História Como elas nos shippam! - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Fanservice, Namgi, Sugamon, Taeseok, Vhope
Exibições 377
Palavras 1.350
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie. Gih Unnie, esse é pra vc! :3

Capítulo 4 - Just a little bonus -Sugamon


Fanfic / Fanfiction Como elas nos shippam! - Capítulo 4 - Just a little bonus -Sugamon

Suga POV’S on

 

E eu mereço um prêmio, não é? Sou o melhor hyung do mundo. Porém só há um problema, tipo, bem pequeno: minha própria situação.

Eu sou apaixonado pelo Namjoonie, e ter bolado um plano pro Hobi me ajudar e eu ajudar ele teria dado certo, se não fosse o fato de que somente ele se deu bem e eu fiquei sentado tomando café e observando Namjoon mexer no celular, discretamente, claro.

Namjoon, sempai, larga o celular e me nota, por favor.

-Hyung.

Pensamento tem poder, como eu sempre digo.  

-Sim, Nam?

 -O Tae e o Hobi são barulhentos -Comentou.

-É, são- Revirei os olhos.

-Podíamos ser assim também, né?

Arregalei os olhos.

-O que?

-Ora, Suga- Porra! Ele usou meu stage name, agora a porra ficou séria- Nunca notou a… ahn… tensão sexual que nos envolve? – Ele se levantou, me cercando com os braços, e eu engoli em seco.

-Te…tensão sexual?

-É, não se faça, docinho- Sorria libidinoso- Pensa que eu não sei que me observa?

-Namjoon- Eu corei.

-O que foi, açúcar? Vai mentir agora? Tem medo? Não quer arcar com as consequências? Eu sei que você quer.

-Eu…eu não quero nada! Sai Namjoon!- Eu odeio corar tão fácil.

-Aham...- Mordiscou meu pescoço. Maldito! -  Vamos lá, docinho, negue.

-Nyah... Namjoon, sai- Pedi, estremecendo.

-Yoongi hyung, eu não vou te machucar- Ele disse, acariciando meu rosto com a pontinha do nariz- Eu sei que é virgem e serei cuidadoso, honey.

Quando o Namjoon fala em inglês eu estremeço. Quando ele fala pra mim em inglês, na minha orelha, aí a coisa atinge níveis extremos.

-Namjoonie…

-Shhhh- Me levantou pela cintura- Relaxe, baby.

-Nam... por favor- Choraminguei. Eu estava tão mole em seus braços, não queria ceder tão rápido. Eu realmente gosto dele. Não quero ser usado. Me debati e ele me soltou.

-Qual é o problema, querido? Eu quero, você quer...- Deu de ombros- O que falta?

-Eu… eu não quero ser só mais um, Namjoon...- Falei baixinho, constrangido, enquanto me encolhia. Sua presença era intimidadora e sensual.

-E quem disse que vai ser só mais um?- Sorriu, mostrando aquelas covinhas lindas e modiscou minha bochecha- Eu só quero amar você de todas as formas possíveis.

Me derreti.

-Nam... -Minhas bochechas queimavam.

-Shh... você deixa o oppa cuidar de você, docinho?

-Mas... mas eu sou mais velho.

-Não corta o clima, Yoongi – Ele riu, colocando as mãos na minha cintura- O oppa vai te pegar no colo agora, ok?

Assenti, e ele me pegou no colo, correndo comigo para o quarto.

Achei a pressa dele fofa, pra ser sincero.

Ele me deitou, cuidadoso e gentil, fazendo com que seu corpo ficasse curvado sobre mim.

A boca dele dançou sobre a minha, a língua dele sendo macia e tocando em mim, depois passeou os lábios pelo meu pescoço e clavículas. Tirou minhas roupas rápido, me deixando exposto e corado.

-Nam...

- Sim, babe?

-Tira você também- Pedi, roxo de vergonha.

Porra! É o meu sempai acariciando meu corpo! Eu tenho direito de ver ele também, né? Como veio ao mundo e talz....

-Claro, honey – Tirou sua camiseta com uma das mãos e olhou para mim docemente, enquanto levava sua mão até meu membro e o acariciava, me deixando duro e quente. Então ele deslizou os dedos pelo vão da minha bunda, roçando o indicador na minha entrada, a massageando- O que quer de mim agora?

-Isso é constrangedor... por favor, vá logo com isso, Nam...

-Só se você me chamar de oppa -Sorriu um sorriso entre malicioso e divertido com a minha reação constrangida.

-Namjoon...

-Cacham!

-Oppa...

-Sim, neném?

-Por favor...

-Por favor o que? – A massagem me fazia gemer e ficar ainda mais duro.

-Namjoon!- O olhei indignado e ele me olhou, repreensor- Oppa...

