioria das pessoas fica no intervalo e distribuindo sorrisos forçados para os seres que ainda nos encaravam, fazendo com que eles voltassem para sua conversa.

– Mas foi você quem mandou! – diz enquanto da um sorrisinho irônico e logo em seguida arregala seus olhos – Ele está olhando para cá Mari, o que eu faço? Ai meu Deus!

– Calma Gabi é só o Theus, suspeito até que ele não chegue perto de você por causa dessa super-proteção que o Daniel tem com tu né flor?

– Você acha mesmo? Quer dizer, olha para mim e olha para ele, com certeza um garoto como aquele merece coisa melhor!

– Esta louca guria? Você é a menina mais bonita desse colégio, perdendo só para mim, é claro! – falo enquanto ouço sua gargalhada – Mas até mesmo mas mais gostosas tem que assistir aula de vez em quando, então vamos nessa!

– Vamos sua convencida de primeira! – fala enquanto entrelaça sua mão com a minha e me puxa em direção a sala de aula.

Bem, essa é minha vida, seja bem vindo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, se sim, obrigada, se não, nem Deus agradou a todos, quem sou eu para tentar agradar não é mesmo?


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