-Bom garoto – Ele enfiou um dedo, massageando as minhas paredes internas. Doía, mas era suportável e de certa forma, bom.

-Oppa... – Gemi, e corei pra caramba, ficando contrangidissimo.

Tapei o rosto com as mãos, mas Namjoon as tirou.

-Não precisa ter vergonha, baby... eu gosto de você assim.  

-Mas é vergonhoso... – Apertei seu bíceps enquanto ele movimentava aquele dedo dentro de mim e me deixava maluco.

-Não, não é. É lindo. Agora vou por um segundo dedo- Avisou, e foi me penetrando.

Dessa vez doeu, mas aguentei, apenas soltei um ofego insignificante, mas que ele notou.

-Vai passar e vai ficar gostoso- Acariciou o meu rosto com a mão livre enquanto fazia movimentos de tesoura dentro de mim. Eu gemia baixinho e constantemente.

Assenti.

-Confio em você, oppa- Tentei soar provocante.

Ele tirou os dedos de dentro de mim, cuidadoso.

-Como você prefere?- Perguntou, fazendo um leve carinho em minha bunda e a apertando, me fazendo gemer.

-Ahn, como assim?

Ele sorriu.

-Fofo. Qual posição você prefere?

-A que doer menor.

Ele sorriu.

-Certo, bebê...- Se afastou um tanto- Fique de quatro pro oppa.

Corei? Corei mais que um pimentão, minhas bochechas pareciam as do Kumamon de tão vermelhas.

Mas eu fiquei na posição pedida, afinal, se ia doer menos ia ser melhor, por mais que fosse vergonhoso e, de certa forma, humilhante.

Ele estalou um tapa na minha bunda. Sem muita força, mas o suficiente pra me assustar.

-Nam!- Gemi.

-Shh- Ele se ajeitou, afastando minhas nádegas com as mãos e expondo para sim meu buraquinho recém dilatado por ele.

Constrangedor pra porra.

-Tão lindo...-Ele murmurou, depositando um beijo na base das minhas costas e se aproximando, pincelando seu pau na minha entradinha- Eu vou devagar, ok? Relaxe.

Tentei relaxar, mas era difícil. Eu estava nervoso em perder minha virgindade com o Nam. E se ele apenas me usasse?

Na verdade, nem pude parar pra pensar nisso porque, de súbito, me senti sendo partido ao meio.

-NAMJOON! -Dei um berro de dor que poderia ser ouvido do outro lado do mundo.

Lágrimas escorriam pelo meu rosto em abundância, e eu queria apenas que ele saísse, mas ele não saiu. Secou minhas lágrimas e beijou minhas costas, carinhoso, mas não saiu, e doía como o inferno.

-Shh… se acalme docinho, já vai passar, o oppa já vai fazer você se sentir bem... – Ele falava, tentando passar conforto.

Alguns bons minutos depois , com Namjoon soltando gemidos abafados enquanto tentava me distrair me masturbando, o que foi bem funcional, eu finalmente me senti melhor.

-Pode se mexer, mas delicado, por favor- Autorizei, um pouco receoso.

Mas era pra ser bom pra ele também, não é?

Ele começou os movimentos, me fazendo dar gemidos doloridos e ao mesmo tempo deleitosos. Eu estava um misto de confusões e sensações. Eu queria mais, mas queria menos. Eu não sabia o que pensar. Na realidade, não tinha o que pensar, era só sentir.

Joonie passou a investir seu quadril com mais força, me fazendo delirar ao tocar um ponto especial dentro de mim. Meu gemido foi mais alto e mais agudo, quase feminino, e uma de suas mão apertou minha bunda suavemente quando o ouviu.

-Achei! – Não podia o ver, mas imaginei o seu sorriso de malícia estampado no rosto.

Aquela posição começava a incomodar. Meus braços estavam cansados e eu já me sentia acostumado o bastante.

-Vamos tro...trocar oppa- Sugeri em meio aos gemidos.

-Claro, baby- Ele nem saiu de mim, só me virou na cama e flexionou minhas pernas em direção ao meu quadril, me deixando o mais aberto possível para si, e passou a me foder mais forte ainda.

Não demorou muito para que eu gozasse, em jatos fortes, sobre meu próprio corpo, e ele, com o aperto, dentro de mim, me fazendo soltar um gemido alto e dengoso, satisfeito.

Depois de uns vinte, trinta minutos deitado comigo em sua cama, com ele me dando beijos e conferindo se eu estava bem, ele se levantou e me convidou para um banho.

Aceitei, odiando estar todo sujo e grudento pela minha própria porra, só que, quando fui me levantar a situação foi cômica pra ele e horrível pra mim. Meu quadril parecia ter sido moído e eu não conseguia andar, imagina como eu estaria pra dançar no dia seguinte? Eu vou matar esse babaca.

-NAMJOON!



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